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domingo, 15 de março de 2015
Villarreal vs. Sevilha
Resultado da primeira mão: Villarreal 1-3 Sevilha
Odds bwin antes da primeira mão:
Villarreal 1,95 (48%)
Sevilha 1,80 (52%)
Odds bwin após a primeira mão:
Villarreal 7,75 (12%)
Sevilha 1,06 (88%)
O Sevilha está praticamente qualificado para os quartos de final da Liga Europa, após ter vencido o Villarreal fora por 3-1.
Logo no pontapé inicial, que foi para o Sevilha, a bola foi passada de Iborra para Gameiro e atrasada para Krychowiak e depois para Pareja, que fez um passe longo, Iborra ganhou na disputa aérea contra Musacchio e a bola foi parar a Vitolo, que combinou com Gameiro e, nas costas de Bailly, parou a bola no peito e chutou-a com o pé esquerdo por cima de Sergio Asenjo.
Foi o golo mais rápido da história da Liga Europa, demorou apenas 13 segundos.
Aos 26 minutos Gameiro na esquerda atrasou para Trémoulinas que cruzou a bola, e no segundo poste Mbia marcou de cabeça.
No início da segunda parte, aos 48 minutos, Cheryshev rematou de fora da área e a bola bateu no braço de Mbia e sobrou para Uche, e Musacchio conseguiu tirá-la da confusão com um toque de calcanhar para Vietto que a chutou para dentro da baliza.
Só que dois minutos depois o Sevilha repôs os dois golos de vantagem: Pareja marcou um pontapé livre no meio-campo, Iborra ganhou de cabeça ao segundo poste e Gameiro, na marca de penalty, marcou com um remate de primeira.
Um golo com semelhanças com o primeiro: outro lançamento longo de Pareja com Iborra a ganhar de cabeça, mas desta vez Gameiro finalizou logo.
Foi a quarta vitória seguida do Sevilha, a maior série de vitórias do Sevilha na história da Liga Europa.
Resultado da segunda mão: Sevilha 2-1 Villarreal
Na segunda mão o Sevilha jogou com Kolodziejczak em vez do suspenso Krychowiak, passando Daniel Carriço para médio defensivo.
O Villarreal jogou com Rukavina em vez do suspenso Jaume Costa, Pina em vez de Moi Gómez, e Campbell em vez de Cheryshev.
O Villarreal tinha de marcar no mínimo três golos. O tempo ia passando e o resultado continuava 0-0, até que aos 69 minutos Mbia fez um passe que desmarcou Bacca, e com o Villarreal subido no terreno (mas não o suficiente para Bacca estar em fora-de-jogo, porque Musacchio estava atrasado), Bacca só teve de transportar a bola até à área e, com Sergio Asenjo pela frente, passá-la para o lado onde estava Iborra que empurrou para a baliza deserta.
O Villarreal empatou aos 73 minutos, por Giovani, de livre direto. Mas o Villarreal continuava a precisar de marcar mais dois golos e não sofrer mais nenhum para levar o jogo para prolongamento, e pouco depois sofreu novo golpe quando Bailly foi expulso aos 77 minutos.
Aos 83 minutos Reyes na direita viu Trémoulinas na esquerda e passou-lhe a bola, este cruzou para a pequena área onde Suárez marcou de cabeça.
A série de vitórias do Sevilha aumentou para cinco jogos. Desta vez contra um adversário espanhol conseguiu não só qualificar-se mas também vencer os dois jogos, ao contrário da época anterior contra o Bétis e o Valência, em que perdeu um dos jogos e as qualificações foram bem mais dramáticas.
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domingo, 1 de fevereiro de 2015
Sevilha
Treinador: Unai Emery
Jogador-chave: Mbia
O Sevilha qualificou-se para os dezasseis avos de final da
Liga Europa.
Começou com uma vitória em casa contra o Feyenoord por 2-0.
Seguiu-se um empate 2-2 na Croácia contra o Rijeka, num jogo em que o Sevilha
marcou primeiro, mas na segunda parte Kolodziejczak foi expulso por derrubar
Kramaric dentro da área. O Rijeka empatou de penalty e ficou a jogar em
superioridade numérica, depois marcou novamente, mas nos últimos minutos Mbia,
que já tinha sido o herói na época anterior, marcou o golo do empate.
Ao fim de duas jornadas o Sevilha liderava o Grupo G com
quatro pontos, um de vantagem sobre o Feyenoord e sobre o Standard Liège, e
três de vantagem sobre o Rijeka.
O próximo adversário era o Standard Liège. Desta vez o
Sevilha não teve nenhum jogador expulso, mas voltou a empatar, 0-0. Duas
semanas depois, em casa, o Sevilha ganhou ao Standard Liège por 3-1. Liderava
agora o grupo com oito pontos, dois de avanço sobre o Feyenoord, e quatro de
avanço sobre o Rijeka e o Standard Liège.
Se ganhasse o jogo seguinte, na Holanda contra o Feyenoord, garantiria
a qualificação para os dezasseis avos de final e o primeiro lugar do grupo. Se
empatasse iria em primeiro lugar para a última jornada, a precisar apenas de
empatar também o último jogo para ficar em primeiro. Se perdesse seria
ultrapassado pelo Feyenoord mas iria para a última jornada em segundo lugar, onde
uma vitória bastaria para ficar num dos dois primeiros lugares.
O Sevilha perdeu na Holanda por 0-2, e foi ultrapassado pelo
Feyenoord. Para manter o segundo lugar só tinha de não perder o último jogo, em
casa contra o Rijeka. Mas para recuperar o primeiro lugar teria de vencer e
ainda era preciso que o Feyenoord não ganhasse ao já eliminado Standard Liège.
O Sevilha venceu por 1-0, só que o Feyenoord também venceu
na Bélgica, por isso o Sevilha ficou em segundo lugar.
Mbia irá falhar a primeira mão dos dezasseis avos de final,
porque levou um cartão amarelo no jogo contra o Rijeka, o terceiro em seis
jogos.
A participação do Sevilha na fase de grupos foi pior que na
época anterior, onde não perdeu um único jogo e terminou em primeiro lugar com
12 pontos. Desta vez perdeu um jogo e ficou apenas em segundo lugar com 11
pontos.
Nos dezasseis avos de final irá defrontar o Borussia Monchengladbach.
Nas últimas seis épocas em que o Sevilha ultrapassou uma fase de grupos, em
três delas foi campeão (Taça UEFA em 2006 e 2007 e Liga Europa em 2014), e nas
outras três foi logo eliminado na primeira eliminatória (oitavos de final da
Liga dos Campeões em 2008 e 2010, e dezasseis avos de final da Liga Europa em
2011). Desta vez, se conseguir ultrapassar o Borussia Monchengladbach,
conseguirá ser campeão novamente?
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terça-feira, 24 de junho de 2014
Camarões 1-4 Brasil
Comparando com a segunda jornada, os Camarões jogaram com
Nyom a lateral direito, Matip a defesa central em vez de Chedjou, Bedimo a
lateral esquerdo, e Mbia e N’Guémo a médios centro em vez de Matip que recuou
para defesa central e Alexandre Song que estava suspenso.
O Brasil, comparando com a segunda jornada, voltou a jogar
com Hulk em vez de Ramires, o onze inicial da primeira jornada contra a
Croácia.
Aos 17 minutos Luiz Gustavo cruzou da esquerda e Neymar, com
espaço entre os centrais N’Koulou e Matip, marcou o primeiro golo, juntando-se
ao grupo de jogadores com 3 golos no Mundial 2014.
Aos 26 minutos, Nyom passou por Daniel Alves na direita,
cruzou a bola e Matip, nas costas de David Luiz, marcou o primeiro golo dos
Camarões no Mundial 2014.
Aos 35 minutos Neymar recebeu a bola de Marcelo, fintou N’Koulou
e marcou o seu segundo golo no jogo. Com este golo isolou-se na lista dos
melhores marcadores do Mundial 2014, com 4 golos.
Aos 49 minutos, Fernandinho intercetou um passe de N’Koulou
para N’Guémo à entrada da área, passou a bola para David Luiz na esquerda, que
a cruzou para Fred finalizar de cabeça. Primeiro golo do ponta-de-lança
brasileiro, que precisou de poucos minutos para marcar no Mundial 2006, mas
demorou muito mais para o fazer no Mundial 2014.
E aos 84 minutos Fernandinho tabelou com Fred ultrapassando
Mbia e N’Koulou, e chutou fora do alcance de Itanjde fazendo o quarto golo do
Brasil.
O herói do jogo foi Neymar, com dois golos que deram nova
vitória ao Brasil, e o colocaram no topo da lista dos melhores marcadores do
Mundial 2014.
Com esta vitória o Brasil garantiu o primeiro lugar do Grupo
A, e irá defrontar o Chile nos oitavos de final, tal como no Mundial anterior.
Os Camarões, tal como no Mundial anterior, terminaram a sua
participação com três derrotas.
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quinta-feira, 19 de junho de 2014
Camarões 0-4 Croácia
Comparando com o primeiro jogo, os Camarões jogaram com Mbia
a lateral direito, Matip no meio-campo, e Aboubakar em vez de Eto’o.
A Croácia, comparando com o primeiro jogo, jogou Pranjic a
defesa esquerdo, Sammir a médio ofensivo e Mandzukic a ponta-de-lança.
Logo aos 11 minutos, um mau corte de N’Koulou a um
cruzamento da direita de Srna colocou a bola nos pés de Perisic, que cruzou a
bola para a esquerda onde Olic se antecipou a Mbia e marcou o primeiro golo.
Aos 40 minutos Alexandre Song agrediu Mandzukic com uma
cotovelada nas costas, foi expulso e complicou ainda mais a situação dos
Camarões, que precisavam de não perder para não serem já eliminados.
Aos 48 minutos, um mau passe de Itanjde colocou a bola nos
pés de Perisic, que ganhou uma corrida de meio-campo a Nounkeu e marcou o
segundo golo.
Aos 61 minutos, Pranjic marcou um pontapé de canto na
esquerda e Mandzukic, de cabeça, marcou o terceiro golo.
E aos 73 minutos Eduardo rematou para defesa incompleta de
Itandje, e na recarga Mandzukic marcou pela segunda vez.
O vilão foi Alexandre Song, pela expulsão. O seu tio
Rigobert Song foi expulso em dois Mundiais diferentes, agora foi a vez do
sobrinho, e como ele tem dezenas de irmãos, não é descabido que no futuro
haverão outros Songs a serem expulsos em Campeonatos do Mundo.
Os Camarões perderam o seu sexto jogo seguido em Campeonatos
do Mundo e foram eliminados, juntando-se à Austrália e à Espanha na lista de
equipas eliminadas. A Croácia provavelmente terá de vencer o México para não
ser eliminada – um empate só será suficiente se o Brasil perder contra os
Camarões.
sábado, 14 de junho de 2014
México 1-0 Camarões
O México jogou com Ochoa a guarda-redes, Héctor Moreno no
trio de defesas centrais em vez de Reyes, Layún a defesa esquerdo, Guardado a
médio em vez de Peña, e Giovani no ataque em vez de Javier Hernández.
O herói do jogo acaba por ser Peralta, o autor do único golo
validado. Poderia ter sido Giovani se os seus dois golos não tivessem sido
anulados.
Os Camarões jogaram com Djeugoué a defesa direito, Mbia no
meio-campo em vez de Makoun, e Choupo-Moting no ataque em vez de Webó.
Aos 11 minutos, na sequência de um lançamento lateral na
direita, Herrera recebeu a bola de Aguilar e cruzou-a para Giovani, que com
espaço entre Djeugoué e N’Koulou rematou para dentro da baliza de Itanjde. No
entanto, o golo foi mal anulado, por fora de jogo.
Aos 29 minutos, pontapé de canto marcado na esquerda por
Layún, a bola desvia na cabeça de Choupo-Moting e chega ao segundo poste, onde
Giovani a cabeceia para dentro da baliza. Golo novamente mal anulado, por fora
de jogo.
Giovani já podia ter alcançado Neymar na lista dos melhores
marcadores, mas assim continuava sem nenhum.
Aos 61 minutos, o México conseguiu finalmente ter um golo
validado: Herrera, numa combinação com Peralta, passou por três jogadores
camaroneses e assistiu Giovani, que tinha espaço novamente entre N’Koulou e o
lateral direito Nounkeu, entrado na segunda parte para o lugar de Djeugoué; o
remate de Giovani foi defendido por Itanjde, mas na recarga Peralta, que acompanhou
o ataque, marcou o golo com o pé esquerdo.
O vilão foi o árbitro Wilmar Roldán, que anulou dois golos
ao México por foras de jogo inexistentes. Se o México não tivesse conseguido
marcar um terceiro golo as consequências poderiam ter sido muito mais graves, e
o México ainda pode vir a precisar desses dois golos mal anulados mais tarde.
Podem ser a diferença entre, por exemplo, ter de vencer a Croácia na última jornada,
por ter o mesmo número de pontos mas pior diferença de golos, ou precisar
apenas de um empate.
O México finalmente venceu uma equipa africana em
Campeonatos do Mundo, depois da derrota por 1-3 conta a Tunísia em 1978 e dos empates
0-0 contra Angola em 2006 e 1-1 contra a África do Sul em 2010.
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sexta-feira, 18 de abril de 2014
Camarões
COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo I:
1. Camarões 13 pontos
2. Líbia 9
3. RD Congo 6
4. Togo 4
Playoff:
Tunísia 0-0 Camarões
Camarões 4-1 Tunísia
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1982 - Fase de Grupos
1990 - Quartos de Final
1994 - Fase de Grupos
1998 - Fase de Grupos
2002 - Fase de Grupos
2010 - Fase de Grupos
Treinador: Volker Finke
Equipa-tipo: Itandje; Mbia, Chedjou, N'Koulou e Assou-Ekotto; Alexandre Song, Makoun e Enoh; Eto'o, Webó e Moukandjo
A qualificação dos Camarões para o Mundial 2014 foi problemática – tiveram três treinadores, e uma derrota transformada em vitória porque o adversário jogou com um jogador que estava suspenso.
Os Camarões iniciaram a qualificação com o treinador Denis
Lavagne, que ao fim de dois jogos tinha uma vitória e uma derrota. Mas não foi
a derrota no jogo de qualificação para o Mundial 2014, fora contra a Líbia, que
fez com que os Camarões mudassem de treinador, mas sim a derrota contra Cabo
Verde, na qualificação para a Taça das Nações Africanas 2013. Os Camarões não
se conseguiram qualificar.
No jogo seguinte de qualificação para o Mundial 2014 o
treinador foi Jean-Paul Akono. Apesar de ter vencido o Togo, foi considerado
uma solução provisória, e foi substituído por Volker Finke.
Volker Finke estreou-se com uma derrota contra o Togo, por
0-2. No entanto, o Togo jogou com Romao, que estava suspenso, portanto a
derrota por 0-2 foi transformada numa vitória por 3-0.
Esta derrota transformada em vitória foi a diferença entre
ter de ganhar à Líbia na última jornada da fase de grupos, ou apenas precisar
de um empate. Os Camarões acabaram por vencer esse jogo, e depois eliminaram a
Tunísia no playoff, e qualificaram-se para o Mundial 2014.
Os 23 convocados são os guarda-redes Itandje, Feudjou e N’Djock,
os defesas Mbia, Chedjou, N’Koulou, Assou-Ekotto, Nyom, Nounkeu, Bedimo e
Djeugoué, os médios Alexandre Song, Makoun, Enoh, Matip, N´Guémo e Salli, e os
avançados Eto’o, Webó, Moukandjo, Choupo-Moting, Aboubakar e Olinga.
Apesar do fiasco que foi o Mundial 2010, onde os Camarões
perderam os três jogos, treze jogadores continuam na equipa quatro anos depois:
Mbia, Chedjou, N’Koulou, Assou-Ekotto, Alexandre Song, Makoun, Enoh, Matip, N’Guémo,
Eto’o, Webó, Choupo-Moting e Aboubakar. Eto’o é o único que participou em mais
Mundiais, participou também em 1998 e 2002.
Os Camarões perderam por 0-3 contra o Brasil no Mundial
1994. Nunca defrontaram em Campeonatos do Mundo anteriores os outros
adversários do Grupo A, México e Croácia.
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domingo, 5 de janeiro de 2014
Sevilha
Treinador: Unai Emery
Jogador-chave: Javi Varas
O Sevilha começou bem a Liga Europa, com uma vitória em
Portugal contra o Estoril por 2-1. Como o outro jogo do grupo terminou
empatado, o Sevilha já era líder isolado do Grupo H, com dois pontos de avanço
sobre o Slovan Liberec e o Freiburg e três sobre o Estoril. Na segunda jornada
o Sevilha voltou a vencer, desta vez o Freiburg em casa, por 2-0. O Slovan
Liberec também venceu o Estoril, portanto o Sevilha manteve a distância para os
checos e aumentou-a em mais três pontos para as outras duas equipas.
Seguiram-se dois jogos contra o Slovan Liberec, onde o
Sevilha não foi capaz de ganhar nenhum, nem sequer foi capaz de ter vantagem no
confronto direto, o melhor que conseguiu foram dois empates por 1-1. As outras
duas equipas do grupo também empataram duas vezes, portanto as distâncias de 2
pontos para o Slovan Liberec, 5 para o Freiburg e 6 para o Estoril mantiveram-se.
O Sevilha só precisava de um empate contra o Estoril para se
qualificar, e foi precisamente esse o resultado. No entanto, ainda poderia
perder o primeiro lugar para o Freiburg se perdesse na Alemanha. Depois de três
empates seguidos, voltou a vencer, garantiu o primeiro lugar, e ainda deu uma
ajuda ao Slovan Liberec, que com a derrota do Freiburg e a sua vitória contra o
Estoril voltou a recuperar o segundo lugar que tinha perdido na jornada
anterior.
Nos dezasseis avos de final, o Sevilha irá defrontar o
Maribor. Em princípio será uma presa fácil, um dos jogos mais desequilibrados
dos dezasseis avos de final. Supondo que o Sevilha passa, nos oitavos de final
já será mais complicado, com Rubin Kazan ou Bétis à espera.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Marselha
Marselha
Entradas:
Bracigliano (GR)
N'Koulou (DF)
Morel (DF)
Traoré (DF)
Alou Diarra (MC)
Amalfitano (MC)
Saídas:
Hilton (DF)
Heinze (DF)
Taiwo (DF)
N'Diaye (DF)
Edouard Cissé (MC)
Abriel (MC)
Brandão (AV)
Jogador-chave: Mandanda
Historial na Liga dos Campeões:
Historial na Liga Europa:
Últimas 10 épocas:
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Rémy,
Valbuena
domingo, 12 de setembro de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
Camarões
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