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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

domingo, 15 de março de 2015

Zenit vs. Torino




Resultado da primeira mão: Zenit 2-0 Torino

Odds bwin antes da primeira mão:
Zenit 1,42 (66%)
Torino 2,70 (34%)

Odds bwin após a primeira mão:
Zenit 1,05 (89%)
Torino 8,50 (11%)

O Zenit está mais próximo dos quartos de final da Liga Europa, depois de ter vencido o Torino em casa por 2-0.
Aos 28 minutos Benassi, que já tinha um cartão amarelo, fez uma falta sobre Witsel, viu o segundo cartão amarelo e foi expulso.
Aos 38 minutos Smolnikov fez um remate cruzado do lado direito, Padelli defendeu para a frente, e na recarga Witsel marcou o primeiro golo.
Aos 53 minutos Hulk rematou ao poste, e na recarga Criscito marcou o segundo golo.
O Torino não fez um único remate à baliza no jogo, limitando-se a defender e a tentar sofrer o mínimo de golos possível. A derrota por 0-2 será quase impossível de reverter na segunda mão, mas a jogar em casa e com 11 jogadores, será um adversário mais forte do que foi na primeira mão.





 Resultado da segunda mão: Torino 1-0 Zenit

Na segunda mão o Torino jogou com Farnerud em vez do suspenso Benassi, e Maxi López em vez de Martínez.
O Zenit jogou com Tymoschuk em vez do suspenso Javi García.
Na segunda mão os papéis inverteram-se, foi o Zenit que não fez um único remate à baliza, limitando-se a defender para manter a vantagem de dois golos.
Ao contrário do Torino na primeira mão, não teve nenhum jogador expulso, mas teve sete cartões amarelos. Na primeira mão dos quartos de final não poderá contar com Smolnikov, Criscito, Danny e Hulk.
O único golo do jogo foi marcado pelo capitão Glik já no minuto 90, de cabeça após um canto marcado por Bovo. Glik já tinha marcado um golo de cabeça aos 48 minutos na sequência de um livre de Farnerud, mas tinha sido anulado por fora-de-jogo. Desta vez valeu mesmo, permitiu ao Torino ganhar o jogo, mas foi o Zenit que avançou para os quartos de final.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

PSV Eindhoven vs. Zenit




Resultado da primeira mão: PSV Eindhoven 0-1 Zenit

Odds bwin antes da primeira mão:
PSV Eindhoven 2,55 (37%)
Zenit 1,50  (63%)

Odds bwin após a primeira mão:
PSV Eindhoven 4,60 (20%)
Zenit 1,17 (80%)

O Zenit conseguiu uma importante vitória na Holanda, com um golo marcado por Hulk. Foi a primeira vez que o Zenit venceu um jogo fora numa eliminatória da Liga Europa, nas quatro anteriores tinha perdido sempre (Young Boys e Twente em 2011, e Liverpool e Basileia em 2013). Já quebrou uma má tradição, mas agora quererá manter a boa tradição de ganhar sempre o jogo em casa, apesar de precisar apenas de um empate.
O PSV Eindhoven também nunca tinha perdido em casa numa eliminatória da Liga Europa (3 vitórias e 3 empates).





Resultado da segunda mão: Zenit 3-0 PSV Eindhoven

O Zenit jogou com Anyukov a lateral esquerdo. O PSV Eindhoven jogou com Brenet a lateral direito, e Maher em vez de Hiljemark.
Aos 28 minutos Rondón desmarcou Danny nas costas de Isimat-Mirin, e este devolveu a bola a Rondón que marcou o primeiro golo. Na segunda parte, aos 48 minutos, Hulk recebeu a bola de Anyukov num lançamento lateral, passou por Guardado e rematou de fora da área, com o pé direito, marcando o segundo golo.
O PSV Eindhoven ainda teve a oportunidade de marcar quando Garay cortou um cruzamento de Guardado com o braço e o árbitro marcou penalty, mas Lodygin defendeu o penalty de De Jong.
E foi o Zenit que marcou novamente, aos 67 minutos, em novo remate de fora da área de Hulk que Zoet defendeu, mas na recarga Rondón marcou.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Zenit



Treinador: André Villas-Boas





Jogador-chave: Criscito



O Zenit ficou em terceiro lugar no Grupo C da Liga dos Campeões, passando para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Até começou bem, com uma vitória em Portugal, contra o Benfica, por 2-0. Com uma vitória fora contra o cabeça-de-série do grupo, parecia que a qualificação para os oitavos de final dificilmente escaparia ao Zenit.
O empate 0-0 em casa, no jogo seguinte contra o Mónaco, não era preocupante. O Zenit continuava empatado em primeiro lugar no Grupo C com o Mónaco, com o Bayer Leverkusen um ponto atrás e o Benfica já com quatro pontos de atraso.
No terceiro jogo, na Alemanha contra o Bayer Leverkusen, o resultado foi pior. O Zenit perdeu por 0-2, e caiu para o terceiro lugar do grupo, ultrapassado pelo Bayer Leverkusen e também pelo Mónaco.
No entanto, se o Zenit ganhasse ao Bayer Leverkusen em casa, subiria pelo menos ao segundo lugar, e até podia subir ao primeiro se o Mónaco não ganhasse ao Benfica. Só que o Zenit voltou a perder contra o Bayer Leverkusen, desta vez por 1-2, e ficou numa situação cada vez mais complicada.
Ainda poderia chegar pelo menos ao segundo lugar se vencesse os dois últimos jogos, mas para ganhar o grupo o Bayer Leverkusen teria também de perder os seus dois jogos restantes.
A primeira das duas vitórias que o Zenit precisava foi conseguida, contra o Benfica, por 1-0. O Zenit estava por alguns instantes no segundo lugar do grupo, se o Mónaco não ganhasse ao Bayer Leverkusen o Zenit iria para a última jornada no segundo lugar, apenas a precisar de um empate. Só que o Mónaco ganhou, e o Zenit foi para o último jogo a precisar de vencer, em vez de apenas precisar de empatar.
Nem parecia que o Zenit era a equipa que precisava de vencer e o Mónaco a equipa que apenas precisava de um empate. O Zenit criou poucas oportunidades de golo (nenhuma?), e acabou por perder 0-2, caindo para a Liga Europa.
Nas últimas quatro épocas o Zenit atingiu sempre os oitavos de final, da Liga Europa ou da Liga dos Campeões alternadamente, e ficou-se sempre por aí, nunca conseguiu ir mais além. O adversário para lá chegar será o PSV Eindhoven. A primeira dúvida é se o Zenit conseguirá atingir os oitavos de final pela quinta época consecutiva, a segunda é se finalmente conseguirá ir mais além, e a terceira é até onde terá de ir para se redimir pela eliminação na Liga dos Campeões? Vencer a Liga Europa? E será capaz disso, quando nem sequer foi capaz de derrotar equipas como o Mónaco ou o Bayer Leverkusen?

domingo, 3 de agosto de 2014

Alemanha 1-0 Argentina

A Alemanha jogou com a mesma equipa que esmagou o Brasil nas meias-finais.



A Argentina também jogou com a mesma equipa que eliminou a Holanda nas meias-finais.


A Argentina tinha menos um dia de descanso, teve de disputar um prolongamento no jogo anterior ao contrário da Alemanha que desde cedo esteve a ganhar confortavelmente e pode abrandar o ritmo. O público brasileiro estava a torcer pela Alemanha, e até o árbitro Nicola Rizzoli era europeu.

Aos 29 minutos, Messi viu Lavezzi com espaço na direita, passou-lhe a bola e este cruzou para Higuaín que marcou o golo da Argentina… mas este foi anulado por fora-de-jogo.


Aos 57 minutos, nova jogada envolvendo Higuaín, que numa disputa de bola com Neuer foi abalroado, poderia ter sido penalty para a Argentina e cartão vermelho para Neuer, mas Nicola Rizzoli marcou falta… de Higuaín!


Ao fim dos 90 minutos mantinha-se o 0-0 e o jogo foi para prolongamento.

Aos 97 minutos, Rojo cruzou da esquerda para as costas de Hummels, onde estava Palacio sozinho, este dominou a bola com o peito, fez um chapéu a Neuer, mas não acertou na baliza e a bola foi para fora.


Não marcou a Argentina, marcou a Alemanha: aos 113 minutos, Schurrle transportou a bola pela esquerda e, por entre Mascherano e Zabaleta, cruzou a bola para Gotze, que com espaço entre Demichelis e Garay dominou no peito e chutou fora do alcance de Romero.


O herói do jogo foi Gotze, marcador do golo da vitória.


A Alemanha foi campeã do Mundo pela quarta vez, a primeira desde a reunificação.


A Argentina voltou a ser finalista 24 anos depois, voltou a defrontar a Alemanha, e voltou a perder por 0-1. Foi muito melhor que o Brasil, esmagado por 1-7 no jogo anterior, mas não foi o suficiente para ser Campeã do Mundo.

domingo, 27 de julho de 2014

Holanda 0-0 Argentina (2-4 nos penalties)

Comparando com os quartos de final, a Holanda jogou com Nigel De Jong em vez de Depay, em 3-5-2.



A Argentina, comparando com os quartos de final, jogou com Rojo a lateral esquerdo, e Enzo Pérez em vez de Di María.


Ao fim dos 90 minutos o jogo continuava 0-0 e foi para prolongamento. A Holanda já tinha jogado um prolongamento e também penalties na eliminatória anterior contra a Costa Rica, enquanto a Argentina conseguiu derrotar a Bélgica nos quartos de final sem precisar de prolongamento, mas também jogou um prolongamento nos oitavos de final contra a Suíça.

No prolongamento também não foram marcados golos, e o jogo foi para penalties. Desta vez Louis Van Gaal não guardou uma substituição, e foi mesmo Cillessen quem teve de tentar defendê-los.

Além de não poder usar o guarda-redes que defendeu dois penalties contra a Costa Rica, a Holanda também não podia usar o mesmo primeiro marcador, porque Van Persie já tinha sido substituído.

Desta vez o primeiro foi Vlaaar, e Romero defendeu o remate.


Depois Messi colocou a Argentina em vantagem.

Robben voltou a ser o segundo, tal como contra a Costa Rica, e voltou a marcar.

Mas Garay também marcou e voltou a colocar a Argentina na frente.

Sneijder, que tinha marcado o terceiro contra a Costa Rica, desta vez também foi o terceiro mas Romero voltou a defender!


Aguero marcou o penalty seguinte e aumentou a vantagem da Argentina para dois golos.

Se Kuyt falhasse o penalty seguinte a Holanda seria eliminada, mas conseguiu marcar e prolongar o jogo por pelo menos mais um penalty.

Se Maxi Rodríguez marcasse a Argentina qualificar-se-ia para a final. Cillessen ainda tocou na bola, mas não conseguiu evitar o golo.


O herói do jogo foi Romero, com dois penalties defendidos que 24 anos depois colocaram a Argentina novamente numa final do Campeonato do Mundo.


Na final a Argentina irá defrontar a Alemanha, contra a qual venceu a final de 1986 por 3-2 mas perdeu a final de 1990 por 0-1.
A final de 1986 foi a única vez que a Argentina conseguiu derrotar a Alemanha em Campeonatos do Mundo, além da derrota na final de 1990 também perdeu por 1-3 em 1958, empatou 0-0 em 1966, empatou 1-1 nos quartos de final em 2006 e foi eliminada nos penalties, e perdeu por 0-4 nos quartos de final em 2010.

Um dia antes da final, a Holanda irá defrontar o Brasil no jogo do 3º e 4º lugar. Será a quinta vez que se defrontam, a Holanda venceu por 2-0 em 1974 mas perdeu por 2-3 em 1994 e empatou 1-1 nas meias finais em 1998 sendo eliminada nos penalties. Em 2010 eliminou o Brasil nos quartos de final com uma vitória por 2-1.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Nigéria 2-3 Argentina

A Nigéria jogou com a mesma equipa que venceu a Bósnia no jogo anterior.



A Argentina também jogou com a mesma equipa que venceu o Irão no jogo anterior.


Ao contrário do jogo anterior, em que a Argentina só conseguiu marcar nos últimos minutos, desta vez fê-lo logo no início: aos 3 minutos, Di María recebeu um passe em profundidade na esquerda de Mascherano, e frente a Enyeama rematou ao poste, a bola ainda bateu nas costas de Enyeama e novamente no poste, e foi parar a Messi que marcou na recarga.


A Nigéria marcou no minuto seguinte: Babatunde assistiu Musa na esquerda, e este rematou cruzado com o pé direito marcando o golo do empate.


Em cima do intervalo, Messi, num livre direto, marcou o seu segundo golo e voltou a colocar a Argentina em vantagem. Com este golo alcançou Neymar na lista dos melhores marcadores do Mundial 2014, com 4 golos.


A Nigéria voltou a empatar poucos minutos depois (desta vez com o intervalo pelo meio): aos 47 minutos, Musa tabelou com Emenike e deste modo ultrapassou a defesa argentina toda, e frente a Romero fez o seu segundo golo no jogo.

Os defesas argentinos redimiram-se do buraco que abriram três minutos depois: Lavezzi marcou um pontapé de canto na esquerda, Garay desviou de cabeça e atrás dele Rojo finalizou com o joelho.


O herói do jogo foi Musa: conseguiu anular a vantagem argentina por duas vezes, não conseguiu fazê-lo uma terceira.


A Argentina, já qualificada, garantiu assim o primeiro lugar do Grupo F, e irá defrontar nos oitavos de final o segundo classificado do Grupo E.

A Nigéria também se qualificou, porque o Irão não conseguiu ganhar o seu jogo contra a Bósnia. Dezasseis anos depois está de volta aos oitavos de final, onde irá defrontar o vencedor do Grupo E. Nunca conseguiu atingir os quartos de final, conseguirá fazê-lo desta vez?

sábado, 26 de abril de 2014

Argentina


COMO SE QUALIFICARAM:

Liga:
1. Argentina 32 pontos
2. Colômbia 30
3. Chile 28
4. Equador 25
5. Uruguai 25
6. Venezuela 20
7. Peru 15
8. Bolívia 12
9. Paraguai 12


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1930 - Finalista vencido
1934 - Oitavos de Final
1958 - Fase de Grupos
1962 - Fase de Grupos
1966 - Quartos de Final
1974 - 2ª Fase de Grupos
1978 - Vencedor
1982 - 2ª Fase de Grupos
1986 - Vencedor
1990 - Finalista vencido
1994 - Oitavos de Final
1998 - Quartos de Final
2002 - Fase de Grupos
2006 - Quartos de Final
2010 - Quartos de Final


Treinador: Alejandro Sabella




Equipa-tipo: Romero; Zabaleta, Garay, Federico Fernández e Rojo; Mascherano, Gago, Di María e Messi; Higuaín e Aguero



A qualificação da Argentina para o Mundial 2014 foi bem mais tranquila que para o Mundial anterior. Na qualificação para o Mundiais de 1998 e 2002 a Argentina terminou em primeiro lugar na zona sul-americana, e para o Mundial de 2006 terminou em segundo lugar, com os mesmos pontos do líder Brasil mas pior diferença de golos.

No entanto, na qualificação para o Mundial 2010 terminou apenas em quarto lugar, atrás do Brasil, Chile e Paraguai. Agora recuperou o estatuto de líder da zona sul-americana, apesar do Brasil não ter participado na qualificação por ser o país organizador (também não participou na qualificação para o Mundial 1998 por ser o vencedor anterior - na altura o vencedor anterior estava automaticamente qualificado para o Mundial seguinte).

Esta capacidade para liderar zonas sul-americanas de qualificação para os Mundiais não se tem repetido nas Copas América, que a Argentina não vence desde 1993 – o melhor que conseguiu foi ser finalista vencida em 2004 e 2007, perdendo ambas na final contra o Brasil. Em 2011 foi o país organizador mas foi eliminada pelo Uruguai nos quartos de final.

Os 23 convocados são os guarda-redes Romero, Andújar e Orión, os defesas Zabaleta, Garay, Federico Fernández, Rojo, Campagnaro, Basanta e Demichelis, os médios Mascherano, Gago, Di María, Biglia, Enzo Pérez, Maxi Rodríguez, Augusto Fernández e Álvarez, e os avançados Messi, Higuaín, Aguero, Palacio e Lavezzi.

Será o segundo Mundial para Romero, Andújar (suplente não utilizado em 2010), Demichelis, Di María, Higuaín, Aguero e Palacio (esteve no Mundial 2006 mas não em 2010), e o terceiro para Mascherano, Maxi Rodríguez e Messi.

A Argentina irá defrontar a Nigéria pela quarta vez nos últimos seis Mundiais: venceu sempre, por 2-1 em 1994, por 1-0 em 2002, e novamente por 1-0 em 2010. Nunca defrontou o Irão em Campeonatos do Mundo anteriores, e naturalmente também nunca defrontou a Bósnia, o outro adversário do Grupo F, que se irá estrear no Mundial 2014.