Treinador: José Peseiro (Jogos 1-3), Tiago Fernandes (Jogo 4) e Marcel Keizer (Jogo 5)
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terça-feira, 11 de dezembro de 2018
Sporting
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domingo, 19 de novembro de 2017
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terça-feira, 14 de junho de 2016
Euro 2016 - Portugal
COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo I:
1. Portugal 21 pontos
2. Albânia 14
3. Dinamarca 12
4. Sérvia 4
5. Arménia 2
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1984 - Meias Finais
1996 - Quartos de Final
2000 - Meias Finais
2004 - Finalista vencido
2008 - Quartos de Final
2012 - Meias Finais
TREINADOR: Fernando Santos
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domingo, 27 de dezembro de 2015
domingo, 11 de janeiro de 2015
Sporting
Treinador: Marco Silva
Jogador-chave: Nani
O Sporting terminou em terceiro lugar no Grupo G da Liga dos
Campeões, passando para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Após cinco épocas de ausência, o Sporting regressou à Liga
dos Campeões. No primeiro jogo, na Eslovénia contra o Maribor, marcou a poucos
minutos do fim, mas ainda permitiu que o Maribor empatasse. Como o outro jogo
do grupo também foi um empate 1-1, todas as equipas do grupo permaneciam
empatadas.
No segundo jogo, em casa contra o Chelsea, perdeu por 0-1.
No outro jogo voltou a haver um empate 1-1, portanto o Sporting era agora
último classificado com apenas um ponto, a três pontos do Chelsea, e a um ponto
do Maribor e do Schalke 04.
O Sporting tinha um péssimo historial contra equipas alemãs
na Liga dos Campeões: em oito jogos tinha zero vitórias, dois empates e seis
derrotas. Mas o adversário nos próximos dois jogos era alemão, o Schalke 04.
Primeiro, na Alemanha, o Sporting até marcou primeiro, mas
Maurício foi expulso, deixando o Sporting em inferioridade numérica durante
cerca de uma hora. O Schalke 04 marcou três golos, mas o Sporting, mesmo em
inferioridade numérica, conseguiu recuperar para 3-3, que poderia ter sido o
resultado final, se o árbitro não tivesse marcado um penalty contra o Sporting
nos últimos instantes do jogo, por suposta mão de Jonathan Silva. Na verdade a
bola bateu-lhe na cara. O Sporting perdeu por 3-4, e já estava assim a quatro
pontos do Schalke 04.
Mesmo se vencesse no jogo seguinte, continuaria atrás. Desta
vez, sem penalties e sem expulsões, foi o Sporting que sofreu primeiro um golo
mas recuperou para vencer por 4-2. Em caso de igualdade final com o Schalke 04,
o Sporting teria vantagem no confronto direto.
O próximo adversário era o Maribor. Se o Sporting ganhasse
garantiria pelo menos o terceiro lugar, e poderia subir ao segundo lugar se o
Schalke 04 não ganhasse ao Chelsea. O Sporting venceu por 3-1, o Schalke 04 foi
esmagado pelo Chelsea, e o Sporting subiu ao segundo lugar.
Só que para o manter teria de não perder em Inglaterra, ou o
Schalke 04 teria de não vencer na Eslovénia.
O Sporting começou a perder desde cedo em Inglaterra, aos 16
minutos já perdia por 0-2. No início da segunda parte ainda conseguiu reduzir,
mas pouco depois o Chelsea repôs a diferença de dois golos. Restava-lhe esperar
que o Schalke 04 não ganhasse na Eslovénia, só que aos 62 minutos Meyer marcou
o golo que devolveu o segundo lugar do grupo ao Schalke 04.
O jogador-chave foi Nani, com quatro golos e duas
assistências. Tornou-se o segundo melhor marcador do Sporting na história da
Liga dos Campeões com cinco golos, apenas atrás dos 6 de Liedson. Em 11 jogos
pelo Sporting marcou cinco golos, mais que em 49 pelo Manchester United onde
marcou apenas quatro.
A ida para os dezasseis avos de final da Liga Europa parecia
mais adequada ao Sporting que permanecer na Liga dos Campeões, onde a última
experiência (e até agora única) tinha sido traumatizante – duas derrotas contra
o Bayern Munique, por um total de 1-12!
Só que o próximo adversário está longe de ser fácil, o
Wolfsburgo. Os resultados do Sporting contra o Schalke 04 e os do Wolfsburgo
contra o Everton são encorajadores, mas o Sporting terá um osso duro de roer.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Portugal 2-1 Gana
Comparando com a segunda jornada, Portugal jogou com Pepe em
vez de Ricardo Costa, Miguel Veloso a lateral esquerdo com William a médio
defensivo, Ruben Amorim em vez de Raul Meireles, e Éder a ponta-de-lança.
O Gana, comparando com a segunda jornada, jogou em 4-4-2 com
Badu a médio centro em vez do suspenso Muntari, e Waris no ataque juntamente
com Gyan.
Muntari e Kevin-Prince Boateng saíram não só do onze inicial
mas também foram expulsos da seleção do Gana por indisciplina.
Já no jogo anterior, contra os EUA, Portugal tinha marcado o
primeiro golo num cruzamento de Miguel Veloso da esquerda que Cameron não conseguiu
cortar, colocando a bola nos pés de Nani. Desta vez Boye colocou-a logo na própria
baliza.
Entretanto aos 55 minutos no outro jogo a Alemanha estava a
vencer os EUA por 1-0, Portugal “só” precisava de marcar mais três golos para
se qualificar.
Mas o Gana precisava de menos para se qualificar, “só” dois,
e conseguiu um logo a seguir, aos 57 minutos: André Ayew lançou Asamoah na
esquerda, este cruzou a bola e Gyan finalizou de cabeça.
Portugal voltava à casa de partida, a ter de marcar quatro
golos para se qualificar. O Gana estava a apenas um golo de se qualificar.
Aos 80 minutos Nani cruzou da esquerda, Jonathan Mensah
cabeceou a bola para cima, Dauda resolveu da pior maneira com uma palmada
enviando-a na direção de Cristiano Ronaldo, que marcou o golo de Portugal.
O Gana voltava a estar mais longe da qualificação, precisava
de mais dois golos. Mas Portugal estava ainda mais longe, apesar de estar a
vencer o jogo – precisava de mais três golos.
O herói do jogo foi Gyan. O seu golo foi insuficiente para
qualificar o Gana para os oitavos de final, mas tornou-se o melhor marcador
africano na história dos Campeonatos do Mundo, com 6 golos.
O vilão foi Boye – já tinha sido péssimo contra os EUA, e
agora até fez por Portugal aquilo que os jogadores portugueses estavam a ter
muita dificuldade para fazer, marcou na própria baliza o primeiro golo de
Portugal. Um dos piores jogadores do Mundial 2014, com outro jogador em vez
dele o Gana provavelmente teria atingido os oitavos de final.
As duas equipas foram eliminadas.
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segunda-feira, 23 de junho de 2014
EUA 2-2 Portugal
Comparando com a primeira jornada, os EUA jogaram em
4-2-3-1, com Beckerman e Jones a médios defensivos, Bedoya a médio direito, Bradley
a médio ofensivo e Zusi médio esquerdo, sem Altidore, com Dempsey como único
ponta-de-lança.
Portugal, comparando com a primeira jornada, jogou com Beto a
guarda-redes, Ricardo Costa a defesa central em vez de Pepe, André Almeida a
lateral esquerdo, e Postiga a ponta-de-lança.
Aos 5 minutos Miguel Veloso cruzou da esquerda, Cameron fez
um mau corte colocando a bola nos pés de Nani, que chutou a bola por cima de
Howard fazendo o primeiro golo.
Aos 64 minutos, Zusi marcou um pontapé de canto na direita,
Éder cortou de cabeça para a entrada da área onde Nani não conseguiu dominar a
bola, esta acabou nos pés de Jones que fintou Nani e com um remate de fora da
área empatou o jogo. Beto nem se mexeu.
E aos 81 minutos Yedlin cruzou da direita, Bruno Alves
cortou o cruzamento mas a bola foi parar a Bradley, que rematou para novo corte
de Ricardo Costa, o ressalto voltou a ir para a um americano, Zusi, que cruzou
a bola e Dempsey, com a barriga, marcou o segundo golo dos EUA no jogo e o seu
segundo no Mundial 2014.
Com este resultado os EUA estavam apurados para os oitavos
de final e Portugal estava eliminado, mas no último minuto Cristiano Ronaldo
cruzou da direita e Varela, de cabeça, empatou o jogo.
O herói do jogo foi Varela – graças ao seu golo, os EUA
ainda não estão qualificados, e Portugal ainda não está eliminado.
O vilão foi Cristiano Ronaldo: fez um péssimo jogo
ofensivamente, e não ajudou a defender o flanco esquerdo, por onde os EUA
fizeram a maior parte dos seus ataques.
Os EUA qualificar-se-ão se não perderem o próximo jogo
contra a Alemanha, e a Alemanha também. Com um empate a Alemanha fica em
primeiro lugar e os EUA em segundo, eliminando o Gana e Portugal
independentemente do resultado no jogo entre eles.
O Gana precisa de vencer, que não haja um empate no Alemanha
vs. EUA, e de ter melhor diferença de golos que o derrotado do Alemanha vs. EUA.
É mais fácil se o derrotado for os EUA, porque terão diferença de golos de 0 ou
pior, enquanto a Alemanha terá 3 ou pior.
Portugal também precisa de vencer, que não haja um empate no
Alemanha vs. EUA, e de ter melhor diferença de golos do derrotado do Alemanha
vs. EUA. Portugal ainda está pior que o Gana porque já tem diferença de golos
de -4, o Gana só tem -1, portanto Portugal precisará de uma vitória maior para
ganhar a diferença de golos. Por exemplo, se os EUA perderem por 0-1, Portugal
precisa de derrotar o Gana por quatro golos de diferença!
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quinta-feira, 1 de maio de 2014
Portugal
COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo F:
1. Rússia 22 pontos
2. Portugal 21
3. Israel 14
4. Azerbaijão 9
5. Irlanda do Norte 7
6. Luxemburgo 6
Playoff:
Portugal 1-0 Suécia
Suécia 2-3 Portugal
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1966 - 3º lugar
1986 - Fase de Grupos
2002 - Fase de Grupos
2006 - 4º lugar
2010 - Oitavos de Final
Treinador: Paulo Bento
Equipa-tipo: Rui Patrício; João Pereira, Pepe, Bruno Alves e Fábio Coentrão; Miguel Veloso, João Moutinho e Raul Meireles; Nani, Postiga e Ronaldo
Pela quarta qualificação consecutiva para um Campeonato da
Europa ou do Mundo, Portugal “só” ficou no segundo lugar do seu grupo.
Para o Euro 2008 ficou em segundo lugar atrás da Polónia. Os
dois primeiros classificados de cada grupo qualificavam-se para a fase final.
Nas qualificações seguintes o segundo lugar só dava direito
a disputar um playoff contra outro segundo classificado. Para o Mundial 2010,
Portugal ficou atrás da Dinamarca, e teve de disputar um playoff contra a
Bósnia, onde venceu ambos os jogos por 1-0. Dois anos depois, na qualificação
para o Euro 2012, voltou a ficar em segundo lugar atrás da Dinamarca, e voltou
a eliminar a Bósnia no playoff, com um empate 0-0 fora e uma vitória por 6-2 em
casa.
Desta vez ficou em segundo lugar atrás da Rússia, e disputou
o playoff contra a Suécia.
Curiosamente, no Euro 2012 voltou a encontrar a Dinamarca, e
conseguiu vencer e passar à fase seguinte, enquanto a Dinamarca não passou da
fase de grupos. Nas fases finais, Portugal tem tido sempre melhores resultados
que as equipas que na qualificação ficaram à sua frente.
Talvez volte a enfrentar a Rússia nos oitavos de final do
Mundial 2014, se ambas as equipas avançarem nos seus grupos, uma em primeiro
lugar e outra em segundo.
Mas antes terá de enfrentar a Alemanha, contra a qual perdeu
por 1-3 no jogo do 3º e 4º lugar em 2006, os EUA, contra quem perdeu por 2-3 na
fase de grupos em 2002, e o Gana, que nunca defrontou em Campeonatos do Mundo
anteriores.
Os titulares devem ser Rui Patrício na baliza, João Pereira
a lateral direito, Pepe e Bruno Alves como dupla de defesas centrais, Fábio
Coentrão a lateral esquerdo, Miguel Veloso, João Moutinho e Raul Meireles no
trio do meio campo, com Nani a extremo direito, Postiga a ponta-de-lança e
Ronaldo a extremo esquerdo.
Os outros convocados são os guarda-redes Eduardo e Beto, os
defesas André Almeida, Neto e Ricardo Costa, os médios William, Ruben Amorim e
Rafa, e os avançados Varela, Hugo Almeida, Éder e Vieirinha.
Será o segundo Mundial para Eduardo, Beto, Pepe, Bruno
Alves, Fábio Coentrão, Miguel Veloso, Raul Meireles, Ruben Amorim, Hugo Almeida
e Postiga (esteve no Mundial 2006 mas não em 2010), e o terceiro para Ricardo
Costa e Ronaldo.
sábado, 7 de setembro de 2013
Manchester United
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domingo, 26 de agosto de 2012
Manchester United
Entradas:
Buttner
Powell
Kagawa
Macheda
Van Persie
Saídas:
Kuszczak
Amos
Fábio
Pogba
Park Ji-Sung
Owen
Berbatov
Plantel:
Guarda-redes:
1 - De Gea
34 - Lindegaard
Defesas:
2 - Rafael
3 - Evra
4 - Jones
5 - Ferdinand
6 - Evans
12 - Smalling
15 - Vidic
28 - Buttner
Médios:
7 - Valencia
8 - Anderson
11 - Giggs
16 - Carrick
17 - Nani
18 - Young
22 - Scholes
23 - Cleverley
24 - Fletcher
25 - Powell
26 - Kagawa
Avançados:
10 - Rooney
14 - Javier Hernández
19 - Welbeck
20 - Van Persie
27 - Macheda *
Treinador: Alex Ferguson
* - Lista B
Historial na Liga dos Campeões:
Historial na Liga Europa:
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domingo, 8 de julho de 2012
Portugal 0-0 (2-4) Espanha


Comparando com os quartos-de-final, Portugal jogou com Hugo Almeida em vez do lesionado Postiga, e a Espanha jogou com Negredo em vez de Fabregas.
O jogo teve poucas oportunidades de golo: Rui Patrício fez apenas 3 defesas em 120 minutos, e Casillas não fez nenhuma.
A Espanha refrescou o ataque durante a segunda parte, com as entradas de Fabregas para o lugar de Negredo, de Jesús Navas para o lugar de David Silva, e de Pedro para o lugar de Xavi.
Portugal fez apenas uma substituição durante a segunda parte, Nélson Oliveira para o lugar de Hugo Almeida, e guardou as outras duas para o prolongamento, onde Custódio e Varela entraram para os lugares de Miguel Veloso e Raul Meireles.
A decisão de quem avançava para a final foi para os penalties.
Nos penalties, o primeiro a marcar foi Xabi Alonso para a Espanha, ele que já tinha marcado um golo de penalty à França no jogo anterior. Mas desta vez não conseguiu fazê-lo novamente, Rui Patrício defendeu o remate.
Seguiu-se João Moutinho para Portugal, e tinha a oportunidade de colocar Portugal em vantagem. Mas também ele não foi capaz de marcar, Casillas defendeu o remate.
Depois, Iniesta marcou o primeiro golo para a Espanha.
E a seguir Pepe marcou o primeiro golo para Portugal. Casillas ainda adivinhou o lado mas não conseguiu alcançar a bola.
Seguiu-se Piqué, que também marcou – Rui Patrício também adivinhou o lado, mas não conseguiu defender o remate.
Depois veio Bruno Alves para marcar o terceiro penalty de Portugal… mas era a vez de Nani. E mais um golo.
E agora era a vez de Sergio Ramos… ele que, nas meias-finais da Liga dos Campeões, falhou um dos penalties do Real Madrid, e o Real Madrid foi eliminado. Mas desta vez, com muita classe, à Panenka, marcou o terceiro golo da Espanha.
O efeito deste penalty nas duas equipas foi semelhante ao efeito do penalty de Pirlo no jogo anterior.
O jogador seguinte era Bruno Alves, que depois disto era “obrigado” a chutar em força. E tal como Young no jogo anterior, também ele acertou na trave e não conseguiu marcar.
Fabregas tinha agora um “match point”. Ele já tinha estado numa situação similar no Euro 2008, marcando o quinto penalty que qualificou a Espanha e eliminou a Itália nos quartos de final. E desta fez, marcou novamente, qualificando a Espanha para a final e eliminando Portugal.
A bola ainda bateu no poste, mas entrou.
Portugal esteve muito perto de eliminar a Espanha. Uma bola que bate na barra e sai, e a seguir uma bola que bate no poste e entra.
Talvez com melhores marcadores de penalties a história tivesse sido outra (Postiga, Hugo Viana…).
Interessante como o falso herói quer livres a mais de 30 metros todos para ele, mas passa livres a 11 metros sem barreira para os outros. Supostamente seria ele a marcar o quinto de Portugal, mas não chegou a haver quinto.
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sábado, 30 de junho de 2012
República Checa 0-1 Portugal


Em comparação com o terceiro jogo, a República Checa jogou com Darida em vez de Kolar.
Portugal, pelo quarto jogo consecutivo, jogou com a mesma equipa.
A melhor oportunidade de golo na primeira parte foi de Portugal – já perto do intervalo, Cristiano Ronaldo recebeu um passe longo de Raul Meireles, dominou a bola no peito, rodou sobre o defesa Kadlec e rematou ao poste.
Entretanto já Hugo Almeida tinha entrado uns minutos antes, para o lugar do lesionado Postiga. Nos jogos anteriores, tinha sido sempre Nélson Oliveira a substituir Postiga durante os jogos, e Hugo Almeida ainda não tinha jogado, estreando-se neste jogo.
No início da segunda parte, Cristiano Ronaldo rematou novamente ao poste, num pontapé livre, dos muitos que teve durante o torneio.
Aos 58’, após cruzamento do lado direito de Nani, Hugo Almeida cabeceou para dentro da baliza de Cech… mas a jogada foi invalidada por fora de jogo.
No entanto, foi um prenúncio para o que viria a acontecer minutos depois.
E aos 79’, Portugal finalmente marcou, após um cruzamento do lado direito de João Moutinho, Cristiano Ronaldo antecipou-se a Gebre Selassie e cabeceou para dentro da baliza!
Com este golo, alcançou Dzagoev, Gómez e Mandzukic na lista dos melhores marcadores do torneio.
Portugal atingiu as meias-finais pela quarta vez na história dos Campeonatos da Europa, a terceira nas últimas quatro edições.
A República Checa, apesar de ter tido mais um dia de descanso, não conseguiu fazer um único remate à baliza no jogo inteiro. Ainda assim foi uma participação excelente da República Checa, que não ultrapassava a fase de grupos de uma grande competição desde o Euro 2004, e nem sequer se tinha qualificado para o Mundial 2010.
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