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sábado, 11 de junho de 2016

Euro 2016 - Suíça


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo E:
1. Inglaterra 30 pontos
2. Suíça 21
3. Eslovénia 16
4. Estónia 10
5. Lituânia 10
6. San Marino 1


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1996 - Fase de Grupos
2004 - Fase de Grupos
2008 - Fase de Grupos


TREINADOR: Vladimir Petkovic


EQUIPA-TIPO:


sábado, 7 de fevereiro de 2015

Young Boys



Treinador: Uli Forte





Jogador-chave: Hoarau



O Young Boys qualificou-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Ao contrário dos adversários do Grupo I, o Young Boys não começou nas pré-eliminatórias da Liga dos Campeões, portanto não teria direito a segundas oportunidades.
Primeiro eliminou o Ermis, com uma vitória por 1-0 em casa e outra por 2-0 no Chipre. Seguiu-se o Debrecen, outra equipa vinda da das pré-eliminatórias da Liga dos Campeões. O Young Boys venceu em casa por 3-1 e depois empatou 0-0 na Hungria, qualificando-se assim para a fase de grupos da Liga Europa.
Nas duas participações anteriores na fase de grupos da Liga Europa começou sempre com derrotas, mas desta vez começou com uma vitória impressionante, por 5-0, contra o Slovan Bratislava. Foi a maior vitória do Young Boys na história da Liga Europa, que nunca antes tinha vencido por mais de dois golos de diferença.
Seguiu-se uma derrota na República Checa por 1-3 contra o Sparta Praga. Ao fim de duas jornadas o Young Boys tinha três pontos, melhor que em 2012/2013 quando não tinha nenhum, e igual a 2010/2011 quando também tinha três.
No jogo seguinte, em casa contra o Nápoles, venceu por 2-0. Ao fim de três jornadas o Young Boys, o Nápoles e o Sparta Praga estavam todos empatados com seis pontos.
O Young Boys e o Nápoles já tinham tido experiências recentes com empates triplos, onde foram o elo mais fraco. O Young Boys em 2012/2013 na Liga Europa, onde terminou com 10 pontos tal como o Liverpool e o Anzhi mas perdeu no empate triplo, e o Nápoles na Liga dos Campeões em 2013/2014 onde terminou com 12 pontos tal como o Borussia Dortmund e o Arsenal e perdeu no empate triplo.
Voltariam a estar envolvidos num empate triplo? E se sim, desta vez sairiam por cima?
No jogo seguinte, em Itália contra o Nápoles, o Young Boys perdeu por 0-3. Foi ultrapassado pelo Nápoles e pelo Sparta Praga, e num eventual empate simples contra o Nápoles teria desvantagem no confronto direto.
Em nove jogos fora na Liga Europa o Young Boys tinha uma vitória, um empate e sete derrotas. No próximo jogo, fora na Eslováquia, corria o risco de ser eliminado, se perdesse e o Sparta Praga ganhasse ao Nápoles.
Só que o Young Boys conseguiu vencer, por 3-1, e além disso o Sparta Praga empatou com o Nápoles. A possibilidade de empate triplo estava assim desfeita, o Nápoles já estava qualificado, e o Young Boys precisava de derrotar o Sparta Praga na última jornada para se qualificar.
Ao contrário do fraco historial a jogar fora, o Young Boys tinha um historial impressionante a jogar em casa: em nove jogos, oito vitórias e apenas uma derrota.
Voltou a vencer, por 2-0, e qualificou-se para os dezasseis avos de final.
O jogador-chave foi Hoarau, que marcou cinco golos – o último na vitória por 5-0 contra o Slovan Bratislava (onde foi suplente, sendo depois titular a partir dos jogos seguintes), outro na República Checa contra o Sparta Praga, o primeiro na vitória por 2-0 contra o Nápoles, o primeiro (de penalty) na Eslováquia, e o primeiro (também de penalty) na vitória no último jogo contra o Sparta Praga.
Nos dezasseis avos de final o Young Boys irá defrontar o Everton. Conseguirá melhorar o seu excelente historial a jogar em casa? E será suficiente? A única equipa que não perdeu na Suíça foi o Liverpool, vizinho do Everton.

sábado, 21 de junho de 2014

Suíça 2-5 França

Comparando com a primeira jornada, Ottmar Hitzfeld colocou os autores dos golos contra o Equador, Mehmedi e Seferovic, em vez de Stocker e Drmic.



A França, comparando com a primeira jornada, jogou com Sissoko em vez de Pogba e Giroud em vez de Griezmann.


Logo aos 9 minutos, Von Bergen teve de ser substituído, por ter levado um pontapé na cabeça de Giroud. O francês devia ter sido expulso, mas o árbitro Bjorn Kuipers nem sequer lhe mostrou o cartão amarelo.


Aos 17 minutos Valbuena marcou um pontapé de canto na direita e precisamente Giroud, de cabeça, marcou o primeiro golo...

No minuto seguinte Behrami perdeu a posse de bola, passando-a para Benzema, que lançou Matuidi na esquerda, e este fez o segundo golo.

Benaglio ainda defendeu um penalty de Benzema aos 32 minutos (primeiro penalty defendido no Mundial 2014), mas aos 40 minutos a França marcou o terceiro, num contra-ataque, com Giroud a cruzar na esquerda e Valbuena a concluir na direita.

Aos 67 minutos, Pogba levantou a bola para Benzema, Senderos falhou o corte, mas Benzema não falhou o remate, metendo a bola por entre as pernas de Benaglio.


Aos 73 minutos, Benzema viu Sissoko com espaço na direita, passou-lhe a bola e este marcou o quinto golo.

Aos 81 minutos a Suíça finalmente marcou, por Dzemaili, num livre direto em que a bola passou no meio da barreira francesa.


E aos 87 minutos, Inler fez um passe em profundidade para Granit Xhaka e este de primeira, sem deixar a bola cair no chão, marcou com o pé esquerdo.




O herói do jogo foi novamente Benzema, apesar de falhar um penalty – marcou um golo, juntando-se a Robben, Van Persie e Muller na lista dos melhores marcadores, e ainda fez duas assistências.



O vilão foi Behrami. Perdeu a disputa de cabeça no primeiro golo, perdeu a posse de bola no segundo, e saiu ao intervalo, com a Suíça a perder por 0-3.


 
Este foi, até agora, o jogo com mais golos do Mundial 2014. A França ficou a aguardar pelo Honduras vs. Equador para saber se já estava qualificada ao fim da segunda jornada – precisava que o Equador não ganhasse.

sábado, 26 de abril de 2014

Suíça


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo E:
1. Suíça 24 pontos
2. Islândia 17
3. Eslovénia 15
4. Noruega 12
5. Albânia 11
6. Chipre 5


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Quartos de Final
1938 - Quartos de Final
1950 - Fase de Grupos
1954 - Quartos de Final
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1994 - Oitavos de Final
2006 - Oitavos de Final
2010 - Fase de Grupos


Treinador: Ottmar Hitzfeld




Equipa-tipo: Benaglio; Lichtsteiner, Schar, Von Bergen e Rodríguez; Inler e Behrami; Shaqiri, Granit Xhaka e Stocker; Seferovic





Das 25 equipas que estiveram no Mundial 2010 e regressam para o Mundial 2014, apenas 4 mantiveram os treinadores: a Espanha, a Alemanha, o Uruguai e a Suíça.

Nos casos da Espanha, da Alemanha e do Uruguai com Vicente Del Bosque, Joachim Low e Óscar Tabárez respetivamente, é compreensível – a Espanha foi campeã mundial em 2010 e dois anos depois foi campeã europeia, a Alemanha ficou em terceiro lugar em 2010 e foi semifinalista no Euro 2012, enquanto o Uruguai ficou em quarto lugar em 2010 (melhor classificação dos últimos 40 anos) e no ano seguinte venceu a Copa América.

No caso da Suíça com Ottmar Hitzfeld, que foi eliminado na fase de grupos em 2010 e nem sequer se qualificou para o Euro 2012, é mais difícil de compreender.

Esta será a terceira participação consecutiva da Suíça, o que nunca aconteceu anteriormente. Em 2006 foram eliminados sem sofrer um único golo (exceto nos penalties contra a Ucrânia nos oitavos de final), e em 2010, depois de vencerem a futura campeã Espanha no primeiro jogo, não conseguiram marcar mais nenhum golo e foram eliminados na fase de grupos. Nestes sete jogos marcaram cinco golos e sofreram apenas um.

No Grupo E irão reencontrar a França e as Honduras, que já defrontaram em 2006 e 2010 respetivamente, com o mesmo resultado, 0-0. Nunca defrontaram o Equador em Campeonatos do Mundo anteriores, mas têm um péssimo registo contra equipas sul-americanas (um empate e quatro derrotas).

Os convocados são os guarda-redes Benaglio, Sommer e Burki, os defesas Lichtsteiner, Schar, Von Bergen, Rodríguez, Lang, Senderos, Djourou e Ziegler, os médios Inler, Behrami, Shaqiri, Granit Xhaka, Stocker, Fernandes, Dzemaili e Barnetta, e os avançados Seferovic, Gavranovic, Mehmedi e Drmic.

Todos excepto Burki foram utilizados durante a qualificação, na qual a Suíça não perdeu um único jogo, e apenas Klose, Kasami, Derdiyok e Emeghara também foram utilizados mas excluídos da fase final.

Este será o terceiro Campeonato do Mundo para Benaglio (suplente não utilizado em 2006), Senderos, Behrami e Barnetta, e o segundo para Lichtsteiner, Von Bergen, Ziegler, Inler, Fernandes, Shaqiri, Djourou (esteve em 2006 mas não em 2010) e Dzemaili (também esteve em 2006 mas não em 2010).

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Suíça


COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo 2:
1. Suíça 21 pontos
2. Grécia 20
3. Letónia 17
4. Israel 16
5. Luxemburgo 5
6. Moldávia 3

PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934- Quartos de Final
1938- Quartos de Final
1950- Fase de Grupos
1954- Quartos de Final
1962- Fase de Grupos
1966- Fase de Grupos
1994- Oitavos de Final
2006- Oitavos de Final

TREINADOR: Ottmar Hitzfeld

EQUIPA-TIPO: Benaglio; Lichtsteiner, Grichting, Senderos e Magnin; Padalino, Inler, Huggel e Barnetta; Nkufo e Frei


Esta será a 9ª participação da Suíça em Campeonatos do Mundo, a 2ª consecutiva.

A qualificação da Suíça começou com um resultado chocante, a derrota em casa contra o Luxemburgo. No entanto, conseguiu recuperar e ganhar os cinco jogos seguintes, incluindo dois contra a Grécia.
No Mundial 2006 a Suíça foi eliminada sem sofrer um único golo! Empatou 0-0 com a França, depois derrotou o Togo e a Coreia do Sul, ambos por 2-0, e nos oitavos de final empatou 0-0 com a Ucrânia, sendo eliminada nos penalties.
Vários jogadores da actual equipa estiveram no Mundial 2006 - o guarda-redes Benaglio (que era na altura suplente de Zuberbuhler), os defesas Senderos, Grichting e Spycher, os médios Barnetta, Behrami e Hakan Yakin, e os avançados Frei e Streller.

Se a Suíça demonstrar a mesma solidez defensiva de 2006, provavelmente voltará a atingir os oitavos de final.