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domingo, 9 de dezembro de 2018
Young Boys
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sábado, 2 de dezembro de 2017
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sábado, 3 de dezembro de 2016
Young Boys
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sábado, 11 de junho de 2016
Euro 2016 - Suíça
COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo E:
1. Inglaterra 30 pontos
2. Suíça 21
3. Eslovénia 16
4. Estónia 10
5. Lituânia 10
6. San Marino 1
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1996 - Fase de Grupos
2004 - Fase de Grupos
2008 - Fase de Grupos
TREINADOR: Vladimir Petkovic
EQUIPA-TIPO:
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sábado, 7 de fevereiro de 2015
Young Boys
Treinador: Uli Forte
Jogador-chave: Hoarau
O Young Boys qualificou-se para os dezasseis avos de final
da Liga Europa.
Ao contrário dos adversários do Grupo I, o Young Boys não
começou nas pré-eliminatórias da Liga dos Campeões, portanto não teria direito
a segundas oportunidades.
Primeiro eliminou o Ermis, com uma vitória por 1-0 em casa e
outra por 2-0 no Chipre. Seguiu-se o Debrecen, outra equipa vinda da das
pré-eliminatórias da Liga dos Campeões. O Young Boys venceu em casa por 3-1 e
depois empatou 0-0 na Hungria, qualificando-se assim para a fase de grupos da
Liga Europa.
Nas duas participações anteriores na fase de grupos da Liga
Europa começou sempre com derrotas, mas desta vez começou com uma vitória
impressionante, por 5-0, contra o Slovan Bratislava. Foi a maior vitória do
Young Boys na história da Liga Europa, que nunca antes tinha vencido por mais
de dois golos de diferença.
Seguiu-se uma derrota na República Checa por 1-3 contra o
Sparta Praga. Ao fim de duas jornadas o Young Boys tinha três pontos, melhor
que em 2012/2013 quando não tinha nenhum, e igual a 2010/2011 quando também
tinha três.
No jogo seguinte, em casa contra o Nápoles, venceu por 2-0.
Ao fim de três jornadas o Young Boys, o Nápoles e o Sparta Praga estavam todos
empatados com seis pontos.
O Young Boys e o Nápoles já tinham tido experiências
recentes com empates triplos, onde foram o elo mais fraco. O Young Boys em
2012/2013 na Liga Europa, onde terminou com 10 pontos tal como o Liverpool e o
Anzhi mas perdeu no empate triplo, e o Nápoles na Liga dos Campeões em
2013/2014 onde terminou com 12 pontos tal como o Borussia Dortmund e o Arsenal
e perdeu no empate triplo.
Voltariam a estar envolvidos num empate triplo? E se sim,
desta vez sairiam por cima?
No jogo seguinte, em Itália contra o Nápoles, o Young Boys
perdeu por 0-3. Foi ultrapassado pelo Nápoles e pelo Sparta Praga, e num
eventual empate simples contra o Nápoles teria desvantagem no confronto direto.
Em nove jogos fora na Liga Europa o Young Boys tinha uma
vitória, um empate e sete derrotas. No próximo jogo, fora na Eslováquia, corria
o risco de ser eliminado, se perdesse e o Sparta Praga ganhasse ao Nápoles.
Só que o Young Boys conseguiu vencer, por 3-1, e além disso
o Sparta Praga empatou com o Nápoles. A possibilidade de empate triplo estava
assim desfeita, o Nápoles já estava qualificado, e o Young Boys precisava de
derrotar o Sparta Praga na última jornada para se qualificar.
Ao contrário do fraco historial a jogar fora, o Young Boys
tinha um historial impressionante a jogar em casa: em nove jogos, oito vitórias
e apenas uma derrota.
Voltou a vencer, por 2-0, e qualificou-se para os dezasseis
avos de final.
O jogador-chave foi Hoarau, que marcou cinco golos – o último
na vitória por 5-0 contra o Slovan Bratislava (onde foi suplente, sendo depois
titular a partir dos jogos seguintes), outro na República Checa contra o Sparta
Praga, o primeiro na vitória por 2-0 contra o Nápoles, o primeiro (de penalty)
na Eslováquia, e o primeiro (também de penalty) na vitória no último jogo
contra o Sparta Praga.
Nos dezasseis avos de final o Young Boys irá defrontar o
Everton. Conseguirá melhorar o seu excelente historial a jogar em casa? E será
suficiente? A única equipa que não perdeu na Suíça foi o Liverpool, vizinho do
Everton.
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sábado, 21 de junho de 2014
Suíça 2-5 França
Comparando com a primeira jornada, Ottmar Hitzfeld colocou
os autores dos golos contra o Equador, Mehmedi e Seferovic, em vez de Stocker e
Drmic.
A França, comparando com a primeira jornada, jogou com
Sissoko em vez de Pogba e Giroud em vez de Griezmann.
Logo aos 9 minutos, Von Bergen teve de ser substituído, por
ter levado um pontapé na cabeça de Giroud. O francês devia ter sido expulso,
mas o árbitro Bjorn Kuipers nem sequer lhe mostrou o cartão amarelo.
Aos 17 minutos Valbuena marcou um pontapé de canto na
direita e precisamente Giroud, de cabeça, marcou o primeiro golo...
No minuto seguinte Behrami perdeu a posse de bola,
passando-a para Benzema, que lançou Matuidi na esquerda, e este fez o segundo
golo.
Benaglio ainda defendeu um penalty de Benzema aos 32 minutos
(primeiro penalty defendido no Mundial 2014), mas aos 40 minutos a França
marcou o terceiro, num contra-ataque, com Giroud a cruzar na esquerda e
Valbuena a concluir na direita.
Aos 67 minutos, Pogba levantou a bola para Benzema, Senderos
falhou o corte, mas Benzema não falhou o remate, metendo a bola por entre as
pernas de Benaglio.
Aos 73 minutos, Benzema viu Sissoko com espaço na direita,
passou-lhe a bola e este marcou o quinto golo.
Aos 81 minutos a Suíça finalmente marcou, por Dzemaili, num
livre direto em que a bola passou no meio da barreira francesa.
E aos 87 minutos, Inler fez um passe em profundidade para
Granit Xhaka e este de primeira, sem deixar a bola cair no chão, marcou com o
pé esquerdo.
O herói do jogo foi novamente Benzema, apesar de falhar um penalty
– marcou um golo, juntando-se a Robben, Van Persie e Muller na lista dos
melhores marcadores, e ainda fez duas assistências.
O vilão foi Behrami. Perdeu a disputa de cabeça no primeiro
golo, perdeu a posse de bola no segundo, e saiu ao intervalo, com a Suíça a
perder por 0-3.
Este foi, até agora, o jogo com mais golos do Mundial 2014.
A França ficou a aguardar pelo Honduras vs. Equador para saber se já estava
qualificada ao fim da segunda jornada – precisava que o Equador não ganhasse.
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sábado, 26 de abril de 2014
Suíça
COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo E:
1. Suíça 24 pontos
2. Islândia 17
3. Eslovénia 15
4. Noruega 12
5. Albânia 11
6. Chipre 5
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Quartos de Final
1938 - Quartos de Final
1950 - Fase de Grupos
1954 - Quartos de Final
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1994 - Oitavos de Final
2006 - Oitavos de Final
2010 - Fase de Grupos
Treinador: Ottmar Hitzfeld
Equipa-tipo: Benaglio; Lichtsteiner, Schar, Von Bergen e Rodríguez; Inler e Behrami; Shaqiri, Granit Xhaka e Stocker; Seferovic
Das 25 equipas que estiveram no Mundial 2010 e regressam
para o Mundial 2014, apenas 4 mantiveram os treinadores: a Espanha, a Alemanha, o Uruguai e
a Suíça.
Nos casos da Espanha, da Alemanha e do Uruguai com Vicente Del Bosque, Joachim Low e
Óscar Tabárez respetivamente, é compreensível – a Espanha foi campeã mundial em
2010 e dois anos depois foi campeã europeia, a Alemanha ficou em terceiro lugar em 2010 e foi semifinalista no Euro 2012, enquanto o Uruguai ficou em quarto
lugar em 2010 (melhor classificação dos últimos 40 anos) e no ano seguinte
venceu a Copa América.
No caso da Suíça com Ottmar Hitzfeld, que foi eliminado na
fase de grupos em 2010 e nem sequer se qualificou para o Euro 2012, é mais
difícil de compreender.
Esta será a terceira participação consecutiva da Suíça, o
que nunca aconteceu anteriormente. Em 2006 foram eliminados sem sofrer um único
golo (exceto nos penalties contra a Ucrânia nos oitavos de final), e em 2010, depois
de vencerem a futura campeã Espanha no primeiro jogo, não conseguiram marcar
mais nenhum golo e foram eliminados na fase de grupos. Nestes sete jogos
marcaram cinco golos e sofreram apenas um.
No Grupo E irão reencontrar a França e as Honduras, que já
defrontaram em 2006 e 2010 respetivamente, com o mesmo resultado, 0-0. Nunca
defrontaram o Equador em Campeonatos do Mundo anteriores, mas têm um péssimo
registo contra equipas sul-americanas (um empate e quatro derrotas).
Os convocados são os guarda-redes Benaglio, Sommer e Burki, os defesas Lichtsteiner, Schar, Von Bergen, Rodríguez, Lang, Senderos, Djourou e Ziegler, os
médios Inler, Behrami, Shaqiri, Granit Xhaka, Stocker, Fernandes, Dzemaili e Barnetta, e os avançados Seferovic,
Gavranovic, Mehmedi e Drmic.
Todos excepto Burki foram utilizados durante a qualificação,
na qual a Suíça não perdeu um único jogo, e apenas Klose, Kasami, Derdiyok e
Emeghara também foram utilizados mas excluídos da fase final.
Este será o terceiro Campeonato do Mundo para Benaglio
(suplente não utilizado em 2006), Senderos, Behrami e Barnetta, e o segundo
para Lichtsteiner, Von Bergen, Ziegler, Inler, Fernandes, Shaqiri, Djourou
(esteve em 2006 mas não em 2010) e Dzemaili (também esteve em 2006 mas não em
2010).
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domingo, 22 de agosto de 2010
Suíça
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sexta-feira, 7 de maio de 2010
Suíça

COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo 2:
1. Suíça 21 pontos
2. Grécia 20
3. Letónia 17
4. Israel 16
5. Luxemburgo 5
6. Moldávia 3
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934- Quartos de Final1938- Quartos de Final
1950- Fase de Grupos
1954- Quartos de Final
1962- Fase de Grupos
1966- Fase de Grupos
1994- Oitavos de Final
2006- Oitavos de Final
TREINADOR: Ottmar Hitzfeld
EQUIPA-TIPO: Benaglio; Lichtsteiner, Grichting, Senderos e Magnin; Padalino, Inler, Huggel e Barnetta; Nkufo e Frei

Esta será a 9ª participação da Suíça em Campeonatos do Mundo, a 2ª consecutiva.
A qualificação da Suíça começou com um resultado chocante, a derrota em casa contra o Luxemburgo. No entanto, conseguiu recuperar e ganhar os cinco jogos seguintes, incluindo dois contra a Grécia.
No Mundial 2006 a Suíça foi eliminada sem sofrer um único golo! Empatou 0-0 com a França, depois derrotou o Togo e a Coreia do Sul, ambos por 2-0,
e nos oitavos de final empatou 0-0 com a Ucrânia, sendo eliminada nos penalties.Vários jogadores da actual equipa estiveram no Mundial 2006 - o guarda-redes Benaglio (que era na altura suplente de Zuberbuhler), os defesas Senderos, Grichting e Spycher, os médios Barnetta, Behrami e Hakan Yakin, e os avançados Frei e Streller.
Se a Suíça demonstrar a mesma solidez defensiva de 2006, provavelmente voltará a atingir os oitavos de final.
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