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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Trabzonspor vs. Nápoles




Resultado da primeira mão: Trabzonspor 0-4 Nápoles

O Nápoles está praticamente qualificado para os oitavos de final. Nunca tinha vencido fora anteriormente numa eliminatória da Liga Europa (um empate e três derrotas), mas também nunca tinha defrontado um adversário tão fraco como o Trabzonspor, que perdeu sempre todos os jogos disputados em eliminatórias da Liga Europa, mas nunca por uma diferença tão grande, que até poderia ter sido maior se Mertens não tivesse falhado um penalty.
O Trabzonspor gastou mais de 27M€ em contratações esta época, nada justifica (nem lesões, suspensões) que seja tão inofensivo.



 Resultado da segunda mão: Nápoles 1-0 Trabzonspor

O Nápoles jogou com Rafael Cabral a guarda-redes, Mesto e Britos em vez de Raúl Albiol e Koulibaly, Jorginho em vez de Gargano e Callejón em vez de Gabbiadini. O Trabzonspor jogou com Salih Dursun e Mehmet Ekici em vez de Soner Aydogdu e Sefa Yilmaz.
Com a eliminatória resolvida logo na primeira mão, o Nápoles venceu apenas por 1-0, com um golo de De Guzmán aos 19 minutos, numa recarga a um remate de Callejón.
Pela segunda época consecutiva o Trabzonspor perde as duas mãos dos dezasseis avos de final da Liga Europa contra uma equipa italiana, sem marcar um único golo.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Nápoles



Treinador: Rafael Benítez





Jogador-chave: De Guzmán



O Nápoles qualificou-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa, onde estará pela quarta vez nas últimas cinco épocas (na outra, em 2011/2012, foi até aos oitavos de final da Liga dos Campeões).
Mas ao contrário da época anterior, onde caiu para os dezasseis avos de final da Liga Europa vindo da fase de grupos da Liga dos Campeões, desta vez já disputou a fase de grupos da Liga Europa, caindo da Liga dos Campeões mais cedo, ainda nas pré-eliminatórias.
Foi eliminado pelo Athletic Bilbau, com um empate 1-1 em casa seguido de uma derrota por 1-3 fora, num jogo em que até marcou primeiro e colocou-se em vantagem na eliminatória, mas depois sofreu três golos em treze minutos.
Na Liga Europa começou com um resultado exatamente ao contrário, uma vitória em casa contra o Sparta Praga por 3-1, num jogo em que o adversário marcou primeiro.
Seguiu-se nova vitória, na Eslováquia contra o Slovan Bratislava, por 2-0. Ao fim da segunda jornada o Nápoles já liderava isolado o Grupo I, com três pontos de avanço sobre o Young Boys e o Sparta Praga, e seis sobre o Slovan Bratislava.
Só que na terceira jornada perdeu na Suíça contra o Young Boys, 0-2, e foi apanhado pelo Young Boys e pelo Sparta Praga, todos com seis pontos.
Duas semanas depois derrotou o Young Boys em casa, por 3-0, e voltou a ter três pontos de avanço sobre os suíços. O jogo seguinte, na República Checa contra o Sparta Praga, poderia garantir a qualificação, se o Nápoles não perdesse. Permaneceria pelo menos empatado em pontos com o Sparta Praga mas com vantagem no confronto direto, e à frente do Young Boys, e depois como na última jornada o Young Boys e o Sparta Praga jogavam um contra o outro, já não poderiam terminar ambos à frente do Nápoles (que também tinha vantagem no confronto direto com o Young Boys).
O Nápoles conseguiu o empate que precisava, 0-0, num jogo em que fez apenas um remate à baliza e o Sparta Praga acertou duas vezes nos postes.
O jogador-chave foi De Guzmán, quando o Nápoles fraquejou e perdeu na Suíça, foi ele que marcou os três golos ao Young Boys no jogo seguinte, que recolocaram o Nápoles com três pontos de avanço e vantagem no confronto direto.
O Nápoles ainda não garantiu o primeiro lugar do grupo, mas bastar-lhe-á vencer o até agora inofensivo Slovan Bratislava no último jogo para ser primeiro. No entanto, se não vencer será ultrapassado pelo vencedor do Young Boys vs. Sparta Praga, se houver um vencedor.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Honduras 0-3 Suíça

Comparando com a segunda jornada, as Honduras jogaram com Juan Carlos García a lateral esquerdo e Wilson Palacios a médio centro em vez de Garrido.



A Suíça, comparando com a segunda jornada, jogou com Schar em vez de Von Bergen, e Drmic a ponta-de-lança.


Logo aos 6 minutos Shaqiri recebeu a bola na direita de Lichtsteiner e rematou de fora da área, com o pé esquerdo, marcando o primeiro golo da Suíça.


Aos 31 minutos, Inler fez um passe em profundidade para Drmic, que Bernárdez não conseguiu intercetar e deixou o centro da defesa exposto, com apenas Figueroa para parar Drmic e Shaqiri, Drmic atraiu Figueroa para a esquerda e passou a Shaqiri que estava sozinho no centro, e este marcou o segundo golo da Suíça e também o seu segundo golo.


Aos 71 minutos os suíços repetiram a jogada do segundo golo: Rodríguez fez um passe em profundidade para Drmic na esquerda, este fintou Bernárdez e atraiu Figueroa para a esquerda e depois assistiu Shaqiri que finalizou no centro.

O herói do jogo foi Shaqiri, que marcou o primeiro hat-trick do Mundial 2014.


Com esta vitória a Suíça terminou em segundo lugar no Grupo E e qualificou-se para os oitavos de final onde irá defrontar a Argentina. Só se defrontaram anteriormente em 1966, e a Argentina venceu por 2-0.

As Honduras foram novamente eliminadas na fase de grupos, e ainda não foi desta que venceram um jogo num Campeonato do Mundo.

sábado, 21 de junho de 2014

Suíça 2-5 França

Comparando com a primeira jornada, Ottmar Hitzfeld colocou os autores dos golos contra o Equador, Mehmedi e Seferovic, em vez de Stocker e Drmic.



A França, comparando com a primeira jornada, jogou com Sissoko em vez de Pogba e Giroud em vez de Griezmann.


Logo aos 9 minutos, Von Bergen teve de ser substituído, por ter levado um pontapé na cabeça de Giroud. O francês devia ter sido expulso, mas o árbitro Bjorn Kuipers nem sequer lhe mostrou o cartão amarelo.


Aos 17 minutos Valbuena marcou um pontapé de canto na direita e precisamente Giroud, de cabeça, marcou o primeiro golo...

No minuto seguinte Behrami perdeu a posse de bola, passando-a para Benzema, que lançou Matuidi na esquerda, e este fez o segundo golo.

Benaglio ainda defendeu um penalty de Benzema aos 32 minutos (primeiro penalty defendido no Mundial 2014), mas aos 40 minutos a França marcou o terceiro, num contra-ataque, com Giroud a cruzar na esquerda e Valbuena a concluir na direita.

Aos 67 minutos, Pogba levantou a bola para Benzema, Senderos falhou o corte, mas Benzema não falhou o remate, metendo a bola por entre as pernas de Benaglio.


Aos 73 minutos, Benzema viu Sissoko com espaço na direita, passou-lhe a bola e este marcou o quinto golo.

Aos 81 minutos a Suíça finalmente marcou, por Dzemaili, num livre direto em que a bola passou no meio da barreira francesa.


E aos 87 minutos, Inler fez um passe em profundidade para Granit Xhaka e este de primeira, sem deixar a bola cair no chão, marcou com o pé esquerdo.




O herói do jogo foi novamente Benzema, apesar de falhar um penalty – marcou um golo, juntando-se a Robben, Van Persie e Muller na lista dos melhores marcadores, e ainda fez duas assistências.



O vilão foi Behrami. Perdeu a disputa de cabeça no primeiro golo, perdeu a posse de bola no segundo, e saiu ao intervalo, com a Suíça a perder por 0-3.


 
Este foi, até agora, o jogo com mais golos do Mundial 2014. A França ficou a aguardar pelo Honduras vs. Equador para saber se já estava qualificada ao fim da segunda jornada – precisava que o Equador não ganhasse.

sábado, 26 de abril de 2014

Suíça


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo E:
1. Suíça 24 pontos
2. Islândia 17
3. Eslovénia 15
4. Noruega 12
5. Albânia 11
6. Chipre 5


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Quartos de Final
1938 - Quartos de Final
1950 - Fase de Grupos
1954 - Quartos de Final
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1994 - Oitavos de Final
2006 - Oitavos de Final
2010 - Fase de Grupos


Treinador: Ottmar Hitzfeld




Equipa-tipo: Benaglio; Lichtsteiner, Schar, Von Bergen e Rodríguez; Inler e Behrami; Shaqiri, Granit Xhaka e Stocker; Seferovic





Das 25 equipas que estiveram no Mundial 2010 e regressam para o Mundial 2014, apenas 4 mantiveram os treinadores: a Espanha, a Alemanha, o Uruguai e a Suíça.

Nos casos da Espanha, da Alemanha e do Uruguai com Vicente Del Bosque, Joachim Low e Óscar Tabárez respetivamente, é compreensível – a Espanha foi campeã mundial em 2010 e dois anos depois foi campeã europeia, a Alemanha ficou em terceiro lugar em 2010 e foi semifinalista no Euro 2012, enquanto o Uruguai ficou em quarto lugar em 2010 (melhor classificação dos últimos 40 anos) e no ano seguinte venceu a Copa América.

No caso da Suíça com Ottmar Hitzfeld, que foi eliminado na fase de grupos em 2010 e nem sequer se qualificou para o Euro 2012, é mais difícil de compreender.

Esta será a terceira participação consecutiva da Suíça, o que nunca aconteceu anteriormente. Em 2006 foram eliminados sem sofrer um único golo (exceto nos penalties contra a Ucrânia nos oitavos de final), e em 2010, depois de vencerem a futura campeã Espanha no primeiro jogo, não conseguiram marcar mais nenhum golo e foram eliminados na fase de grupos. Nestes sete jogos marcaram cinco golos e sofreram apenas um.

No Grupo E irão reencontrar a França e as Honduras, que já defrontaram em 2006 e 2010 respetivamente, com o mesmo resultado, 0-0. Nunca defrontaram o Equador em Campeonatos do Mundo anteriores, mas têm um péssimo registo contra equipas sul-americanas (um empate e quatro derrotas).

Os convocados são os guarda-redes Benaglio, Sommer e Burki, os defesas Lichtsteiner, Schar, Von Bergen, Rodríguez, Lang, Senderos, Djourou e Ziegler, os médios Inler, Behrami, Shaqiri, Granit Xhaka, Stocker, Fernandes, Dzemaili e Barnetta, e os avançados Seferovic, Gavranovic, Mehmedi e Drmic.

Todos excepto Burki foram utilizados durante a qualificação, na qual a Suíça não perdeu um único jogo, e apenas Klose, Kasami, Derdiyok e Emeghara também foram utilizados mas excluídos da fase final.

Este será o terceiro Campeonato do Mundo para Benaglio (suplente não utilizado em 2006), Senderos, Behrami e Barnetta, e o segundo para Lichtsteiner, Von Bergen, Ziegler, Inler, Fernandes, Shaqiri, Djourou (esteve em 2006 mas não em 2010) e Dzemaili (também esteve em 2006 mas não em 2010).

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Nápoles





Treinador: Rafael Benítez

Jogador-chave: Higuaín



Ao contrário da estreia em 2011/2012, desta vez o Nápoles não se conseguiu qualificar para os oitavos de final da Liga dos Campeões. Em 2011/2012, 11 pontos foram suficientes (com uma equipa que perdeu os seis jogos no grupo, o Villarreal), desta vez 12 pontos não foram suficientes (com uma equipas que perdeu os seis jogos no grupo, o Marselha).
Começou bem, com uma vitória em casa contra o Borussia Dortmund, por 2-1. “Só” 2-1, no fim da fase de grupos, esta curta vitória foi a diferença entre continuar ou não na Liga dos Campeões, num jogo em que o Nápoles jogou em superioridade numérica durante toda a segunda parte, teve dois golos de vantagem e o golo que sofreu foi um autogolo de Zúñiga.
No jogo seguinte perdeu em Inglaterra, contra o Arsenal, por 0-2. Os dois jogos seguintes eram contra o Marselha, e o Nápoles tinha de aproveitá-los para ganhar vantagem sobre o Arsenal ou o Borussia Dortmund, que iriam perder pontos entre si. Aproveitou-os, ganhando ambos, primeiro em França por 2-1 e depois em casa por 3-2.
Ao fim da quarta jornada o Nápoles estava em segundo lugar no Grupo F, com 9 pontos, os mesmos do Arsenal, três de vantagem sobre o Borussia Dortmund, e nove de vantagem sobre o Marselha. O terceiro lugar já estava garantido, e o Nápoles qualificar-se-ia logo para os oitavos de final se não perdesse o jogo seguinte, na Alemanha contra o Borussia Dortmund. Perdeu, e pior que isso, por 1-3, dois golos de diferença, e desvantagem no confronto direto com o Borussia Dortmund.
Agora, para se qualificar, teria de ganhar ao Arsenal por três golos de diferença no último jogo, ou então uma simples vitória seria suficiente se o Borussia Dortmund não ganhasse ao Marselha, e até um empate seria suficiente se o Borussia Dortmund perdesse contra o Marselha. O Borussia Dortmund ganhou ao Marselha, e o Nápoles só conseguiu derrotar o Arsenal por 2-0, e assim foi eliminado.
No triplo empate com o Borussia Dortmund e o Arsenal, o Borussia Dortmund tinha 6 golos marcados e 5 golos sofridos (+1), o Arsenal tinha quatro golos marcados e quatro golos sofridos (0), e o Nápoles tinha cinco golos marcados e seis golos sofridos (-1). Ficou a faltar mais um golo marcado, ou menos um golo sofrido, para ultrapassar o Arsenal.
O Nápoles está de volta aos dezasseis avos de final da Liga Europa, fase que não conseguiu ultrapassar em 2010/2011 nem em 2012/2013. Agora o adversário é o Swansea. Conseguirá o Nápoles finalmente ultrapassar uma eliminatória?
Desde 1994, quando o Nápoles eliminou o Boavista nos dezasseis avos de final da Taça UEFA, que o Nápoles não consegue ultrapassar uma eliminatória. Foi eliminado nos oitavos de final em 1994 pelo Eintracht Frankfurt, em 2011 nos dezasseis avos de final da Liga Europa pelo Villarreal, em 2012 nos oitavos de final da Liga dos Campeões pelo Chelsea, e em 2013 nos dezasseis avos de final da Liga Europa pelo Viktoria Plzen.
O treinador Rafael Benítez venceu a Liga Europa na época anterior pelo Chelsea, será uma tarefa bem mais complicada repeti-lo pelo Nápoles esta época.