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sábado, 11 de junho de 2016

Euro 2016 - Suíça


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo E:
1. Inglaterra 30 pontos
2. Suíça 21
3. Eslovénia 16
4. Estónia 10
5. Lituânia 10
6. San Marino 1


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1996 - Fase de Grupos
2004 - Fase de Grupos
2008 - Fase de Grupos


TREINADOR: Vladimir Petkovic


EQUIPA-TIPO:


sábado, 5 de julho de 2014

Argentina 1-0 Suíça

Comparando com a terceira jornada, a Argentina jogou com Lavezzi em vez de Aguero.



A Suíça jogou com a mesma equipa que derrotou as Honduras no jogo anterior.


Ao fim de 90 minutos o jogo continuava empatado 0-0 e foi para prolongamento.

Aos 118 minutos Benaglio marcou um pontapé de baliza, Mascherano ganhou de cabeça a Seferovic mas a bola foi parar a Lichtsteiner, que quis passar a bola a Fernandes mas acabou por passá-la a Palacio, este passou por Lichtsteiner e com a aproximação de Behrami passou a bola a Messi, e de repente a Argentina estava numa situação de 3 contra 3: Messi passou pelo carrinho de Schar, Higuaín estava entre os últimos dois defesas Djourou e Rodríguez, mas Di María estava sozinho na direita, Messi passou-lhe a bola e este rematou com o pé esquerdo, fora do alcance de Benaglio.


A Argentina ainda apanhou um susto nos últimos momentos, quando Shaqiri cruzou da direita e Dzemaili cabeceou ao poste, e no ressalto a bola bate no joelho de Dzemaili mas vai fora da baliza.


O herói do jogo foi Di María, pelo golo que marcou, evitando os penalties.


A Suíça voltou a não conseguir atingir os quartos de final: a última vez que conseguiu fazê-lo foi em 1954, quando organizou o Mundial.

A Argentina atingiu novamente os quartos de final. No caso da Argentina, são as meias finais que têm sido inalcançáveis nos últimos anos, a última vez que as atingiram foi em 1990. Desta  vez, entre a Argentina e as meias finais estará o vencedor do Bélgica vs. EUA.

sábado, 21 de junho de 2014

Suíça 2-5 França

Comparando com a primeira jornada, Ottmar Hitzfeld colocou os autores dos golos contra o Equador, Mehmedi e Seferovic, em vez de Stocker e Drmic.



A França, comparando com a primeira jornada, jogou com Sissoko em vez de Pogba e Giroud em vez de Griezmann.


Logo aos 9 minutos, Von Bergen teve de ser substituído, por ter levado um pontapé na cabeça de Giroud. O francês devia ter sido expulso, mas o árbitro Bjorn Kuipers nem sequer lhe mostrou o cartão amarelo.


Aos 17 minutos Valbuena marcou um pontapé de canto na direita e precisamente Giroud, de cabeça, marcou o primeiro golo...

No minuto seguinte Behrami perdeu a posse de bola, passando-a para Benzema, que lançou Matuidi na esquerda, e este fez o segundo golo.

Benaglio ainda defendeu um penalty de Benzema aos 32 minutos (primeiro penalty defendido no Mundial 2014), mas aos 40 minutos a França marcou o terceiro, num contra-ataque, com Giroud a cruzar na esquerda e Valbuena a concluir na direita.

Aos 67 minutos, Pogba levantou a bola para Benzema, Senderos falhou o corte, mas Benzema não falhou o remate, metendo a bola por entre as pernas de Benaglio.


Aos 73 minutos, Benzema viu Sissoko com espaço na direita, passou-lhe a bola e este marcou o quinto golo.

Aos 81 minutos a Suíça finalmente marcou, por Dzemaili, num livre direto em que a bola passou no meio da barreira francesa.


E aos 87 minutos, Inler fez um passe em profundidade para Granit Xhaka e este de primeira, sem deixar a bola cair no chão, marcou com o pé esquerdo.




O herói do jogo foi novamente Benzema, apesar de falhar um penalty – marcou um golo, juntando-se a Robben, Van Persie e Muller na lista dos melhores marcadores, e ainda fez duas assistências.



O vilão foi Behrami. Perdeu a disputa de cabeça no primeiro golo, perdeu a posse de bola no segundo, e saiu ao intervalo, com a Suíça a perder por 0-3.


 
Este foi, até agora, o jogo com mais golos do Mundial 2014. A França ficou a aguardar pelo Honduras vs. Equador para saber se já estava qualificada ao fim da segunda jornada – precisava que o Equador não ganhasse.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Suíça 2-1 Equador

A Suíça jogou com Djourou em vez de Schar, e Drmic a ponta-de-lança.



O Equador jogou com Enner Valencia em vez de Jaime Ayoví.



O Equador marcou primeiro, aos 22 minutos: na sequência de um pontapé livre marcado na esquerda por Walter Ayoví, Enner Valencia cabeceou a bola para dentro da baliza.



O golo do empate da Suíça foi parecido: aos 48 minutos Rodríguez marcou um pontapé de canto na esquerda e Mehmedi, que substituiu Stocker minutos antes, também marcou de cabeça.



O golo da vitória da Suíça aconteceu nos últimos instantes do jogo: Behrami recuperou uma bola a Arroyo na área da Suíça e lançou o contra-ataque, aguentou o choque com Gruezo a meio-campo e passou a bola a Seferovic na direita, este viu a desmarcação de Rodríguez na esquerda e passou-lhe a bola, e depois deslocou-se para a área do Equador para receber o cruzamento e marcar o golo da vitória.



Dois suplentes marcaram os dois golos da Suíça – mérito de Ottmar Hitzfeld, ou demérito por não os ter colocado de início, pelo menos um deles?

O herói do jogo foi Rodríguez, com duas assistências.



A Suíça já marcou o dobro dos golos do Mundial anterior.

sábado, 26 de abril de 2014

Suíça


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo E:
1. Suíça 24 pontos
2. Islândia 17
3. Eslovénia 15
4. Noruega 12
5. Albânia 11
6. Chipre 5


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Quartos de Final
1938 - Quartos de Final
1950 - Fase de Grupos
1954 - Quartos de Final
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1994 - Oitavos de Final
2006 - Oitavos de Final
2010 - Fase de Grupos


Treinador: Ottmar Hitzfeld




Equipa-tipo: Benaglio; Lichtsteiner, Schar, Von Bergen e Rodríguez; Inler e Behrami; Shaqiri, Granit Xhaka e Stocker; Seferovic





Das 25 equipas que estiveram no Mundial 2010 e regressam para o Mundial 2014, apenas 4 mantiveram os treinadores: a Espanha, a Alemanha, o Uruguai e a Suíça.

Nos casos da Espanha, da Alemanha e do Uruguai com Vicente Del Bosque, Joachim Low e Óscar Tabárez respetivamente, é compreensível – a Espanha foi campeã mundial em 2010 e dois anos depois foi campeã europeia, a Alemanha ficou em terceiro lugar em 2010 e foi semifinalista no Euro 2012, enquanto o Uruguai ficou em quarto lugar em 2010 (melhor classificação dos últimos 40 anos) e no ano seguinte venceu a Copa América.

No caso da Suíça com Ottmar Hitzfeld, que foi eliminado na fase de grupos em 2010 e nem sequer se qualificou para o Euro 2012, é mais difícil de compreender.

Esta será a terceira participação consecutiva da Suíça, o que nunca aconteceu anteriormente. Em 2006 foram eliminados sem sofrer um único golo (exceto nos penalties contra a Ucrânia nos oitavos de final), e em 2010, depois de vencerem a futura campeã Espanha no primeiro jogo, não conseguiram marcar mais nenhum golo e foram eliminados na fase de grupos. Nestes sete jogos marcaram cinco golos e sofreram apenas um.

No Grupo E irão reencontrar a França e as Honduras, que já defrontaram em 2006 e 2010 respetivamente, com o mesmo resultado, 0-0. Nunca defrontaram o Equador em Campeonatos do Mundo anteriores, mas têm um péssimo registo contra equipas sul-americanas (um empate e quatro derrotas).

Os convocados são os guarda-redes Benaglio, Sommer e Burki, os defesas Lichtsteiner, Schar, Von Bergen, Rodríguez, Lang, Senderos, Djourou e Ziegler, os médios Inler, Behrami, Shaqiri, Granit Xhaka, Stocker, Fernandes, Dzemaili e Barnetta, e os avançados Seferovic, Gavranovic, Mehmedi e Drmic.

Todos excepto Burki foram utilizados durante a qualificação, na qual a Suíça não perdeu um único jogo, e apenas Klose, Kasami, Derdiyok e Emeghara também foram utilizados mas excluídos da fase final.

Este será o terceiro Campeonato do Mundo para Benaglio (suplente não utilizado em 2006), Senderos, Behrami e Barnetta, e o segundo para Lichtsteiner, Von Bergen, Ziegler, Inler, Fernandes, Shaqiri, Djourou (esteve em 2006 mas não em 2010) e Dzemaili (também esteve em 2006 mas não em 2010).

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Nápoles





Treinador: Rafael Benítez

Jogador-chave: Higuaín



Ao contrário da estreia em 2011/2012, desta vez o Nápoles não se conseguiu qualificar para os oitavos de final da Liga dos Campeões. Em 2011/2012, 11 pontos foram suficientes (com uma equipa que perdeu os seis jogos no grupo, o Villarreal), desta vez 12 pontos não foram suficientes (com uma equipas que perdeu os seis jogos no grupo, o Marselha).
Começou bem, com uma vitória em casa contra o Borussia Dortmund, por 2-1. “Só” 2-1, no fim da fase de grupos, esta curta vitória foi a diferença entre continuar ou não na Liga dos Campeões, num jogo em que o Nápoles jogou em superioridade numérica durante toda a segunda parte, teve dois golos de vantagem e o golo que sofreu foi um autogolo de Zúñiga.
No jogo seguinte perdeu em Inglaterra, contra o Arsenal, por 0-2. Os dois jogos seguintes eram contra o Marselha, e o Nápoles tinha de aproveitá-los para ganhar vantagem sobre o Arsenal ou o Borussia Dortmund, que iriam perder pontos entre si. Aproveitou-os, ganhando ambos, primeiro em França por 2-1 e depois em casa por 3-2.
Ao fim da quarta jornada o Nápoles estava em segundo lugar no Grupo F, com 9 pontos, os mesmos do Arsenal, três de vantagem sobre o Borussia Dortmund, e nove de vantagem sobre o Marselha. O terceiro lugar já estava garantido, e o Nápoles qualificar-se-ia logo para os oitavos de final se não perdesse o jogo seguinte, na Alemanha contra o Borussia Dortmund. Perdeu, e pior que isso, por 1-3, dois golos de diferença, e desvantagem no confronto direto com o Borussia Dortmund.
Agora, para se qualificar, teria de ganhar ao Arsenal por três golos de diferença no último jogo, ou então uma simples vitória seria suficiente se o Borussia Dortmund não ganhasse ao Marselha, e até um empate seria suficiente se o Borussia Dortmund perdesse contra o Marselha. O Borussia Dortmund ganhou ao Marselha, e o Nápoles só conseguiu derrotar o Arsenal por 2-0, e assim foi eliminado.
No triplo empate com o Borussia Dortmund e o Arsenal, o Borussia Dortmund tinha 6 golos marcados e 5 golos sofridos (+1), o Arsenal tinha quatro golos marcados e quatro golos sofridos (0), e o Nápoles tinha cinco golos marcados e seis golos sofridos (-1). Ficou a faltar mais um golo marcado, ou menos um golo sofrido, para ultrapassar o Arsenal.
O Nápoles está de volta aos dezasseis avos de final da Liga Europa, fase que não conseguiu ultrapassar em 2010/2011 nem em 2012/2013. Agora o adversário é o Swansea. Conseguirá o Nápoles finalmente ultrapassar uma eliminatória?
Desde 1994, quando o Nápoles eliminou o Boavista nos dezasseis avos de final da Taça UEFA, que o Nápoles não consegue ultrapassar uma eliminatória. Foi eliminado nos oitavos de final em 1994 pelo Eintracht Frankfurt, em 2011 nos dezasseis avos de final da Liga Europa pelo Villarreal, em 2012 nos oitavos de final da Liga dos Campeões pelo Chelsea, e em 2013 nos dezasseis avos de final da Liga Europa pelo Viktoria Plzen.
O treinador Rafael Benítez venceu a Liga Europa na época anterior pelo Chelsea, será uma tarefa bem mais complicada repeti-lo pelo Nápoles esta época.

domingo, 8 de setembro de 2013

sábado, 21 de agosto de 2010

Melhores e piores jogadores do Mund(ial): Médios

MELHORES:
Schweinsteiger

Muller

Sneijder

Robben

Asamoah

Kuyt

Honda

Donovan



PIORES:
Felipe Melo

Cristiano Ronaldo

Lampard

Di María

Kaita

Behrami

Kuzmanovic

Barnetta