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sábado, 24 de novembro de 2018
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sábado, 30 de junho de 2018
Inglaterra 0-1 Bélgica
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sábado, 2 de junho de 2018
quarta-feira, 16 de maio de 2018
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Chelsea
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sábado, 11 de junho de 2016
Euro 2016 - Inglaterra
COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo E:
1. Inglaterra 30 pontos
2. Suíça 21
3. Eslovénia 16
4. Estónia 10
5. Lituânia 10
6. San Marino 1
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1968 - 3º lugar
1980 - Fase de Grupos
1988 - Fase de Grupos
1992 - Fase de Grupos
1996 - Meias Finais
2000 - Fase de Grupos
2004 - Quartos de Final
2012 - Quartos de Final
TREINADOR: Roy Hodgson
domingo, 27 de dezembro de 2015
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Paris Saint-Germain vs. Chelsea
Resultado da primeira mão: Paris Saint-Germain 1-1 Chelsea
Odds bwin antes da primeira mão:
Paris Saint-Germain 2,70 (35%)
Chelsea 1,45 (65%)
Odds bwin após a primeira mão:
Paris Saint-Germain 3,30 (28%)
Chelsea 1,30 (72%)
O Chelsea empatou 1-1 em França contra o Paris Saint-Germain, e de acordo com as odds da bwin, ficou mais próximo dos quartos de final.
Aos 36 minutos o Chelsea marcou no único remate que fez à baliza, curiosamente numa jogada criada por três defesas: Terry cruzou da esquerda, Cahill desviou com o calcanhar e Ivanovic marcou de cabeça!
O Paris Saint-Germain empatou na segunda parte aos 54 minutos, também com um cruzamento da esquerda, mas com protagonistas mais normais: Maxwell lançou Matuidi, que cruzou para Cavani marcar de cabeça.
Na época anterior o Chelsea tinha saído de França com uma derrota por 1-3, que conseguiu reverter em casa, ganhando por 2-0. Desta vez saiu de França em vantagem.
Resultado da segunda mão: Chelsea 2-2 Paris Saint-Germain
Na segunda mão o Chelsea jogou com Oscar em vez de Willian.
O Paris Saint-Germain jogou com Thiago Motta em vez de Van der Wiel (passando Marquinhos para lateral direito e David Luiz para defesa central), e Pastore em vez de Lavezzi.
Aos 31 minutos Ibrahimovic foi expulso por falta sobre Oscar, e o Chelsea ficou a jogar em superioridade numérica.
Aos 81 minutos Fabregas marcou um pontapé de canto na direita, a bola sobrou para Diego Costa que a quis chutar para a baliza mas acabou por assistir Cahill, e este sim chutou-a para dentro da baliza.
José Mourinho quis defender a vantagem e pouco depois substituiu Matic (médio) por Zouma (defesa). Mas apesar das preocupações defensivas do Chelsea e da inferioridade numérica do Paris Saint-Germain, aos 86 minutos Lavezzi marcou um pontapé de canto na direita e David Luiz marcou de cabeça. O jogo foi para prolongamento.
Aos 96 minutos Thiago Silva cortou um cabeceamento de Zouma com o braço. Parecia um jogador de basquetebol a disputar um ressalto! E fê-lo dentro da área. Na conversão do penalty, Hazard marcou o segundo golo do Chelsea.
Em vez de pressionar um adversário fatigado por mais de uma hora a jogar com 10 jogadores, o Chelsea confiou novamente que a vantagem era suficiente. Não foi.
Aos 114 minutos Thiago Motta marcou um pontapé de canto na esquerda e Thiago Silva, de cabeça, marcou o segundo golo do Paris Saint-Germain, redimindo-se do seu erro que originou o segundo golo do Chelsea.
Apesar de todas as vantagem que o Chelsea teve, no final foi o Paris Saint-Germain que avançou!
O Chelsea não conseguiu manter a vantagem que tinha da primeira mão, deixando o jogo ir para prolongamento. No prolongamento voltou a não conseguir manter a vantagem. Não soube aproveitar a superioridade numérica que teve desde a primeira parte.
Numa análise mais profunda, gastou cerca de 200M€ para "reforçar" a equipa, mas acabou com uma equipa mais fraca do que a que tinha anteriormente. Jogadores como Schurrle ou Demba Ba, que marcaram ao Paris Saint-Germain na época anterior, qualificando o Chelsea para os quartos de final, foram embora. Diego Costa que custou 38M€, não conseguiu marcar um único golo!
Os golos do Chelsea ao Paris Saint-Germain foram fortuitos, não parecem fruto de grande treino. E a atitude foi péssima, só um remate à baliza em França, e na segunda mão nunca procurou ampliar a vantagem, ficando sempre em perigo de a perder, o que acabou mesmo por acontecer por duas vezes, apesar das cautelas defensivas.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Taça Asiática 2015: Final
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domingo, 7 de dezembro de 2014
Chelsea
Treinador: José Mourinho
Jogador-chave: Terry
Como era previsível, o Chelsea qualificou-se para os oitavos
de final da Liga dos Campeões.
Até nem começou bem, com um empate 1-1 em casa contra o
Schalke 04, adversário que já tinha defrontado na época anterior, vencendo os
dois jogos por 3-0.
Seguiu-se uma vitória em Portugal contra o Sporting por 1-0.
No terceiro jogo, em casa contra o Maribor, o Chelsea venceu por 6-0. Foi a
maior vitória do Chelsea na história da Liga dos Campeões, acima da vitória por
6-1 contra o Nordsjaelland em 2012, e das vitórias por 5-0 contra o Galatasaray
em 1999 e contra o Genk em 2011.
No entanto, duas semanas depois, na Eslovénia, não foi capaz
de voltar a derrotar o Maribor, empatando 1-1, num jogo em que Hazard falhou um
penalty que poderia ter dado a vitória ao Chelsea.
Ao fim de quatro jornadas o Chelsea liderava o Grupo G com
oito pontos, três de vantagem sobre o Schalke 04, quatro de vantagem sobre o
Sporting e cinco de vantagem sobre o Maribor.
Se vencesse o próximo jogo, contra o Schalke 04, garantiria
não só a qualificação para os oitavos de final mas também o primeiro lugar do
grupo. Venceu na Alemanha por 5-0.
O jogador-chave foi Terry, que já se tornou o jogador com
mais jogos pelo Chelsea na Liga dos Campeões, 103, ultrapassando Lampard que
tem 102. Nesses 103 jogos marcou 10 golos, incluindo dois nesta época, nas
goleadas ao Maribor e ao Schalke 04.
Já com o primeiro lugar do grupo garantido, o Chelsea terá ainda
de jogar contra o Sporting, num jogo em que o Sporting precisa apenas de um
empate para também se qualificar para os oitavos de final. Irá o Chelsea
facilitar-lhes a tarefa, jogando desmotivado e com os suplentes?
Ou até mesmo os suplentes do Chelsea são suficientemente
bons para derrotar o Sporting?
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quarta-feira, 25 de junho de 2014
Costa Rica 0-0 Inglaterra
Comparando com a segunda jornada, a Costa Rica jogou com
Miller em vez de Umaña, e Brenes em vez de Bolaños.
A Inglaterra, que manteve a mesma equipa da primeira para a
segunda jornada, desta vez mudou a equipa praticamente toda: Foster foi o
guarda-redes, Jones foi o lateral direito, Smalling foi o defesa central em vez
de Jagielka, e Shaw foi o lateral esquerdo; Lampard e Wilshere foram os médios
defensivos, Milner o médio direito, Barkley o médio ofensivo e Lallana o médio
esquerdo. Apenas o defesa central Cahill e o ponta-de-lança Sturridge
mantiveram a titularidade comparando com o jogo anterior.
Com o empate 0-0, a Costa Rica garantiu o primeiro lugar do
Grupo D, e esta já é a melhor participação de sempre da Costa Rica em
Campeonatos do Mundo. Em 1990 também atingiram os oitavos de final, mas com
duas vitórias e uma derrota, ficando em segundo lugar no grupo, e foram
eliminados nos oitavos de final.
A Inglaterra, por outro lado, teve a sua pior participação
de sempre em Campeonatos do Mundo, com apenas um empate em três jogos.
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sexta-feira, 20 de junho de 2014
Uruguai 2-1 Inglaterra
Comparando com a primeira jornada, o Uruguai jogou com
Álvaro Pereira a lateral esquerdo, e Martín Cáceres a lateral direito em vez do
suspenso Maxi Pereira, com Giménez em vez de Lugano, Álvaro González a médio
direito, Lodeiro em vez de Gargano, e Suárez em vez de Forlán.
A Inglaterra jogou com a mesma equipa que perdeu o primeiro
jogo contra a Itália.
Aos 39 minutos, Lodeiro passou a Cavani na esquerda, este
viu Suárez a desmarcar-se nas costas de Jagielka e cruzou-lhe a bola, e Suárez
cabeceou-a fora do alcance de Hart, marcando o primeiro golo.
A Inglaterra empatou aos 75 minutos: Johnson fintou Godín,
cruzou a bola por entre as pernas de Álvaro González, e Rooney foi muito mais
rápido a atacar a bola que Martín Cáceres, que praticamente ficou parado.
Rooney era gozado por nunca ter marcado um golo num
Campeonato do Mundo, ao décimo jogo finalmente conseguiu marcar. Continua a ser
um fraco registo, de apenas um golo em dez jogos, mas sempre é melhor que
nenhum.
Suárez, ao contrário de Rooney, com o golo marcado neste
jogo já tinha quatro golos em sete jogos em Campeonatos do Mundo, mas ainda
conseguiu melhorar esta marca com mais um golo: aos 85 minutos, Gerrard
cabeceou para trás uma bola vinda de Muslera, e Suárez foi muito mais rápido a alcançar
a bola que o seu opositor mais próximo Cahill, dominou-a com o é direito e
chutou-a para dentro da baliza de Hart.
O herói do jogo foi, obviamente, Suárez, com os dois golos
que deram a vitória ao Uruguai.
A Inglaterra aguarda agora pelo Itália vs. Costa Rica, onde
apenas uma vitória da Itália lhe permitirá continuar a ter hipóteses de se
qualificar. E mesmo assim, na última jornada terá depois de vencer a Costa
Rica, esperar que o Uruguai perca com a Itália, e ainda ter melhor diferença de
golos que a Costa Rica e o Uruguai no empate a três que este cenário
implicaria.
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quinta-feira, 19 de junho de 2014
Austrália 2-3 Holanda
Comparando com a primeira jornada, a Austrália jogou com
McGowan a lateral direito em vez do lesionado Franjic, e McKay a médio
defensivo em vez de Milligan.
A Holanda jogou com a mesma equipa da primeira jornada.
Aos 20 minutos, Blind, ainda no seu meio-campo, cabeceou a
bola para Robben, Wilkinson teve uma abordagem deficiente ao lance porque
deixou que a bola batesse no chão, lhe passasse por cima e que Robben ficasse com
um corredor aberto até a baliza, e este, já perto da pequena área, rematou
cruzado, sem hipótese para Ryan.
No minuto seguinte, Cahill recebeu um passe longo de McGowan
e, sem deixar cair a bola no chão, chutou de pé esquerdo fazendo o golo do
empate. A bola ainda bateu na trave!
Na segunda parte, aos 54 minutos, Janmaat cortou com o braço,
dentro da área, um cruzamento de Bozanic. Penalty para a Austrália, e na
conversão Jedinak colocou a Austrália em vantagem.
Mas tal como a vantagem holandesa durou pouco na primeira
parte, também a vantagem australiana não durou muito mais. Aos 58 minutos, Van
Persie recebeu a bola de Depay e voltou a empatar o jogo. Igualou Muller e
Robben na lista dos melhores marcadores do Mundial 2014, com 3 golos.
O golo da vitória foi marcado aos 68 minutos por Depay, a
passe de De Guzmán, num remate de fora da área, em que o guarda-redes Ryan
poderia ter feito bem melhor.
O herói do jogo foi Depay, com um golo e uma assistência: o
5-3-2 da Holanda foi adequado para jogar contra a Espanha, mas não foi adequado
para jogar contra a Austrália, e com a sua entrada para substituir Martins Indi,
a Holanda mudou para 4-3-3.
A Holanda ficou à espera do Espanha vs. Chile para saber se
já estava qualificada ou não – se a Espanha não vencesse a Holanda estava
apurada. Já a Austrália precisava do contrário, que a Espanha vencesse, para
ainda ter hipótese de não ser já eliminada.
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domingo, 15 de junho de 2014
Inglaterra 1-2 Itália
A Inglaterra jogou com Henderson em vez de Lampard, e Sterling em vez de Milner.
A Itália jogou com Sirigu a guarda-redes, e numa tática parecida
ao 5-4-1 da Costa Rica… mas chamemos-lhe antes 4-1-4-1 porque De Rossi não é
nem um quinto defesa nem um quinto médio. Darmian foi o lateral direito,
Paletta e Barzagli a dupla de defesas centrais, e Chiellini o defesa esquerdo.
Pirlo e Verratti foram os dois médios centro à frente de De Rossi, com Candreva
na direita e Marchisio na esquerda. Balotelli foi o ponta-de-lança.
Aos 35 minutos, Candreva marcou um pontapé de canto curto na
direita, passou a bola a Verratti, este passou-a a Pirlo que a deixou passar
para Marchisio, melhor colocado e sem marcação – um movimento semelhante ao do
primeiro golo da Colômbia, mas fora da área – e Marchisio marcou golo, num remate
de fora da área.
A Inglaterra empatou dois minutos depois – num ataque rápido
Rooney cruzou da esquerda e Sturridge só teve de empurrar a bola para a baliza
do desamparado Sirigu.
A Itália podia ter ido para o intervalo em vantagem, mas um
remate de Candreva acertou no poste.
Candreva teve mais sorte como assistente que como goleador.
Na segunda parte, aos 50 minutos, fintou Baines no flanco direito e cruzou com
o pé esquerdo para Balotelli, que ao segundo poste nas costas de Cahill
cabeceou para dentro da baliza.
No final da segunda parte a Itália voltou a ter uma
excelente oportunidade para marcar, mas na conversão de um livre Pirlo acertou
na trave.
O herói do jogo poderiam ser vários jogadores italianos –
precisamente por serem tantos jogadores em destaque, é justo destacar o
treinador Cesare Prandelli, que usou uma tática que ninguém ainda percebeu bem
qual foi, e resultou. Também teve algumas escolhas de jogadores surpreendentes,
e estes corresponderam.
No próximo jogo, contra a Costa Rica, irá Cesare Prandelli
manter esta equipa, ou mudar novamente?
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sábado, 14 de junho de 2014
Chile 3-1 Austrália
O Chile jogou em 4-4-2, sem Rojas como terceiro defesa
central e com Aránguiz a médio centro.
A Austrália jogou com Wilkinson a defesa central em vez de
McGowan.
O Chile começou bem, e aos 12 minutos Aránguiz combinou com
Alexis Sánchez na direita, fintou Ryan e cruzou para o meio da área, onde Vargas
ganhou de cabeça a Jedinak, com a bola a acabar nos pés de Alexis Sánchez, que
rematou para dentro da baliza de Ryan, que ainda estava a acabar de se
reposicionar.
Dois minutos depois Alexis Sánchez recebeu a bola na direita
de Isla, conduziu-a até ao centro e viu Valdivia com espaço no lado esquerdo,
passou-lhe a bola e Valdivia marcou o segundo golo do Chile.
Parecia que o Chile iria esmagar a Austrália, mas aos 35
minutos Franjic cruzou da direita, Cahill ganhou a disputa de cabeça com Medel
e marcou golo.
Já na segunda parte, Cahill marcou novamente de cabeça após
novo cruzamento da direita, desta vez de Leckie, mas o golo foi bem anulado por
fora de jogo.
Já perto do final do jogo, Ryan ainda defendeu um primeiro
remate de Pinilla, que entrou minutos antes, mas não conseguiu defender a
recarga de Beausejour, outro jogador que também entrou durante a segunda parte.
Beausejour já tinha marcado no primeiro jogo do Chile no Mundial 2010, na vitória
por 1-0 contra as Honduras, e agora voltou a marcar no primeiro jogo.
O herói do jogo foi o árbitro Noumandiez Doué. Depois de
tantos erros nos três jogos anteriores, finalmente uma arbitragem sem
influência no resultado.
O Chile pode eliminar a Espanha se conseguir vencer o
próximo jogo e a Holanda não perder contra a Austrália. A Austrália foi melhor
do que o esperado mas não foi suficiente para evitar a derrota.
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