sábado, 27 de dezembro de 2014

Everton



Treinador: Roberto Martínez





Jogador-chave: Baines



O Everton qualificou-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Começou com uma vitória impressionante, em casa contra o Wolfsburgo, por 4-1. No jogo seguinte, na Rússia contra o Krasnodar, empatou 1-1, e manteve a liderança do Grupo H e as distâncias para as outras equipas, porque o outro jogo do grupo também terminou empatado.
No terceiro jogo, em França contra o Lille, voltou a empatar, desta vez 0-0. Continuava no topo do Grupo H, com cinco pontos, mas o Wolfsburgo aproximou-se e ficou a apenas um ponto de distância. O Lille continuava a dois pontos de atraso e o Krasnodar estava agora a três pontos.
Duas semanas depois, em casa contra o Lille, o Everton voltou a vencer por três golos de diferença, desta vez 3-0, e ficou próximo de garantir a qualificação para os dezasseis avos de final. Tinha agora oito pontos, o Wolfsburgo tinha sete, o Lille três e o Krasnodar apenas dois.
Se o Krasnodar e o Lille empatassem na quinta jornada, o Everton estaria qualificado antes sequer de disputar o seu quinto jogo, na Alemanha contra o Wolfsburgo.
E foi isso mesmo que aconteceu. Mas apesar de já estar qualificado, o Everton ainda podia perder o primeiro lugar do grupo para o Wolfsburgo, que queria vingar a derrota da primeira jornada.
Só que o Everton conseguiu vencer novamente, desta vez por 2-0, e garantir o primeiro lugar do Grupo H.
O jogador-chave foi Baines, com um golo e três assistências nos quatro primeiros jogos.
O Everton está a fazer melhor que na sua participação anterior na Liga Europa, em 2009/2010, onde foi apenas segundo classificado na fase de grupos, com 9 pontos. Desta vez será primeiro classificado com um mínimo de 11 pontos.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Standard Liège



Treinador: Guy Luzon (Jogos 1-2) e Ivan Vukomanovic (Jogos 3-5)





Jogador-chave: Ciman



O Standard Liège foi novamente eliminado na fase de grupos da Liga Europa.
Começou por eliminar o Panathinaikos nas pré-eliminatórias da Liga dos Campeões, mas não conseguiu eliminar o Zenit na fase seguinte e caiu para a fase de grupos da Liga Europa.
No primeiro jogo venceu em casa o Rijeka por 2-0. Em apenas um jogo conseguiu fazer o que não tinha feito na época anterior, onde em seis jogos perdeu cinco e empatou apenas um.
No jogo seguinte, na Holanda contra o Feyenoord, perdeu por 1-2. Seguiu-se um empate 0-0 em casa contra o Sevilha, e duas semanas depois, novamente contra o Sevilha, em Espanha, uma derrota por 1-3.
Estes dois jogos contra o Sevilha já foram com Ivan Vukomanovic a treinador, que substituiu Guy Luzon, que tinha conseguido não ser despedido na época anterior apesar de não ganhar um único jogo, e agora que finalmente venceu foi despedido pouco depois.
Com apenas quatro pontos em quatro jogos, o Standard Liège ainda tinha a qualificação para os dezasseis avos de final ao seu alcance, desde que vencesse os dois últimos jogos. Vencendo o Rijeka ultrapassaria o Rijeka, e depois vencendo o Feyenoord também ultrapassaria o Feyenoord.
Só que perdeu na Croácia, num jogo em que jogou em inferioridade numérica desde cedo por expulsão de Arslanagic. E para piorar a situação, o Feyenoord ganhou ao Sevilha, aumentando a distância sobre o Standard Liège para uns irrecuperáveis cinco pontos.
O Standard Liège melhorou comparando com a época anterior, mas não foi suficiente para evitar ser novamente eliminado.

Feyenoord



Treinador: Fred Rutten





Jogador-chave: Toornstra



O Feyenoord qualificou-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
O início de época foi complicado: começou por ser eliminado pelo Besiktas nas pré-eliminatórias da Liga dos Campeões, caindo para a Liga Europa, onde ainda teve de disputar mais uma pré-eliminatória para chegar à fase de grupos, contra o Zorya.
Após empatar o primeiro jogo na Ucrânia, 1-1, o Feyenoord esteve a vencer em casa por 3-0, mas permitiu que o Zorya recuperasse para 3-3, resultado que eliminaria o Feyenoord. No entanto, um golo de Manu nos últimos instantes deu a vitória e a qualificação ao Feyenoord.
Na fase de grupos, começou com uma derrota em Espanha, contra o Sevilha, por 0-2. Seguiu-se uma vitória em casa contra o Standard Liège, por 2-1.
No terceiro jogo, na Croácia contra o Rijeka, perdeu por 1-3. Duas semanas depois, novamente contra o Rijeka, em casa, venceu por 2-0.
Ao fim de quatro jornadas o Feyenoord estava em segundo lugar no Grupo G, com seis pontos, menos dois que o líder Sevilha, e mais dois que o Rijeka e o Standard Liège.
No próximo jogo, em casa contra o Sevilha, o Feyenoord poderia subir ao primeiro lugar se vencesse, mas o Sevilha seria um adversário mais difícil que os outros dois.
O Feyenoord venceu por 2-0, subiu ao primeiro lugar do grupo, e como no outro jogo do grupo o Standard Liège não venceu, garantiu a qualificação para os dezasseis avos de final.
O jogador-chave foi Toornstra, com dois golos e uma assistência.
A última vez que o Feyenoord atingiu os dezasseis avos de final foi em 2004/2005, onde foi eliminado pelo Sporting. Desde então disputou mais duas fases de grupos até esta época, mas em 2006/2007 apesar de ter terminado em posição de qualificação foi eliminado devido a distúrbios dos seus adeptos, e em 2008/2009 perdeu todos os jogos. Apesar de ainda estar longe da equipa que venceu a Taça UEFA em 2001/2002, esta já é a melhor época do Feyenoord nos últimos 10 anos.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Inter de Milão



Treinador: Walter Mazzarri (Jogos 1-4) e Roberto Mancini (Jogo 5)





Jogador-chave: D'Ambrosio



O Inter de Milão qualificou-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Começou por vencer o Dnipro na Ucrânia por 1-0, aproveitando bem a superioridade numérica nos últimos minutos.
No jogo seguinte venceu em casa o Qarabag por 2-0. Como as restantes equipas do Grupo F só empatavam entre si e nem sequer marcavam golos, ao fim da segunda jornada o Inter de Milão já liderava o grupo com quatro pontos de avanço sobre o Saint-Étienne e cinco pontos de avanço sobre o Dnipro e o Qarabag.
O Inter de Milão também não estava imune aos empates 0-0, e no terceiro jogo esse foi precisamente o resultado em casa contra o Saint-Étienne. Duas semanas depois, em França, o Inter de Milão conseguiu marcar, mas voltou a empatar, desta vez 1-1.
Entretanto o Dnipro e o Qarabag ganharam um jogo cada entre eles, portanto ao fim da quarta jornada o Inter de Milão liderava o grupo com oito pontos, três de avanço sobre cada uma das outras equipas do grupo.
Walter Mazzarri foi despedido, e substituído por Roberto Mancini. Aparentemente a estreia de Roberto Mancini tinha tudo para correr mal: começou a perder, e o Dnipro teve uma oportunidade para aumentar a vantagem mas Samir Handanovic defendeu um penalty de Konoplyanka. Depois o Inter de Milão conseguiu empatar, e quando parecia que o pior já tinha passado, Ranocchia foi expulso no início da segunda parte, deixando o Inter de Milão a jogar em inferioridade numérica durante metade do jogo. Ainda assim o Inter de Milão conseguiu marcar um segundo golo, por Osvaldo, e vencer o jogo.
Com a vitória, e o empate no outro jogo, garantiu não só a qualificação para os dezasseis avos de final, mas também o primeiro lugar do Grupo F.
O jogador-chave foi D’Ambrosio, marcador dos dois primeiros golos do Inter de Milão, na Ucrânia contra o Dnipro e depois o em casa o primeiro contra o Qarabag.
Em 2012/2013 onze pontos não foram suficientes para o Inter de Milão vencer o seu grupo, terminou em segundo lugar atrás do Rubin Kazan. Desta vez com onze pontos já garantiu o primeiro lugar do grupo.

Estoril




Treinador: José Couceiro





Jogador-chave: Diogo Amado



O Estoril foi eliminado no Grupo E da Liga Europa.
Começou com uma derrota na Holanda, contra o PSV Eindhoven, por 1-0.
Seguiu-se uma vitória em casa contra o Panathinaikos, por 2-0. Foi a primeira vitória do Estoril na história da Liga Europa. Na época anterior não tinham conseguido vencer nenhum dos seis jogos, conseguiram apenas três empates. Em apenas dois jogos o Estoril já tinha agora conseguido vencer um jogo, e ter tantos pontos quantos os que teve na época anterior em seis jogos.
No jogo seguinte, em casa contra o Dínamo Moscovo, o Estoril esteve a perder por 0-1, teve uma oportunidade flagrante para empatar o jogo mas Gabulov defendeu um penalty de Kléber, e pouco depois o Estoril sofreu mais um golo. Perdeu por 1-2.
Duas semanas depois, na Rússia, perdeu novamente, desta vez por 0-1, e ficou com nove pontos de atraso para o Dínamo Moscovo (já inalcançável), e quatro pontos de atraso para o PSV Eindhoven. Era obrigatório vencer o PSV Eindhoven no jogo seguinte, para continuar a ter hipóteses de chegar ao segundo lugar.
Por duas vezes o Estoril esteve a perder, mas conseguiu chegar ao intervalo a vencer por 3-2. No entanto, devido ao mau tempo a segunda parte só foi jogada no dia seguinte. O Estoril não conseguiu manter a vantagem, e com um empate 3-3 foi eliminado.
Fez melhor que na época anterior, mas não foi suficiente para ultrapassar a fase de grupos.