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sábado, 24 de novembro de 2018
Chelsea
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quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Chelsea
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segunda-feira, 13 de junho de 2016
Euro 2016 - Espanha
COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo C:
1. Espanha 27 pontos
2. Eslováquia 2
3. Ucrânia 19
4. Bielorrússia 11
5. Luxemburgo 4
6. Macedónia 4
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1964 - Vencedor
1980 - Fase de Grupos
1984 - Finalista vencido
1988 - Fase de Grupos
1996 - Quartos de Final
2000 - Quartos de Final
2004 - Fase de Grupos
2008 - Vencedor
2012 - Vencedor
TREINADOR: Vicente Del Bosque
EQUIPA-TIPO:
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domingo, 27 de dezembro de 2015
domingo, 7 de dezembro de 2014
Chelsea
Treinador: José Mourinho
Jogador-chave: Terry
Como era previsível, o Chelsea qualificou-se para os oitavos
de final da Liga dos Campeões.
Até nem começou bem, com um empate 1-1 em casa contra o
Schalke 04, adversário que já tinha defrontado na época anterior, vencendo os
dois jogos por 3-0.
Seguiu-se uma vitória em Portugal contra o Sporting por 1-0.
No terceiro jogo, em casa contra o Maribor, o Chelsea venceu por 6-0. Foi a
maior vitória do Chelsea na história da Liga dos Campeões, acima da vitória por
6-1 contra o Nordsjaelland em 2012, e das vitórias por 5-0 contra o Galatasaray
em 1999 e contra o Genk em 2011.
No entanto, duas semanas depois, na Eslovénia, não foi capaz
de voltar a derrotar o Maribor, empatando 1-1, num jogo em que Hazard falhou um
penalty que poderia ter dado a vitória ao Chelsea.
Ao fim de quatro jornadas o Chelsea liderava o Grupo G com
oito pontos, três de vantagem sobre o Schalke 04, quatro de vantagem sobre o
Sporting e cinco de vantagem sobre o Maribor.
Se vencesse o próximo jogo, contra o Schalke 04, garantiria
não só a qualificação para os oitavos de final mas também o primeiro lugar do
grupo. Venceu na Alemanha por 5-0.
O jogador-chave foi Terry, que já se tornou o jogador com
mais jogos pelo Chelsea na Liga dos Campeões, 103, ultrapassando Lampard que
tem 102. Nesses 103 jogos marcou 10 golos, incluindo dois nesta época, nas
goleadas ao Maribor e ao Schalke 04.
Já com o primeiro lugar do grupo garantido, o Chelsea terá ainda
de jogar contra o Sporting, num jogo em que o Sporting precisa apenas de um
empate para também se qualificar para os oitavos de final. Irá o Chelsea
facilitar-lhes a tarefa, jogando desmotivado e com os suplentes?
Ou até mesmo os suplentes do Chelsea são suficientemente
bons para derrotar o Sporting?
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terça-feira, 24 de junho de 2014
Austrália 0-3 Espanha
Comparando com a segunda jornada, a Austrália jogou com
Bozanic em vez de Bresciano, e Taggart a ponta-de-lança em vez do suspenso
Cahill.
A Espanha, comparando com a segunda jornada, jogou com Reina
a guarda-redes, Juanfran a lateral direito, Raúl Albiol a defesa central em vez
de Javi Martínez, Koke em vez de Busquets, Santi Cazorla a médio direito, David
Villa em vez de Pedro, e Fernando Torres a ponta-de-lança em vez de Diego
Costa.
Aos 36 minutos, Iniesta fez um passe em profundidade para
Juanfran na direita, este cruzou a bola e David Villa, de calcanhar, marcou o
primeiro golo. Foi o seu nono golo em doze jogos em Campeonatos do Mundo,
reforçando a sua posição como melhor marcador de sempre da Espanha.
Aos 69 minutos novo passe em profundidade de Iniesta, desta
vez para Fernando Torres na esquerda, que marcou com o pé direito o segundo
golo da Espanha.
Aos 82 minutos Iniesta passou a bola a Fabregas na esquerda,
este cruzou-a para direita onde Mata teve tempo para a dominar dentro da
pequena área, e chutá-la por entre as pernas de Ryan.
As duas equipas terminam assim a participação no Mundial
2010, a Austrália com os 0 pontos esperados (até superaram as expectativas, não
em termos pontuais mas não foram esmagados em nenhum jogo), e a Espanha com
apenas 3 pontos (muito abaixo das expectativas).
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sábado, 19 de abril de 2014
Espanha
COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo I:
1. Espanha 20 pontos
2. França 17
3. Finlândia 9
4. Geórgia 5
5. Bielorrússia 4
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Quartos de Final
1950 - 4º lugar
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1978 - Fase de Grupos
1982 - 2ª Fase de Grupos
1986 - Quartos de Final
1990 - Oitavos de Final
1994 - Quartos de Final
1998 - Fase de Grupos
2002 - Quartos de Final
2006 - Oitavos de Final
2010 - Vencedor
Treinador: Vicente Del Bosque
Equipa-tipo: Casillas; Juanfran, Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Busquets e Xabi Alonso; Pedro, Xavi e Iniesta; David Villa
A Espanha vai tentar fazer, no Mundial 2014, aquilo que só
foi feito por duas vezes na história dos Campeonatos do Mundo – manter o seu
título de campeã. Só a Itália em 1938 e o Brasil em 1962 o conseguiram fazer.
Pode ser um bom prenúncio que em 2012 a Espanha conseguiu
manter o seu título de campeã europeia. Ao contrário do Campeonato do Mundo, no
Campeonato da Europa nunca tinha acontecido anteriormente até a Espanha
conseguir fazê-lo em 2012.
Desta vez Vicente Del Bosque fez mais uma mudança na equipa,
comparando com o Euro 2012.
Do Mundial 2010 para o Euro 2012 saíram Marchena, Puyol, Capdevila
e David Villa, e entraram Juanfran, Jordi Alba, Santi Cazorla e Negredo.
Agora, comparando com o Euro 2012, saíram Víctor Valdés,
Arbeloa, Jesús Navas, Negredo e Llorente, e entraram De Gea, Azpilicueta, Koke, Diego Costa, e o regressado David
Villa.
Os restantes jogadores são os guarda-redes Casillas (4º Mundial) e Reina (3º Mundial, suplente não
utilizado nos anteriores), os defesas Sergio
Ramos (3º Mundial), Piqué (2º
Mundial) e Raúl Albiol (2º Mundial,
suplente não utilizado em 2010), os médios Busquets
(2º Mundial), Xabi Alonso (3º
Mundial), Pedro (2º Mundial), Xavi (4º Mundial), Iniesta (3º Mundial), Javi
Martínez (2º Mundial), Fabregas
(3º Mundial), Mata (2º Mundial) e David Silva (2º Mundial), e o avançado Fernando Torres (3º Mundial).
Juntando-lhes David Villa (3º Mundial, melhor marcador da
Espanha na história dos Campeonatos do Mundo, com 8 golos), são 16 campeões do
mundo que regressam para defender o título.
A Espanha começa o Mundial 2014
contra o último adversário de 2010, a Holanda, que derrotou por 1-0. Segue-se o
Chile, que também derrotou em 2010, na fase de grupos, por 2-1, e em 1950,
também na fase de grupos, por 2-0. O último adversário do Grupo B será a
Austrália, que nunca defrontou anteriormente em Campeonatos do Mundo.
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sábado, 8 de fevereiro de 2014
Barcelona
Treinador: Gerardo Martino
Jogador-chave: Messi
O Barcelona ultrapassou a fase de grupos da Liga dos
Campeões pela 15ª vez em 18 participações.
Começou com uma vitória em casa, contra o Ajax, por 4-0. O
jogo seguinte era na Escócia, contra o Celtic, onde o Barcelona tinha perdido
na época anterior. Desta vez venceu por 1-0 e ficou isolado na liderança do
Grupo H, com dois pontos de avanço sobre o AC Milão (o próximo adversário),
cinco pontos de avanço sobre o Ajax, e seis pontos de avanço sobre o Celtic.
Em Itália, contra o AC Milão, empatou 1-1, fazendo novamente
melhor que na época anterior, onde tinha perdido por 0-2. Continuava com dois
pontos de avanço sobre o AC Milão, e tinha agora quatro de avanço sobre o
Celtic e seis sobre o Ajax.
No jogo seguinte, em casa contra o AC Milão, venceu por 3-1,
e qualificou-se para os oitavos de final. Apenas o primeiro lugar ainda não
estava garantido, os cinco pontos de avanço sobre o AC Milão e seis sobre o
Ajax não eram ainda suficientes.
Na Holanda, contra o Ajax, perdeu por 1-2, apesar de jogar
quase metade do jogo em superioridade numérica. Apesar da derrota, como o Ajax
ficou com desvantagem no confronto direto, deixou de ser uma ameaça ao primeiro
lugar, agora apenas o AC Milão podia ultrapassar o Barcelona, se o Barcelona
perdesse contra o Celtic e o AC Milão ganhasse ao Ajax.
Na última jornada, o Barcelona esmagou o Celtic em casa, com
uma vitória por 6-1, e garantiu o primeiro lugar do grupo.
Nos oitavos de final irá defrontar o Manchester City, uma
equipa que nunca tinha chegado tão longe. Já o Barcelona nas últimas cinco
épocas ultrapassou sempre esta fase. Parece portanto um confronto desequilibrado,
que o Barcelona superará facilmente. No entanto, esta descrição é enganadora. O
Manchester City atual é bem melhor que o dos últimos anos, e o Barcelona é pior
que o dos últimos anos. Talvez o Barcelona ainda seja superior, mas deverá ser
um confronto equilibrado.
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domingo, 8 de setembro de 2013
Barcelona
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sábado, 25 de agosto de 2012
Barcelona
Entradas:
Tito Vilanova (Treinador)
Jordi Alba
Alexandre Song
Saídas:
Josep Guardiola (Treinador)
Marc Muniesa
Seydou Keita
Afellay
Plantel:
Guarda-redes:
1 - Víctor Valdés
13 - Pinto
31 - Oier Olazábal
Defesas:
2 - Daniel Alves
3 - Piqué
5 - Puyol
15 - Marc Bartra
18 - Jordi Alba
19 - Montoya
21 - Adriano
22 - Abidal
24 - Fontàs
Médios:
4 - Fabregas
6 - Xavi
8 - Iniesta
11 - Thiago Alcântara
12 - Jonathan
14 - Mascherano
16 - Busquets
25 - Alexandre Song
28 - Sergi Roberto *
30 - Rafinha *
Avançados:
7 - David Villa
9 - Alexis Sánchez
10 - Messi
17 - Pedro
23 - Isaac Cuenca
27 - Deulofeu *
37 - Tello *
Treinador: Tito Vilanova
* - Lista B
Historial na Liga dos Campeões:
Últimas 10 épocas:
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domingo, 8 de julho de 2012
Portugal 0-0 (2-4) Espanha


Comparando com os quartos-de-final, Portugal jogou com Hugo Almeida em vez do lesionado Postiga, e a Espanha jogou com Negredo em vez de Fabregas.
O jogo teve poucas oportunidades de golo: Rui Patrício fez apenas 3 defesas em 120 minutos, e Casillas não fez nenhuma.
A Espanha refrescou o ataque durante a segunda parte, com as entradas de Fabregas para o lugar de Negredo, de Jesús Navas para o lugar de David Silva, e de Pedro para o lugar de Xavi.
Portugal fez apenas uma substituição durante a segunda parte, Nélson Oliveira para o lugar de Hugo Almeida, e guardou as outras duas para o prolongamento, onde Custódio e Varela entraram para os lugares de Miguel Veloso e Raul Meireles.
A decisão de quem avançava para a final foi para os penalties.
Nos penalties, o primeiro a marcar foi Xabi Alonso para a Espanha, ele que já tinha marcado um golo de penalty à França no jogo anterior. Mas desta vez não conseguiu fazê-lo novamente, Rui Patrício defendeu o remate.
Seguiu-se João Moutinho para Portugal, e tinha a oportunidade de colocar Portugal em vantagem. Mas também ele não foi capaz de marcar, Casillas defendeu o remate.
Depois, Iniesta marcou o primeiro golo para a Espanha.
E a seguir Pepe marcou o primeiro golo para Portugal. Casillas ainda adivinhou o lado mas não conseguiu alcançar a bola.
Seguiu-se Piqué, que também marcou – Rui Patrício também adivinhou o lado, mas não conseguiu defender o remate.
Depois veio Bruno Alves para marcar o terceiro penalty de Portugal… mas era a vez de Nani. E mais um golo.
E agora era a vez de Sergio Ramos… ele que, nas meias-finais da Liga dos Campeões, falhou um dos penalties do Real Madrid, e o Real Madrid foi eliminado. Mas desta vez, com muita classe, à Panenka, marcou o terceiro golo da Espanha.
O efeito deste penalty nas duas equipas foi semelhante ao efeito do penalty de Pirlo no jogo anterior.
O jogador seguinte era Bruno Alves, que depois disto era “obrigado” a chutar em força. E tal como Young no jogo anterior, também ele acertou na trave e não conseguiu marcar.
Fabregas tinha agora um “match point”. Ele já tinha estado numa situação similar no Euro 2008, marcando o quinto penalty que qualificou a Espanha e eliminou a Itália nos quartos de final. E desta fez, marcou novamente, qualificando a Espanha para a final e eliminando Portugal.
A bola ainda bateu no poste, mas entrou.
Portugal esteve muito perto de eliminar a Espanha. Uma bola que bate na barra e sai, e a seguir uma bola que bate no poste e entra.
Talvez com melhores marcadores de penalties a história tivesse sido outra (Postiga, Hugo Viana…).
Interessante como o falso herói quer livres a mais de 30 metros todos para ele, mas passa livres a 11 metros sem barreira para os outros. Supostamente seria ele a marcar o quinto de Portugal, mas não chegou a haver quinto.
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domingo, 1 de julho de 2012
Espanha 2-0 França


Comparando com o terceiro jogo, a Espanha jogou com Fabregas em vez de Fernando Torres.
A França fez várias alterações: no centro da defesa, Koscielny jogou em vez do suspenso Mexès, Debuchy passou para médio direito com Réveillère a entrar para defesa direito (saindo Ben Arfa da equipa), e Cabaye e Malouda jogaram no meio campo em vez de Alou Diarra e Nasri.
Portanto, a França tentou fazer no seu flanco direito aquilo que a Croácia fez nos dois flancos contra a Espanha no jogo anterior: reforçá-lo com dois laterais direitos, Réveillère e Debuchy.
Mas foi precisamente por esse flanco que a França sofreu o primeiro golo: Aos 29’, Iniesta meteu a bola em profundidade por entre Debuchy e Réveillère, Jordi Alba apareceu nas costas deles e cruzou a bola para o flanco contrário (teve pouca oposição, Debuchy até escorregou ao tentar persegui-lo), onde apareceu Xabi Alonso a cabeceá-la para dentro da baliza.
A reacção da França foi fraca. Aos 32’, na conversão de um pontapé livre, Cabaye fez aquele que seria o único remate à baliza da França no jogo inteiro.
Tal como a Croácia no jogo anterior, também a França tentou passar para o modo ofensivo na segunda parte, com substituições: saídas de Debuchy e Malouda para entradas de Menez e Nasri, e mais tarde, saída do médio defensivo M’Vila para entrada de mais um avançado, Giroud.
Mas foi a Espanha que conseguiu marcar mais um golo, já nos últimos minutos: Pedro fintou Rami e depois foi carregado pelas costas por Réveillère dentro da grande área. Na conversão do penalty, Xabi Alonso marcou o seu segundo golo no jogo e também no torneio.
Com esta vitória, a Espanha vingou a derrota nos oitavos de final do Mundial 2006, a última vez que a Espanha foi eliminada num Campeonato da Europa ou do Mundo (venceu em 2008 e 2010).
A França prometeu muito mas acabou por ser uma desilusão: no primeiro jogo teve 15 remates à baliza contra apenas 1 da Inglaterra, mas ainda assim apenas conseguiu empatá-lo; depois no segundo jogo conseguiu aquela que seria a sua única vitória no torneio; no terceiro perdeu contra a já eliminada Suécia, e assim ficou apenas em segundo lugar no Grupo D, tendo de enfrentar agora a Espanha em vez da Itália. E neste jogo, contra a Espanha, foi praticamente inofensiva, com apenas um remate à baliza.
Estas duas equipas voltar-se-ão a encontrar nas eliminatórias para o Mundial 2014, onde se espera que a Espanha vença o grupo e se apure directamente, e que a França termine em segundo lugar e vá jogar um playoff contra outro segundo classificado por uma vaga no Mundial.
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