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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Roma vs. Feyenoord




Resultado da primeira mão: Roma 1-1 Feyenoord

Odds bwin antes da primeira mão:
Roma 1,33 (71%)
Feyenoord 3,25 (29%)

Odds bwin após a primeira mão:
Roma 1,75 (53%)
Feyenoord 2,00 (47%)

A Roma continua a ser favorita para atingir os oitavos de final, mas o Feyenoord conseguiu um bom resultado na primeira mão e está agora em vantagem. Gervinho marcou primeiro para a Roma na primeira parte, mas na segunda parte Kazim marcou o golo do empate.
O Feyenoord até agora ganhou todos os jogos em casa, e a Roma não ganhou nenhum jogo fora na Liga dos Campeões (uma derrota contra o Bayern, e dois empates 1-1 contra o Manchester City e o CSKA Moscovo, que levariam a eliminatória contra o Feyenoord para prolongamento).
Wilkshire e Immers estarão suspensos para a segunda mão.




Resultado da segunda mão: Feyenoord 1-2 Roma

O Feyenoord jogou com Van Beek em vez de Wilkshire, e Karsdorp em vez de Immers. A Roma jogou com Seydou Keita em vez de Nainggolan e Ljajic em vez de Verde.
Pouco antes do intervalo, Torosidis cruzou da direita e Ljajic finalizou ao segundo poste. A Roma estava agora em vantagem. E ficou aparentemente ainda melhor quando aos 54 minutos Te Vrede, que tinha entado na primeira parte para o lugar de Kazim, foi expulso por fazer uma falta sobre Manolas.
Apesar da expulsão, três minutos depois o recém entrado Manu empatou o jogo e a eliminatória. E foi novamente um cruzamento da direita de Torosidis que terminou em golo da Roma, marcado por Gervinho aos 60 minutos.
Agora o Feyenoord teria de marcar pelo menos dois golos, e estava a jogar em inferioridade numérica.
A Roma confirmou o favoritismo apesar do resultado desfavorável da primeira mão.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Roma



Treinador: Rudi Garcia





Jogador-chave: Gervinho



A Roma terminou em terceiro lugar no Grupo E da Liga dos Campeões, passando para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Até teve um arranque impressionante, com uma vitória em casa contra o CSKA Moscovo por 5-1! Foi a maior vitória da Roma na história da Liga dos Campeões, a segunda vez que venceu por quatro golos de diferença (a primeira foi contra o Shakhtar Donetsk em 2006) mas desta vez marcou mais golos.
No jogo seguinte empatou em Inglaterra contra o Manchester City, 1-1. Tudo parecia bem encaminhado para a Roma, que ao fim de apenas duas jornadas já tinha três pontos de vantagem sobre o Manchester City e quatro sobre o CSKA Moscovo.
O jogo seguinte era em casa contra o Bayern Munique. Se vencesse, a Roma subiria ao primeiro lugar do grupo. Mas desta vez, ao contrário do primeiro jogo contra o CSKA Moscovo, tudo correu mal à Roma. Ao intervalo já perdia por 0-5, e o resultado final de 1-7 é a maior derrota em casa da Roma na história da Liga dos Campeões, e também a maior de sempre juntamente com a derrota em Inglaterra contra o Manchester United por 1-7 em 2007.
Apenas cerca de um mês depois de conseguir o melhor resultado de sempre, a Roma sofria agora o pior resultado de sempre.
Duas semanas depois, na Alemanha, nova derrota, desta vez apenas por 0-2. Apesar de tudo a Roma mantinha o segundo lugar, porque o Manchester City conseguiu apenas um ponto contra o CSKA Moscovo, que agora também tinha quatro.
E já não teria de defrontar o Bayern Munique, ao contrário das outras duas equipas do grupo. A Roma até poderia garantir logo a qualificação para os oitavos de final no jogo seguinte na Rússia, se vencesse e o Manchester City não fosse capaz de derrotar o Bayern Munique.
Este cenário esteve perto de acontecer! A Roma esteve a vencer o CSKA Moscovo na Rússia até poucos instantes do fim, quando o CSKA Moscovo conseguiu marcar o golo do empate. Caso a Roma tivesse vencido, precisaria também que o Manchester City não vencesse o Bayern Munique, o que também esteve perto de acontecer, mas o Manchester City acabou por vencer 3-2 com dois golos nos últimos minutos.
Assim sendo, Roma, CSKA Moscovo e Manchester City foram todos empatados para a última jornada com cinco pontos. Se a Roma vencesse o Manchester City qualificar-se-ia para os oitavos de final, independentemente do que o CSKA Moscovo fizesse na Alemanha. Um empate 0-0 também seria suficiente se o CSKA Moscovo não ganhasse na Alemanha.
Durante uma hora o 0-0 qualificava a Roma, visto que o CSKA Moscovo estava a perder na Alemanha. Só que um golo de Nasri obrigou a Roma a marcar dois para recuperar o segundo lugar (um empate com golos qualificava o Manchester City com o CSKA Moscovo a perder o outro jogo). A Roma não conseguiu marcar, e sofreu ainda um segundo golo perto do fim.
A Roma foi uma de muitas equipas que começou com um resultado impressionante, mas não teve sequência nos jogos seguintes, e acabou por não ser suficiente. Outras como o Dínamo Zagreb, Steaua Bucareste ou PAOK fizeram-no na Liga Europa, terminaram em terceiro nos respetivos grupos e a época acabou para elas. No caso da Roma, terminar em terceiro na Liga dos Campeões dá-lhes a oportunidade de continuar nos dezasseis avos de final da Liga Europa, onde irá defrontar o Feyenoord.
A Roma tem boas hipóteses de atingir os oitavos de final, apesar da eliminação nos dezasseis avos de final da Liga Europa na única vez que os atingiu, contra o Panathinaikos em 2009/2010.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Costa Rica 1-1 Grécia (5-3 nos penalties)

Comparando com a terceira jornada, a Costa Rica jogou com Umaña em vez de Miller e Bolaños em vez de Brenes.



A Grécia, comparando com a terceira jornada, jogou com Samaris em vez de Kone.


Aos 52 minutos, Bolaños cruzou da esquerda e Ruiz, à entrada da área, rematou com o pé esquerdo, devagar e rasteiro mas colocado, marcando o primeiro golo do jogo.


Aos 66 minutos, Duarte fez uma falta sobre Holebas, viu o segundo cartão amarelo no jogo e deixou a Costa Rica em inferioridade numérica.


A Grécia empatou no último minuto do jogo: Samaras fez um lançamento longo para a área, Sokratis tocou de cabeça para Gekas, que rematou para defesa de Navas, e na recarga Sokratis marcou o golo, levando o jogo para prolongamento.


No prolongamento nenhuma das equipas conseguiu marcar, e o jogo foi para penalties.

Ao contrário do Brasil vs. Chile no dia anterior, aqui apenas um penalty foi falhado. Borges, Ruiz e González marcaram os três primeiros para a Costa Rica, e Mitroglou, Lazaros e Holebas marcaram os três primeiros para a Grécia.

Depois Campbell marcou o quarto para a Costa Rica, mas Navas defendeu o remate de Gekas!



Umaña marcou o quinto penalty para a Costa Rica, que assim se qualificou para os quartos de final pela primeira vez.

O herói do jogo foi Navas, não só por ter defendido um penalty (aí foi tão importante como os cinco jogadores da Costa Rica que marcaram os seus), mas também pelas várias defesas que fez durante o jogo que permitiram que a Costa Rica chegasse aos penalties.

























 O vilão foi Gekas, por ter sido o único a falhar o penalty.

Nos quartos de final a Costa Rica irá defrontar a Holanda. Não será favorita, mas também não era favorita contra o Uruguai, a Itália e a Inglaterra, que já foram todas eliminadas enquanto a Costa Rica ainda está em prova.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Grécia 2-1 Costa do Marfim

Comparando com a segunda jornada, a Grécia jogou com Lazaros em vez do suspenso Katsouranis, Karagounis em vez de Fetfatzidis, e Salpingidis em vez de Mitroglou.



A Costa do Marfim, comparando com a segunda jornada, jogou com Kolo Touré em vez do suspenso Zokora, Salomon Kalou em vez de Gradel, e Drogba a ponta-de-lança.


Aos 42 minutos, Tioté fez um mau passe para Serey Die e Samaris conseguiu recuperar a bola, tabelou com Samaras e, só com Barry pela frente, marcou o primeiro golo da Grécia no jogo e no Mundial 2014.


Samaris tinha começado o jogo no banco de suplentes, e entrado aos 12 minutos para o lugar do lesionado Kone. Aos 24 minutos Fernando Santos também foi forçado a fazer outra substituição por lesão, do guarda-redes Karnezis por Glykos. Apesar destas contrariedades, e de um remate à barra de Holebas, estavam em vantagem e qualificar-se-iam para os oitavos de final se o jogo terminasse assim e no outro jogo o Japão não vencesse a Colômbia.

Aos 74 minutos, já depois de a Grécia ter rematado outra bola à barra, por Karagounis, a Costa do Marfim empatou, por Bony, que recebeu um passe da esquerda de Gervinho e finalizou de primeira com o pé direito.


A Grécia ainda viria a ter outra bola no poste, num cruzamento de Torosidis, mas a perseverança grega foi finalmente recompensada no último minuto: Holebas cruzou da esquerda e Sio rasteirou Samaras dentro da área, penalty para a Grécia. O próprio Samaras assumiu a responsabilidade de o marcar, marcando o golo da vitória, que qualificou a Grécia para os oitavos de final pela primeira vez.


O herói do jogo foi Samaras, com um golo e uma assistência.


O vilão foi Sio – dois suplentes, Samaris e Bony, entraram para marcar golos para as suas equipas, enquanto ele, outro suplente, entrou para cometer a falta que eliminou a Costa do Marfim.


A Grécia irá defrontar a Costa Rica nos oitavos de final.

A Costa do Marfim foi eliminada na fase de grupos pela terceira vez consecutiva. É um fim de uma geração de jogadores que prometeu muito mas nunca cumpriu, quer nos Campeonatos do Mundo onde nunca passou da fase de grupos, quer nas Taças das Nações Africanas onde nunca foi capaz de vencer.

domingo, 15 de junho de 2014

Colômbia 3-0 Grécia

A Colômbia jogou em 4-2-3-1, com Zapata a defesa central em vez de Valdés, e Ibarbo a médio esquerdo em vez de Bacca.



A Grécia jogou com Manolas a defesa central e Katsouranis a médio defensivo em vez de Tziolis, Kone a médio ofensivo, e Gekas a ponta-de-lança.


A Colômbia marcou logo aos 5 minutos: Cuadrado fintou Holenbas na direita e cruzou para a área, James Rodríguez fez um movimento para receber a bola arrastando a marcação de Maniatis mas deixou-a passar para Armero, que perto da marca de penalty rematou para dentro da baliza de Karnezis. A bola ainda desviou em Manolas.


Na segunda parte, aos 58 minutos, James Rodríguez marcou um pontapé de canto na direita, Aguilar ganhou a disputa de bola no primeiro poste a Samaras e depois Teófilo Gutiérrez foi mais rápido a reagir que Holebas e Karnezis, marcando o segundo golo da Colômbia.


A Grécia teve uma excelente oportunidade para reduzir a desvantagem poucos minutos depois, mas Gekas cabeceou à barra um cruzamento da direita de Torosidis. Depois desta jogada foi substituído por Mitroglou.

Nos últimos minutos, Cuadrado conduziu um ataque rápido pela direita, combinou com Zúñiga e fez um passe de costas para James Rodríguez, que marcou o terceiro golo da Colômbia.

O herói do jogo foi Cuadrado, com duas assistências.


O vilão foi Holebas: o primeiro e o terceiro aconteceram no corredor que ele estava a defender, e no segundo não reagiu ao desvio de Aguilar, ao contrário de Teófilo Gutiérrez.



Esta foi a maior vitória de sempre da Colômbia em Campeonatos do Mundo – maior que o 2-0 contra os EAU em 1990 e também 2-0 contra a Suíça em 1994.

domingo, 20 de abril de 2014

Grécia


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo G:
1. Bósnia 25 pontos
2. Grécia 25
3. Eslováquia 13
4. Lituânia 11
5. Letónia 8
6. Liechtenstein 2

Playoff:
Grécia 3-1 Roménia
Roménia 1-1 Grécia


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1994 - Fase de Grupos
2010 - Fase de Grupos


Treinador: Fernando Santos




Equipa-tipo: Karnezis; Torosidis, Katsouranis, Sokratis e Holebas; Maniatis, Tziolis e Karagounis; Salpingidis, Mitroglou e Samaras





A Grécia qualificou-se para a fase final de um grande torneio pela quarta vez consecutiva. É a melhor era na história do futebol grego, que foi campeão europeu em 2004 e agora consegue atingir as fases finais, quando anteriormente apenas se tinha qualificado por duas vezes, no Euro 1980 e no Mundial 1994, com resultados fracos (duas derrotas e um empate em 1980, e três derrotas em 1994).

Depois de 2004 voltaram os resultados fracos, com três derrotas no Euro 2008, e duas derrotas e uma vitória no Mundial 2010. Otto Rehhagel deixou de ser o treinador, e Fernando Santos conseguiu fazer no Euro 2012 aquilo que Otto Rehhagel não conseguiu nos dois torneios anteriores, ultrapassar a fase de grupos. Conseguirá fazê-lo novamente no Mundial 2014?

Os jogadores escolhidos para o Mundial 2014 são os guarda-redes Karnezis (totalista na fase de qualificação), Kapino e Glykos, os defesas Torosidis, Katsouranis, Sokratis, Holebas, Vyntra, Manolas, Moras e Tzavellas, os médios Maniatis, Tziolis, Karagounis, Samaris, Tachtsidis, Christodoulopoulos, Kone e Fetfatzidis, e os avançados Salpingidis, Mitroglou, Samaras e Gekas.

Será o segundo Mundial para 10 destes jogadores: Moras, Tziolis, Samaras, Karagounis, Vyntra, Salpingidis, Torosidis, Gekas, Sokratis e Katsouranis.

A Grécia nunca defrontou os seus adversários do Grupo C em Campeonatos do Mundo anteriores, em 1994 e 2010 esteve no grupo da Argentina e Nigéria, que estão novamente no mesmo grupo mas desta vez sem a Grécia. A outra equipa do grupo era a Bulgária em 1994 e a Coreia do Sul em 2010.
No entanto, já defrontou o Japão na Taça das Confederações em 2005, e perdeu 0-1.


domingo, 26 de janeiro de 2014

Olympiakos





Treinador: Míchel

Jogador-chave: Manolas



O Olympiakos ultrapassou a fase de grupos da Liga dos Campeões pela 4ª vez em 15 participações.
A Liga dos Campeões não podia ter começado pior para o Olympiakos, com uma derrota em casa contra o Paris Saint-Germain, por 1-4. Seguiam-se dois jogos fora, contra Anderlecht e Benfica, onde o Olympiakos habitualmente é fraco. Em 45 jogos fora na Liga dos Campeões tinha apenas 4 vitórias, 8 empates, e 33 derrotas. No entanto, com uma excelente vitória na Bélgica por 3-0 (a maior de sempre fora), compensou a derrota da primeira jornada e subiu ao segundo lugar do grupo, com os mesmos pontos do Benfica mas melhor diferença de golos.
Continuou acima do Benfica com um empate 1-1 em Portugal, e duas semanas depois, em casa, derrotou-os por 1-0, conquistando 3 pontos de avanço, mais vantagem no confronto direto. Agora, para se qualificar para os oitavos de final, precisava apenas de conquistar mais três pontos nos últimos dois jogos. Como o último jogo seria em casa contra o inofensivo Anderlecht, não parecia ser uma tarefa complicada.
Perdeu o jogo seguinte, em França contra o Paris Saint-Germain, e o Benfica derrotou o Anderlecht na Bélgica, portanto as duas equipas voltaram a ter o mesmo número de pontos, à entrada para a última jornada, com o Olympiakos em vantagem no confronto direto.
Só precisava de derrotar o Anderlecht em casa, e conseguiu-o, num jogo invulgar, onde falhou dois penalties, e o adversário teve três jogadores expulsos.
Nos oitavos de final irá defrontar o Manchester United. Não deverá ter grandes hipóteses: nos jogos anteriores contra o Manchester United perdeu sempre, nunca foi capaz de sequer marcar um golo. E nos jogos anteriores pós-fase de grupos também nunca conseguiu vencer, o melhor que conseguiu foi empatar dois dos três jogos em casa.