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domingo, 11 de janeiro de 2015

APOEL



Treinador: Giorgos Donis





Jogador-chave: Nuno Morais



O APOEL foi eliminado no Grupo F da Liga dos Campeões.
Foi a pior participação de sempre do APOEL na Liga dos Campeões, conseguiu apenas um empate. Foi o pior ataque, com apenas um golo marcado (de penalty), e só não foi a pior equipa porque o Galatasaray também teve apenas um ponto e pior diferença de golos.
Se comparada com as anteriores participações na Liga dos Campeões esta foi um desastre, se a comparação for com a época anterior já não foi assim tão má.
Na época anterior o APOEL também começou na terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões, só que foi eliminado pelo Maribor e caiu para o playoff da Liga Europa, onde foi novamente eliminado pelo Zulte Waregem. Depois teve a sorte de ser repescado num sorteio e ainda assim atingir a fase de grupos da Liga Europa, onde foi eliminado.
Nesta época conseguiu ultrapassara o HJK Helsínquia na terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões, e depois no playoff também conseguiu ultrapassar o AaB Aalborg e qualificar-se para a fase de grupos.
Só que na fase de grupos começou por perder contra o Barcelona em Espanha por 0-1. Seguiu-se um empate em casa contra o Ajax, 1-1. No terceiro jogo voltou a perder por 0-1, em casa contra o Paris Saint-Germain, e duas semanas depois perdeu novamente por 0-1, desta vez em França.
Ao fim da quarta jornada já não tinha hipótese de ficar num dos dois primeiros lugares, porque tinha apenas um ponto e o Paris Saint-Germain já tinha 10 e o Barcelona 9. Só o Ajax, com dois pontos, era ainda alcançável.
No quinto jogo o APOEL perdeu em casa contra o Barcelona por 0-4. Foi a maior derrota do APOEL na história da Liga dos Campeões. Foi também a maior série de jogos sem vencer, que já ia em sete (incluindo os dois jogos dos quartos de final contra o Real Madrid em 2012).
Se conseguisse vencer o Ajax na Holanda, pelo menos subiria ao terceiro lugar e qualificar-se-ia para os dezasseis avos de final da Liga Europa, o que não conseguiu fazer na época anterior.
Só que voltou a perder por 0-4 e ficou no último lugar do Grupo F. Na época de estreia, em 2009/2010, também não tinha sido capaz de vencer um único jogo, mas pelo menos conseguiu três empates, e terminou com os mesmos pontos do terceiro classificado Atlético Madrid, que depois viria a ganhar a Liga Europa. Desta vez terminou com quatro pontos de atraso para o Ajax, que dificilmente ganhará a Liga Europa.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Olympiakos



Entradas:
Leonardo Jardim (Treinador)
Contreras
Manolas
Siovas
Diakité
Paulo Machado
Greco
Mitroglou

Saídas:
Ernesto Valverde (Treinador)
Mellberg
Avraam
Marcano
Orbaiz
Makoun
Kazim
Mirallas


Plantel:
Guarda-redes:
1 - Carroll
42 - Megyeri

Defesas:
6 - Papazoglou
15 - Contreras
20 - Holebas
23 - Siovas
24 - Manolas
35 - Torosidis

Médios:
2 - Maniatis
3 - Modesto
5 - Paulo Machado
7 - Ibagaza
8 - Fejsa
18 - Fetfatzidis
19 - Fuster
26 - Diakité
27 - Greco
93 - Abdoun

Avançados:
9 - Pantelic
10 - Djebbour
11 - Mitroglou
87 - Diogo

Treinador: Leonardo Jardim


Historial na Liga dos Campeões:


Historial na Liga Europa:



Últimas 10 épocas:

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Rubin Kazan vs. Olympiakos







O Rubin Kazan vs. Olympiakos foi o primeiro jogo dos dezasseis avos de final da Liga Europa, jogado logo às 11:00, em Moscovo, com -12 graus.
Os onzes apresentados acima e as fotos de equipa são todos do segundo jogo, na Grécia.
No primeiro jogo pelo Rubin Kazan jogaram Arlauskis a guarda-redes, Nemov a médio centro em vez de Kislyak, e Dyadyun a avançado em vez de Martins.
Pelo Olympiakos jogaram Megyeri a guarda-redes (até ser expulso), Holebas em vez de Avraam Papadopoulos (com Marcano a defesa central e Holebas a defesa esquerdo), e Makoun em vez de Ibagaza.
O Olympiakos marcou o único golo por Fuster, na sequência de um pontapé de canto, aos 71’.
Dois minutos depois Megyeri derrubou Gokdeniz Karadeniz na grande área e foi expulso. Penalty para o Rubin Kazan. Saiu Fuster para entrar Carroll, o guarda-redes suplente. Que na sua primeira intervenção defendeu o penalty rematado por Natcho.
No segundo jogo, Djebbour aumentou a vantagem do Olympiakos aos 14’, e o resultado não mais se alteraria até ao fim do jogo.

O Rubin Kazan voltou a ser eliminado nos dezasseis avos de final da Liga Europa, tal como na época anterior. O Olympiakos vai agora defrontar o Metalist Kharkiv nos oitavos de final.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Olympiakos

Olympiakos



Entradas:
Costanzo (GR)
Marcano (DF)
Fejsa (MC)
Yeste (MC)
Orbaiz (MC)
Makoun (MC)
Abdoun (MC)

Saídas:
Nikopolidis (GR)
Raúl Bravo (DF)
Hurtado (MC)
Zairi (MC)
Riera (MC)
Rommedahl (AV)
Derbyshire (AV)

Jogador-chave: Makoun


Historial na Liga dos Campeões:



Últimas 10 épocas:

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Argélia


COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo C:
1. Argélia 16 pontos
2. Egipto 13
3. Zâmbia 5
4. Ruanda 2

PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1982- Fase de Grupos
1986- Fase de Grupos

TREINADOR: Rabah Saadane

EQUIPA-TIPO: Gaouaoui; Bougherra, Yahia, Halliche e Belhadj; Mansouri, Yebda, Lacen e Ziani; Matmour e Ghezzal


Com as ausências de selecções como Marrocos, Tunísia, Egipto, Turquia, Arábia Saudita, Irão, etc., a Argélia será a única selecção no Mundial 2010 proveniente de um país muçulmano.

Na Taça das Nações Africanas a Argélia teve bons resultados- a vitória contra o Mali, e principalmente a vitória contra a Costa do Marfim nos quartos de final.
No entanto, nas meias finais contra o Egipto, três jogadores argelinos foram expulsos durante o jogo: o guarda-redes Chaouchi, e os defesas Belhadj e Halliche. Foram suspensos por 3, 2 e 1 jogo respectivamente. Já cumpriram um desses jogos de suspensão no jogo de 3º e 4º lugar, portanto Halliche poderá jogar no primeiro jogo do Mundial 2010, Belhadj poderá jogar a partir do segundo, e Chaouchi estaria numa situação semelhante à do uruguaio Cristián Rodríguez, suspenso nos dois primeiros jogos.
No entanto, Chaouchi tirará
partido do facto de jogar na Argélia para cumprir os dois jogos de suspensão em jogos do Campeonato Africano das Nações (espécie de Taça das Nações Africanas onde apenas podem jogar jogadores que joguem nos próprios países), ficando assim disponível para jogar no primeiro jogo do Campeonato do Mundo.