Experiência do plantel na Liga dos Campeões: 136 jogos
(*
- Entre 1992/1993 e 1993/1994 a competição tinha 8 participantes, entre 1994/1995 e 1996/1997 a competição tinha 16 participantes, entre 1997/1998 e 1998/1999 a competição tinha 24 participantes)
O Dínamo Kiev qualificou-se para os dezasseis avos de final
da Liga Europa.
Pela primeira vez, começou com uma vitória, o que não tinha
conseguido nas três fases de grupos da Liga Europa que disputou anteriormente.
Derrotou o Rio Ave em Portugal por 3-0 e parecia que a qualificação seria
fácil.
No jogo seguinte derrotou o Steaua Bucareste em casa por 3-1
e ficou isolado no primeiro lugar do Grupo J, com três pontos de avanço sobre o
Steaua Bucareste e o AaB Aalborg, e seis pontos de avanço sobre o Rio Ave.
Exatamente com o mesmo onze inicial que três semanas antes
derrotou o Steaua Bucareste, o Dínamo Kiev perdeu por 0-3 na Dinamarca contra o
AaB Aalborg. Com este resultado, ao fim de três jornadas o Steaua Bucareste, o
Dínamo Kiev e o AaB Aalborg estavam todos empatados com seis pontos, enquanto o
Rio Ave continuava em último sem pontos.
O Dínamo Kiev recuperou a liderança isolada do grupo na
jornada seguinte, ao vencer o AaB Aalborg em casa, e aproveitando o empate do
Steaua Bucareste em Portugal. Mas como a vitória sobre o AaB Aalborg foi apenas
por 2-0, em caso de igualdade pontual o Dínamo Kiev teria desvantagem no
confronto direto.
Não teria no entanto de se preocupar com isso se vencesse o
Rio Ave no jogo seguinte. Já tinha dois pontos de avanço sobre o Steaua
Bucareste e três sobre o AaB Aalborg, que agora iam jogar um contra o outro,
portanto ganhando o seu jogo contra o Rio Ave ficaria inalcançável para pelo
menos um deles. Ganhou ao Rio Ave e garantiu a qualificação para os dezasseis
avos de final, mas não o primeiro lugar do grupo, que ainda poderia ser perdido
se perdesse o último jogo na Roménia e o AaB Aalborg ganhasse em Portugal.
O jogador-chave foi Yarmolenko, com dois golos e quatro
assistências. Ultrapassou Gusev e tornou-se o melhor marcador do Dínamo Kiev na
história da Liga Europa, com 9 golos. Entretanto Gusev também já marcou o seu
nono golo, recuperando a liderança por ter menos jogos disputados (28 contra
32).
Agora o próximo desafio do Dínamo Kiev será ultrapassar os
dezasseis avos de final da Liga Europa, onde foi eliminado nas duas épocas
anteriores (por Bordéus e Valência), e onde nem sequer conseguiu chegar na
época antes dessas.
Comparando com a segunda jornada, a Holanda jogou em 4-3-3,
sem Martins Indi na defesa que passou a ter apenas 4 jogadores, com Wijnaldum
em vez de De Guzmán no meio-campo, e com Lens e Kuyt no ataque juntamente com
Robben.
O Chile, comparando com a segunda jornada, jogou com
Gutiérrez em vez de Vidal.
Aos 77 minutos, Janmaat cruzou da direita e Fer, sem
marcação, marcou de cabeça o primeiro golo.
Aos 90 minutos Nigel De Jong lançou Robben em profundidade pela
esquerda, este só com Jara pela frente foi à linha e cruzou e Depay, que acompanhou
o contra-ataque, finalizou no centro. Jara não conseguiu parar Robben, e Díaz e
Mena não conseguiram intercetar o cruzamento para Depay.
Os dois golos foram marcados por dois suplentes, Fer e
Depay, mas o herói do jogo foi Robben, que desta vez não marcou, mas fez a assistência
para o segundo golo.
A Holanda só precisava de um empate para manter o primeiro
lugar do Grupo B, mas fez melhor, venceu, e terminou a fase de grupos com 9
pontos, tal como no Mundial anterior. Será que também irá à final, tal como no
Mundial anterior?
O Chile terminou em segundo lugar com 6 pontos, tal como no
Mundial anterior, e irá defrontar o Brasil (que horas depois confirmaria o
primeiro lugar no Grupo A) nos oitavos de final, tal como no Mundial anterior.
Será que será novamente eliminado, tal como no Mundial anterior?
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Oitavos de Final
1938 - Oitavos de Final
1974 - Finalista vencido
1978 - Finalista vencido
1990 - Oitavos de Final
1994 - Quartos de Final
1998 - 4º lugar
2006 - Oitavos de Final
2010 - Finalista vencido
Treinador: Loius Van Gaal
Equipa-tipo: Cillessen; Janmaat, Martins Indi, Vlaar e Blind; Nigel De Jong, Sneijder e Clasie; Robben, Van Persie e Lens
A última vez que a Holanda falhou a qualificação para um
Campeonato do Mundo foi para o Mundial 2002. O treinador era Louis Van Gaal.
Agora ele está de volta, e desta vez conseguiu
qualificar-se. Com nove vitórias e apenas um empate, a Holanda foi a melhor
equipa na zona de qualificação europeia – a Alemanha também conseguiu nove
vitórias e um empate mas com pior diferença de golos.
A Holanda também teve uma qualificação impressionante para o
Euro 2012 (nove vitórias e uma derrota) e depois perdeu todos os jogos na fase
final. Um bom desempenho na fase de qualificação não implica um bom desempenho
na fase final, assim como uma qualificação sofrível não implica uma fase final
desastrosa.
Parece, no entanto, que estes jogadores são suficientemente
bons para vencer equipas como a Roménia, Hungria ou Turquia, mas não serão
suficientemente bons para vencer equipas melhores.
Os 23 convocados são os guarda-redes Cillessen, Vorm e Krul, os defesas Janmaat, Martins Indi, Vlaar, Blind, Verhaegh, Veltman, De Vrij e Kongolo, os
médios Nigel De Jong, Sneijder, Clasie, De Guzmán, Fer e Wijnaldum, e os avançados Robben,
Van Persie, Lens, Kuyt, Huntelaar e Depay.
Ao contrário da Espanha, que traz 16 dos campeões do Mundo
de 2010, a Holanda só traz 7 dos vice-campeões de 2010: Vorm (2º Mundial, suplente
não utilizado em 2010), Nigel De Jong (2º Mundial), Sneijder (3º Mundial), Van
Persie (3º Mundial), Robben (3º Mundial), Kuyt (3º Mundial) e Huntelaar (2º
Mundial).
O primeiro adversário será o último de 2010, a Espanha,
contra a qual perdeu 0-1. Nunca jogou contra os outros dois adversários do
Grupo B, Austrália e Chile, em Campeonatos do Mundo anteriores.
O Dínamo Kiev começou mal a Liga Europa, com uma derrota em
casa por 0-1 contra o Genk. E a situação não melhorou muito na jornada
seguinte, quando esteve a ganhar por dois golos ao Rapid Viena mas se deixou
empatar. Seguiram-se dois jogos contra o FC Thun. No primeiro, em casa, o
Dínamo Kiev venceu por 3-0, ultrapassou o FC Thun e já estava no segundo lugar
do grupo, com 4 pontos. No segundo, apesar da expulsão de Mbokani logo aos 17
minutos, o Dínamo Kiev ainda assim, em inferioridade numérica durante quase
todo o jogo, conseguiu ganhá-lo por 2-0, deixar o FC Thun a 4 pontos de
distância, e ficar a apenas um ponto do líder do grupo, Genk.
Na quinta jornada voltou a perder com o Genk, desta vez na
Bélgica, e ficou com um jogo decisivo em casa para a última jornada, contra o
Rapid Viena, onde lhe bastava não perder para se qualificar. Ao contrário do
PSV Eindhoven, que estava na mesma situação mas perdeu com o Chernomorets Odesa
e foi eliminado, o Dínamo Kiev conseguiu ganhar o jogo e qualificar-se, apesar
de ter começado a perder, acabou por ganhar 3-1.
Nos dezasseis avos de final o Dínamo Kiev irá defrontar o
Valência. Não é o favorito. Normalmente não atinge os oitavos de final (por
exemplo, na época anterior foi eliminado pelo Bordéus), e esta época perdeu
duas vezes contra o Genk, o adversário mais forte que defrontou. O Valência
normalmente atinge os oitavos de final, e ganhou o seu grupo. No entanto, há
esperança para o Dínamo Kiev, na última vez que se defrontaram, nos dezasseis avos
de final da Taça UEFA 2008/2009, foi o Dínamo Kiev que se apurou para os
oitavos de final.