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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Euro 2016 - Espanha


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo C:
1. Espanha 27 pontos
2. Eslováquia 2
3. Ucrânia 19
4. Bielorrússia 11
5. Luxemburgo 4
6. Macedónia 4




PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1964 - Vencedor
1980 - Fase de Grupos
1984 - Finalista vencido
1988 - Fase de Grupos
1996 - Quartos de Final
2000 - Quartos de Final
2004 - Fase de Grupos
2008 - Vencedor
2012 - Vencedor




TREINADOR: Vicente Del Bosque




EQUIPA-TIPO:

domingo, 27 de dezembro de 2015

domingo, 7 de dezembro de 2014

Chelsea



Treinador: José Mourinho





Jogador-chave: Terry



Como era previsível, o Chelsea qualificou-se para os oitavos de final da Liga dos Campeões.
Até nem começou bem, com um empate 1-1 em casa contra o Schalke 04, adversário que já tinha defrontado na época anterior, vencendo os dois jogos por 3-0.
Seguiu-se uma vitória em Portugal contra o Sporting por 1-0. No terceiro jogo, em casa contra o Maribor, o Chelsea venceu por 6-0. Foi a maior vitória do Chelsea na história da Liga dos Campeões, acima da vitória por 6-1 contra o Nordsjaelland em 2012, e das vitórias por 5-0 contra o Galatasaray em 1999 e contra o Genk em 2011.
No entanto, duas semanas depois, na Eslovénia, não foi capaz de voltar a derrotar o Maribor, empatando 1-1, num jogo em que Hazard falhou um penalty que poderia ter dado a vitória ao Chelsea.
Ao fim de quatro jornadas o Chelsea liderava o Grupo G com oito pontos, três de vantagem sobre o Schalke 04, quatro de vantagem sobre o Sporting e cinco de vantagem sobre o Maribor.
Se vencesse o próximo jogo, contra o Schalke 04, garantiria não só a qualificação para os oitavos de final mas também o primeiro lugar do grupo. Venceu na Alemanha por 5-0.
O jogador-chave foi Terry, que já se tornou o jogador com mais jogos pelo Chelsea na Liga dos Campeões, 103, ultrapassando Lampard que tem 102. Nesses 103 jogos marcou 10 golos, incluindo dois nesta época, nas goleadas ao Maribor e ao Schalke 04.
Já com o primeiro lugar do grupo garantido, o Chelsea terá ainda de jogar contra o Sporting, num jogo em que o Sporting precisa apenas de um empate para também se qualificar para os oitavos de final. Irá o Chelsea facilitar-lhes a tarefa, jogando desmotivado e com os suplentes?
Ou até mesmo os suplentes do Chelsea são suficientemente bons para derrotar o Sporting?

terça-feira, 24 de junho de 2014

Austrália 0-3 Espanha

Comparando com a segunda jornada, a Austrália jogou com Bozanic em vez de Bresciano, e Taggart a ponta-de-lança em vez do suspenso Cahill.



A Espanha, comparando com a segunda jornada, jogou com Reina a guarda-redes, Juanfran a lateral direito, Raúl Albiol a defesa central em vez de Javi Martínez, Koke em vez de Busquets, Santi Cazorla a médio direito, David Villa em vez de Pedro, e Fernando Torres a ponta-de-lança em vez de Diego Costa.


Aos 36 minutos, Iniesta fez um passe em profundidade para Juanfran na direita, este cruzou a bola e David Villa, de calcanhar, marcou o primeiro golo. Foi o seu nono golo em doze jogos em Campeonatos do Mundo, reforçando a sua posição como melhor marcador de sempre da Espanha.


Aos 69 minutos novo passe em profundidade de Iniesta, desta vez para Fernando Torres na esquerda, que marcou com o pé direito o segundo golo da Espanha.


Aos 82 minutos Iniesta passou a bola a Fabregas na esquerda, este cruzou-a para direita onde Mata teve tempo para a dominar dentro da pequena área, e chutá-la por entre as pernas de Ryan.


O herói do jogo foi Iniesta, com uma assistência e duas “pré-assistências”.


As duas equipas terminam assim a participação no Mundial 2010, a Austrália com os 0 pontos esperados (até superaram as expectativas, não em termos pontuais mas não foram esmagados em nenhum jogo), e a Espanha com apenas 3 pontos (muito abaixo das expectativas).

sábado, 19 de abril de 2014

Espanha


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo I:
1. Espanha 20 pontos
2. França 17
3. Finlândia 9
4. Geórgia 5
5. Bielorrússia 4


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Quartos de Final
1950 - 4º lugar
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1978 - Fase de Grupos
1982 - 2ª Fase de Grupos
1986 - Quartos de Final
1990 - Oitavos de Final
1994 - Quartos de Final
1998 - Fase de Grupos
2002 - Quartos de Final
2006 - Oitavos de Final
2010 - Vencedor

Treinador: Vicente Del Bosque



Equipa-tipo: Casillas; Juanfran, Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Busquets e Xabi Alonso; Pedro, Xavi e Iniesta; David Villa




A Espanha vai tentar fazer, no Mundial 2014, aquilo que só foi feito por duas vezes na história dos Campeonatos do Mundo – manter o seu título de campeã. Só a Itália em 1938 e o Brasil em 1962 o conseguiram fazer.

Pode ser um bom prenúncio que em 2012 a Espanha conseguiu manter o seu título de campeã europeia. Ao contrário do Campeonato do Mundo, no Campeonato da Europa nunca tinha acontecido anteriormente até a Espanha conseguir fazê-lo em 2012.

Desta vez Vicente Del Bosque fez mais uma mudança na equipa, comparando com o Euro 2012.

Do Mundial 2010 para o Euro 2012 saíram Marchena, Puyol, Capdevila e David Villa, e entraram Juanfran, Jordi Alba, Santi Cazorla e Negredo.

Agora, comparando com o Euro 2012, saíram Víctor Valdés, Arbeloa, Jesús Navas, Negredo e Llorente, e entraram De Gea, Azpilicueta, Koke, Diego Costa, e o regressado David Villa.

Os restantes jogadores são os guarda-redes Casillas (4º Mundial) e Reina (3º Mundial, suplente não utilizado nos anteriores), os defesas Sergio Ramos (3º Mundial), Piqué (2º Mundial) e Raúl Albiol (2º Mundial, suplente não utilizado em 2010), os médios Busquets (2º Mundial), Xabi Alonso (3º Mundial), Pedro (2º Mundial), Xavi (4º Mundial), Iniesta (3º Mundial), Javi Martínez (2º Mundial), Fabregas (3º Mundial), Mata (2º Mundial) e David Silva (2º Mundial), e o avançado Fernando Torres (3º Mundial).

Juntando-lhes David Villa (3º Mundial, melhor marcador da Espanha na história dos Campeonatos do Mundo, com 8 golos), são 16 campeões do mundo que regressam para defender o título. 

A Espanha começa o Mundial 2014 contra o último adversário de 2010, a Holanda, que derrotou por 1-0. Segue-se o Chile, que também derrotou em 2010, na fase de grupos, por 2-1, e em 1950, também na fase de grupos, por 2-0. O último adversário do Grupo B será a Austrália, que nunca defrontou anteriormente em Campeonatos do Mundo.


sábado, 8 de fevereiro de 2014

Barcelona





Treinador: Gerardo Martino

Jogador-chave: Messi



O Barcelona ultrapassou a fase de grupos da Liga dos Campeões pela 15ª vez em 18 participações.
Começou com uma vitória em casa, contra o Ajax, por 4-0. O jogo seguinte era na Escócia, contra o Celtic, onde o Barcelona tinha perdido na época anterior. Desta vez venceu por 1-0 e ficou isolado na liderança do Grupo H, com dois pontos de avanço sobre o AC Milão (o próximo adversário), cinco pontos de avanço sobre o Ajax, e seis pontos de avanço sobre o Celtic.
Em Itália, contra o AC Milão, empatou 1-1, fazendo novamente melhor que na época anterior, onde tinha perdido por 0-2. Continuava com dois pontos de avanço sobre o AC Milão, e tinha agora quatro de avanço sobre o Celtic e seis sobre o Ajax.
No jogo seguinte, em casa contra o AC Milão, venceu por 3-1, e qualificou-se para os oitavos de final. Apenas o primeiro lugar ainda não estava garantido, os cinco pontos de avanço sobre o AC Milão e seis sobre o Ajax não eram ainda suficientes.
Na Holanda, contra o Ajax, perdeu por 1-2, apesar de jogar quase metade do jogo em superioridade numérica. Apesar da derrota, como o Ajax ficou com desvantagem no confronto direto, deixou de ser uma ameaça ao primeiro lugar, agora apenas o AC Milão podia ultrapassar o Barcelona, se o Barcelona perdesse contra o Celtic e o AC Milão ganhasse ao Ajax.
Na última jornada, o Barcelona esmagou o Celtic em casa, com uma vitória por 6-1, e garantiu o primeiro lugar do grupo.
Nos oitavos de final irá defrontar o Manchester City, uma equipa que nunca tinha chegado tão longe. Já o Barcelona nas últimas cinco épocas ultrapassou sempre esta fase. Parece portanto um confronto desequilibrado, que o Barcelona superará facilmente. No entanto, esta descrição é enganadora. O Manchester City atual é bem melhor que o dos últimos anos, e o Barcelona é pior que o dos últimos anos. Talvez o Barcelona ainda seja superior, mas deverá ser um confronto equilibrado.

sábado, 25 de agosto de 2012

Barcelona



Entradas:
Tito Vilanova (Treinador)
Jordi Alba
Alexandre Song

Saídas:
Josep Guardiola (Treinador)
Marc Muniesa
Seydou Keita
Afellay


Plantel:
Guarda-redes:
1 - Víctor Valdés
13 - Pinto
31 - Oier Olazábal

Defesas:
2 - Daniel Alves
3 - Piqué
5 - Puyol
15 - Marc Bartra
18 - Jordi Alba
19 - Montoya
21 - Adriano
22 - Abidal
24 - Fontàs

Médios:
4 - Fabregas
6 - Xavi
8 - Iniesta
11 - Thiago Alcântara
12 - Jonathan
14 - Mascherano
16 - Busquets
25 - Alexandre Song
28 - Sergi Roberto *
30 - Rafinha *

Avançados:
7 - David Villa
9 - Alexis Sánchez
10 - Messi
17 - Pedro
23 - Isaac Cuenca
27 - Deulofeu *
37 - Tello *

Treinador: Tito Vilanova

* - Lista B


Historial na Liga dos Campeões:



Últimas 10 épocas:

domingo, 8 de julho de 2012

Portugal 0-0 (2-4) Espanha







Comparando com os quartos-de-final, Portugal jogou com Hugo Almeida em vez do lesionado Postiga, e a Espanha jogou com Negredo em vez de Fabregas.

O jogo teve poucas oportunidades de golo: Rui Patrício fez apenas 3 defesas em 120 minutos, e Casillas não fez nenhuma.

A Espanha refrescou o ataque durante a segunda parte, com as entradas de Fabregas para o lugar de Negredo, de Jesús Navas para o lugar de David Silva, e de Pedro para o lugar de Xavi.
Portugal fez apenas uma substituição durante a segunda parte, Nélson Oliveira para o lugar de Hugo Almeida, e guardou as outras duas para o prolongamento, onde Custódio e Varela entraram para os lugares de Miguel Veloso e Raul Meireles.

A decisão de quem avançava para a final foi para os penalties.

Nos penalties, o primeiro a marcar foi Xabi Alonso para a Espanha, ele que já tinha marcado um golo de penalty à França no jogo anterior. Mas desta vez não conseguiu fazê-lo novamente, Rui Patrício defendeu o remate.

Seguiu-se João Moutinho para Portugal, e tinha a oportunidade de colocar Portugal em vantagem. Mas também ele não foi capaz de marcar, Casillas defendeu o remate.

Depois, Iniesta marcou o primeiro golo para a Espanha.

E a seguir Pepe marcou o primeiro golo para Portugal. Casillas ainda adivinhou o lado mas não conseguiu alcançar a bola.

Seguiu-se Piqué, que também marcou – Rui Patrício também adivinhou o lado, mas não conseguiu defender o remate.

Depois veio Bruno Alves para marcar o terceiro penalty de Portugal… mas era a vez de Nani. E mais um golo.

E agora era a vez de Sergio Ramos… ele que, nas meias-finais da Liga dos Campeões, falhou um dos penalties do Real Madrid, e o Real Madrid foi eliminado. Mas desta vez, com muita classe, à Panenka, marcou o terceiro golo da Espanha.

O efeito deste penalty nas duas equipas foi semelhante ao efeito do penalty de Pirlo no jogo anterior.

O jogador seguinte era Bruno Alves, que depois disto era “obrigado” a chutar em força. E tal como Young no jogo anterior, também ele acertou na trave e não conseguiu marcar.



Fabregas tinha agora um “match point”. Ele já tinha estado numa situação similar no Euro 2008, marcando o quinto penalty que qualificou a Espanha e eliminou a Itália nos quartos de final. E desta fez, marcou novamente, qualificando a Espanha para a final e eliminando Portugal.



A bola ainda bateu no poste, mas entrou.


Portugal esteve muito perto de eliminar a Espanha. Uma bola que bate na barra e sai, e a seguir uma bola que bate no poste e entra.
Talvez com melhores marcadores de penalties a história tivesse sido outra (Postiga, Hugo Viana…).
Interessante como o falso herói quer livres a mais de 30 metros todos para ele, mas passa livres a 11 metros sem barreira para os outros. Supostamente seria ele a marcar o quinto de Portugal, mas não chegou a haver quinto.

domingo, 1 de julho de 2012

Espanha 2-0 França







Comparando com o terceiro jogo, a Espanha jogou com Fabregas em vez de Fernando Torres.
A França fez várias alterações: no centro da defesa, Koscielny jogou em vez do suspenso Mexès, Debuchy passou para médio direito com Réveillère a entrar para defesa direito (saindo Ben Arfa da equipa), e Cabaye e Malouda jogaram no meio campo em vez de Alou Diarra e Nasri.

Portanto, a França tentou fazer no seu flanco direito aquilo que a Croácia fez nos dois flancos contra a Espanha no jogo anterior: reforçá-lo com dois laterais direitos, Réveillère e Debuchy.

Mas foi precisamente por esse flanco que a França sofreu o primeiro golo: Aos 29’, Iniesta meteu a bola em profundidade por entre Debuchy e Réveillère, Jordi Alba apareceu nas costas deles e cruzou a bola para o flanco contrário (teve pouca oposição, Debuchy até escorregou ao tentar persegui-lo), onde apareceu Xabi Alonso a cabeceá-la para dentro da baliza.




A reacção da França foi fraca. Aos 32’, na conversão de um pontapé livre, Cabaye fez aquele que seria o único remate à baliza da França no jogo inteiro.

Tal como a Croácia no jogo anterior, também a França tentou passar para o modo ofensivo na segunda parte, com substituições: saídas de Debuchy e Malouda para entradas de Menez e Nasri, e mais tarde, saída do médio defensivo M’Vila para entrada de mais um avançado, Giroud.

Mas foi a Espanha que conseguiu marcar mais um golo, já nos últimos minutos: Pedro fintou Rami e depois foi carregado pelas costas por Réveillère dentro da grande área. Na conversão do penalty, Xabi Alonso marcou o seu segundo golo no jogo e também no torneio.




Com esta vitória, a Espanha vingou a derrota nos oitavos de final do Mundial 2006, a última vez que a Espanha foi eliminada num Campeonato da Europa ou do Mundo (venceu em 2008 e 2010).
A França prometeu muito mas acabou por ser uma desilusão: no primeiro jogo teve 15 remates à baliza contra apenas 1 da Inglaterra, mas ainda assim apenas conseguiu empatá-lo; depois no segundo jogo conseguiu aquela que seria a sua única vitória no torneio; no terceiro perdeu contra a já eliminada Suécia, e assim ficou apenas em segundo lugar no Grupo D, tendo de enfrentar agora a Espanha em vez da Itália. E neste jogo, contra a Espanha, foi praticamente inofensiva, com apenas um remate à baliza.
Estas duas equipas voltar-se-ão a encontrar nas eliminatórias para o Mundial 2014, onde se espera que a Espanha vença o grupo e se apure directamente, e que a França termine em segundo lugar e vá jogar um playoff contra outro segundo classificado por uma vaga no Mundial.