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sábado, 21 de dezembro de 2019
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domingo, 9 de dezembro de 2018
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015
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domingo, 15 de março de 2015
Zenit vs. Torino
Resultado da primeira mão: Zenit 2-0 Torino
Odds bwin antes da primeira mão:
Zenit 1,42 (66%)
Torino 2,70 (34%)
Odds bwin após a primeira mão:
Zenit 1,05 (89%)
Torino 8,50 (11%)
O Zenit está mais próximo dos quartos de final da Liga Europa, depois de ter vencido o Torino em casa por 2-0.
Aos 28 minutos Benassi, que já tinha um cartão amarelo, fez uma falta sobre Witsel, viu o segundo cartão amarelo e foi expulso.
Aos 38 minutos Smolnikov fez um remate cruzado do lado direito, Padelli defendeu para a frente, e na recarga Witsel marcou o primeiro golo.
Aos 53 minutos Hulk rematou ao poste, e na recarga Criscito marcou o segundo golo.
O Torino não fez um único remate à baliza no jogo, limitando-se a defender e a tentar sofrer o mínimo de golos possível. A derrota por 0-2 será quase impossível de reverter na segunda mão, mas a jogar em casa e com 11 jogadores, será um adversário mais forte do que foi na primeira mão.
Resultado da segunda mão: Torino 1-0 Zenit
Na segunda mão o Torino jogou com Farnerud em vez do suspenso Benassi, e Maxi López em vez de Martínez.
O Zenit jogou com Tymoschuk em vez do suspenso Javi García.
Na segunda mão os papéis inverteram-se, foi o Zenit que não fez um único remate à baliza, limitando-se a defender para manter a vantagem de dois golos.
Ao contrário do Torino na primeira mão, não teve nenhum jogador expulso, mas teve sete cartões amarelos. Na primeira mão dos quartos de final não poderá contar com Smolnikov, Criscito, Danny e Hulk.
O único golo do jogo foi marcado pelo capitão Glik já no minuto 90, de cabeça após um canto marcado por Bovo. Glik já tinha marcado um golo de cabeça aos 48 minutos na sequência de um livre de Farnerud, mas tinha sido anulado por fora-de-jogo. Desta vez valeu mesmo, permitiu ao Torino ganhar o jogo, mas foi o Zenit que avançou para os quartos de final.
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sábado, 21 de fevereiro de 2015
PSV Eindhoven vs. Zenit
Resultado da primeira mão: PSV Eindhoven 0-1 Zenit
Odds bwin antes da primeira mão:
PSV Eindhoven 2,55 (37%)
Zenit 1,50 (63%)
Odds bwin após a primeira mão:
PSV Eindhoven 4,60 (20%)
Zenit 1,17 (80%)
O Zenit conseguiu uma importante vitória na Holanda, com um golo marcado por Hulk. Foi a primeira vez que o Zenit venceu um jogo fora numa eliminatória da Liga Europa, nas quatro anteriores tinha perdido sempre (Young Boys e Twente em 2011, e Liverpool e Basileia em 2013). Já quebrou uma má tradição, mas agora quererá manter a boa tradição de ganhar sempre o jogo em casa, apesar de precisar apenas de um empate.
O PSV Eindhoven também nunca tinha perdido em casa numa eliminatória da Liga Europa (3 vitórias e 3 empates).
Resultado da segunda mão: Zenit 3-0 PSV Eindhoven
O Zenit jogou com Anyukov a lateral esquerdo. O PSV Eindhoven jogou com Brenet a lateral direito, e Maher em vez de Hiljemark.
Aos 28 minutos Rondón desmarcou Danny nas costas de Isimat-Mirin, e este devolveu a bola a Rondón que marcou o primeiro golo. Na segunda parte, aos 48 minutos, Hulk recebeu a bola de Anyukov num lançamento lateral, passou por Guardado e rematou de fora da área, com o pé direito, marcando o segundo golo.
O PSV Eindhoven ainda teve a oportunidade de marcar quando Garay cortou um cruzamento de Guardado com o braço e o árbitro marcou penalty, mas Lodygin defendeu o penalty de De Jong.
E foi o Zenit que marcou novamente, aos 67 minutos, em novo remate de fora da área de Hulk que Zoet defendeu, mas na recarga Rondón marcou.
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domingo, 4 de janeiro de 2015
Zenit
Treinador: André Villas-Boas
Jogador-chave: Criscito
O Zenit ficou em terceiro lugar no Grupo C da Liga dos
Campeões, passando para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Até começou bem, com uma vitória em Portugal, contra o
Benfica, por 2-0. Com uma vitória fora contra o cabeça-de-série do grupo,
parecia que a qualificação para os oitavos de final dificilmente escaparia ao
Zenit.
O empate 0-0 em casa, no jogo seguinte contra o Mónaco, não
era preocupante. O Zenit continuava empatado em primeiro lugar no Grupo C com o
Mónaco, com o Bayer Leverkusen um ponto atrás e o Benfica já com quatro pontos
de atraso.
No terceiro jogo, na Alemanha contra o Bayer Leverkusen, o
resultado foi pior. O Zenit perdeu por 0-2, e caiu para o terceiro lugar do
grupo, ultrapassado pelo Bayer Leverkusen e também pelo Mónaco.
No entanto, se o Zenit ganhasse ao Bayer Leverkusen em casa,
subiria pelo menos ao segundo lugar, e até podia subir ao primeiro se o Mónaco
não ganhasse ao Benfica. Só que o Zenit voltou a perder contra o Bayer
Leverkusen, desta vez por 1-2, e ficou numa situação cada vez mais complicada.
Ainda poderia chegar pelo menos ao segundo lugar se vencesse
os dois últimos jogos, mas para ganhar o grupo o Bayer Leverkusen teria também
de perder os seus dois jogos restantes.
A primeira das duas vitórias que o Zenit precisava foi
conseguida, contra o Benfica, por 1-0. O Zenit estava por alguns instantes no
segundo lugar do grupo, se o Mónaco não ganhasse ao Bayer Leverkusen o Zenit
iria para a última jornada no segundo lugar, apenas a precisar de um empate. Só
que o Mónaco ganhou, e o Zenit foi para o último jogo a precisar de vencer, em
vez de apenas precisar de empatar.
Nem parecia que o Zenit era a equipa que precisava de vencer
e o Mónaco a equipa que apenas precisava de um empate. O Zenit criou poucas oportunidades
de golo (nenhuma?), e acabou por perder 0-2, caindo para a Liga Europa.
Nas últimas quatro épocas o Zenit atingiu sempre os oitavos de
final, da Liga Europa ou da Liga dos Campeões alternadamente, e ficou-se sempre
por aí, nunca conseguiu ir mais além. O adversário para lá chegar será o PSV
Eindhoven. A primeira dúvida é se o Zenit conseguirá atingir os oitavos de
final pela quinta época consecutiva, a segunda é se finalmente conseguirá ir
mais além, e a terceira é até onde terá de ir para se redimir pela eliminação
na Liga dos Campeões? Vencer a Liga Europa? E será capaz disso, quando nem
sequer foi capaz de derrotar equipas como o Mónaco ou o Bayer Leverkusen?
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domingo, 3 de agosto de 2014
Alemanha 1-0 Argentina
A Alemanha jogou com a mesma equipa que esmagou o Brasil nas
meias-finais.
A Argentina tinha menos um dia de descanso, teve de disputar
um prolongamento no jogo anterior ao contrário da Alemanha que desde cedo
esteve a ganhar confortavelmente e pode abrandar o ritmo. O público brasileiro
estava a torcer pela Alemanha, e até o árbitro Nicola Rizzoli era europeu.
Aos 29 minutos, Messi viu Lavezzi com espaço na direita,
passou-lhe a bola e este cruzou para Higuaín que marcou o golo da Argentina…
mas este foi anulado por fora-de-jogo.
Aos 57 minutos, nova jogada envolvendo Higuaín, que numa
disputa de bola com Neuer foi abalroado, poderia ter sido penalty para a
Argentina e cartão vermelho para Neuer, mas Nicola Rizzoli marcou falta… de
Higuaín!
Ao fim dos 90 minutos mantinha-se o 0-0 e o jogo foi para
prolongamento.
Aos 97 minutos, Rojo cruzou da esquerda para as costas de
Hummels, onde estava Palacio sozinho, este dominou a bola com o peito, fez um
chapéu a Neuer, mas não acertou na baliza e a bola foi para fora.
Não marcou a Argentina, marcou a Alemanha: aos 113 minutos,
Schurrle transportou a bola pela esquerda e, por entre Mascherano e Zabaleta,
cruzou a bola para Gotze, que com espaço entre Demichelis e Garay dominou no
peito e chutou fora do alcance de Romero.
A Argentina voltou a ser finalista 24 anos depois, voltou a
defrontar a Alemanha, e voltou a perder por 0-1. Foi muito melhor que o Brasil,
esmagado por 1-7 no jogo anterior, mas não foi o suficiente para ser Campeã do
Mundo.
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domingo, 27 de julho de 2014
Holanda 0-0 Argentina (2-4 nos penalties)
Comparando com os quartos de final, a Holanda jogou com
Nigel De Jong em vez de Depay, em 3-5-2.
A Argentina, comparando com os quartos de final, jogou com
Rojo a lateral esquerdo, e Enzo Pérez em vez de Di María.
Ao fim dos 90 minutos o jogo continuava 0-0 e foi para
prolongamento. A Holanda já tinha jogado um prolongamento e também penalties na
eliminatória anterior contra a Costa Rica, enquanto a Argentina conseguiu
derrotar a Bélgica nos quartos de final sem precisar de prolongamento, mas
também jogou um prolongamento nos oitavos de final contra a Suíça.
No prolongamento também não foram marcados golos, e o jogo
foi para penalties. Desta vez Louis Van Gaal não guardou uma substituição, e
foi mesmo Cillessen quem teve de tentar defendê-los.
Além de não poder usar o guarda-redes que defendeu dois
penalties contra a Costa Rica, a Holanda também não podia usar o mesmo primeiro
marcador, porque Van Persie já tinha sido substituído.
Depois Messi colocou a Argentina em vantagem.
Robben voltou a ser o segundo, tal como contra a Costa Rica,
e voltou a marcar.
Mas Garay também marcou e voltou a colocar a Argentina na
frente.
Sneijder, que tinha marcado o terceiro contra a Costa Rica,
desta vez também foi o terceiro mas Romero voltou a defender!
Aguero marcou o penalty seguinte e aumentou a vantagem da
Argentina para dois golos.
Se Kuyt falhasse o penalty seguinte a Holanda seria
eliminada, mas conseguiu marcar e prolongar o jogo por pelo menos mais um
penalty.
Se Maxi Rodríguez marcasse a Argentina qualificar-se-ia para
a final. Cillessen ainda tocou na bola, mas não conseguiu evitar o golo.
O herói do jogo foi Romero, com dois penalties defendidos
que 24 anos depois colocaram a Argentina novamente numa final do Campeonato do
Mundo.
Na final a Argentina irá defrontar a Alemanha, contra a qual
venceu a final de 1986 por 3-2 mas perdeu a final de 1990 por 0-1.
A final de 1986 foi a única vez que a Argentina conseguiu
derrotar a Alemanha em Campeonatos do Mundo, além da derrota na final de 1990
também perdeu por 1-3 em 1958, empatou 0-0 em 1966, empatou 1-1 nos quartos de
final em 2006 e foi eliminada nos penalties, e perdeu por 0-4 nos quartos de
final em 2010.
Um dia antes da final, a Holanda irá defrontar o Brasil no
jogo do 3º e 4º lugar. Será a quinta vez que se defrontam, a Holanda venceu por
2-0 em 1974 mas perdeu por 2-3 em 1994 e empatou 1-1 nas meias finais em 1998
sendo eliminada nos penalties. Em 2010 eliminou o Brasil nos quartos de final
com uma vitória por 2-1.
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quinta-feira, 26 de junho de 2014
Nigéria 2-3 Argentina
A Nigéria jogou com a mesma equipa que venceu a Bósnia no
jogo anterior.
Ao contrário do jogo anterior, em que a Argentina só
conseguiu marcar nos últimos minutos, desta vez fê-lo logo no início: aos 3
minutos, Di María recebeu um passe em profundidade na esquerda de Mascherano, e
frente a Enyeama rematou ao poste, a bola ainda bateu nas costas de Enyeama e
novamente no poste, e foi parar a Messi que marcou na recarga.
A Nigéria marcou no minuto seguinte: Babatunde assistiu Musa
na esquerda, e este rematou cruzado com o pé direito marcando o golo do empate.
Em cima do intervalo, Messi, num livre direto, marcou o seu
segundo golo e voltou a colocar a Argentina em vantagem. Com este golo alcançou
Neymar na lista dos melhores marcadores do Mundial 2014, com 4 golos.
A Nigéria voltou a empatar poucos minutos depois (desta vez
com o intervalo pelo meio): aos 47 minutos, Musa tabelou com Emenike e deste
modo ultrapassou a defesa argentina toda, e frente a Romero fez o seu segundo
golo no jogo.
Os defesas argentinos redimiram-se do buraco que abriram
três minutos depois: Lavezzi marcou um pontapé de canto na esquerda, Garay
desviou de cabeça e atrás dele Rojo finalizou com o joelho.
O herói do jogo foi Musa: conseguiu anular a vantagem
argentina por duas vezes, não conseguiu fazê-lo uma terceira.
A Argentina, já qualificada, garantiu assim o primeiro lugar
do Grupo F, e irá defrontar nos oitavos de final o segundo classificado do
Grupo E.
A Nigéria também se qualificou, porque o Irão não conseguiu
ganhar o seu jogo contra a Bósnia. Dezasseis anos depois está de volta aos
oitavos de final, onde irá defrontar o vencedor do Grupo E. Nunca conseguiu atingir
os quartos de final, conseguirá fazê-lo desta vez?
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sábado, 26 de abril de 2014
Argentina
COMO SE QUALIFICARAM:
Liga:
1. Argentina 32 pontos
2. Colômbia 30
3. Chile 28
4. Equador 25
5. Uruguai 25
6. Venezuela 20
7. Peru 15
8. Bolívia 12
9. Paraguai 12
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1930 - Finalista vencido
1934 - Oitavos de Final
1958 - Fase de Grupos
1962 - Fase de Grupos
1966 - Quartos de Final
1974 - 2ª Fase de Grupos
1978 - Vencedor
1982 - 2ª Fase de Grupos
1986 - Vencedor
1990 - Finalista vencido
1994 - Oitavos de Final
1998 - Quartos de Final
2002 - Fase de Grupos
2006 - Quartos de Final
2010 - Quartos de Final
Treinador: Alejandro Sabella
Equipa-tipo: Romero; Zabaleta, Garay, Federico Fernández e Rojo; Mascherano, Gago, Di María e Messi; Higuaín e Aguero
A qualificação da Argentina para o Mundial 2014 foi bem mais tranquila que para o Mundial anterior. Na qualificação para o Mundiais de 1998 e 2002 a Argentina terminou em primeiro lugar na zona sul-americana, e para o Mundial de 2006 terminou em segundo lugar, com os mesmos pontos do líder Brasil mas pior diferença de golos.
No entanto, na qualificação para o Mundial 2010 terminou
apenas em quarto lugar, atrás do Brasil, Chile e Paraguai. Agora recuperou o
estatuto de líder da zona sul-americana, apesar do Brasil não ter participado
na qualificação por ser o país organizador (também não participou na qualificação
para o Mundial 1998 por ser o vencedor anterior - na altura o vencedor anterior
estava automaticamente qualificado para o Mundial seguinte).
Esta capacidade para liderar zonas sul-americanas de
qualificação para os Mundiais não se tem repetido nas Copas América, que a Argentina
não vence desde 1993 – o melhor que conseguiu foi ser finalista vencida em 2004
e 2007, perdendo ambas na final contra o Brasil. Em 2011 foi o país organizador
mas foi eliminada pelo Uruguai nos quartos de final.
Os 23 convocados são os guarda-redes Romero, Andújar e Orión, os defesas Zabaleta, Garay, Federico Fernández, Rojo, Campagnaro, Basanta e Demichelis, os médios Mascherano, Gago, Di María, Biglia, Enzo Pérez, Maxi Rodríguez,
Augusto Fernández e Álvarez, e os avançados Messi, Higuaín, Aguero, Palacio e Lavezzi.
Será o segundo Mundial para Romero, Andújar (suplente não
utilizado em 2010), Demichelis, Di María, Higuaín, Aguero e Palacio (esteve no
Mundial 2006 mas não em 2010), e o terceiro para Mascherano, Maxi Rodríguez e Messi.
A Argentina irá defrontar a Nigéria pela quarta vez nos últimos seis Mundiais: venceu sempre, por 2-1 em 1994, por 1-0 em 2002, e novamente por 1-0 em 2010. Nunca defrontou o Irão em Campeonatos do Mundo anteriores, e naturalmente também nunca defrontou a Bósnia, o outro adversário do Grupo F, que se irá estrear no Mundial 2014.
A Argentina irá defrontar a Nigéria pela quarta vez nos últimos seis Mundiais: venceu sempre, por 2-1 em 1994, por 1-0 em 2002, e novamente por 1-0 em 2010. Nunca defrontou o Irão em Campeonatos do Mundo anteriores, e naturalmente também nunca defrontou a Bósnia, o outro adversário do Grupo F, que se irá estrear no Mundial 2014.
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
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