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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Sporting




Treinador: José Peseiro (Jogos 1-3), Tiago Fernandes (Jogo 4) e Marcel Keizer (Jogo 5)


terça-feira, 14 de junho de 2016

Euro 2016 - Portugal


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo I:
1. Portugal 21 pontos
2. Albânia 14
3. Dinamarca 12
4. Sérvia 4
5. Arménia 2


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1984 - Meias Finais
1996 - Quartos de Final
2000 - Meias Finais
2004 - Finalista vencido
2008 - Quartos de Final
2012 - Meias Finais


TREINADOR: Fernando Santos


EQUIPA-TIPO:

domingo, 11 de janeiro de 2015

Sporting



Treinador: Marco Silva





Jogador-chave: Nani



O Sporting terminou em terceiro lugar no Grupo G da Liga dos Campeões, passando para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Após cinco épocas de ausência, o Sporting regressou à Liga dos Campeões. No primeiro jogo, na Eslovénia contra o Maribor, marcou a poucos minutos do fim, mas ainda permitiu que o Maribor empatasse. Como o outro jogo do grupo também foi um empate 1-1, todas as equipas do grupo permaneciam empatadas.
No segundo jogo, em casa contra o Chelsea, perdeu por 0-1. No outro jogo voltou a haver um empate 1-1, portanto o Sporting era agora último classificado com apenas um ponto, a três pontos do Chelsea, e a um ponto do Maribor e do Schalke 04.
O Sporting tinha um péssimo historial contra equipas alemãs na Liga dos Campeões: em oito jogos tinha zero vitórias, dois empates e seis derrotas. Mas o adversário nos próximos dois jogos era alemão, o Schalke 04.
Primeiro, na Alemanha, o Sporting até marcou primeiro, mas Maurício foi expulso, deixando o Sporting em inferioridade numérica durante cerca de uma hora. O Schalke 04 marcou três golos, mas o Sporting, mesmo em inferioridade numérica, conseguiu recuperar para 3-3, que poderia ter sido o resultado final, se o árbitro não tivesse marcado um penalty contra o Sporting nos últimos instantes do jogo, por suposta mão de Jonathan Silva. Na verdade a bola bateu-lhe na cara. O Sporting perdeu por 3-4, e já estava assim a quatro pontos do Schalke 04.
Mesmo se vencesse no jogo seguinte, continuaria atrás. Desta vez, sem penalties e sem expulsões, foi o Sporting que sofreu primeiro um golo mas recuperou para vencer por 4-2. Em caso de igualdade final com o Schalke 04, o Sporting teria vantagem no confronto direto.
O próximo adversário era o Maribor. Se o Sporting ganhasse garantiria pelo menos o terceiro lugar, e poderia subir ao segundo lugar se o Schalke 04 não ganhasse ao Chelsea. O Sporting venceu por 3-1, o Schalke 04 foi esmagado pelo Chelsea, e o Sporting subiu ao segundo lugar.
Só que para o manter teria de não perder em Inglaterra, ou o Schalke 04 teria de não vencer na Eslovénia.
O Sporting começou a perder desde cedo em Inglaterra, aos 16 minutos já perdia por 0-2. No início da segunda parte ainda conseguiu reduzir, mas pouco depois o Chelsea repôs a diferença de dois golos. Restava-lhe esperar que o Schalke 04 não ganhasse na Eslovénia, só que aos 62 minutos Meyer marcou o golo que devolveu o segundo lugar do grupo ao Schalke 04.
O jogador-chave foi Nani, com quatro golos e duas assistências. Tornou-se o segundo melhor marcador do Sporting na história da Liga dos Campeões com cinco golos, apenas atrás dos 6 de Liedson. Em 11 jogos pelo Sporting marcou cinco golos, mais que em 49 pelo Manchester United onde marcou apenas quatro.
A ida para os dezasseis avos de final da Liga Europa parecia mais adequada ao Sporting que permanecer na Liga dos Campeões, onde a última experiência (e até agora única) tinha sido traumatizante – duas derrotas contra o Bayern Munique, por um total de 1-12!
Só que o próximo adversário está longe de ser fácil, o Wolfsburgo. Os resultados do Sporting contra o Schalke 04 e os do Wolfsburgo contra o Everton são encorajadores, mas o Sporting terá um osso duro de roer.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Portugal 2-1 Gana

Comparando com a segunda jornada, Portugal jogou com Pepe em vez de Ricardo Costa, Miguel Veloso a lateral esquerdo com William a médio defensivo, Ruben Amorim em vez de Raul Meireles, e Éder a ponta-de-lança.



O Gana, comparando com a segunda jornada, jogou em 4-4-2 com Badu a médio centro em vez do suspenso Muntari, e Waris no ataque juntamente com Gyan.


Muntari e Kevin-Prince Boateng saíram não só do onze inicial mas também foram expulsos da seleção do Gana por indisciplina.

Aos 31 minutos, Miguel Veloso cruzou da esquerda e Boye desviou a bola para a própria baliza!


Já no jogo anterior, contra os EUA, Portugal tinha marcado o primeiro golo num cruzamento de Miguel Veloso da esquerda que Cameron não conseguiu cortar, colocando a bola nos pés de Nani. Desta vez Boye colocou-a logo na própria baliza.

Entretanto aos 55 minutos no outro jogo a Alemanha estava a vencer os EUA por 1-0, Portugal “só” precisava de marcar mais três golos para se qualificar.

Mas o Gana precisava de menos para se qualificar, “só” dois, e conseguiu um logo a seguir, aos 57 minutos: André Ayew lançou Asamoah na esquerda, este cruzou a bola e Gyan finalizou de cabeça.


Portugal voltava à casa de partida, a ter de marcar quatro golos para se qualificar. O Gana estava a apenas um golo de se qualificar.

Aos 80 minutos Nani cruzou da esquerda, Jonathan Mensah cabeceou a bola para cima, Dauda resolveu da pior maneira com uma palmada enviando-a na direção de Cristiano Ronaldo, que marcou o golo de Portugal.


O Gana voltava a estar mais longe da qualificação, precisava de mais dois golos. Mas Portugal estava ainda mais longe, apesar de estar a vencer o jogo – precisava de mais três golos.

O herói do jogo foi Gyan. O seu golo foi insuficiente para qualificar o Gana para os oitavos de final, mas tornou-se o melhor marcador africano na história dos Campeonatos do Mundo, com 6 golos.


O vilão foi Boye – já tinha sido péssimo contra os EUA, e agora até fez por Portugal aquilo que os jogadores portugueses estavam a ter muita dificuldade para fazer, marcou na própria baliza o primeiro golo de Portugal. Um dos piores jogadores do Mundial 2014, com outro jogador em vez dele o Gana provavelmente teria atingido os oitavos de final.


As duas equipas foram eliminadas.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

EUA 2-2 Portugal

Comparando com a primeira jornada, os EUA jogaram em 4-2-3-1, com Beckerman e Jones a médios defensivos, Bedoya a médio direito, Bradley a médio ofensivo e Zusi médio esquerdo, sem Altidore, com Dempsey como único ponta-de-lança.



Portugal, comparando com a primeira jornada, jogou com Beto a guarda-redes, Ricardo Costa a defesa central em vez de Pepe, André Almeida a lateral esquerdo, e Postiga a ponta-de-lança.


Aos 5 minutos Miguel Veloso cruzou da esquerda, Cameron fez um mau corte colocando a bola nos pés de Nani, que chutou a bola por cima de Howard fazendo o primeiro golo.


Aos 64 minutos, Zusi marcou um pontapé de canto na direita, Éder cortou de cabeça para a entrada da área onde Nani não conseguiu dominar a bola, esta acabou nos pés de Jones que fintou Nani e com um remate de fora da área empatou o jogo. Beto nem se mexeu.

E aos 81 minutos Yedlin cruzou da direita, Bruno Alves cortou o cruzamento mas a bola foi parar a Bradley, que rematou para novo corte de Ricardo Costa, o ressalto voltou a ir para a um americano, Zusi, que cruzou a bola e Dempsey, com a barriga, marcou o segundo golo dos EUA no jogo e o seu segundo no Mundial 2014.


Com este resultado os EUA estavam apurados para os oitavos de final e Portugal estava eliminado, mas no último minuto Cristiano Ronaldo cruzou da direita e Varela, de cabeça, empatou o jogo.


O herói do jogo foi Varela – graças ao seu golo, os EUA ainda não estão qualificados, e Portugal ainda não está eliminado.


O vilão foi Cristiano Ronaldo: fez um péssimo jogo ofensivamente, e não ajudou a defender o flanco esquerdo, por onde os EUA fizeram a maior parte dos seus ataques.


Os EUA qualificar-se-ão se não perderem o próximo jogo contra a Alemanha, e a Alemanha também. Com um empate a Alemanha fica em primeiro lugar e os EUA em segundo, eliminando o Gana e Portugal independentemente do resultado no jogo entre eles.

O Gana precisa de vencer, que não haja um empate no Alemanha vs. EUA, e de ter melhor diferença de golos que o derrotado do Alemanha vs. EUA. É mais fácil se o derrotado for os EUA, porque terão diferença de golos de 0 ou pior, enquanto a Alemanha terá 3 ou pior.

Portugal também precisa de vencer, que não haja um empate no Alemanha vs. EUA, e de ter melhor diferença de golos do derrotado do Alemanha vs. EUA. Portugal ainda está pior que o Gana porque já tem diferença de golos de -4, o Gana só tem -1, portanto Portugal precisará de uma vitória maior para ganhar a diferença de golos. Por exemplo, se os EUA perderem por 0-1, Portugal precisa de derrotar o Gana por quatro golos de diferença!

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Portugal


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo F:
1. Rússia 22 pontos
2. Portugal 21
3. Israel 14
4. Azerbaijão 9
5. Irlanda do Norte 7
6. Luxemburgo 6

Playoff:
Portugal 1-0 Suécia
Suécia 2-3 Portugal


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1966 - 3º lugar
1986 - Fase de Grupos
2002 - Fase de Grupos
2006 - 4º lugar
2010 - Oitavos de Final


Treinador: Paulo Bento




Equipa-tipo: Rui Patrício; João Pereira, Pepe, Bruno Alves e Fábio Coentrão; Miguel Veloso, João Moutinho e Raul Meireles; Nani, Postiga e Ronaldo





Pela quarta qualificação consecutiva para um Campeonato da Europa ou do Mundo, Portugal “só” ficou no segundo lugar do seu grupo.

Para o Euro 2008 ficou em segundo lugar atrás da Polónia. Os dois primeiros classificados de cada grupo qualificavam-se para a fase final.

Nas qualificações seguintes o segundo lugar só dava direito a disputar um playoff contra outro segundo classificado. Para o Mundial 2010, Portugal ficou atrás da Dinamarca, e teve de disputar um playoff contra a Bósnia, onde venceu ambos os jogos por 1-0. Dois anos depois, na qualificação para o Euro 2012, voltou a ficar em segundo lugar atrás da Dinamarca, e voltou a eliminar a Bósnia no playoff, com um empate 0-0 fora e uma vitória por 6-2 em casa.

Desta vez ficou em segundo lugar atrás da Rússia, e disputou o playoff contra a Suécia.

Curiosamente, no Euro 2012 voltou a encontrar a Dinamarca, e conseguiu vencer e passar à fase seguinte, enquanto a Dinamarca não passou da fase de grupos. Nas fases finais, Portugal tem tido sempre melhores resultados que as equipas que na qualificação ficaram à sua frente.

Talvez volte a enfrentar a Rússia nos oitavos de final do Mundial 2014, se ambas as equipas avançarem nos seus grupos, uma em primeiro lugar e outra em segundo.

Mas antes terá de enfrentar a Alemanha, contra a qual perdeu por 1-3 no jogo do 3º e 4º lugar em 2006, os EUA, contra quem perdeu por 2-3 na fase de grupos em 2002, e o Gana, que nunca defrontou em Campeonatos do Mundo anteriores.

Os titulares devem ser Rui Patrício na baliza, João Pereira a lateral direito, Pepe e Bruno Alves como dupla de defesas centrais, Fábio Coentrão a lateral esquerdo, Miguel Veloso, João Moutinho e Raul Meireles no trio do meio campo, com Nani a extremo direito, Postiga a ponta-de-lança e Ronaldo a extremo esquerdo.

Os outros convocados são os guarda-redes Eduardo e Beto, os defesas André Almeida, Neto e Ricardo Costa, os médios William, Ruben Amorim e Rafa, e os avançados Varela, Hugo Almeida, Éder e Vieirinha.

Será o segundo Mundial para Eduardo, Beto, Pepe, Bruno Alves, Fábio Coentrão, Miguel Veloso, Raul Meireles, Ruben Amorim, Hugo Almeida e Postiga (esteve no Mundial 2006 mas não em 2010), e o terceiro para Ricardo Costa e Ronaldo.

domingo, 26 de agosto de 2012

Manchester United



Entradas:
Buttner
Powell
Kagawa
Macheda
Van Persie

Saídas:
Kuszczak
Amos
Fábio
Pogba
Park Ji-Sung
Owen
Berbatov

Plantel:
Guarda-redes:
1 - De Gea
34 - Lindegaard

Defesas:
2 - Rafael
3 - Evra
4 - Jones
5 - Ferdinand
6 - Evans
12 - Smalling
15 - Vidic
28 - Buttner

Médios:
7 - Valencia
8 - Anderson
11 - Giggs
16 - Carrick
17 - Nani
18 - Young
22 - Scholes
23 - Cleverley
24 - Fletcher
25 - Powell
26 - Kagawa

Avançados:
10 - Rooney
14 - Javier Hernández
19 - Welbeck
20 - Van Persie
27 - Macheda *

Treinador: Alex Ferguson

* - Lista B


Historial na Liga dos Campeões:


Historial na Liga Europa:



Últimas 10 épocas:

domingo, 8 de julho de 2012

Portugal 0-0 (2-4) Espanha







Comparando com os quartos-de-final, Portugal jogou com Hugo Almeida em vez do lesionado Postiga, e a Espanha jogou com Negredo em vez de Fabregas.

O jogo teve poucas oportunidades de golo: Rui Patrício fez apenas 3 defesas em 120 minutos, e Casillas não fez nenhuma.

A Espanha refrescou o ataque durante a segunda parte, com as entradas de Fabregas para o lugar de Negredo, de Jesús Navas para o lugar de David Silva, e de Pedro para o lugar de Xavi.
Portugal fez apenas uma substituição durante a segunda parte, Nélson Oliveira para o lugar de Hugo Almeida, e guardou as outras duas para o prolongamento, onde Custódio e Varela entraram para os lugares de Miguel Veloso e Raul Meireles.

A decisão de quem avançava para a final foi para os penalties.

Nos penalties, o primeiro a marcar foi Xabi Alonso para a Espanha, ele que já tinha marcado um golo de penalty à França no jogo anterior. Mas desta vez não conseguiu fazê-lo novamente, Rui Patrício defendeu o remate.

Seguiu-se João Moutinho para Portugal, e tinha a oportunidade de colocar Portugal em vantagem. Mas também ele não foi capaz de marcar, Casillas defendeu o remate.

Depois, Iniesta marcou o primeiro golo para a Espanha.

E a seguir Pepe marcou o primeiro golo para Portugal. Casillas ainda adivinhou o lado mas não conseguiu alcançar a bola.

Seguiu-se Piqué, que também marcou – Rui Patrício também adivinhou o lado, mas não conseguiu defender o remate.

Depois veio Bruno Alves para marcar o terceiro penalty de Portugal… mas era a vez de Nani. E mais um golo.

E agora era a vez de Sergio Ramos… ele que, nas meias-finais da Liga dos Campeões, falhou um dos penalties do Real Madrid, e o Real Madrid foi eliminado. Mas desta vez, com muita classe, à Panenka, marcou o terceiro golo da Espanha.

O efeito deste penalty nas duas equipas foi semelhante ao efeito do penalty de Pirlo no jogo anterior.

O jogador seguinte era Bruno Alves, que depois disto era “obrigado” a chutar em força. E tal como Young no jogo anterior, também ele acertou na trave e não conseguiu marcar.



Fabregas tinha agora um “match point”. Ele já tinha estado numa situação similar no Euro 2008, marcando o quinto penalty que qualificou a Espanha e eliminou a Itália nos quartos de final. E desta fez, marcou novamente, qualificando a Espanha para a final e eliminando Portugal.



A bola ainda bateu no poste, mas entrou.


Portugal esteve muito perto de eliminar a Espanha. Uma bola que bate na barra e sai, e a seguir uma bola que bate no poste e entra.
Talvez com melhores marcadores de penalties a história tivesse sido outra (Postiga, Hugo Viana…).
Interessante como o falso herói quer livres a mais de 30 metros todos para ele, mas passa livres a 11 metros sem barreira para os outros. Supostamente seria ele a marcar o quinto de Portugal, mas não chegou a haver quinto.

sábado, 30 de junho de 2012

República Checa 0-1 Portugal







Em comparação com o terceiro jogo, a República Checa jogou com Darida em vez de Kolar.
Portugal, pelo quarto jogo consecutivo, jogou com a mesma equipa.

A melhor oportunidade de golo na primeira parte foi de Portugal – já perto do intervalo, Cristiano Ronaldo recebeu um passe longo de Raul Meireles, dominou a bola no peito, rodou sobre o defesa Kadlec e rematou ao poste.



Entretanto já Hugo Almeida tinha entrado uns minutos antes, para o lugar do lesionado Postiga. Nos jogos anteriores, tinha sido sempre Nélson Oliveira a substituir Postiga durante os jogos, e Hugo Almeida ainda não tinha jogado, estreando-se neste jogo.

No início da segunda parte, Cristiano Ronaldo rematou novamente ao poste, num pontapé livre, dos muitos que teve durante o torneio.

Aos 58’, após cruzamento do lado direito de Nani, Hugo Almeida cabeceou para dentro da baliza de Cech… mas a jogada foi invalidada por fora de jogo.

No entanto, foi um prenúncio para o que viria a acontecer minutos depois.

E aos 79’, Portugal finalmente marcou, após um cruzamento do lado direito de João Moutinho, Cristiano Ronaldo antecipou-se a Gebre Selassie e cabeceou para dentro da baliza!




Com este golo, alcançou Dzagoev, Gómez e Mandzukic na lista dos melhores marcadores do torneio.


Portugal atingiu as meias-finais pela quarta vez na história dos Campeonatos da Europa, a terceira nas últimas quatro edições.
A República Checa, apesar de ter tido mais um dia de descanso, não conseguiu fazer um único remate à baliza no jogo inteiro. Ainda assim foi uma participação excelente da República Checa, que não ultrapassava a fase de grupos de uma grande competição desde o Euro 2004, e nem sequer se tinha qualificado para o Mundial 2010.