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sábado, 4 de janeiro de 2014

Dínamo Kiev





Treinador: Oleg Blokhin

Jogador-chave: Yarmolenko


O Dínamo Kiev começou mal a Liga Europa, com uma derrota em casa por 0-1 contra o Genk. E a situação não melhorou muito na jornada seguinte, quando esteve a ganhar por dois golos ao Rapid Viena mas se deixou empatar. Seguiram-se dois jogos contra o FC Thun. No primeiro, em casa, o Dínamo Kiev venceu por 3-0, ultrapassou o FC Thun e já estava no segundo lugar do grupo, com 4 pontos. No segundo, apesar da expulsão de Mbokani logo aos 17 minutos, o Dínamo Kiev ainda assim, em inferioridade numérica durante quase todo o jogo, conseguiu ganhá-lo por 2-0, deixar o FC Thun a 4 pontos de distância, e ficar a apenas um ponto do líder do grupo, Genk.
Na quinta jornada voltou a perder com o Genk, desta vez na Bélgica, e ficou com um jogo decisivo em casa para a última jornada, contra o Rapid Viena, onde lhe bastava não perder para se qualificar. Ao contrário do PSV Eindhoven, que estava na mesma situação mas perdeu com o Chernomorets Odesa e foi eliminado, o Dínamo Kiev conseguiu ganhar o jogo e qualificar-se, apesar de ter começado a perder, acabou por ganhar 3-1.
Nos dezasseis avos de final o Dínamo Kiev irá defrontar o Valência. Não é o favorito. Normalmente não atinge os oitavos de final (por exemplo, na época anterior foi eliminado pelo Bordéus), e esta época perdeu duas vezes contra o Genk, o adversário mais forte que defrontou. O Valência normalmente atinge os oitavos de final, e ganhou o seu grupo. No entanto, há esperança para o Dínamo Kiev, na última vez que se defrontaram, nos dezasseis avos de final da Taça UEFA 2008/2009, foi o Dínamo Kiev que se apurou para os oitavos de final.

domingo, 15 de setembro de 2013

domingo, 13 de janeiro de 2013

Nigéria



COMO SE QUALIFICARAM:
Primeira eliminatória:
Ruanda 0-0 Nigéria
Nigéria 2-0 Ruanda

Segunda eliminatória:
Libéria 2-2 Nigéria
Nigéria 6-1 Libéria


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1963 - Fase de Grupos
1976 - 3º lugar
1978 - 3º lugar
1980 - Vencedor
1982 - Fase de Grupos
1984 - Finalista vencido
1988 - Finalista vencido
1990 - Finalista vencido
1992 - 3º lugar
1994 - Vencedor
2000 - Finalista vencido
2002 - 3º lugar
2004 - 3º lugar
2006 - 3º lugar
2008 - Quartos de Final
2010 - 3º lugar


TREINADOR: Stephen Keshi


EQUIPA-TIPO:


A Nigéria tem um historial impressionante na Taça das Nações Africanas: das 16 participações anteriores, em 13 ficou nos três primeiros lugares (duas vezes vencedora, quatro vezes finalista vencida, e sete vezes em terceiro lugar).
Apesar do grande historial, não se qualificou para a edição de 2012, portanto teve de disputar duas eliminatórias para se qualificar para esta edição.
Na primeira eliminou o Ruanda, depois de empatar 0-0 fora, venceu 2-0 em casa, com golos de Ikechukwu Uche e Musa.
Depois eliminou a Libéria, também com um empate fora, desta fez 2-2 (golos nigerianos marcados por Igiebor e Ikechukwu Uche, de penalty), seguido de uma vitória em casa, por 6-1 (um golo de Ambrose, um de Musa, dois de Moses, um de Mikel de penalty, e ainda um de Ikechukwu Uche).

Da actual equipa, poucos jogadores têm participações em Taças das Nações Africanas: apenas os guarda-redes Enyeama e Ejide, os defesas Yobo e Elderson, o médio Mikel, e o avançado Ikechukwu Uche (que esteve em 2008, não em 2010). O avançado Brown esteve na equipa do Mundial 2010 apesar de não ter jogado, mas não esteve na Taça das Nações Africanas meses antes.



A Nigéria tem um historial bastante positivo contra os adversários do Grupo C.

Contra a Zâmbia: em 1978 empatou 0-0, em 1982 perdeu 0-3, em 1990 venceu 2-0 nas meias finais, em 1994 venceu 1-0 na final, e em 2010 venceu 5-4 nos penalties nos quartos de final.

Contra o Burkina Faso: em 1978 venceu 4-2

Contra a Etiópia: em 1982 venceu 3-0. O actual seleccionador Stephen Keshi marcou dois dos três golos nesse jogo.


Possivelmente, a Nigéria voltará a ficar nos três primeiros lugares. É um dos favoritos à vitória final.

sábado, 8 de setembro de 2012

Dínamo Kiev



Entradas:
Bokyo
Taiwo
Miguel Veloso
Bogdanov
Kranjcar
Raffael
Mehmedi
Marco Ruben

Saídas:
Popov
Corrêa
Aliyev
Shevchenko
Escobar


Plantel:
Guarda-redes:
1 - Shovkovskyi
35 - Koval *
71 - Bokyo

Defesas:
2 - Danilo Silva
3 - Betão
17 - Mikhalik
33 - Taiwo
34 - Khacheridi
37 - Ayila Yussuf
44 - Leandro Almeida

Médios:
4 - Miguel Veloso
5 - Vukojevic
9 - Yarmolenko
19 - Garmash
20 - Gusev
21 - Kranjcar
23 - Bogdanov
25 - Haruna
36 - Ninkovic
85 - Raffael
99 - Dudu

Avançados:
10 - Milevskiy
11 - Brown
13 - Mehmedi
15 - Marco Ruben

Treinador: Yuri Semin

* - Lista B


Historial na Liga dos Campeões:


Historial na Liga Europa:



Últimas 10 épocas:

domingo, 20 de novembro de 2011

Dínamo Kiev





Historial na Liga dos Campeões:


Historial na Liga Europa:


Últimas 10 épocas:


Jogador em destaque: Gusev

Os 2 golos que marcou fizeram de Gusev foi o melhor marcador do Dínamo Kiev nesta edição da Liga Europa, e também se tornou no melhor marcador do clube na história da competição, com 6, seguido por Milevskiy com 5, que não marcou qualquer golo nesta edição.
Quanto a mais jogos pelo clube, Yarmolenko lidera com 18, seguido por Vukojevic e Milevskiy com 16 cada.
O Dínamo Kiev teve uma participação vergonhosa, apenas ganhou um jogo, por 1-0 ao Besiktas, mas depois também perdeu com o Besiktas no jogo seguinte, também por 1-0… Nos restantes 4 jogos apenas conseguiu 4 empates. Na época anterior, o Dínamo Kiev derrotou o Besiktas por duas vezes, com 8-1 na soma dos dois resultados!

sábado, 1 de maio de 2010

Nova Zelândia


COMO SE QUALIFICARAM:
1. Nova Zelândia 15 pontos
2. Nova Caledónia 8
3. Fiji 7
4. Vanuatu 4

Play-off:
Bahrein 0-0 Nova Zelândia
Nova Zelândia 1-0 Bahrein

PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1982- Fase de Grupos

TREINADOR: Ricki Herbert

EQUIPA-TIPO: Paston; Mulligan, Nelsen, Vicelich e Lochhead; Elliott, Christie, Bertos e Brown; Killen e Smeltz


Esta será a segunda participação da Nova Zelândia num Campeonato do Mundo. Na primeira, em 1982, perdeu os três jogos.
A Nova Zelândia também participou em três Taças das Confederações. Nas duas primeiras participações, em 1999 e 2003, perdeu todos os jogos. No entanto, em 2009, conseguiu finalmente pontuar na competição, empatando 0-0 um jogo com o Iraque.

Os heróis da qualificação neozelandesa foram o avançado Fallon, que, na sequência de um pontapé de canto marcado por Bertos, marcou o golo da vitória contra o Bahrein, e o guarda-redes Paston, que defendeu um penalty nesse jogo.
Fallon e o médio McGlinchey só jogaram contra o Bahrein, não estiveram nos seis primeiros jogos de qualificação, nem na Taça das Confederações.

De todas as equipas qualificadas para o Mundial 2010, excepto a África do Sul que se qualificou automaticamente como país organizador, a Nova Zelândia foi a que teve o percurso mais fácil: apenas teve de jogar oito jogos, contra Nova Caledónia, Fiji, Vanuatu e Bahrein.
Os jogos no Campeonato do Mundo, contra a Eslováquia, a Itália e o Paraguai, serão bem mais difíceis.