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sábado, 13 de agosto de 2016

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

sábado, 6 de agosto de 2016

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Honduras 0-3 Suíça

Comparando com a segunda jornada, as Honduras jogaram com Juan Carlos García a lateral esquerdo e Wilson Palacios a médio centro em vez de Garrido.



A Suíça, comparando com a segunda jornada, jogou com Schar em vez de Von Bergen, e Drmic a ponta-de-lança.


Logo aos 6 minutos Shaqiri recebeu a bola na direita de Lichtsteiner e rematou de fora da área, com o pé esquerdo, marcando o primeiro golo da Suíça.


Aos 31 minutos, Inler fez um passe em profundidade para Drmic, que Bernárdez não conseguiu intercetar e deixou o centro da defesa exposto, com apenas Figueroa para parar Drmic e Shaqiri, Drmic atraiu Figueroa para a esquerda e passou a Shaqiri que estava sozinho no centro, e este marcou o segundo golo da Suíça e também o seu segundo golo.


Aos 71 minutos os suíços repetiram a jogada do segundo golo: Rodríguez fez um passe em profundidade para Drmic na esquerda, este fintou Bernárdez e atraiu Figueroa para a esquerda e depois assistiu Shaqiri que finalizou no centro.

O herói do jogo foi Shaqiri, que marcou o primeiro hat-trick do Mundial 2014.


Com esta vitória a Suíça terminou em segundo lugar no Grupo E e qualificou-se para os oitavos de final onde irá defrontar a Argentina. Só se defrontaram anteriormente em 1966, e a Argentina venceu por 2-0.

As Honduras foram novamente eliminadas na fase de grupos, e ainda não foi desta que venceram um jogo num Campeonato do Mundo.

sábado, 21 de junho de 2014

Honduras 1-2 Equador

Comparando com a primeira jornada, as Honduras jogaram com Claros em vez do suspenso Wilson Palacios, e Boniek García a médio direito.



O Equador, comparando com a primeira jornada, jogou com Minda em vez de Gruezo.


Aos 31 minutos, Guagua cabeceou um pontapé para a frente de Beckeles contra Costly, deixando-o em posição promissora para marcar, o que aconteceu, num remate de pé esquerdo.


As Honduras não conseguiram marcar no Mundial 2010, desta vez conseguiram fazê-lo. Também não conseguiram ganhar no Mundial 2010, será que também iriam fazê-lo agora?

Mas apenas três minutos depois, Paredes rematou na direita, o remate desviou em Claros, Figueroa deixou a bola passar e Enner Valencia apareceu nas costas de Beckeles a desviar a bola para dentro da baliza.

Aos 65 minutos, Walter Ayoví marcou um livre na esquerda e Enner Valencia, de cabeça, marcou o seu segundo golo no jogo. Um golo com os mesmos intervenientes e mesma maneira que o golo marcado à Suíça no jogo anterior.


O herói do jogo foi obviamente Enner Valencia – já leva três golos no Mundial 2014, e lidera a lista dos melhores marcadores juntamente com Robben, Van Persie, Benzema e Muller.


As Honduras continuam sem vencer em Campeonatos do Mundo. Se o fizerem contra a Suíça por pelo menos dois golos de diferença ainda podem atingir os oitavos de final, se além disso o Equador perder contra a França e terminar com pior diferença de golos que as Honduras. Mas, para uma equipa que nunca venceu anteriormente, precisar de vencer por mais de um golo de diferença parece improvável.

A Suíça está numa situação melhor – se vencer as Honduras qualifica-se para os oitavos de final a não ser que o Equador também vença a França e num triplo empate a 6 pontos a Suíça seja a equipa com pior diferença de golos. Terá de vencer as Honduras por pelo menos cinco golos de diferença para se qualificar independentemente do que aconteça no França vs. Equador.

O Equador tem uma diferença de golos de 0, a Suíça tem -2, e as Honduras -4, portanto se a Suíça empatar com as Honduras, ao Equador basta-lhe empatar com a França, se a Suíça vencer o Equador também terá de vencer a França, e a Suíça perder o Equador também pode perder desde que não termine com pior diferença de golos que as Honduras nem a Suíça.

A França está na posição mais vantajosa: se não perder por pelo menos quatro golos de diferença contra o Equador qualifica-se sempre independentemente do resultado da Suíça contra as Honduras.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

França 3-0 Honduras

A França jogou com a equipa esperada.



As Honduras jogaram com Najar a médio direito.



Aos 28 minutos, Pogba e Wilson Palacios envolveram-se numa jogada violenta, que o árbitro Sandro Ricci resolveu com um cartão amarelo para cada um.



A terminar a primeira parte, os mesmos jogadores protagonizaram nova jogada, com Wilson Palacios a carregar Pogba pelas costas dentro da área das Honduras - penalty para a França e Wilson Palacios foi expulso. Na conversão, Benzema marcou o primeiro golo.



A perder e em inferioridade numérica, seria muito difícil às Honduras dar a volta à situação. E no início da segunda parte a França marcou novamente: Cabaye cruzou da direita, Benzema rematou ao poste, e depois o guarda-redes Noel Valladares desviou a bola para a própria baliza.



Foi a primeira jogada do Mundial 2014 onde a tecnologia de baliza para decidir se a bola entrou foi necessária, e validou-se bem um golo à França.

Benzema não lhe viu atribuído o segundo golo da França, mas viria a marcar o seu segundo golo aos 72 minutos: na sequência de um pontapé livre na direita marcado para trás por Valbuena, Debuchy rematou, a bola bateu em Evra e foi parar a Benzema, que rematou ao ângulo superior esquerdo da baliza de Noel Valladares.

O herói do jogo foi Benzema, com dois golos e o remate no outro que Noel Valladares desviou para a própria baliza.



O vilão foi Wilson Palacios – tal como Maxi Pereira foi expulso, mas ao contrário de Maxi Pereira, que foi expulso no último minuto quando o jogo já estava perdido, neste caso a sua expulsão e penalty foram determinantes para as Honduras perderem o jogo.



Com esta vitória a França lidera o Grupo E, e já fez melhor que no Mundial 2010, onde não ganhou um único jogo.

sábado, 26 de abril de 2014

Honduras


COMO SE QUALIFICARAM:

Hexagonal:
1. EUA 22 pontos
2. Costa Rica 18
3. Honduras 15
4. México 11
5. Panamá 8
6. Jamaica 5


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1982 - Fase de Grupos
2010 - Fase de Grupos


Treinador: Luis Fernando Suárez




Equipa-tipo: Noel Valladares; Beckeles, Bernárdez, Figueroa e Izaguirre; Boniek García, Wilson Palacios, Garrido e Espinoza; Bengtson e Costly





Excluindo a estreante Bósnia, as Honduras são o único participante no Mundial 2014 que nunca ganhou um jogo num Campeonato do Mundo anterior – 3 empates e 3 derrotas.

No entanto, nenhum dos seus adversários do Grupo E foi propriamente impressionante no Mundial 2010 – a França, tal como as Honduras, só conseguiu empatar um jogo e perdeu os outros dois, a Suíça conseguiu vencer o primeiro jogo mas tal como as Honduras não passou da fase de grupos (empatou 0-0 contra as Honduras no último jogo), e o Equador nem sequer se qualificou.

A última vez que o Equador esteve num Campeonato do Mundo foi em 2006, treinado por Luis Fernando Suárez, o atual treinador das Honduras. E o treinador das Honduras no Mundial 2010, Reinaldo Rueda, é agora o treinador do Equador.

Conseguirão as Honduras a sua primeira vitória num Mundial contra o Equador de Reinaldo Rueda? Conseguirá Luis Fernando Suárez, que em 2006 levou o Equador até aos oitavos de final, impedi-los de o fazer novamente?

Os convocados para o Mundial 2014 são os guarda-redes Noel Valladares, Escober e López, os defesas Beckeles, Bernárdez, Figueroa, Izaguirre, Osman Chávez, Montes e Juan Carlos García, os médios Boniek García, Wilson Palacios, Garrido, Espinoza, Najar, Mario Martínez, Claros, Marvin Chávez e Delgado, e os avançados Bengtson, Costly, Jerry Palacios e Rony Martínez.

Será o segundo Mundial para 10 destes jogadores: Noel Valladares, Escober, Osman Chávez, Benárdez, Figueroa, Izaguirre, Boniek García, Wilson Palacios, Espinoza e Jerry Palacios.

domingo, 5 de agosto de 2012

Londres 2012 - Quartos de Final

O primeiro jogo foi o Japão – Egipto, às 12:00.


O primeiro golo do jogo foi marcado aos 14’: Kiyotake tirou a bola a Ramadan perto do meio-campo e cruzou-a imediatamente para a área, onde Nagai, El Shenawy e Saad foram disputá-la; os dois egípcios chocaram um contra o outro enquanto Nagai se antecipou, ficando com a bola e a baliza aberta.
Foi o segundo golo de Nagai no torneio, ele que também já tinha marcado o golo contra Marrocos na segunda jornada, também após um passe longo de Kiyotake.
Nagai que, na jogada em que marcou o golo, depois também colidiu com Hegazy e ficou em mau estado, sendo substituído por Saito poucos minutos depois.
O Egipto tentou recuperar, mas a recuperação ficou praticamente impossível quando aos 41’, após nova perda de bola de Ramadan para Kiyotake, este lançou Higashi no flanco direito que cruzou para Saito, que foi derrubado por trás por Saad já quase dentro da grande área. O jogador egípcio foi expulso.
Na segunda parte, aos 78’, o Japão ampliou a vantagem: aos 78’, na sequência de um livre marcado por Kiyotake, o capitão Yoshida cabeceou para dentro da baliza de El Shenawy.
E aos 83’, Ogihara cruzou da esquerda e Otsu de cabeça fez o terceiro golo do jogo, o seu segundo no torneio.

O Japão qualificou-se para as meias-finais, e o Egipto foi eliminado.


O guarda-redes Gonda ainda não sofreu um único golo no torneio.


O segundo jogo foi o México - Senegal, às 14:30.


O primeiro golo foi marcado aos 10’: na sequência de um pontapé livre marcado por Giovani, Enríquez cabeceou para dentro da baliza.
Na segunda parte, aos 62’, o México marcou novamente: jogada de Fabián e Giovani pelo lado esquerdo, a bola chegou a Peralta que rematou para defesa de Ousmane Mané, e na recarga Aquino chutou para dentro da baliza.
O jogo parecia resolvido, mas o Senegal conseguiu recuperar. Aos 69’, na sequência de um cruzamento da esquerda de Souaré, o inevitável Konaté cabeceou, reduzindo a desvantagem para apenas um golo. Foi o seu quinto golo na competição.
E sete minutos depois o Senegal chegou mesmo ao empate: pontapé de canto na esquerda, marcado por Souaré, com a bola a chegar à cabeça de Baldé e este a marcar o segundo golo do Senegal. Foi o primeiro golo do Senegal no torneio que não foi marcado por Konaté.
No prolongamento, aos 98, Papa Gueye perdeu a bola dentro da sua grande área para Giovani, que aproveitou para colocar o México novamente em vantagem, marcando o seu terceiro golo no torneio.
Finalmente, aos 109’, o Senegal tentava empatar, e na conversão de um livre por Mbodji a bola ficou na barreira, e o México lançou um contra-ataque, ao estilo “kick and rush”, com três jogadores mexicanos a perseguirem a bola chutada para a frente, Abdoulaye fez um péssimo atraso de cabeça para Ousmane Mané, deixando a bola nos pés de Raúl Jiménez, o guarda-redes ainda defendeu um primeiro remate, mas na recarga Herrera cabeceou para dentro da baliza.

O México qualificou-se para as meias-finais, onde vai defrontar o Japão. O Senegal foi eliminado.


Giovani tem sido um jogador preponderante no México: começou como suplente no primeiro jogo e o México empatou contra a Coreia do Sul, no segundo jogo contra o Gabão também foi suplente e saiu do banco para marcar os dois golos da vitória, e desde então tem sido titular.


O Senegal teve um jogador ainda mais preponderante em Konaté: os seus golos trouxeram o Senegal até aos quartos-de-final, e colocaram-no como o melhor marcador do torneio, mas os erros defensivos do Senegal não lhe permitiram ganhar uma medalha – talvez ainda consiga o prémio individual de melhor marcador.


O terceiro jogo foi o Brasil - Honduras, às 17:00.


Aos 12’, Espinoza interceptou um passe de Thiago Silva, passou pelo lateral direito Rafael, fintou Juan e atrasou para Figueroa que veio no apoio, este dominou mal a bola mas caprichosamente levantou-a perfeitamente para o pontapé fulminante de Martínez. As Honduras estavam em vantagem.
Aos 32’, Crisanto rasteirou Hulk a meio-campo, travando um contra-ataque brasileiro, e viu o cartão amarelo. Mal sabia ele que na jogada seguinte seria expulso. Fez nova falta sobre Neymar e viu o segundo cartão amarelo.
Crisanto já tinha sido expulso na final do torneio de qualificação da CONCACAF, falhando assim a primeira jornada contra Marrocos por se encontrar suspenso.
E ainda na primeira parte, aos 38’, o Brasil empatou o jogo: Hulk cruzou da direita e Arnold Peralta e Velásquez hesitaram, permitindo que Leandro Damião, de carrinho, fizesse o golo do empate.
Mas as Honduras voltaram a colocar-se em vantagem na segunda parte, aos 48’: Espinoza passou a bola para Martínez e foi recebê-la na direita, fintou Juan e depois chutou de fora da área, fazendo a bola passar por entre as pernas de Rômulo e entrar na baliza de Gabriel.
Na jogada seguinte o Brasil voltou a empatar: Leandro Damião sofreu falta de Velásquez dentro da grande área, e na conversão do penalty, Neymar marcou o segundo golo do Brasil, o seu terceiro no torneio.
Aos 60’, o Brasil finalmente ficou em vantagem: Leandro Damião recebeu a bola de Neymar, rodou sobre Leverón e rematou para dentro da baliza de Mendoza… Figueroa ainda tentou impedir o remate fazendo um carrinho mas não conseguiu.
As Honduras acabaram o jogo reduzidas a apenas 9 jogadores, pois Espinoza foi expulso aos 90’, por fazer falta sobre Oscar, travando um ataque brasileiro. O jogador recebeu uma ovação pela excelente prestação.

O Brasil qualificou-se para as meias-finais, e as Honduras foram eliminadas. No entanto, saem do torneio de cabeça erguida, tendo eliminado a Espanha, e criado sérias dificuldades ao Brasil, apesar de jogarem em inferioridade numérica durante a maior parte do jogo.


Leandro Damião foi importantíssimo na vitória brasileira, marcando dois dos três golos, e sofrendo a falta para penalty que originou o outro. Com estes dois golos já é o segundo melhor marcador do torneio, com 4 golos, atrás de Konaté que tem 5 mas já foi eliminado.
Além dos 4 golos, fez ainda uma assistência, para o golo de Danilo contra a Nova Zelândia, sendo assim preponderante no ataque do Brasil, tal como Neymar (3 golos e 3 assistências).


O último jogo foi o Grã Bretanha – Coreia do Sul, às 19:30.


Foi o primeiro jogo de Ji Dong-Won a titular no torneio, entrando para o lugar de Kim Bo-Kyung. E Ji Dong-Won fez por merecer a titularidade, marcando o golo da Coreia do Sul aos 29’: recebeu a bola de Ki Sung-Young, e num remate cruzado com o pé esquerdo que Butland não conseguiu deter, colocou a Coreia do Sul em vantagem.
Já antes, aos 6’, a Coreia do Sul tinha sido forçada a fazer uma substituição, com Oh Jae-Suk a entrar para o lugar do lesionado Kim Chang-Soo.
E Oh Jae-Suk, aos 36’, interceptou um remate de Bertrand com o braço dentro da grande área, dando a oportunidade à Grã Bretanha de empatar o jogo de penalty, oportunidade que Ramsey não desperdiçou.
Quatro minutos depois a Grã Bretanha teve outro penalty, por derrube de Hwang Seok-Ho a Sturridge dentro da grande área. Mas desta vez Jung Sung-Ryong, que quatro minutos antes quase defendeu o remate de Ramsey, conseguiu defender o remate e manter o jogo empatado.
Na segunda parte, na sequência de um pontapé livre, Richards e Jung Sung-Ryong chocaram um contra o outro, e acabaram por ser os dois substituídos, por Dawson e Lee Beom-Young respectivamente.
Sem mais golos durante os 120 minutos, o jogo foi para penalties.
Ramsey assumiu novamente a responsabilidade e marcou para a Grã Bretanha; Koo Ja-Cheol empatou para a Coreia do Sul; Cleverley e Baek Sung-Dong também marcaram os seus penalties, e depois Dawson e Hwang Seok-Ho também marcaram. Giggs marcou o quarto penalty da Grã Bretanha e Park Jong-Woo empatou a seguir para a Coreia do Sul.
No quinto penalty (que no caso da Grã Bretanha já era o sétimo, contando com os dois durante a primeira parte do jogo), o remate de Sturridge foi defendido por Lee Beom-Young.

Se Ki Sung-Young marcasse o seu penalty, a Coreia do Sul qualificar-se-ia pela primeira vez para as meias-finais. E marcou mesmo, de nada valendo as caretas (língua azul…) de Butland.

A Coreia do Sul irá defrontar o Brasil nas meias-finais.

sábado, 4 de agosto de 2012

Londres 2012 - 3ª Jornada

Os primeiros jogos foram os do Grupo C, às 14:30.


O Brasil, já qualificado, fez algumas alterações no onze inicial, com Gabriel em vez de Neto, e Danilo, Alex Sandro, Lucas e Leandro Damião em vez de Rômulo, Oscar, Hulk e Alexandre Pato.
Logo aos 23’, Danilo combinou com Leandro Damião, e chutou a bola sobre O’Keefe fazendo o primeiro golo.
E aos 29’, boa jogada de Marcelo e Alex Sandro pela esquerda, com este a cruzar para Leandro Damião que só teve de empurrar para dentro da baliza.
No início da segunda parte, aos 52’, Marcelo marcou um pontapé livre do lado esquerdo, a bola atravessou toda a área para o lado contrário, onde apareceu Sandro a fazer o terceiro golo.
Alex Sandro ainda foi expulso aos 76’, mas nem assim a Nova Zelândia conseguiu marcar pelo menos um golo.



Já o Brasil vencia a Nova Zelândia por 3-0, e no Egipto – Bielorrússia ainda não havia golos, o que servia os interesses dos bielorrussos.
O Egipto já tinha arriscado ao intervalo, substituindo um médio Shehab Ahmed pelo avançado Mohsen.
E acabou por colher os frutos da sua estratégia: aos 56’, Abou Treka fez um passe muito longo, ainda no seu meio campo defensivo, e descobriu Salah numa posição promissora, que dominou com o peito, ajeitou com o pé esquerdo e depois rematou cruzado para dentro da baliza de Gutor. Foi o terceiro golo em três jogos de Salah, que assim alcançou Bengtson e Konaté na lista dos melhores marcadores do torneio.
E aos 73’, Abou Treka descobriu Ramadan no flanco esquerdo e passou-lhe a bola, este cruzou para Mohsen que marcou o segundo golo do Egipto, o seu primeiro no torneio.
Aos 79’, El Nenny ganhou uma bola dividida com Aleksievich no meio-campo, passou-a para o lado direito onde apareceu Omar Gaber, que a cruzou para o meio onde apareceu Abou Treka a empurrar para dentro da baliza.
O melhor que a Bielorrússia fez foi reduzir a desvantagem aos 87’, num cabeceamento de Voronkov a um pontapé de canto marcado por Baga.

O Egipto qualificou-se assim para os quartos de final, e a Bielorrússia foi eliminada.


Às 17:00 jogaram-se os jogos dos Grupos D e B.


O Japão precisava apenas de um empate para garantir o primeiro lugar. As Honduras precisavam apenas de um empate para garantir a qualificação. E um empate 0-0 foi precisamente o resultado, que serviu os interesses de ambas as equipas.



Com o empate no outro jogo, Marrocos seria sempre eliminado, mas nem sequer conseguiu fazer a sua parte, ou seja, ganhar este jogo contra Espanha.
Espanha teve uma participação vergonhosa neste torneio, foi a única equipa que não conseguiu marcar um único golo!




No Grupo B, a Coreia do Sul precisava apenas de um empate para se qualificar. O Gabão precisava de vencer o jogo, e por mais que um golo de diferença. Se o Gabão derrotasse a Coreia do Sul por apenas um golo, ainda assim ficaria atrás da Coreia do Sul por ter pior diferença de golos.
Mas nem um golo o Gabão foi capaz de marcar, e assim foi eliminado e a Coreia do Sul qualificou-se para os quartos de final.



No outro jogo, ao México também bastava um empate, enquanto a Suíça precisava de vencer o jogo, e por mais do que um golo para ultrapassar o México, caso contrário ficaria atrás do México por ter pior diferença de golos.
O único golo do jogo foi marcado pelo México, aos 69’: jogada de Giovani, que passou por por Klose e Affolter e fez a bola chegar a Peralta, que a chutou fazendo-a passar por entre as pernas de Benaglio.
O México ficou com o primeiro lugar do Grupo B, e a Suíça ficou com o último.


Os jogos do Grupo A jogaram-se às 19:45.


Os EAU marcaram primeiro, aos 21’, por Matar, que recebeu um passe da esquerda de Rashed Eisa e picou a bola sobre Ousmane Mané.
O Senegal empatou no início da segunda parte, aos 49, por Konaté, num cabeceamento a um cruzamento de Souaré. Foi o quarto golo de Konaté no torneio, isolando-se na lista dos melhores marcadores. Ele marcou todos os golos do Senegal no torneio.



O único golo do jogo foi marcado aos 45’: Allen enganou dois jogadores uruguaios (Diego Rodríguez e Rolín) e depois cruzou a bola para Sturridge que só teve de empurrar para dentro da baliza.
Depois da Espanha, o Uruguai foi a segunda grande decepção do torneio, com avançados como Suárez e Cavani a saírem da competição sem terem marcado um único golo.