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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Guingamp



Treinador: Jocelyn Gourvennec


Jogador-chave: Beauvue



O Guingamp qualificou-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Começou com uma derrota em Itália contra a Fiorentina, por 0-3. Diallo foi expulso ainda na primeira parte, quando o Guingamp já estava a perder, e a partir dai o que já seria difícil ficou impossível.
No jogo seguinte, em casa contra o PAOK, o Guingamp venceu por 2-0, e subiu ao segundo lugar do grupo, com três pontos, tal como o PAOK. A Fiorentina liderava o grupo com seis pontos e o Dínamo Minsk não tinha nenhum.
O adversário nos próximos dois jogos era o Dínamo Minsk, enquanto o PAOK defrontaria a Fiorentina por duas vezes. Era a oportunidade perfeita para o Guingamp ganhar vantagem sobre o PAOK.
Só que o Guingamp só conseguiu um empate 0-0 na Bielorrússia, ficando com um ponto de vantagem sobre o PAOK que perdeu contra a Fiorentina. Se ganhasse o jogo seguinte e o PAOK perdesse novamente, esta vantagem aumentaria para quatro pontos. O Guingamp ficaria em excelente posição para se qualificar.
Em casa, o Guingamp voltou a vencer por 2-0. Lossl defendeu um penalty quando o Guingamp vencia por 1-0, que poderia ter sido o golo do empate. O PAOK empatou, e a vantagem do Guingamp sobre o PAOK era agora de três pontos.
Para se qualificar logo na quinta jornada, o Guingamp teria de aumentar a vantagem sobre o PAOK. Com três pontos de vantagem, o Guingamp ainda podia ser alcançado se perdesse na Grécia na última jornada.
O próximo adversário era a já qualificada Fiorentina, em casa onde o Guingamp tinha derrotado os outros dois adversários. Só que logo aos 13 minutos já estava a perder por 0-2, Basanta ainda foi expulso na primeira parte por falta sobre Marveaux dentro da área, e o Guingamp reduziu de penalty, mas na segunda parte, mesmo a jogar em superioridade numérica, não conseguiu marcar e foi novamente derrotado.
O PAOK ganhou na Bielorrússia, e tinha agora os mesmos pontos do Guingamp. A vantagem ainda era do Guingamp, que só precisava de um empate para manter o segundo lugar, mas agora se perdesse na Grécia o Guingamp seria eliminado, enquanto se levasse os três pontos de vantagem, mesmo derrotas por menos de três golos de diferença (exceto 0-2) seriam suficientes para o Guingamp manter o segundo lugar.
O Guingamp marcou cedo, o PAOK empatou pouco depois de penalty, mas no fim da segunda parte o Guingamp marcou novamente, ganhou o jogo e qualificou-se para os dezasseis avos de final.
O jogador-chave foi Beauvue, que marcou os dois golos na Grécia contra o PAOKl. Já tinha marcado no jogo anterior contra a Fiorentina, e na vitória por 2-0 contra o Dínamo Minsk também marcou o primeiro e fez a assistência para o segundo.
Nos dezasseis avos de final o Guingamp irá defrontar o Dínamo Kiev. Será muito mais difícil que o Dínamo Minsk, mas não será impossível.


sábado, 25 de janeiro de 2014

FC Copenhaga





Treinador: Stale Solbakken

Jogador-chave: Wiland



O FC Copenhaga começou a Liga dos Campeões com um empate em casa contra a Juventus, 1-1. Seguiu-se uma derrota em Espanha contra o Real Madrid, por 0-4. Foi a maior derrota do FC Copenhaga na história da Liga dos Campeões. Depois, novo jogo fora, na Turquia contra o Galatasaray, e nova derrota, desta vez por 1-3. Ao fim da terceira jornada o FC Copenhaga estava no último lugar do Grupo B, com apenas um ponto.
Mas em casa continuava a ser uma equipa forte, e provou-o no jogo seguinte, derrotando o Galatasaray por 1-0, e subindo ao terceiro lugar do grupo, com os mesmos pontos do segundo classificado Galatasaray, mas desvantagem no confronto direto.
Seguiu-se outro jogo fora, em Itália contra a Juventus, e nova derrota. O FC Copenhaga ficou sem hipóteses de continuar na Liga dos Campeões, mas ainda poderia conquistar o terceiro lugar e uma vaga na Liga Europa, se ganhasse ao Real Madrid, ou até mesmo se empatasse com o Real Madrid e a Juventus ganhasse ao Galatasaray. No entanto, perdeu em casa contra o Real Madrid, e mesmo um empate teria sido insuficiente, porque o Galatasary derrotou a Juventus.
Ainda assim o FC Copenhaga deve estar orgulhoso da sua participação, foi melhor que a de equipas como a Real Sociedad, Anderlecht, CSKA Moscovo, Steaua Bucareste, Marselha ou Celtic.
Ser eliminado na Liga dos Campeões com 4 pontos num grupo com Real Madrid, Galatasaray e Juventus não é a mesma coisa que ser eliminado na Liga Europa com 5 pontos num grupo com Standard Liège, Hannover 96 e Vorskla Poltava, que aconteceu ao FC Copenhaga em 2011/2012.

sábado, 16 de junho de 2012

Dinamarca 2-3 Portugal







As duas equipas jogaram com os mesmos onzes iniciais em relação ao primeiro jogo.

Aos 24’, Portugal marcou o primeiro golo: pontapé de canto no lado esquerdo marcado por João Moutinho, e Pepe apareceu ao primeiro poste e cabeceou para dentro da baliza de Andersen.



E aos 36’ Portugal duplicou a vantagem: cruzamento de Nani da direita e Postiga antecipou-se a Kjaer e fez o segundo golo.
Com este golo, Postiga tornou-se no segundo jogador português a marcar em 3 Campeonatos da Europa diferentes (2004-2008-2012). O primeiro foi Nuno Gomes (2000-2004-2008).

Mas a Dinamarca reduziu a desvantagem ainda antes do intervalo: cruzamento da direita de Jakob Poulsen, Krohn-Dehli ganhou nas costas de João Pereira e cabeceou para o centro onde apareceu Bendtner a cabecear para golo.

Na segunda parte Portugal falhou várias oportunidades, quase todas por Cristiano Ronaldo.

Até que, aos 80’, a Dinamarca empatou o jogo!
Cruzamento da direita de Lars Jacobsen e Bendtner, nas costas de Pepe, cabeceou novamente para golo.

A seis minutos do fim, entrou Varela para o lugar de Raul Meireles. Entrou para fazer em seis minutos aquilo que certas fraudes não são capazes de fazer em 90.

Três minutos depois, após cruzamento da esquerda de Fábio Coentrão, fez o golo da vitória!



Vergonhoso o comportamento de Paulo Bento, em que os “outros” jogadores do ataque têm que se revezar entre eles, enquanto o falso herói joga sempre.
Desperdiça todos os livres para alimentar o seu ego, em vez de os livres serem usados para cruzamentos para Pepe ou Bruno Alves.
Não ajuda nas tarefas defensivas: todos os golos sofridos por Portugal tiveram origem no lado esquerdo, onde Fábio Coentrão frequentemente é deixado sozinho em situação de 2 contra 1.
E também não faz nada de produtivo ofensivamente: não teve participação em nenhum dos 3 golos de Portugal. Possivelmente só foram golos por esse motivo, por o falso herói não ter atrapalhado.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Dinamarca




COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo H:
1. Dinamarca 19 pontos
2. Portugal 16
3. Noruega 16
4. Islândia 4
5. Chipre 2

PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1964 - 4º lugar
1984 - Meias Finais
1988 - Fase de Grupos
1992 - Vencedor
1996 - Fase de Grupos
2000 - Fase de Grupos
2004 - Quartos de Final

TREINADOR:
Morten Olsen

EQUIPA-TIPO:
Andersen; Lars Jacobsen, Kjaer, Agger e Simon Poulsen; Kvist, Zimling e Eriksen; Rommedahl, Bendtner e Krohn-Dehli






domingo, 25 de abril de 2010

Dinamarca


COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo 1:
1. Dinamarca 21 pontos
2. Portugal 19
3. Suécia 18
4. Hungria 16
5. Albânia 7
6. Malta 1

PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1986- Oitavos de Final
1998- Quartos de Final
2002- Oitavos de Final

TREINADOR: Morten Olsen

EQUIPA-TIPO: Sorensen; Kvist, Agger, Kjaer e Lars Jacobsen; Christian Poulsen, Jakob Poulsen e Tomasson; Rommedahl, Bendtner e Jorgensen


A Dinamarca está de volta às grandes competições, após ter falhado o Mundial 2006 e o Euro 2008.
Esta será apenas a 4ª participação da Dinamarca em Campeonatos do Mundo, mas nas três anteriores passou sempre da fase de grupos.

Alguns jogadores da actual equipa da Dinamarca, tais como o guarda-redes Sorensen, os médios Christian Poulsen e Tomasson, e os avançados Gronkjaer, Rommedahl e Jorgensen, fizeram parte da equipa da Dinamarca no Mundial 2002. No caso de Jorgensen, se for convocado, será mesmo o seu 3º Campeonato do Mundo, porque também fez parte da equipa no Mundial 1998.

A Dinamarca está num grupo complicado, mas na fase de qualificação também estava num grupo complicado e conseguiu terminar em 1º lugar, à frente de Portugal e Suécia.