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sábado, 5 de julho de 2014

Bélgica 2-1 EUA

Comparando com a terceira jornada, a Bélgica jogou com Alderweireld a lateral direito, Kompany em vez de Lombaerts, Witsel em vez do suspenso Defour, De Bruyne em vez de Dembélé, Origi a ponta-de-lança e Hazard a extremo esquerdo.



Os EUA, comparando com a terceira jornada, jogaram com Cameron a lateral direito e Fabian Johnson a médio direito, sem Beckerman, e com Bedoya a médio esquerdo.


Ao fim de 90 minutos o jogo continuava empatado 0-0 e foi para prolongamento. Nos oito jogos dos oitavos de final, foi o quinto que foi para prolongamento.

Aos 93 minutos, Lukaku ganhou uma disputa de bola com Besler no flanco direito, transportou a bola até dentro da área dos EUA e cruzou-a para o centro, Gonzalez esticou-se para impedir que esta chegasse a De Bruyne mas apesar de lhe ter tocado De Bruyne ficou na mesma com a bola, e depois de contornar Gonzalez e Besler chutou-a para dentro da baliza de Howard.


Aos 105 minutos foi a vez de De Bruyne fazer a jogada e Lukaku finalizar: De Bruyne transportou a bola pela esquerda, fez um passe para Lukaku que se desmarcou entre Cameron e Besler, e este finalizou de primeira com o pé esquerdo.


Mas os EUA ripostaram dois minutos depois: Bradley levantou a bola sobre a defesa belga e Green ganhou a disputa com Alderweireld e de primeira, sem a deixar cair no chão, marcou o golo dos EUA.


O herói do jogo foi De Bruyne, com um golo e uma assistência.


Os EUA foram eliminados. Todos os vencedores de grupo passaram aos quartos de final e todos os segundos classificados foram eliminados.

A Bélgica qualificou-se para os quartos de final apenas pela segunda vez na sua história. Na primeira vez, em 1986, eliminaram a Espanha e atingiram as meias finais, onde perderam contra a Argentina. Desta vez, para atingirem as meias finais, terão de eliminar precisamente a Argentina, que não conseguiram ultrapassar na sua melhor participação de sempre em 1986.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Gana 1-2 EUA

O Gana jogou com Kwarasey na baliza, Opare a lateral direito, Jonathan Mensah a defesa central em vez de Sumaila, Asamoah a defesa esquerdo, Rabiu a médio centro em vez de Essien, Atsu a médio esquerdo, e Jordan Ayew em vez de Waris.



Os EUA jogaram em 4-4-2 com Fabian Johnson a defesa direito, Cameron a defesa central em vez de Gonzalez, Beckerman como médio mais defensivo, Bedoya e Jones a médios centro e Bradley como médio ofensivo, e Dempsey e Altidore foram os dois avançados.



Os EUA marcaram logo aos 30 segundos, o até agora golo mais rápido do Mundial 2014: Beasley marcou um lançamento lateral para Dempsey, que devolveu a Beasley, este passou a Jones que passou a Dempsey, que fintou Boye com o pé direito e rematou cruzado com o pé esquerdo, fora do alcance de Kwarasey.



O Gana passou o jogo inteiro a tentar recuperar da desvantagem, e conseguiu-o aos 82 minutos: Asamoah fez um passe para a desmarcação de Gyan, este passou de calcanhar para trás onde apareceu André Ayew, que rematou para dentro da baliza de Howard.

Mas apenas quatro minutos depois os EUA voltaram a marcar: Zusi, entrado durante a segunda parte para o lugar de Bedoya, marcou um pontapé de canto na direita, e Brooks, também entrado na segunda parte, para o lugar de Besler, marcou de cabeça o golo da vitória.



O herói do jogo foi Dempsey. Com o golo marcado tornou-se o primeiro jogador dos EUA a marcar em 3 Campeonatos do Mundo.



O vilão foi Boye: deixou-se fintar facilmente por Dempsey no primeiro golo dos EUA, perdeu a disputa de cabeça contra Brooks no segundo golo dos EUA, e ainda pontapeou Dempsey no nariz e nem sequer viu um cartão amarelo. Talvez se tivesse sido expulso o jogo teria terminado melhor para o Gana.



Os EUA vingaram-se das derrotas contra o Gana em 2006 e 2010.

domingo, 27 de abril de 2014

EUA


COMO SE QUALIFICARAM:

Hexagonal:
1. EUA 22 pontos
2. Costa Rica 18
3. Honduras 15
4. México 11
5. Panamá 8
6. Jamaica 5


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1930 - Meias-Finais
1934 - Oitavos de Final
1950 - Fase de Grupos
1990 - Fase de Grupos
1994 - Oitavos de Final
1998 - Fase de Grupos
2002 - Quartos de Final
2006 - Fase de Grupos
2010 - Oitavos de Final


Treinador: Jurgen Klinsmann




Equipa-tipo: Howard; Cameron, Gonzalez, Besler e Beasley; Jones e Bradley; Zusi, Dempsey e Fabian Johnson; Altidore





Os EUA começaram a qualificação com acusações da Costa Rica de falta de desportivismo, por terem jogado num campo coberto de neve, onde alegadamente não estavam reunidas as condições para se disputar o jogo.

No entanto, livraram-se dessa reputação com uma vitória no Panamá na última jornada, quando já tinham garantido a qualificação e o primeiro lugar, e uma eventual derrota teria deixado o rival México fora do Mundial.

No Mundial 2014 irão defrontar adversários bem mais complicados que os da CONCACAF: o Gana, que eliminou os EUA na fase de grupos em 2006 e nos oitavos de final em 2010 (em ambos os jogos os EUA perderam por 1-2), a Alemanha, que eliminou os EUA nos quartos de final em 2002 (0-1) contra a qual também perdeu na fase de grupos em 1998 (0-2), e Portugal, que os EUA venceram por 3-2 na fase de grupos em 2002.

Os convocados são os guarda-redes Howard, Guzan e Rimando, os defesas Cameron, Gonzalez, Besler, Beasley, Yedlin, Brooks e Chandler, os médios Jones, Bradley, Zusi, Dempsey, Fabian Johnson, Beckerman, Diskerud, Bedoya, Davis e Green, e os avançados Altidore, Johannsson e Wondolowski.

Este será o quarto Mundial para Beasley, o terceiro para Howard (suplente não utilizado em 2006) e Dempsey, e o segundo para Guzan (suplente não utilizado em 2010), Bradley e Altidore.

Outra acusação de que Jurgen Klinsmann é alvo é de preferência por jogadores “alemães”: Chandler, Brooks, Jones e Fabian Johnson nasceram todos na Alemanha e nunca jogaram num clube americano, e Green, apesar de ter nascido nos EUA, mudou-se para a Alemanha aos dois anos de idade. Há ainda Diskerud, que nasceu na Noruega e fez toda a sua carreira na Europa, e Johannsson, que nasceu nos EUA mas mudou-se para a Islândia aos três anos de idade e também fez toda a carreira na Europa.

No passado os EUA tiveram ainda mais jogadores nascidos no estrangeiro nas suas equipas. Em 1994 eram sete – Dooley (Alemanha), Pérez (El Salvador), Stewart (Holanda), Ramos (Uruguai), Wegerle (África do Sul), Klopas (Grécia) e Clavijo (Uruguai) - e em 1998 também – Dooley, Regis (Martinica), Wegerle, Stewart, Ramos, Agoos (Suíça) e Preki (Sérvia).

No entanto, não havia um grande grupo de uma só origem como agora. Se os resultados forem maus, como é previsível, as críticas poderão aumentar.