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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

sábado, 27 de dezembro de 2014

Nápoles



Treinador: Rafael Benítez





Jogador-chave: De Guzmán



O Nápoles qualificou-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa, onde estará pela quarta vez nas últimas cinco épocas (na outra, em 2011/2012, foi até aos oitavos de final da Liga dos Campeões).
Mas ao contrário da época anterior, onde caiu para os dezasseis avos de final da Liga Europa vindo da fase de grupos da Liga dos Campeões, desta vez já disputou a fase de grupos da Liga Europa, caindo da Liga dos Campeões mais cedo, ainda nas pré-eliminatórias.
Foi eliminado pelo Athletic Bilbau, com um empate 1-1 em casa seguido de uma derrota por 1-3 fora, num jogo em que até marcou primeiro e colocou-se em vantagem na eliminatória, mas depois sofreu três golos em treze minutos.
Na Liga Europa começou com um resultado exatamente ao contrário, uma vitória em casa contra o Sparta Praga por 3-1, num jogo em que o adversário marcou primeiro.
Seguiu-se nova vitória, na Eslováquia contra o Slovan Bratislava, por 2-0. Ao fim da segunda jornada o Nápoles já liderava isolado o Grupo I, com três pontos de avanço sobre o Young Boys e o Sparta Praga, e seis sobre o Slovan Bratislava.
Só que na terceira jornada perdeu na Suíça contra o Young Boys, 0-2, e foi apanhado pelo Young Boys e pelo Sparta Praga, todos com seis pontos.
Duas semanas depois derrotou o Young Boys em casa, por 3-0, e voltou a ter três pontos de avanço sobre os suíços. O jogo seguinte, na República Checa contra o Sparta Praga, poderia garantir a qualificação, se o Nápoles não perdesse. Permaneceria pelo menos empatado em pontos com o Sparta Praga mas com vantagem no confronto direto, e à frente do Young Boys, e depois como na última jornada o Young Boys e o Sparta Praga jogavam um contra o outro, já não poderiam terminar ambos à frente do Nápoles (que também tinha vantagem no confronto direto com o Young Boys).
O Nápoles conseguiu o empate que precisava, 0-0, num jogo em que fez apenas um remate à baliza e o Sparta Praga acertou duas vezes nos postes.
O jogador-chave foi De Guzmán, quando o Nápoles fraquejou e perdeu na Suíça, foi ele que marcou os três golos ao Young Boys no jogo seguinte, que recolocaram o Nápoles com três pontos de avanço e vantagem no confronto direto.
O Nápoles ainda não garantiu o primeiro lugar do grupo, mas bastar-lhe-á vencer o até agora inofensivo Slovan Bratislava no último jogo para ser primeiro. No entanto, se não vencer será ultrapassado pelo vencedor do Young Boys vs. Sparta Praga, se houver um vencedor.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Austrália 0-3 Espanha

Comparando com a segunda jornada, a Austrália jogou com Bozanic em vez de Bresciano, e Taggart a ponta-de-lança em vez do suspenso Cahill.



A Espanha, comparando com a segunda jornada, jogou com Reina a guarda-redes, Juanfran a lateral direito, Raúl Albiol a defesa central em vez de Javi Martínez, Koke em vez de Busquets, Santi Cazorla a médio direito, David Villa em vez de Pedro, e Fernando Torres a ponta-de-lança em vez de Diego Costa.


Aos 36 minutos, Iniesta fez um passe em profundidade para Juanfran na direita, este cruzou a bola e David Villa, de calcanhar, marcou o primeiro golo. Foi o seu nono golo em doze jogos em Campeonatos do Mundo, reforçando a sua posição como melhor marcador de sempre da Espanha.


Aos 69 minutos novo passe em profundidade de Iniesta, desta vez para Fernando Torres na esquerda, que marcou com o pé direito o segundo golo da Espanha.


Aos 82 minutos Iniesta passou a bola a Fabregas na esquerda, este cruzou-a para direita onde Mata teve tempo para a dominar dentro da pequena área, e chutá-la por entre as pernas de Ryan.


O herói do jogo foi Iniesta, com uma assistência e duas “pré-assistências”.


As duas equipas terminam assim a participação no Mundial 2010, a Austrália com os 0 pontos esperados (até superaram as expectativas, não em termos pontuais mas não foram esmagados em nenhum jogo), e a Espanha com apenas 3 pontos (muito abaixo das expectativas).

sábado, 19 de abril de 2014

Espanha


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo I:
1. Espanha 20 pontos
2. França 17
3. Finlândia 9
4. Geórgia 5
5. Bielorrússia 4


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Quartos de Final
1950 - 4º lugar
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1978 - Fase de Grupos
1982 - 2ª Fase de Grupos
1986 - Quartos de Final
1990 - Oitavos de Final
1994 - Quartos de Final
1998 - Fase de Grupos
2002 - Quartos de Final
2006 - Oitavos de Final
2010 - Vencedor

Treinador: Vicente Del Bosque



Equipa-tipo: Casillas; Juanfran, Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Busquets e Xabi Alonso; Pedro, Xavi e Iniesta; David Villa




A Espanha vai tentar fazer, no Mundial 2014, aquilo que só foi feito por duas vezes na história dos Campeonatos do Mundo – manter o seu título de campeã. Só a Itália em 1938 e o Brasil em 1962 o conseguiram fazer.

Pode ser um bom prenúncio que em 2012 a Espanha conseguiu manter o seu título de campeã europeia. Ao contrário do Campeonato do Mundo, no Campeonato da Europa nunca tinha acontecido anteriormente até a Espanha conseguir fazê-lo em 2012.

Desta vez Vicente Del Bosque fez mais uma mudança na equipa, comparando com o Euro 2012.

Do Mundial 2010 para o Euro 2012 saíram Marchena, Puyol, Capdevila e David Villa, e entraram Juanfran, Jordi Alba, Santi Cazorla e Negredo.

Agora, comparando com o Euro 2012, saíram Víctor Valdés, Arbeloa, Jesús Navas, Negredo e Llorente, e entraram De Gea, Azpilicueta, Koke, Diego Costa, e o regressado David Villa.

Os restantes jogadores são os guarda-redes Casillas (4º Mundial) e Reina (3º Mundial, suplente não utilizado nos anteriores), os defesas Sergio Ramos (3º Mundial), Piqué (2º Mundial) e Raúl Albiol (2º Mundial, suplente não utilizado em 2010), os médios Busquets (2º Mundial), Xabi Alonso (3º Mundial), Pedro (2º Mundial), Xavi (4º Mundial), Iniesta (3º Mundial), Javi Martínez (2º Mundial), Fabregas (3º Mundial), Mata (2º Mundial) e David Silva (2º Mundial), e o avançado Fernando Torres (3º Mundial).

Juntando-lhes David Villa (3º Mundial, melhor marcador da Espanha na história dos Campeonatos do Mundo, com 8 golos), são 16 campeões do mundo que regressam para defender o título. 

A Espanha começa o Mundial 2014 contra o último adversário de 2010, a Holanda, que derrotou por 1-0. Segue-se o Chile, que também derrotou em 2010, na fase de grupos, por 2-1, e em 1950, também na fase de grupos, por 2-0. O último adversário do Grupo B será a Austrália, que nunca defrontou anteriormente em Campeonatos do Mundo.


domingo, 2 de fevereiro de 2014

Nápoles





Treinador: Rafael Benítez

Jogador-chave: Higuaín



Ao contrário da estreia em 2011/2012, desta vez o Nápoles não se conseguiu qualificar para os oitavos de final da Liga dos Campeões. Em 2011/2012, 11 pontos foram suficientes (com uma equipa que perdeu os seis jogos no grupo, o Villarreal), desta vez 12 pontos não foram suficientes (com uma equipas que perdeu os seis jogos no grupo, o Marselha).
Começou bem, com uma vitória em casa contra o Borussia Dortmund, por 2-1. “Só” 2-1, no fim da fase de grupos, esta curta vitória foi a diferença entre continuar ou não na Liga dos Campeões, num jogo em que o Nápoles jogou em superioridade numérica durante toda a segunda parte, teve dois golos de vantagem e o golo que sofreu foi um autogolo de Zúñiga.
No jogo seguinte perdeu em Inglaterra, contra o Arsenal, por 0-2. Os dois jogos seguintes eram contra o Marselha, e o Nápoles tinha de aproveitá-los para ganhar vantagem sobre o Arsenal ou o Borussia Dortmund, que iriam perder pontos entre si. Aproveitou-os, ganhando ambos, primeiro em França por 2-1 e depois em casa por 3-2.
Ao fim da quarta jornada o Nápoles estava em segundo lugar no Grupo F, com 9 pontos, os mesmos do Arsenal, três de vantagem sobre o Borussia Dortmund, e nove de vantagem sobre o Marselha. O terceiro lugar já estava garantido, e o Nápoles qualificar-se-ia logo para os oitavos de final se não perdesse o jogo seguinte, na Alemanha contra o Borussia Dortmund. Perdeu, e pior que isso, por 1-3, dois golos de diferença, e desvantagem no confronto direto com o Borussia Dortmund.
Agora, para se qualificar, teria de ganhar ao Arsenal por três golos de diferença no último jogo, ou então uma simples vitória seria suficiente se o Borussia Dortmund não ganhasse ao Marselha, e até um empate seria suficiente se o Borussia Dortmund perdesse contra o Marselha. O Borussia Dortmund ganhou ao Marselha, e o Nápoles só conseguiu derrotar o Arsenal por 2-0, e assim foi eliminado.
No triplo empate com o Borussia Dortmund e o Arsenal, o Borussia Dortmund tinha 6 golos marcados e 5 golos sofridos (+1), o Arsenal tinha quatro golos marcados e quatro golos sofridos (0), e o Nápoles tinha cinco golos marcados e seis golos sofridos (-1). Ficou a faltar mais um golo marcado, ou menos um golo sofrido, para ultrapassar o Arsenal.
O Nápoles está de volta aos dezasseis avos de final da Liga Europa, fase que não conseguiu ultrapassar em 2010/2011 nem em 2012/2013. Agora o adversário é o Swansea. Conseguirá o Nápoles finalmente ultrapassar uma eliminatória?
Desde 1994, quando o Nápoles eliminou o Boavista nos dezasseis avos de final da Taça UEFA, que o Nápoles não consegue ultrapassar uma eliminatória. Foi eliminado nos oitavos de final em 1994 pelo Eintracht Frankfurt, em 2011 nos dezasseis avos de final da Liga Europa pelo Villarreal, em 2012 nos oitavos de final da Liga dos Campeões pelo Chelsea, e em 2013 nos dezasseis avos de final da Liga Europa pelo Viktoria Plzen.
O treinador Rafael Benítez venceu a Liga Europa na época anterior pelo Chelsea, será uma tarefa bem mais complicada repeti-lo pelo Nápoles esta época.

domingo, 8 de setembro de 2013

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Espanha


COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo 5:
1. Espanha 30 pontos
2. Bósnia 19
3. Turquia 15
4. Bélgica 10
5. Estónia 8
6. Arménia 4

PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934- Quartos de Final
1950- 4º lugar
1962- Fase de Grupos
1966- Fase de Grupos
1978- Fase de Grupos
1982- Segunda Fase de Grupos
1986- Quartos de Final
1990- Oitavos de Final
1994- Quartos de Final
1998- Fase de Grupos
2002- Quartos de Final
2006- Oitavos de Final

TREINADOR: Vicente Del Bosque

EQUIPA-TIPO: Casillas; Sergio Ramos, Puyol, Piqué e Capdevila; Iniesta, Xavi, Xabi Alonso e David Silva; David Villa e Fernando Torres


Esta será a 13ª participação da Espanha em Campeonatos do Mundo, a 9ª consecutiva.
Tal como a Holanda, também a Espanha se qualificou facilmente para o Mundial 2010, só com vitórias.
No entanto, em 2009 este ciclo de vitórias foi interrompido nas meias-finais da Taça das Confederações, contra os EUA.

A Espanha mantém praticamente toda a equipa que ganhou o Euro 2008- os guarda-redes Casillas e Reina, os defesas Sergio Ramos, Puyol, Marchena, Capdevila, Raúl Albiol, os médios Senna, Iniesta, Xavi, Fabregas, Xabi Alonso, Santi Cazorla, David Silva, e os avançados David Villa, Fernando Torres, Guiza.
A principal novidade em relação ao Euro 2008 é o defesa Piqué, que jogou em 6 dos 10 jogos de qualificação (e marcou 3 golos), e também jogou em 4 dos 5 jogos na Taça das Confederações.

Apesar de nunca ter sequer atingido a final nas 12 participações anteriores, a Espanha é apontada como um dos favoritos à vitória no Mundial 2010. Veremos se, tal como no Euro 2008, conseguirá ganhar a competição, ou então se, tal como na Taça das Confederações de 2009, não conseguirá corresponder às expectativas.