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domingo, 27 de novembro de 2016
sábado, 7 de março de 2015
Manchester City vs. Barcelona
Resultado da primeira mão: Manchester City 1-2 Barcelona
Odds bwin antes da primeira mão:
Manchester City 3,10 (30%)
Barcelona 1,35 (70%)
Odds bwin após a primeira mão:
Manchester City 8,50 (11%)
Barcelona 1,05 (89%)
O Barcelona voltou a derrotar o Manchester City em Inglaterra na primeira mão dos oitavos de final, tal como na época anterior.
Aos 16 minutos Messi cruzou para a área onde Suárez disputou a bola com Kompany e ganhou o ressalto, rematando cruzado sem hipótese para Hart.
Aos 30 minutos Messi atraiu vários jogadores do Manchester City e desmarcou Jordi Alba na esquerda, que cruzou para a área onde Suárez finalizou, marcando o segundo golo do Barcelona e o seu segundo golo no jogo.
O jogo (e a eliminatória) parecia resolvido, mas aos 68 minutos Clichy tirou a bola a Messi, passou-a para Fernandinho que fez um passe para David Silva, este com um pequeno toque deixou a bola para Aguero e livrou-se dos defesas do Barcelona, e Aguero marcou o golo do Manchester City.
Conseguiria o Manchester City recuperar?
Pouco depois, aos 73 minutos, Clichy fez uma falta sobre Daniel Alves e foi expulso. Mais um contratempo para o Manchester City.
Já depois do minuto 90, Zabaleta fez falta sobre Messi dentro da área. O Barcelona tinha a oportunidade de repor os dois golos de vantagem, e levar para Espanha um resultado ainda melhor que na época anterior, onde venceu por 2-0. Só que Hart defendeu o remate de Messi, e na recarga Messi cabeceou ao lado.
O Manchester City ainda teria de marcar dois golos em Espanha, mas pelo menos levava um resultado "melhor" que o da época anterior.
Resultado da segunda mão: Barcelona 1-0 Manchester City
Na segunda mão o Barcelona jogou com Mathieu em vez de Busquets, passando Mascherano para médio defensivo.
O Manchester City jogou com Sagna a lateral direito e Kolarov a lateral esquerdo, Yaya Touré e Fernandinho a médios centro, em vez de Fernando e Dzeko.
Aos 31 minutos, num ataque rápido, Messi transportou a bola pela direita, atraindo o interesse de vários jogadores do Manchester City que deixaram o lado contrário exposto, Rakitic deslocou-se para lá e recebeu a bola de Messi, parou-a no peito e só teve de a chutar por cima de Hart, marcando o golo do Barcelona.
Aos 78 minutos o Manchester City teve uma excelente oportunidade para empatar o jogo e ficar a apenas um golo de empatar a eliminatória, quando Piqué fez falta sobre Aguero dentro da área.
Só que, tal como o goleador argentino do Barcelona falhou um penalty na primeira mão, também o goleador argentino do Manchester City falhou um penalty na segunda. Ter Stegen defendeu o penalty, tal como Hart tinha defendido no primeiro jogo.
Pela primeira vez em quatro jogos, o Manchester City não teve um jogador expulso contra o Barcelona. Mas esta pequena "vitória", tal como a pequena "vitória" de trazer da primeira mão um resultado melhor que o da época anterior, foram insignificantes, o Manchester City foi novamente eliminado nos oitavos de final.
Ao contrário do Arsenal e do Chelsea, a eliminação do Manchester City não foi surpreendente. Atingir os oitavos de final já foi um sucesso, durante a fase de grupos parecia que nem isso seria capaz de fazer.
sábado, 10 de janeiro de 2015
Manchester City
Treinador: Manuel Pellegrini
Jogador-chave: Aguero
O Manchester City qualificou-se para os oitavos de final da
Liga dos Campeões pela segunda época seguida.
Na época anterior, num grupo semelhante, tinha-se
qualificado facilmente, com cinco vitórias e apenas uma derrota. Dois dos três
adversários eram os mesmos, Bayern Munique e CSKA Moscovo. A novidade era o
outro adversário, que na época anterior foi o Viktoria Plzen, e agora seria a
Roma.
Começou com uma derrota na Alemanha, contra o Bayern
Munique, por 0-1. Não era preocupante, já na época anterior tinha terminado
atrás do Bayern Munique. Desde que conseguisse vencer os outros dois adversários
seria suficiente para avançar novamente.
Só que no jogo seguinte, em casa contra a Roma, o Manchester
City não conseguiu melhor que um empate 1-1, num jogo em que marcou primeiro de
penalty, e além desse remate só fez mais um remate à baliza.
Este grupo começava a lembrar não a época anterior, que
agora já era inalcançável, mas sim a época de estreia em 2011/2012, onde ao fim
de duas jornadas o Manchester City tinha apenas um ponto após ter perdido na
Alemanha contra o Bayern e empatado 1-1 em casa contra uma equipa italiana (o
Nápoles em 2011). Nessa época o Manchester City terminou em terceiro.
Só que nessa época após esses dois jogos seguiram-se duas
vitórias contra o Villarreal. O próximo adversário agora era o CSKA Moscovo,
que o Manchester City tinha derrotado duas vezes na época anterior. Em teoria o
Manchester City poderia aproveitar estes jogos para ultrapassar a Roma e
colocar-se numa posição confortável no grupo.
Na prática as coisas não aconteceram assim…
Primeiro, na Rússia, o Manchester City esteve a ganhar por
2-0 ao intervalo, mas acabou por empatar 2-2. Só conseguiu aproximar-se um
ponto da Roma, que perdeu contra o Bayern Munique, e manteve a distância de um
ponto para o CSKA Moscovo.
Não era ainda preocupante, se duas semanas depois em casa o
Manchester City vencesse, e a Roma perdesse novamente contra o Bayern Munique,
o Manchester City subiria ao segundo lugar.
Só que duas semanas depois, em casa, o Manchester City
perdeu por 1-2! Não só não aproveitou a oportunidade para ultrapassar a Roma,
como foi ultrapassado pelo CSKA Moscovo, caindo para o último lugar do Grupo E!
Esta época agora era comparável não à anterior nem sequer à
de estreia em 2011/2012, mas sim à de 2012/2013 onde ao fim de quatro jornadas
o Manchester City também tinha apenas dois pontos, e acabou por terminar no
último lugar do grupo sem vencer um único jogo.
Só que quando o caldo já parecia entornado, em casa contra o
Bayern Munique o Manchester City aos 22 minutos estava a vencer por 1-0 e em
superioridade numérica. Parecia que pelo menos iria finalmente vencer um jogo,
mas mesmo em superioridade numérica conseguiu sofrer dois golos e ir para o
intervalo em desvantagem.
O salvador foi Aguero, que já tinha sofrido a falta e
marcado o golo de penalty na primeira parte (e conseguido também o cartão
vermelho para Benatia), marcou mais dois golos no fim da segunda parte e deu a
primeira vitória ao Manchester City.
O Manchester City ia assim para a última jornada ainda no
último lugar do Grupo E, mas empatado com a Roma e o CSKA Moscovo, em vez de ir
com uma desvantagem pontual.
Se o CSKA Moscovo perdesse na Alemanha contra o Bayern
Munique, o Manchester City precisaria apenas de um empate com golos em Itália
para ficar em segundo lugar.
Mesmo sem o salvador disponível para o último jogo, o
Manchester City conseguiu vencer por 2-0, com golos de Nasri e Zabaleta, e
subir ao segundo lugar do grupo.
Manuel Pellegrini manteve o seu título de nunca ter sido
eliminado na fase de grupos da Liga dos Campeões.
Nos oitavos de final o Manchester City irá defrontar
novamente o Barcelona. Na época passada perdeu os dois jogos, conseguirá fazer
melhor desta vez? E será suficiente para atingir os quartos de final?
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domingo, 3 de agosto de 2014
Alemanha 1-0 Argentina
A Alemanha jogou com a mesma equipa que esmagou o Brasil nas
meias-finais.
A Argentina tinha menos um dia de descanso, teve de disputar
um prolongamento no jogo anterior ao contrário da Alemanha que desde cedo
esteve a ganhar confortavelmente e pode abrandar o ritmo. O público brasileiro
estava a torcer pela Alemanha, e até o árbitro Nicola Rizzoli era europeu.
Aos 29 minutos, Messi viu Lavezzi com espaço na direita,
passou-lhe a bola e este cruzou para Higuaín que marcou o golo da Argentina…
mas este foi anulado por fora-de-jogo.
Aos 57 minutos, nova jogada envolvendo Higuaín, que numa
disputa de bola com Neuer foi abalroado, poderia ter sido penalty para a
Argentina e cartão vermelho para Neuer, mas Nicola Rizzoli marcou falta… de
Higuaín!
Ao fim dos 90 minutos mantinha-se o 0-0 e o jogo foi para
prolongamento.
Aos 97 minutos, Rojo cruzou da esquerda para as costas de
Hummels, onde estava Palacio sozinho, este dominou a bola com o peito, fez um
chapéu a Neuer, mas não acertou na baliza e a bola foi para fora.
Não marcou a Argentina, marcou a Alemanha: aos 113 minutos,
Schurrle transportou a bola pela esquerda e, por entre Mascherano e Zabaleta,
cruzou a bola para Gotze, que com espaço entre Demichelis e Garay dominou no
peito e chutou fora do alcance de Romero.
A Argentina voltou a ser finalista 24 anos depois, voltou a
defrontar a Alemanha, e voltou a perder por 0-1. Foi muito melhor que o Brasil,
esmagado por 1-7 no jogo anterior, mas não foi o suficiente para ser Campeã do
Mundo.
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domingo, 20 de julho de 2014
Argentina 1-0 Bélgica
Comparando com os oitavos de final, a Argentina jogou com
Demichelis em vez de Federico Fernández, Basanta a defesa esquerdo e Biglia em
vez de Gago.
Logo aos 8 minutos, Messi passou a bola a Di María, este viu
Zabaleta a desmarcar-se na direita e passou-lhe a bola, Vertonghen intersectou-o
mas acabou por fazer uma assistência para Higuaín, que aproveitou para, entre
os centrais Kompany e Van Buyten, rematar de primeira marcando o seu primeiro
golo no Mundial 2014.
Desta vez as substituições não tiveram o efeito que tiveram
nos jogos anteriores da Bélgica: Marc Wilmots substui os três avançados Origi,
Mirallas e Hazard por Lukaku, Mertens e Chadli respetivamente, mas não
conseguiram marcar um único golo.
O herói do jogo foi Higuaín, marcador do golo que, 24 anos
depois, colocou novamente a Argentina nas meias finais do Campeonato do Mundo.
A Bélgica não conseguiu atingir as meias finais, mas teve
melhores resultados que em 1986 quando atingiu as meias finais: desta vez
venceu quatro jogos e perdeu apenas um, enquanto em 1986 só venceu dois jogos,
empatou dois e perdeu três. Nunca a Bélgica tinha vencido mais de dois jogos em
Campeonatos do Mundo, e desta vez venceu quatro.
A Argentina irá defrontar o vencedor do Holanda vs. Costa
Rica nas meias finais.
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domingo, 22 de junho de 2014
Argentina 1-0 Irão
Comparando com a primeira jornada, a Argentina regressou ao
4-3-3 com que já tinha jogado na segunda parte contra a Bósnia, sem Campagnaro
como terceiro central nem Maxi Rodríguez no meio-campo, e com Gago no
meio-campo e Higuaín no ataque.
Aos 54 minutos, Dejagah foi rasteirado por Zabaleta dentro
da grande área – seria penalty para o Irão e expulsão para Zabaleta. O árbitro
Milorad Mazic nem sequer marcou falta.
Nos últimos minutos, quando já parecia que o Irão iria
conseguir o seu segundo 0-0 no Mundial 2014, Messi recebeu a bola de Lavezzi na
direita, fintou Ghoochannejhad e rematou sem hipótese para Alireza Haghighi.
O herói do jogo foi Messi. Alejandro Sabella substituiu os
outros avançados aos 76 minutos, saíram Aguero e Higuaín e entraram Lavezzi e
Palacio. Não substituiu Messi, acreditando que ele ainda poderia mudar o jogo –
e Messi conseguiu fazê-lo.
O vilão foi o árbitro Milorad Mazic, que não teve problemas
em marcar um penalty a favor da Alemanha contra Portugal, nem de expulsar um
jogador português, mas já não foi capaz de fazer o mesmo a favor do Irão contra
a Argentina.
A Argentina já está qualificada para os oitavos de final. O
Irão ainda tem a possibilidade de atingir os oitavos de final, mas para isso
terá de vencer o próximo jogo, e de marcar golos, o que ainda não conseguiu fazer
nos dois primeiros jogos.
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segunda-feira, 16 de junho de 2014
Argentina 2-1 Bósnia
A Argentina jogou em 5-3-2, com Campagnaro a juntar-se a
Garay e Federico Fernández no trio de defesas centrais, e com Maxi Rodríguez em
vez de Gago no meio-campo, e Messi e Aguero no ataque.
A Bósnia jogou em 4-2-3-1, com Besic e Misimovic a médios
defensivos, Hajrovic a médio direito e Dzeko a ponta-de-lança.
Logo aos 3 minutos aconteceu o até agora golo mais rápido do
torneio: Messi marcou um pontapé livre na esquerda, Rojo desviou a bola de
cabeça e depois Kolasinac desviou-a para a própria baliza.
Na segunda parte as surpresas no onze inicial, Campagnaro e
Maxi Rodríguez, foram substituídos pelos esperados Gago e Higuaín, e a
Argentina passou a jogar com 4 defesas.
Aos 65 minutos Messi combinou com Aguero, passou por três
jogadores bósnios e rematou fora do alcance de Begovic. A bola ainda bateu no
poste.
Aos 85 minutos Lulic fez um passe por entre Zabaleta e
Federico Fernández e Ibisevic, entrado na segunda parte, chutou a bola por
entre as pernas de Romero, marcando o golo da Bósnia.
O herói do jogo foi Messi – depois de não marcar nenhum golo
pela Argentina no Mundial 2010 nem na Copa América em 2011, voltou a marcar um
golo pela Argentina numa fase final.
As duas equipas foram mais cautelosas do que era suposto,
talvez sejam mais ofensivas nos próximos jogos contra as outras equipas do
grupo, Irão e Nigéria.
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sábado, 26 de abril de 2014
Argentina
COMO SE QUALIFICARAM:
Liga:
1. Argentina 32 pontos
2. Colômbia 30
3. Chile 28
4. Equador 25
5. Uruguai 25
6. Venezuela 20
7. Peru 15
8. Bolívia 12
9. Paraguai 12
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1930 - Finalista vencido
1934 - Oitavos de Final
1958 - Fase de Grupos
1962 - Fase de Grupos
1966 - Quartos de Final
1974 - 2ª Fase de Grupos
1978 - Vencedor
1982 - 2ª Fase de Grupos
1986 - Vencedor
1990 - Finalista vencido
1994 - Oitavos de Final
1998 - Quartos de Final
2002 - Fase de Grupos
2006 - Quartos de Final
2010 - Quartos de Final
Treinador: Alejandro Sabella
Equipa-tipo: Romero; Zabaleta, Garay, Federico Fernández e Rojo; Mascherano, Gago, Di María e Messi; Higuaín e Aguero
A qualificação da Argentina para o Mundial 2014 foi bem mais tranquila que para o Mundial anterior. Na qualificação para o Mundiais de 1998 e 2002 a Argentina terminou em primeiro lugar na zona sul-americana, e para o Mundial de 2006 terminou em segundo lugar, com os mesmos pontos do líder Brasil mas pior diferença de golos.
No entanto, na qualificação para o Mundial 2010 terminou
apenas em quarto lugar, atrás do Brasil, Chile e Paraguai. Agora recuperou o
estatuto de líder da zona sul-americana, apesar do Brasil não ter participado
na qualificação por ser o país organizador (também não participou na qualificação
para o Mundial 1998 por ser o vencedor anterior - na altura o vencedor anterior
estava automaticamente qualificado para o Mundial seguinte).
Esta capacidade para liderar zonas sul-americanas de
qualificação para os Mundiais não se tem repetido nas Copas América, que a Argentina
não vence desde 1993 – o melhor que conseguiu foi ser finalista vencida em 2004
e 2007, perdendo ambas na final contra o Brasil. Em 2011 foi o país organizador
mas foi eliminada pelo Uruguai nos quartos de final.
Os 23 convocados são os guarda-redes Romero, Andújar e Orión, os defesas Zabaleta, Garay, Federico Fernández, Rojo, Campagnaro, Basanta e Demichelis, os médios Mascherano, Gago, Di María, Biglia, Enzo Pérez, Maxi Rodríguez,
Augusto Fernández e Álvarez, e os avançados Messi, Higuaín, Aguero, Palacio e Lavezzi.
Será o segundo Mundial para Romero, Andújar (suplente não
utilizado em 2010), Demichelis, Di María, Higuaín, Aguero e Palacio (esteve no
Mundial 2006 mas não em 2010), e o terceiro para Mascherano, Maxi Rodríguez e Messi.
A Argentina irá defrontar a Nigéria pela quarta vez nos últimos seis Mundiais: venceu sempre, por 2-1 em 1994, por 1-0 em 2002, e novamente por 1-0 em 2010. Nunca defrontou o Irão em Campeonatos do Mundo anteriores, e naturalmente também nunca defrontou a Bósnia, o outro adversário do Grupo F, que se irá estrear no Mundial 2014.
A Argentina irá defrontar a Nigéria pela quarta vez nos últimos seis Mundiais: venceu sempre, por 2-1 em 1994, por 1-0 em 2002, e novamente por 1-0 em 2010. Nunca defrontou o Irão em Campeonatos do Mundo anteriores, e naturalmente também nunca defrontou a Bósnia, o outro adversário do Grupo F, que se irá estrear no Mundial 2014.
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sábado, 1 de fevereiro de 2014
Manchester City
Treinador: Manuel Pellegrini
Jogador-chave: Aguero
O Manchester City qualificou-se para os oitavos de final da
Liga dos Campeões pela primeira vez na sua história.
Na primeira jornada derrotou o Viktoria Plzen na República
Checa, por 3-0, e quebrou uma série de 6 jogos sem vencer que trazia da época
anterior, onde não foi capaz de ganhar um único jogo. Seguiu-se uma derrota em
casa contra o Bayern Munique, por 1-3. Apesar de não ter sido capaz de
ultrapassar a fase de grupos nas duas épocas anteriores, também nunca tinha
perdido em casa (2 vitórias e 4 empates), esta foi a primeira vez.
Depois seguiram-se dois jogos contra o CSKA Moscovo,
primeiro na Rússia e depois em casa. Venceu ambos, por 2-1 e 5-2
respetivamente. Ao fim da quarta jornada tinha nove pontos, seis de avanço
sobre o CSKA Moscovo e vantagem no confronto direto, e nove de avanço sobre o
Viktoria Plzen, e estava qualificado para os oitavos de final.
Na quinta jornada derrotou novamente o Viktoria Plzen, desta
vez em casa por 4-2. Na última jornada, para conquistar o primeiro lugar do
grupo, teria de derrotar o Bayern Munique na Alemanha por três golos de
diferença, ou apenas por dois se vencesse por 4-2 ou 5-3 ou qualquer outra
vitória por dois golos que não 2-0 nem 3-1. Só conseguiu ganhar por 3-2, e
portanto ficou em segundo lugar no Grupo D, com os mesmos pontos do líder
Bayern Munique, mas desvantagem no confronto direto. Apesar disso conseguiu
interromper a série de 10 vitórias seguidas do Bayern Munique, naquilo que pode
ter sido um bom teste para o que se segue.
O que se segue é o Barcelona nos oitavos de final, uma
equipa nas últimas seis épocas foi sempre pelo menos semifinalista na Liga dos
Campeões. Conseguirá o Manchester City interromper também esta série? O Chelsea
e o Liverpool conseguiram eliminar o Barcelona nos oitavos de final em 2005 e
2007 respetivamente, porque não o Manchester City em 2014?
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sábado, 7 de setembro de 2013
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Aris vs. Manchester City
Aris
- Saiu treinador Héctor Cúper e entrou Ioannis Michalitsios
- Entraram Castillo (MC), Bobadilla (AV) e Sakata (AV)
- Sairam Javito (AV) e Toni Calvo (AV)
- Nunca foi mais longe que os dezasseis avos de final
- 7º na liga grega, perdeu último jogo, Aris 1-2 Olympiakos
Jogador-chave: KokeMelhor marcador do Aris, com dois golos marcados em Espanha ao Atlético Madrid, que foram cruciais para a qualificação do Aris e a eliminação do Atlético Madrid. Igualmente crucial foi Lazaridis, que marcou o golo da vitória em Espanha.
Manchester City
- Entrou Dzeko (AV)
- Sairam Bridge (DF) e Adebayor (AV)
- Adam Johnson (MC) lesionado 3 meses
- Atingiu os quartos de final da Taça UEFA 2008/09
- 3º na liga inglesa, perdeu último jogo, Manchester United 2-1 Manchester City
Jogador-chave: TévezPouco utilizado na Liga Europa (jogou apenas os dois primeiros jogos), é o melhor marcador do Manchester City na Liga Inglesa, com 18 golos em 24 jogos. Com a saída de Adebayor, melhor marcador da equipa na Liga Europa, o Manchester City precisará dos golos de Tévez para ir longe na competição.
Aris: 10%
Manchester City: 90%
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Barry,
Boateng,
David Silva,
De Jong,
Dzeko,
Hart,
Jô,
Koke,
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