Mostrar mensagens com a etiqueta Louis Van Gaal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Louis Van Gaal. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

terça-feira, 29 de novembro de 2022

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

sábado, 19 de novembro de 2022

Mundial 2022 - Holanda

 

COMO SE QUALIFICARAM:

UEFA Grupo G:

1. Holanda 23 pontos

2. Turquia 21

3. Noruega 18

4. Montenegro 12

5. Letónia 9

6. Gibraltar 0


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:

1934 - Primeira Eliminatória

1938 - Primeira Eliminatória

1974 - Finalista vencido

1978 - Finalista vencido

1990 - Oitavos de Final

1994 - Quartos de Final

1998 - 4º lugar

2006 - Oitavos de Final

2010 - Finalista vencido

2014 - 3º lugar


Treinador: Louis Van Gaal


Plantel:



domingo, 6 de setembro de 2015

Liga dos Campeões 2015/2016: Grupo B


O Grupo B é um grupo absurdo, onde três das equipas não estiveram na Liga dos Campeões na época anterior, e a quarta ficou em último lugar do seu grupo.

O PSV Eindhoven foi o maior beneficiado pelo novo método, onde agora o pote 1 passa a ser composto pelos campeões dos oito países com melhor ranking, em vez de ter as oito equipas com melhor ranking.
Pelo método antigo seria uma equipa do pote 3 (todas as outras pelo método antigo já estariam pelo menos no pote 2), e agora passou para o pote 1. Assim irá defrontar o Manchester United e o Wolfsburgo, que também poderia defrontar pelo método antigo, e ainda o CSKA Moscovo, evitando uma das oito equipas com melhor ranking.

Até há alguns anos, o PSV Eindhoven era um participante regular da Liga dos Campeões, onde esteve durante doze épocas consecutivas entre 1997/1998 e 2008/2009. Nas últimas seis épocas esteve ausente e passou a ser um participante regular da Liga Europa, onde nas últimas três épocas nem sequer conseguiu atingir os oitavos de final.

Apenas seis dos seus jogadores têm experiência na Liga dos Campeões: Bruma (2 jogos), Simon Poulsen (3), Héctor Moreno (6), Schaars (6), Guardado (9) e De Jong (6).

O PSV Eindhoven recebeu 50M€ ao vender Hiljemark, Wijnaldum e Depay. Os dois últimos foram a terceira e segunda vendas mais caras da história do clube, por 20M€ e 27,5M€ respetivamente. Depay foi vendido ao Manchester United e agora reencontrará os antigos colegas como adversário.

O PSV Eindhoven já defrontou o Manchester United e o CSKA Moscovo em edições anteriores da Liga dos Campeões. Em 2000 defrontou o Manchester United, vencendo por 3-1 em casa e perdendo por 1-3 fora. Em 2007 derrotou o CSKA Moscovo em casa por 2-1 e novamente na Rússia por 1-0.


O Manchester United está de volta à Liga dos Campeões. Após participar durante dezoito épocas consecutivas entre 1996/1997 e 2013/2014, em 2014/2015 não só falhou a Liga dos Campeões como nem sequer se qualificou para a Liga Europa!

Ainda teve de disputar uma pré-eliminatória, onde eliminou facilmente o Club Brugge, com uma vitória em casa por 3-1 e na Bélgica por 4-0.

A época de ausência poderia ter tido consequências piores, pois deixou de ser uma equipa de pote 1. Mas como calhou no grupo do PSV Eindhoven acaba por nem ter razão de queixa, porque é a equipa com melhor ranking no Grupo B, e vai defrontar adversários que, de acordo com o método antigo, dois deles seriam do pote 3 e outro do pote 4.

Além dos jogos contra o PSV Eindhoven em 2000, o Manchester United já defrontou os outros dois adversários do grupo, ambos na fase de grupos em 2009/2010. Ganhou os dois jogos ao Wolfsburgo, por 2-1 em casa e por 3-1 na Alemanha, e ganhou na Rússia ao CSKA Moscovo por 1-0, e empatou 3-3 em casa.

O Manchester United gastou quase 150M€ em contratações. Além dos 27,5M€ por Depay, pagou 18M€ por Darmian, 18M€ por Schweinsteiger, 35M€ por Schneiderlin, e 50M€ por Martial.

É o favorito para vencer o Grupo B, mas já o seria mesmo sem estas contratações. Veremos se confirma o favoritismo.


O CSKA Moscovo teve três épocas decepcionantes. Nas duas últimas foi último classificado no seu grupo da Liga dos Campeões, e na época anterior foi eliminado na pré-eliminatória da Liga Europa pelo AIK Estocolmo!

Apesar dos maus resultados, o CSKA Moscovo não mudou praticamente nada comparando com a época anterior. Tem apenas um jogador novo, Vasin, que regressou de um empréstimo, e apenas quatro jogadores saíram (Elm, Efremov, Vitinho e Bazelyuk). Aquela que teria sido a alteração mais importante, a saída de Doumbia para a Roma, acabou por não o ser porque Doumbia está de volta.

O CSKA Moscovo teve de disputar duas pré-eliminatórias para atingir a fase de grupos. Na primeira, ainda sem Doumbia, empatou 2-2 em casa contra o Sparta Praga e depois esteve a perder por 0-2 na República Checa mas conseguiu recuperar e acabou por vencer por 3-2. Na segunda, já com Doumbia, perdeu por 1-2 em Portugal contra o Sporting, e também esteve a perder por 0-1 em casa, mas conseguiu recuperar e acabou por vencer por 3-1.

Os adversários do Grupo B trazem boas memórias ao CSKA Moscovo. Foi em 2009/2010, também no Grupo B, com Manchester United, Wolfsburgo e Besiktas (em vez de PSV Eindhoven) como adversários, que o CSKA Moscovo conseguiu pela primeira vez ultrapassar a fase de grupos da Liga dos Campeões, e atingiu os quartos de final, naquela que é, até hoje, a melhor participação na história do clube.

Leonid Slutsky passou a treinar a equipa à quarta jornada, e até hoje mantém-se como treinador. Nunca mais teve uma época tão boa como a primeira.


O Wolfsburgo estreou-se na Liga dos Campeões em 2009/2010, e seis épocas depois está de volta, novamente para disputar o Grupo B contra Manchester United, CSKA Moscovo, e desta vez PSV Eindhoven em vez de Besiktas.

Da equipa de 2009/2010 sobram apenas dois jogadores, o guarda-redes Benaglio e o defesa Schafer.

Na época passada esteve na Liga Europa, onde foi capaz do melhor (contra Krasnodar, Lille, Sporting e Inter de Milão) e do pior (contra Everton e Nápoles).

A equipa teve algumas alterações, como as entradas de Dante, Draxler e Kruse, e as saídas de De Bruyne e Perisic, e dificilmente estará mais estável. Continuará a ser capaz do melhor e do pior.

O grupo é acessível, com dois adversários do pote 3 e outro do pote 2 pelo método antigo. Os adversários do pote 3 são frequentemente eliminados na fase de grupos (75% para o CSKA Moscovo e 77% para o PSV Eindhoven) e mesmo o adversário do pote 2 já teve melhores dias (está longe do nível de 2008-2011 onde atingiu três finais em quatro anos).


Previsão:
1. Manchester United
2. CSKA Moscovo
3. Wolfsburgo
4. PSV Eindhoven


domingo, 3 de agosto de 2014

Brasil 0-3 Holanda

Comparando com as meias-finais o Brasil jogou com Thiago Silva em vez de Dante, Maxwell a defesa esquerdo, Paulinho em vez de Fernandinho, Ramires em vez de Hulk, Willian em vez de Bernard, e Jô a ponta-de-lança.



A Holanda, comparando com as meias-finais, jogou com Clasie em vez de Nigel De Jong e De Guzmán em vez de Sneijder.


Logo aos 3 minutos, Robben ganhou uma bola de cabeça a David Luiz no meio-campo, Van Persie aguentou o choque com Thiago Silva e lançou Robben em profundidade, e este foi puxado por Thiago Silva ainda fora da área. Ainda assim o árbitro Djamel Haimoudi marcou penalty.



Na conversão, Van Persie marcou o primeiro golo do jogo, e o seu quarto golo no Mundial 2014.


Aos 17 minutos Robben lançou De Guzmán em profundidade na direita, este cruzou para a área onde David Luiz fez um péssimo corte, colocando de cabeça a bola nos pés de Blind, que marcou o segundo golo.


No último minuto, novo lançamento em profundidade de Robben na direita, desta vez para Janmaat, que cruzou a bola para o centro da área onde Wijnaldum marcou o terceiro golo.

O herói do jogo foi Robben, apesar de não ter marcado nenhum golo nem ter feito nenhuma assistência, foi fundamental nos tês golos da Holanda.


O vilão foi David Luiz, péssimo a defender, que é a sua principal função.

A Holanda ficou em terceiro lugar, pior que em 2010 quando ficou em segundo, mas ainda assim foi um excelente Campeonato do Mundo para a Holanda, que não tinha expectativas de chegar tão longe. Ao derrotar a Espanha por 5-1 logo no primeiro jogo tudo mudou, e recuperou a confiança de 2010, perdida no Euro 2012 quando perdeu os três jogos.

Já o Brasil tinha expectativas de ser campeão do Mundo, tudo estava a correr bem até à meia-final, onde sem Neymar nem Thiago Silva, e sem muito mais do que isso, foi esmagado. Nem sequer conseguiu redimir-se derrotando a Holanda e ficando com o terceiro lugar, voltando a perder.

domingo, 27 de julho de 2014

Holanda 0-0 Argentina (2-4 nos penalties)

Comparando com os quartos de final, a Holanda jogou com Nigel De Jong em vez de Depay, em 3-5-2.



A Argentina, comparando com os quartos de final, jogou com Rojo a lateral esquerdo, e Enzo Pérez em vez de Di María.


Ao fim dos 90 minutos o jogo continuava 0-0 e foi para prolongamento. A Holanda já tinha jogado um prolongamento e também penalties na eliminatória anterior contra a Costa Rica, enquanto a Argentina conseguiu derrotar a Bélgica nos quartos de final sem precisar de prolongamento, mas também jogou um prolongamento nos oitavos de final contra a Suíça.

No prolongamento também não foram marcados golos, e o jogo foi para penalties. Desta vez Louis Van Gaal não guardou uma substituição, e foi mesmo Cillessen quem teve de tentar defendê-los.

Além de não poder usar o guarda-redes que defendeu dois penalties contra a Costa Rica, a Holanda também não podia usar o mesmo primeiro marcador, porque Van Persie já tinha sido substituído.

Desta vez o primeiro foi Vlaaar, e Romero defendeu o remate.


Depois Messi colocou a Argentina em vantagem.

Robben voltou a ser o segundo, tal como contra a Costa Rica, e voltou a marcar.

Mas Garay também marcou e voltou a colocar a Argentina na frente.

Sneijder, que tinha marcado o terceiro contra a Costa Rica, desta vez também foi o terceiro mas Romero voltou a defender!


Aguero marcou o penalty seguinte e aumentou a vantagem da Argentina para dois golos.

Se Kuyt falhasse o penalty seguinte a Holanda seria eliminada, mas conseguiu marcar e prolongar o jogo por pelo menos mais um penalty.

Se Maxi Rodríguez marcasse a Argentina qualificar-se-ia para a final. Cillessen ainda tocou na bola, mas não conseguiu evitar o golo.


O herói do jogo foi Romero, com dois penalties defendidos que 24 anos depois colocaram a Argentina novamente numa final do Campeonato do Mundo.


Na final a Argentina irá defrontar a Alemanha, contra a qual venceu a final de 1986 por 3-2 mas perdeu a final de 1990 por 0-1.
A final de 1986 foi a única vez que a Argentina conseguiu derrotar a Alemanha em Campeonatos do Mundo, além da derrota na final de 1990 também perdeu por 1-3 em 1958, empatou 0-0 em 1966, empatou 1-1 nos quartos de final em 2006 e foi eliminada nos penalties, e perdeu por 0-4 nos quartos de final em 2010.

Um dia antes da final, a Holanda irá defrontar o Brasil no jogo do 3º e 4º lugar. Será a quinta vez que se defrontam, a Holanda venceu por 2-0 em 1974 mas perdeu por 2-3 em 1994 e empatou 1-1 nas meias finais em 1998 sendo eliminada nos penalties. Em 2010 eliminou o Brasil nos quartos de final com uma vitória por 2-1.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Austrália 2-3 Holanda

Comparando com a primeira jornada, a Austrália jogou com McGowan a lateral direito em vez do lesionado Franjic, e McKay a médio defensivo em vez de Milligan.



A Holanda jogou com a mesma equipa da primeira jornada.



Aos 20 minutos, Blind, ainda no seu meio-campo, cabeceou a bola para Robben, Wilkinson teve uma abordagem deficiente ao lance porque deixou que a bola batesse no chão, lhe passasse por cima e que Robben ficasse com um corredor aberto até a baliza, e este, já perto da pequena área, rematou cruzado, sem hipótese para Ryan.



No minuto seguinte, Cahill recebeu um passe longo de McGowan e, sem deixar cair a bola no chão, chutou de pé esquerdo fazendo o golo do empate. A bola ainda bateu na trave!



Na segunda parte, aos 54 minutos, Janmaat cortou com o braço, dentro da área, um cruzamento de Bozanic. Penalty para a Austrália, e na conversão Jedinak colocou a Austrália em vantagem.

Mas tal como a vantagem holandesa durou pouco na primeira parte, também a vantagem australiana não durou muito mais. Aos 58 minutos, Van Persie recebeu a bola de Depay e voltou a empatar o jogo. Igualou Muller e Robben na lista dos melhores marcadores do Mundial 2014, com 3 golos.

O golo da vitória foi marcado aos 68 minutos por Depay, a passe de De Guzmán, num remate de fora da área, em que o guarda-redes Ryan poderia ter feito bem melhor.

O herói do jogo foi Depay, com um golo e uma assistência: o 5-3-2 da Holanda foi adequado para jogar contra a Espanha, mas não foi adequado para jogar contra a Austrália, e com a sua entrada para substituir Martins Indi, a Holanda mudou para 4-3-3.



A Holanda ficou à espera do Espanha vs. Chile para saber se já estava qualificada ou não – se a Espanha não vencesse a Holanda estava apurada. Já a Austrália precisava do contrário, que a Espanha vencesse, para ainda ter hipótese de não ser já eliminada.

sábado, 14 de junho de 2014

Espanha 1-5 Holanda

A Espanha jogou com Azpilicueta a lateral direito, David Silva a médio direito, e Diego Costa a ponta-de-lança.



A Holanda jogou em 5-3-2, com De Vrij a defesa central juntamente com Vlaar e Martins Indi, e De Guzmán a médio defensivo em vez de Clasie.


 
A Espanha até marcou primeiro: aos 29 minutos, Diego Costa caiu na área, num lance em que enganou De Vrij ao simular um remate e fazer antes uma finta que o tirou do caminho, e enganou também o árbitro Nicola Rizzoli que marcou penalty por suposta falta de De Vrij. Na conversão do penalty Xabi Alonso marcou o golo da Espanha.

Antes do intervalo a Holanda empatou: Blind fez um passe longo para as costas da defesa espanhola, e Van Persie cabeceou a bola por cima de Casillas.



Antes deste jogo, Casillas já não sofria um golo num Campeonato do Mundo há 463 minutos. Mal sabia ele que este era apenas um primeiro de uma mão cheia.

Aos 53 minutos Blind fez novo passe longo para as costas da defesa espanhola, desta vez para Robben, que tirou Piqué do caminho e marcou o segundo golo da Holanda.



Aos 65 minutos, na sequência de um livre marcado na esquerda por Sneijder, De Vrij apareceu ao segundo poste e marcou o terceiro golo. O lance devia ter sido invalidado por carga de Van Persie sobre Casillas dentro da pequena área, mas a Espanha não tinha moral para se queixar depois de ter marcado o seu golo num penalty inexistente.



Aos 72 minutos, Sergio Ramos atrasou a bola para Casillas, que dominou mal e perdeu-a para Van Persie, que só a teve de empurrar para a baliza deserta. Van Persie marcou tantos golos neste jogo como nos 11 jogos anteriores disputados em Campeonatos do Mundo.



Aos 80 minutos, Robben também marcou o seu segundo golo, após receber um passe longo de Sneijder, ganhar em corrida a Sergio Ramos, fintar Casillas e rematar para dentro da baliza.



O herói do jogo podia ser Blind, Van Persie, Robben… mas é justo destacar Louis Van Gaal. Antes do jogo a dúvida era se jogadores “fracos” como Cillessen, Janmaat, Vlaar, De Vrij, Martins Indi, Blind, etc. poderiam parar os campeões do Mundo. Afinal foram os campeões Casillas, Sergio Ramos, Piqué, etc. que não conseguiram parar os holandeses.



O vilão é Diego Costa. Simulou a falta que originou o golo da Espanha, agrediu Martins Indi e nem sequer foi punido com um cartão amarelo.




Esta não foi a maior vitória de sempre da Holanda em Campeonatos do Mundo (continua a ser o 5-0 contra a Coreia do Sul em 1998), nem a maior derrota de sempre da Espanha (continua a ser o 1-6 contra o Brasil em 1950), mas não deixa de ser um resultado histórico.

No entanto, convém lembrar que no Mundial 2010 a Espanha também perdeu o primeiro jogo, contra a Suíça, e foi campeã do Mundo, enquanto a Suíça nem sequer passou da fase de grupos.

sábado, 19 de abril de 2014

Holanda


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo D:
1. Holanda 28 pontos
2. Roménia 19
3. Hungria 17
4. Turquia 16
5. Estónia 7
6. Andorra 0


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Oitavos de Final
1938 - Oitavos de Final
1974 - Finalista vencido
1978 - Finalista vencido
1990 - Oitavos de Final
1994 - Quartos de Final
1998 - 4º lugar
2006 - Oitavos de Final
2010 - Finalista vencido


Treinador: Loius Van Gaal




Equipa-tipo: Cillessen; Janmaat, Martins Indi, Vlaar e Blind; Nigel De Jong, Sneijder e Clasie; Robben, Van Persie e Lens





A última vez que a Holanda falhou a qualificação para um Campeonato do Mundo foi para o Mundial 2002. O treinador era Louis Van Gaal.

Agora ele está de volta, e desta vez conseguiu qualificar-se. Com nove vitórias e apenas um empate, a Holanda foi a melhor equipa na zona de qualificação europeia – a Alemanha também conseguiu nove vitórias e um empate mas com pior diferença de golos.

A Holanda também teve uma qualificação impressionante para o Euro 2012 (nove vitórias e uma derrota) e depois perdeu todos os jogos na fase final. Um bom desempenho na fase de qualificação não implica um bom desempenho na fase final, assim como uma qualificação sofrível não implica uma fase final desastrosa.

Parece, no entanto, que estes jogadores são suficientemente bons para vencer equipas como a Roménia, Hungria ou Turquia, mas não serão suficientemente bons para vencer equipas melhores.

Os 23 convocados são os guarda-redes Cillessen, Vorm e Krul, os defesas Janmaat, Martins Indi, Vlaar, Blind, Verhaegh, Veltman, De Vrij e Kongolo, os médios Nigel De Jong, Sneijder, Clasie, De Guzmán, Fer e Wijnaldum, e os avançados Robben, Van Persie, Lens, Kuyt, Huntelaar e Depay.

Ao contrário da Espanha, que traz 16 dos campeões do Mundo de 2010, a Holanda só traz 7 dos vice-campeões de 2010: Vorm (2º Mundial, suplente não utilizado em 2010), Nigel De Jong (2º Mundial), Sneijder (3º Mundial), Van Persie (3º Mundial), Robben (3º Mundial), Kuyt (3º Mundial) e Huntelaar (2º Mundial).

O primeiro adversário será o último de 2010, a Espanha, contra a qual perdeu 0-1. Nunca jogou contra os outros dois adversários do Grupo B, Austrália e Chile, em Campeonatos do Mundo anteriores.