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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Itália


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo B:
1. Itália 22 pontos
2. Dinamarca 16
3. República Checa 15
4. Bulgária 13
5. Arménia 13
6. Malta 3


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Vencedor
1938 - Vencedor
1950 - Fase de Grupos
1954 - Fase de Grupos
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1970 - Finalista vencido
1974 - Fase de Grupos
1978 - 4º lugar
1982 - Vencedor
1986 - Oitavos de Final
1990 - 3º lugar
1994 - Finalista vencido
1998 - Quartos de Final
2002 - Oitavos de Final
2006 - Vencedor
2010 - Fase de Grupos


Treinador: Cesare Prandelli




Equipa-tipo: Buffon; Abate, Barzagli, Bonucci e Chiellini; Pirlo; Marchisio, Aquilani e De Rossi; Cassano e Balotelli





A Itália teve uma péssima participação no Mundial 2010 – não ganhou um único jogo, empatando os dois primeiros contra o Paraguai e a Nova Zelândia e perdendo o último contra a Eslováquia.

Se a Taça das Confederações um ano antes foi um prenúncio do que viria acontecer (a Itália também não passou da fase de grupos em 2009), então a Taça das Confederações de 2013 sugere que o Mundial 2014 será bem melhor para a Itália.

Conseguiram atingir as meias finais na Taça das Confederações, onde só perderam nos penalties contra a Espanha, e depois, no jogo do 3º e 4º lugar, novamente nos penalties, derrotaram o Uruguai, adversário que voltarão a defrontar no Mundial 2014.

Os 23 convocados são os guarda-redes Buffon, Sirigu e Perin, os defesas Abate, Barzagli, Bonucci, Chiellini, De Sciglio, Paletta e Darmian, os médios Pirlo, Marchisio, Aquilani, De Rossi, Thiago Motta, Verratti, Candreva, Parolo e Lorenzo Insigne, e os avançados Cassano, Balotelli, Immobile e Cerci.

Será o quinto Mundial para Buffon (o único jogador no Mundial 2014 que esteve nos últimos cinco), o terceiro para Pirlo e De Rossi, e o segundo para Barzagli (esteve no Mundial 2006 mas não em 2010), Bonucci (suplente não utilizado em 2010), Chiellini e Marchisio.

A Itália tem boas recordações recentes e de Campeonatos do Mundo anteriores contra a Inglaterra e o Uruguai. Eliminou a Inglaterra nos penalties nos quartos de final do Euro 2012, e também venceu por 2-1 no jogo do 3º e 4º lugar em 1990. Além de ter derrotado o Uruguai na Taça das Confederações em 2013, também empatou 0-0 no Mundial 1970 e venceu por 2-0 nos oitavos de final no Mundial 1990. Nunca jogou contra a Costa Rica, o outro adversário do Grupo D, em Campeonatos do Mundo anteriores.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Nápoles





Treinador: Rafael Benítez

Jogador-chave: Higuaín



Ao contrário da estreia em 2011/2012, desta vez o Nápoles não se conseguiu qualificar para os oitavos de final da Liga dos Campeões. Em 2011/2012, 11 pontos foram suficientes (com uma equipa que perdeu os seis jogos no grupo, o Villarreal), desta vez 12 pontos não foram suficientes (com uma equipas que perdeu os seis jogos no grupo, o Marselha).
Começou bem, com uma vitória em casa contra o Borussia Dortmund, por 2-1. “Só” 2-1, no fim da fase de grupos, esta curta vitória foi a diferença entre continuar ou não na Liga dos Campeões, num jogo em que o Nápoles jogou em superioridade numérica durante toda a segunda parte, teve dois golos de vantagem e o golo que sofreu foi um autogolo de Zúñiga.
No jogo seguinte perdeu em Inglaterra, contra o Arsenal, por 0-2. Os dois jogos seguintes eram contra o Marselha, e o Nápoles tinha de aproveitá-los para ganhar vantagem sobre o Arsenal ou o Borussia Dortmund, que iriam perder pontos entre si. Aproveitou-os, ganhando ambos, primeiro em França por 2-1 e depois em casa por 3-2.
Ao fim da quarta jornada o Nápoles estava em segundo lugar no Grupo F, com 9 pontos, os mesmos do Arsenal, três de vantagem sobre o Borussia Dortmund, e nove de vantagem sobre o Marselha. O terceiro lugar já estava garantido, e o Nápoles qualificar-se-ia logo para os oitavos de final se não perdesse o jogo seguinte, na Alemanha contra o Borussia Dortmund. Perdeu, e pior que isso, por 1-3, dois golos de diferença, e desvantagem no confronto direto com o Borussia Dortmund.
Agora, para se qualificar, teria de ganhar ao Arsenal por três golos de diferença no último jogo, ou então uma simples vitória seria suficiente se o Borussia Dortmund não ganhasse ao Marselha, e até um empate seria suficiente se o Borussia Dortmund perdesse contra o Marselha. O Borussia Dortmund ganhou ao Marselha, e o Nápoles só conseguiu derrotar o Arsenal por 2-0, e assim foi eliminado.
No triplo empate com o Borussia Dortmund e o Arsenal, o Borussia Dortmund tinha 6 golos marcados e 5 golos sofridos (+1), o Arsenal tinha quatro golos marcados e quatro golos sofridos (0), e o Nápoles tinha cinco golos marcados e seis golos sofridos (-1). Ficou a faltar mais um golo marcado, ou menos um golo sofrido, para ultrapassar o Arsenal.
O Nápoles está de volta aos dezasseis avos de final da Liga Europa, fase que não conseguiu ultrapassar em 2010/2011 nem em 2012/2013. Agora o adversário é o Swansea. Conseguirá o Nápoles finalmente ultrapassar uma eliminatória?
Desde 1994, quando o Nápoles eliminou o Boavista nos dezasseis avos de final da Taça UEFA, que o Nápoles não consegue ultrapassar uma eliminatória. Foi eliminado nos oitavos de final em 1994 pelo Eintracht Frankfurt, em 2011 nos dezasseis avos de final da Liga Europa pelo Villarreal, em 2012 nos oitavos de final da Liga dos Campeões pelo Chelsea, e em 2013 nos dezasseis avos de final da Liga Europa pelo Viktoria Plzen.
O treinador Rafael Benítez venceu a Liga Europa na época anterior pelo Chelsea, será uma tarefa bem mais complicada repeti-lo pelo Nápoles esta época.