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sábado, 19 de dezembro de 2015

sábado, 12 de setembro de 2015

Liga Europa 2015/2016: Grupo G


O Dnipro irá jogar a Liga Europa pela quarta época consecutiva. A época passada foi a melhor de sempre, atingiu a final.

A época passada teve momentos inesquecíveis, como a derrota em Itália contra o Inter de Milão, num jogo em que o Dnipro falhou um penalty e jogou a segunda parte em superioridade numérica mas mesmo assim perdeu. O jogo seguinte, contra o Saint-Étienne (que reencontrará na fase de grupos desta época), que o Dnipro tinha de ganhar, contra um adversário que até então não tinha perdido, e esperar que o Qarabag não ganhasse ao Inter de Milão.

Depois ultrapassar finalmente a barreira dos dezasseis avos de final, que o Dnipro não era capaz de fazer desde os tempos da União Soviética. Nos oitavos de final, contra o Ajax, foi necessário ir para prolongamento na Holanda. Momentos inesquecíveis. Mas serão irrepetíveis?

Não, mas antes de pensar em atingir novamente a final, o Dnipro deve concentrar-se em ultrapassar a fase de grupos, de preferência com mais facilidade que na época anterior, onde foi para a última jornada a não depender apenas de si para se qualificar.

O plantel teve algumas alterações comparando com a época passada, entraram 10 jogadores e saíram 8, mas manteve o elemento mais importante, o treinador Myron Markevich.
Saíram Egídio (Palmeiras), Mazuch (Sparta Praga), Alexandru, Konoplyanka (Sevilha), Kravchenko (Volyn Lutsk), Politylo (Volyn Lutsk), Kankava (para o Reims por 1,5M€) e Kalinic (para a Fiorentina por 1,5M€).
Entraram Vartsaba (Naftovyk), Chygrynskyi (Shakhtar Donetsk), Gueye (Metalist Kharkiv), Tomecak (1M€ do Rijeka), Anderson Pico (1M€ do Flamengo), Svatok, Danilo Sousa (Metalurh Donetsk), Babatunde (Volyn Lutsk), Edmar (Metalist Kharkiv) e Ruiz (Lille).

O Dnipro não tem um plantel ostensivo, mas por exemplo Gueye e Edmar têm tudo para ser excelentes contratações, eles que já foram liderados por Myron Markevich no Metalist Kharkiv, nos tempos em que o Dnipro tinha um plantel mais ostensivo mas com piores resultados.



A Lazio irá jogar a Liga Europa pela quinta vez nas últimas sete épocas.

Começou no playoff da Liga dos Campeões, competição em que participou pela última vez em 2007. E terá de esperar pelo menos mais um ano para lá regressar, porque não conseguiu eliminar o Bayer Leverkusen. Até venceu o primeiro jogo, em casa por 1-0, mas perdeu na Alemanha por 0-3.

Nas quatro participações anteriores, apenas na primeira a Lazio não conseguiu ultrapassar a fase de grupos, na estreia em 2009/2010. Ficou atrás do FC Salzburgo e do Villarreal. Nas três participações seguintes, ficou duas vezes em segundo lugar, e venceu o grupo uma vez. Das duas vezes que ficou em segundo lugar foi eliminado logo a seguir nos dezasseis avos de final (pelo Atlético Madrid em 2012 e pelo Ludogorets em 2014), e quando venceu o grupo conseguiu ir até aos quartos de final, naquela que foi a melhor época de sempre, em 2012/2013.

A Lazio fez poucas contratações, apenas cinco jogadores: Hoedt (AZ Alkmaar), Morrison, Sergej (9M€ ao Genk), Kishna (4M€ ao Ajax) e Matri (AC Milão). Mesmo assim conseguiu ser a equipa do grupo que mais gastou em contratações. 13M€ é pouco comparando com o que outras equipas na Liga Europa gastaram, mas é mais que o que gastaram as outras três equipas do grupo juntas.

Saíram nove jogadores: Novaretti (León), Cavanda (1,75M€ para o Trabzonspor), Pereirinha (Atlético Paranaense), Ciani (Sporting), Braafheid, Cana, Ederson (Flamengo), Ledesma e Brayan Perea (Troyes).

Talvez a Lazio consiga não perder nenhum jogo no grupo, tal como nas duas vezes anteriores. No mínimo deve conseguir atingir os dezasseis avos de final, e depois, independentemente de lá chegar como primeiro ou segundo classificado do grupo, deve tentar ir mais além. Tem os exemplos do Dnipro e do Sevilha, que na época passada não venceram os respetivos grupos e depois foram os dois finalistas.


O Saint-Étienne teve de disputar duas pré-eliminatórias para chegar à fase de grupos, e apesar de não ter sido brilhante, foi melhor que nas duas épocas anteriores.

Primeiro eliminou o Tirgu Mures com uma vitória por 3-0 na Roménia e uma derrota por 1-2 em casa. Na eliminatória seguinte eliminou o Milsami com um empate 1-1 na Moldávia e uma vitória por 1-0 em casa.

Em 2013/2014 tinha eliminado o Milsami mais facilmente (3-0 em casa e 3-0 fora), mas depois foi eliminado pelo Esbjerg na ronda seguinte (duas derrotas, por 3-4 na Dinamarca e 0-1 em casa) e nem sequer atingiu a fase de grupos. E na época passada conseguiu atingir a fase de grupos, depois de eliminar o Karabukspor nos penalties, mas não conseguiu vencer nenhum jogo no grupo, empatou os cinco primeiros e perdeu o último, contra o Dnipro, adversário que irá reencontrar esta época.

Na época passada o Saint-Étienne marcou apenas dois golos, e para fazer melhor desta vez, não é surpresa que o ataque foi o sector que sofreu mais alterações. Saíram cinco avançados, e entraram outros cinco.

Saíram Gradel (10M€ para o Bournemouth), Van Wolfswinkel (Norwich), Mevlut Erdinç (3,3M€ para o Hannover 96), Saint-Maximin (5M€ para o Mónaco) e Mollo (Samara). Entraram Bahebeck (Paris Saint-Germain), Roux (Lille por 2M€), Maupay (Nice), Pinheiro e Beric (Rapid Viena por 5,5M€).

Nos restantes sectores as alterações foram menos importantes, entraram Polomat (Laval), Assou-Ekotto, Malcuit (0,5M€ do Niort), Pajot (Rennes) e Eysseric (Nice), e saíram Valette (Niort), Baysse (Nice) e Tabanou (4,9M€ para o Swansea).

O treinador também se manteve, Christophe Galtier, que não foi capaz de ganhar um único jogo na fase de grupos da época passada, mas terá uma segunda oportunidade para o fazer.

Em princípio o Saint-Étienne deverá marcar mais golos que na época passada, deverá até finalmente ganhar um jogo. Se será ou não suficiente para atingir os dezasseis avos de final, daqui a poucos meses saberemos.



O Rosenborg já foi em tempos uma das equipas mais importantes do futebol europeu (jogou a Liga dos Campeões por onze vezes entre 1995 e 2007), mas esses dias acabaram.

Agora começa a competir logo na primeira pré-eliminatória, ao lado de equipas desconhecidas, e para chegar à fase de grupos tem de eliminar quatro adversários.

Primeiro eliminou o Vikingur com uma vitória por 2-0 nas Ilhas Faroé e um empate 0-0 em casa. Depois eliminou o KR com uma vitória por 1-0 na Islândia e outra por 3-0 em casa.

O adversário seguinte já não era um desconhecido, o Debrecen. O Rosenborg teve mais dificuldades, mas venceu novamente os dois jogos, por 3-2 na Hungria e depois por 3-1 em casa.

Faltava apenas um adversário para chegar à fase de grupos, este sim à altura do Rosenborg, o Steaua Bucareste. O Rosenborg conseguiu uma sensacional vitória na Roménia por 3-0, e depois mesmo com a derrota por 0-1 em casa na segunda mão conseguiu qualificar-se.

E agora, do que será capaz daqui adiante? Nas duas participações anteriores na fase de grupos da Liga Europa, nunca conseguiu ir mais além, vencendo apenas três dos doze jogos disputados, e perdendo os outros nove. Vendo as coisas pela positiva, da primeira para a segunda participação, duplicou o número de pontos. Se voltar a fazer melhor que anteriormente, poderá qualificar-se para os dezasseis avos de final, onde não está desde a Taça UEFA em 2007/2008.


Previsão:
1. Dnipro
2. Lazio
3. Saint-Étienne
4. Rosenborg


domingo, 19 de abril de 2015

Club Brugge vs. Dnipro



Resultado da primeira mão: Club Brugge 0-0 Dnipro

Odds bwin antes da primeira mão:
Club Brugge 1,81 (52%)
Dnipro 1,93 (48%)

Odds bwin após a primeira mão:
Club Brugge 1,87 (50%)
Dnipro 1,87 (50%)

domingo, 15 de março de 2015

Dnipro vs. Ajax




Resultado da primeira mão: Dnipro 1-0 Ajax

Odds bwin antes da primeira mão:
Dnipro 1,95 (48%)
Ajax 1,80 (52%)

Odds bwin após a primeira mão:
Dnipro 1,45 (64%)
Ajax 2,60 (36%)

O Dnipro venceu o Ajax em casa por 1-0 e, de acordo com as odds da bwin, é agora o favorito para atingir os quartos de final.
O único golo do jogo foi marcado aos 30 minutos: Konoplyanka cruzou da esquerda e Zozulya marcou, com um remate cruzado.
O resultado não foi tão bom como contra o Olympiakos na eliminatória anterior, onde o Dnipro conseguiu uma vantagem de 2-0 em casa no primeiro jogo, mas não deixa de ser uma vitória sem golos sofridos.
O Dnipro não poderá contar com três jogadores para a segunda mão, que estavam em risco de suspensão e viram o cartão amarelo neste jogo: o defesa Fedetskiy, o médio e capitão Rotan, e o avançado marcador do golo Zozulya.




Resultado da segunda mão: Ajax 2-1 Dnipro 

No segundo jogo o Ajax jogou com Sinkgraven em vez de Serero e Kishna em vez de Schone.
O Dnipro jogou com Leo Matos a lateral direito, Luchkevych em vez de Zozulya, Kankava em vez de Rotan, e Kalinic em vez de Seleznov.
Aos 60 minutos Egídio quis fintar Bazoer quando era o último defesa, mas perdeu a bola e Bazoer marcou o golo que empatou a eliminatória.
O jogo foi para prolongamento e aos 96 minutos Fedorchuk passou a bola a Konoplyanka que estava no flanco esquerdo, este passou por Van Rhijn e Bazoer e, com um remate de fora da área com o pé direito, marcou o seu primeiro golo nesta edição da Liga Europa!
O Ajax teria agora de marcar dois golos para ficar em vantagem na eliminatória.
Aos 117 minutos conseguiu marcar, quando Sigthórsson cabeceou à barra e na recarga Van der Hoorn, também de cabeça, marcou o segundo golo do Ajax.
Só que o Ajax ainda precisava de marcar mais um, e não conseguiu fazê-lo. Van der Hoorn ainda viria a ser expulso nos últimos instantes.

O Ajax melhorou comparando com a época anterior. Conseguiu atingir os oitavos de final (ao contrário das três épocas anteriores) e foi eliminado após prolongamento pela regra dos golos fora (na época anterior foi eliminado com duas derrotas contra o FC Salzburgo com um resultado total de 1-6). O Dnipro também melhorou comparando com as épocas anteriores, e terá a possibilidade de continuar a fazer ainda melhor.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Dnipro vs. Olympiakos




Resultado da primeira mão: Dnipro 2-0 Olympiakos

Odds bwin antes da primeira mão:
Dnipro 2,70 (35%)
Olympiakos 1,45 (65%)

Odds bwin após a primeira mão:
Dnipro 1,27 (73%)
Olympiakos 3,50 (27%)

O Dnipro conseguiu uma excelente vantagem na primeira mão, e é agora o favorito da bwin para atingir os oitavos de final.  Os dois golos foram marcados por Kankava e Rotan no início da segunda parte. No primeiro a bola desviou em Felipe Santana, no segundo Roberto pareceu aguardar por um desvio no livre de Rotan que não chegou a acontecer.
Na época anterior o Dnipro também venceu a primeira mão, 1-0 contra o Tottenham, e depois perdeu 1-3 na segunda e foi eliminado. Desta vez esse resultado será suficiente para atingir os oitavos de final.
Maniatis estará suspenso para a segunda mão.




Resultado da segunda mão: Olympiakos 2-2 Dnipro

O Olympiakos jogou com Milivojevic em vez de Maniatis e Durmaz em vez de Dossevi. O Dnipro jogou com Fedetskiy a lateral direito e Fedorchuk em vez de Bezus.
Aos 14 minutos Mitroglou marcou para o Olympiakos, que estava agora a apenas um golo de empatar a eliminatória. Mas aos 22 minutos Roberto ainda defendeu um cabeceamento de Fedetskiy a um cruzamento de Rotan, mas Fedetskiy marcou na recarga. Fedetskiy já tinha marcado um golo decisivo contra o Saint-Étienne, e agora voltou a fazê-lo.
O Olympiakos precisava agora de marcar três golos e não sofrer mais nenhum. No início da segunda parte ficou ainda mais difícil, quando Milivojevic foi expulso por travar um contra-ataque rasteirando Matheus por trás.
O Olympiakos só conseguiu marcar novamente já no minuto 90, por Domínguez de penalty. Mas nem sequer conseguiu vencer o jogo, porque logo a seguir o Dnipro empatou novamente, por Kalinic.
O Dnipro conseguiu finalmente atingir os oitavos de final! Conseguirá ir ainda mais além?

domingo, 25 de janeiro de 2015

Dnipro



Treinador: Myron Markevich





Jogador-chave: Fedetskiy



O Dnipro qualificou-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa pela terceira época seguida.
Esta qualificação foi bem mais complicada que as duas anteriores.
Começou por perder em casa contra o Inter de Milão por 0-1. Rotan foi expulso aos 68 minutos, e três minutos depois o Inter de Milão marcou o único golo do jogo.
Na jornada seguinte, em França contra o Saint-Étienne, empatou 0-0, num jogo em que Kalinic falhou um penalty. Ao fim de duas jornadas o Dnipro tinha apenas um ponto, já tinha cinco pontos de atraso para o Inter de Milão, um de atraso para o Saint-Étienne, e tinha os mesmos pontos do Qarabag, que seria o adversário nos próximos dois jogos.
Parecia a oportunidade perfeita para o Dnipro recuperar, só que no primeiro jogo, em casa, o Dnipro ainda complicou mais a sua situação, ao perder por 0-1! Tinha agora três pontos de atraso também para o Qarabag, dois de atraso para o Saint-Étienne, e seis de atraso para o Inter de Milão. Ainda não tinha marcado um único golo em três jogos!
O jogo seguinte, no Azerbaijão, foi o ponto de viragem. Kalinic redimiu-se do penalty falhado em França e marcou os dois golos do Dnipro, que venceu por 2-1.
Dnipro, Qarabag e Saint-Étienne estavam agora todos empatados com quatro pontos, e o Inter de Milão liderava o grupo com oito.
O próximo jogo era em Itália contra o Inter de Milão. Até começou bem para o Dnipro, que marcou primeiro, por Rotan (outro que se redimiu da expulsão no primeiro jogo). Depois Konoplyanka teve a oportunidade de aumentar a vantagem, de penalty, mas Samir Handanovic defendeu-o, e o Inter de Milão empatou logo a seguir.
No início da segunda parte Ranocchia foi expulso. Se o Inter de Milão aproveitou a superioridade numérica para vencer na Ucrânia, o Dnipro poderia fazer o mesmo em Itália. Só que apesar da expulsão, foi o Inter de Milão que marcou novamente. O Dnipro perdeu por 1-2, voltou a falhar um penalty, e não conseguiu aproveitar a superioridade numérica.
Estava agora em último lugar do grupo com quatro pontos, menos um que o Qarabag e o Saint-Étienne. Se ultrapassar o Saint-Étienne dependia apenas de si (bastava-lhe vencer o próximo jogo), ultrapassar o Qarabag dependia do Inter de Milão não perder no Azerbaijão.
O Dnipro conseguiu vencer o até então invicto Saint-Étienne, por 1-0, e o Inter de Milão empatou no Azerbaijão, portanto o Dnipro qualificou-se para os dezasseis avos de final.
O jogador-chave foi Fedetskiy, marcador do golo ao Saint-Étienne que qualificou o Dnipro.
Nos dezasseis avos de final o Dnipro irá defrontar o Olympiakos. Os dezasseis avos de final têm sido uma barreira intransponível para o Dnipro nas últimas décadas. A última vez que atingiram os oitavos de final foi na Taça dos Campeões em 1989/1990, quando ainda faziam parte da União Soviética!
No entanto, o treinador Myron Markevich já eliminou o Olympiakos nos oitavos de final recentemente, em 2012, quando treinava o Metalist Kharkiv. Conseguirá fazê-lo novamente pelo Dnipro, quebrando esta barreira com mais de 20 anos?

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

sábado, 26 de novembro de 2011

Metalist Kharkiv





Historial na Liga Europa:


Últimas 10 épocas:


Jogador em destaque: Edmar

Edmar tornou-se no melhor marcador do Metalist Kharkiv na história da Liga Europa, juntamente com Taison, têm ambos 4 golos; e é também o segundo jogador com mais jogos pelo clube, 12, juntamente com Villagra; o primeiro é Gueye com 13.
O Metalist Kharkiv podia dar umas aulas de “como ultrapassar uma fase de grupos” ao Dínamo Kiev, por exemplo. É a terceira vez que o Metalist Kharkiv o faz, em 3 tentativas, enquanto o Dínamo Kiev tem enormes dificuldades em fazê-lo: apenas uma vez nas últimas onze tentativas!