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sábado, 19 de abril de 2014

Austrália


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo B:
1. Japão 17 pontos
2. Austrália 13
3. Jordânia 10
4. Omã 9
5. Iraque 5


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1974 - Fase de Grupos
2006 - Oitavos de Final
2010 - Fase de Grupos


Treinador: Ange Postecoglou




Equipa-tipo: Ryan; Franjic, Spiranovic, McGowan e Davidson; Jedinak e Milligan; Leckie, Bresciano e Oar; Cahill




A Austrália é, dos 32 participantes no Mundial 2014, aquele que traz menos jogadores que participaram na fase de qualificação – apenas McKay, Cahill, Bresciano, Milligan, Oar, Jedinak, Spiranovic, Holland, Vidosic e Troisi.

Os restantes jogadores – Ryan, Franjic, Davidson, Leckie, Wright, Taggart, Halloran, Langerak, Bozanic, Galekovic, McGowan, Luongo e Wilkinson – não jogaram um único minuto na fase de qualificação.

O treinador também não é aquele que orientou a equipa durante a fase de qualificação. Holger Osieck foi despedido após perder dois jogos amigáveis, contra o Brasil e a França, ambos por 0-6.

O novo treinador é Ange Postecoglou, que decidiu trazer novos jogadores para a equipa.

Ainda assim, a Austrália tem mais jogadores com presenças em Mundiais anteriores que várias das outras participantes. Milligan (suplente não ultilizado em ambos), Bresciano e Cahill estiveram nos Mundiais de 2006 e 2010, e Galekovic (suplente não utilizado), Vidosic (suplente não utilizado) e Jedinak estiveram no Mundial 2010.

Será difícil à Austrália repetir os quatro pontos de 2006 e 2010, ou até mesmo o ponto de 1974. Provavelmente perderá os três jogos.

O ponto obtido em 1974 foi contra o Chile, o primeiro adversário no Mundial 2014. Nunca defrontou os outros dois adversários do Grupo B, Espanha e Holanda, em Campeonatos do Mundo anteriores.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Áustria Viena





Treinador: Nenad Bjelica

Jogador-chave: Lindner



O Áustria Viena era o único estreante na Liga dos Campeões 2013/2014. Em princípio seria a equipa mais fraca na competição, e iria perder todos os jogos. Mas conseguiu fazer bem melhor que isso.
Começou com uma derrota em casa, contra o FC Porto, por 0-1. No jogo seguinte, na Rússia contra o Zenit, conseguiu o primeiro ponto. Jogou em superioridade numérica durante toda a segunda parte, por expulsão de Witsel, mas mesmo assim não conseguiu melhor que um empate 0-0.
Seguiram-se dois jogos contra o Atlético Madrid, e duas derrotas pesadas – primeiro em casa por 0-3, e depois em Espanha por 0-4. Ao fim da quarta jornada, o Áustria Viena tinha apenas um ponto, três de atraso para o FC Porto, quatro de atraso para o Zenit e onze de atraso para o Atlético Madrid. Se ganhasse os dois últimos jogos ainda poderia subir ao segundo lugar, ou pelo menos ao terceiro.
Em Portugal, contra o FC Porto, conseguiu finalmente marcar um golo (foi a última equipa a fazê-lo na Liga dos Campeões), mas ainda não foi desta que conseguiu ganhar um jogo. Com o empate 1-1 foi eliminado, continuava com três pontos de atraso para o FC Porto e desvantagem no confronto direto, e continuava a quatro pontos do Zenit, já inalcançável.
Restava-lhe tentar ganhar um jogo. A última vez que uma equipa austríaca conseguiu fazê-lo foi em 2001, quando o Sturm Graz derrotou o Panathinaikos. Doze anos e doze jogos depois (mais dois do Sturm Graz em 2001, seis do Rapid Viena em 2005 e agora seis do Áustria Viena em 2013), aconteceu novamente. O Áustria Viena venceu em casa o Zenit por 4-1. Não chegou para não ficar em último lugar no Grupo G, mas pelo menos conseguiram 5 pontos, venceram um jogo, e podem dizer que fizeram melhor que equipas como a Real Sociedad, o FC Copenhaga, o Anderlecht, o CSKA Moscovo, o Steaua Bucareste ou o Celtic, ou seja, foram o melhor quarto classificado da Liga dos Campeões, ficaram em “25º lugar”.