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sábado, 6 de dezembro de 2014

Atlético Madrid



Treinador: Diego Simeone





Jogador-chave:



O Atlético Madrid qualificou-se para os oitavos de final pela segunda época seguida.
A época anterior foi extraordinária, quase perfeita – conseguiu atingir a final sem perder nenhum jogo, e na final esteve a poucos segundos de vencer mas sofreu um golo que levou o jogo para prolongamento, onde acabou por perder 1-4.
Desta vez começou logo por perder o primeiro jogo, por 2-3 na Grécia, num jogo em que o Olympiakos fez apenas quatro remates à baliza. Para o segundo jogo trocou de guarda-redes, saiu Oblak e entrou Moyà, e os bons resultados regressaram.
Começou por vencer em casa a Juventus por 1-0, num jogo em que Moyà nem sequer foi testado, porque a Juventus não fez nenhum remate à baliza. Seguiu-se uma vitória por 5-0 em casa contra o Malmo, que é a maior vitória do Atlético Madrid na história da Liga dos Campeões. Duas semanas depois derrotaram novamente o Malmo na Suécia, desta vez por 2-0.
Finalmente, no quinto jogo vingaram-se da derrota inicial contra o Olympiakos, vencendo-os em Espanha por 4-0, e garantindo a qualificação para os oitavos de final.
Moyà não sofreu nenhum golo em quatro jogos, e Mandzukic marcou cinco golos em cinco jogo, mas o jogador-chave foi Koke, com dois golos e quatro assistências.
O Atlético Madrid ainda não garantiu o primeiro lugar do Grupo A, para o fazer não poderá perder por mais de um golo de diferença contra a Juventus em Itália.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Zenit





Treinador: Luciano Spalletti

Jogador-chave: Lombaerts



O Zenit ultrapassou a fase de grupos da Liga dos Campeões pela 2ª vez em 4 participações.
Começou com uma derrota em Espanha, contra o Atlético Madrid, por 1-3. Seguiu-se um empate em casa, contra o Áustria Viena, 0-0. O Zenit jogou toda a segunda parte em inferioridade numérica, por expulsão de Witsel. Ao fim da segunda jornada o Zenit tinha apenas um ponto, e estava no último lugar do Grupo G.
Mas na jornada seguinte, em Portugal contra o FC Porto, a maré mudou. Desta vez foi o Zenit que jogou não só uma parte, mas praticamente todo o jogo em superioridade numérica: Herrera foi expulso logo aos 6 minutos! O Zenit aproveitou para ganhar 1-0 e subir ao segundo lugar do grupo. Duas semanas depois, na Rússia, 11 contra 11, não conseguiu melhor que um empate 1-1. Permanecia no segundo lugar do Grupo G, com cinco pontos, um de avanço sobre o FC Porto (e vantagem no confronto direto), quatro de avanço sobre o Áustria Viena, e sete de atraso sobre o Atlético Madrid.
Com o primeiro lugar já fora de alcance, restava ao Zenit defender o segundo lugar. Com um empate 1-1 em casa contra o Atlético Madrid quase o perdeu, mas o FC Porto não soube aproveitar a oportunidade e também só conseguiu empatar contra o Áustria Viena. Ficou tudo como dantes, mas com menos uma jornada para jogar, ou seja, agora o Áustria Viena já não podia alcançar o Zenit nem o FC Porto, estes tinham pelo menos o terceiro lugar garantido, e a luta pelo segundo lugar era agora a seguinte: O FC Porto só ultrapassaria o Zenit se o FC Porto ganhasse ao Atlético Madrid e o Zenit não ganhasse ao Áustria Viena.
O FC Porto não ganhou ao Atlético Madrid, perdeu, portanto a qualificação do Zenit nunca esteve em risco, mas o Zenit também não fez a sua parte, perdendo por 1-4 na Áustria.
O Zenit foi a pior equipa que alguma vez ultrapassou a fase de grupos da Liga dos Campeões, nunca antes uma equipa se tinha qualificado com apenas 6 pontos. O Nápoles, por exemplo, fez o dobro dos pontos e foi eliminado. Pior que isso, a única vitória foi num jogo em que jogou praticamente o jogo todo em superioridade numérica.
Mas tudo isto não implica que o Zenit será eliminado nos oitavos de final pelo Borussia Dortmund. Fez o suficiente para passar. Do mesmo modo que se tivesse ganho todos os jogos não implicaria que necessariamente iria continuar a ganhar nos oitavos de final.
Os oitavos de final têm sido, no entanto, uma barreira intransponível para o Zenit nos últimos anos, quer na Liga dos Campeões quer na Liga Europa. A última vez que o Zenit foi mais longe foi em 2008, quando venceu a Taça UEFA. Desde então já foi eliminado por quatro vezes nos oitavos de final: na Taça UEFA em 2009 pela Udinese, na Liga Europa em 2011 pelo Twente, na Liga dos Campeões em 2012 pelo Benfica, e na Liga Europa em 2013 pelo Basileia.

domingo, 8 de setembro de 2013

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Rubin Kazan vs. Twente


Rubin Kazan
- Sairam Salukvadze (DF), Sibaya (MC), Murawski (MC) e Martins (AV)
- Entrou Lebedenko (AV)
- Atingiu os oitavos de final em 2009/10, eliminando o Hapoel Telavive
- 3º na liga russa

Jogador-chave: Noboa
O Rubin Kazan marcou apenas dois golos nos seis jogos da Liga dos Campeões, ambos de penalty. O jogador com a responsabilidade de marcar os penalties foi Christian Noboa.


Twente
- Entrou Onyewu (DF)
- Saiu Vujicevic (MC)
- Não passou dos dezasseis avos de final em 2009/10 e 2008/09, eliminado por Werder Bremen e Marselha respectivamente
- 2º na liga holandesa, ganhou último jogo, Twente 1-0 Vitesse

Jogador-chave: Chadli
Melhor marcador do Twente na Liga dos Campeões, com 3 golos, ofuscou os companheiros de ataque Janko e Ruiz, que no entanto são mais eficazes na Liga Holandesa, onde têm 14 e 8 golos respectivamente, enquanto Chadli tem apenas 5.


Rubin Kazan: 45%
Twente: 55%