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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

sábado, 11 de junho de 2016

Euro 2016 - Inglaterra


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo E:
1. Inglaterra 30 pontos
2. Suíça 21
3. Eslovénia 16
4. Estónia 10
5. Lituânia 10
6. San Marino 1


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1968 - 3º lugar
1980 - Fase de Grupos
1988 - Fase de Grupos
1992 - Fase de Grupos
1996 - Meias Finais
2000 - Fase de Grupos
2004 - Quartos de Final
2012 - Quartos de Final


TREINADOR: Roy Hodgson


EQUIPA-TIPO:

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Uruguai 2-1 Inglaterra

Comparando com a primeira jornada, o Uruguai jogou com Álvaro Pereira a lateral esquerdo, e Martín Cáceres a lateral direito em vez do suspenso Maxi Pereira, com Giménez em vez de Lugano, Álvaro González a médio direito, Lodeiro em vez de Gargano, e Suárez em vez de Forlán.



A Inglaterra jogou com a mesma equipa que perdeu o primeiro jogo contra a Itália.



Aos 39 minutos, Lodeiro passou a Cavani na esquerda, este viu Suárez a desmarcar-se nas costas de Jagielka e cruzou-lhe a bola, e Suárez cabeceou-a fora do alcance de Hart, marcando o primeiro golo.



A Inglaterra empatou aos 75 minutos: Johnson fintou Godín, cruzou a bola por entre as pernas de Álvaro González, e Rooney foi muito mais rápido a atacar a bola que Martín Cáceres, que praticamente ficou parado.



Rooney era gozado por nunca ter marcado um golo num Campeonato do Mundo, ao décimo jogo finalmente conseguiu marcar. Continua a ser um fraco registo, de apenas um golo em dez jogos, mas sempre é melhor que nenhum.

Suárez, ao contrário de Rooney, com o golo marcado neste jogo já tinha quatro golos em sete jogos em Campeonatos do Mundo, mas ainda conseguiu melhorar esta marca com mais um golo: aos 85 minutos, Gerrard cabeceou para trás uma bola vinda de Muslera, e Suárez foi muito mais rápido a alcançar a bola que o seu opositor mais próximo Cahill, dominou-a com o é direito e chutou-a para dentro da baliza de Hart.



O herói do jogo foi, obviamente, Suárez, com os dois golos que deram a vitória ao Uruguai.



A Inglaterra aguarda agora pelo Itália vs. Costa Rica, onde apenas uma vitória da Itália lhe permitirá continuar a ter hipóteses de se qualificar. E mesmo assim, na última jornada terá depois de vencer a Costa Rica, esperar que o Uruguai perca com a Itália, e ainda ter melhor diferença de golos que a Costa Rica e o Uruguai no empate a três que este cenário implicaria.

domingo, 15 de junho de 2014

Inglaterra 1-2 Itália


A Inglaterra jogou com Henderson em vez de Lampard, e Sterling em vez de Milner.




A Itália jogou com Sirigu a guarda-redes, e numa tática parecida ao 5-4-1 da Costa Rica… mas chamemos-lhe antes 4-1-4-1 porque De Rossi não é nem um quinto defesa nem um quinto médio. Darmian foi o lateral direito, Paletta e Barzagli a dupla de defesas centrais, e Chiellini o defesa esquerdo. Pirlo e Verratti foram os dois médios centro à frente de De Rossi, com Candreva na direita e Marchisio na esquerda. Balotelli foi o ponta-de-lança.



Aos 35 minutos, Candreva marcou um pontapé de canto curto na direita, passou a bola a Verratti, este passou-a a Pirlo que a deixou passar para Marchisio, melhor colocado e sem marcação – um movimento semelhante ao do primeiro golo da Colômbia, mas fora da área – e Marchisio marcou golo, num remate de fora da área.



A Inglaterra empatou dois minutos depois – num ataque rápido Rooney cruzou da esquerda e Sturridge só teve de empurrar a bola para a baliza do desamparado Sirigu.



A Itália podia ter ido para o intervalo em vantagem, mas um remate de Candreva acertou no poste.

Candreva teve mais sorte como assistente que como goleador. Na segunda parte, aos 50 minutos, fintou Baines no flanco direito e cruzou com o pé esquerdo para Balotelli, que ao segundo poste nas costas de Cahill cabeceou para dentro da baliza.



No final da segunda parte a Itália voltou a ter uma excelente oportunidade para marcar, mas na conversão de um livre Pirlo acertou na trave.

O herói do jogo poderiam ser vários jogadores italianos – precisamente por serem tantos jogadores em destaque, é justo destacar o treinador Cesare Prandelli, que usou uma tática que ninguém ainda percebeu bem qual foi, e resultou. Também teve algumas escolhas de jogadores surpreendentes, e estes corresponderam.



No próximo jogo, contra a Costa Rica, irá Cesare Prandelli manter esta equipa, ou mudar novamente?

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Inglaterra


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo H:
1. Inglaterra 22 pontos
2. Ucrânia 21
3. Montenegro 15
4. Polónia 13
5. Moldávia 11
6. São Marino 0


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1950 - Fase de Grupos
1954 - Quartos de Final
1958 - Fase de Grupos
1962 - Quartos de Final
1966 - Vencedor
1970 - Quartos de Final
1982 - 2ª Fase de Grupos
1986 - Quartos de Final
1990 - 4º lugar
1998 - Oitavos de Final
2002 - Quartos de Final
2006 - Quartos de Final
2010 - Oitavos de Final


Treinador: Roy Hodgson




Equipa-tipo: Hart; Johnson, Cahill, Jagielka e Baines; Gerrard e Lampard; Milner, Rooney e Welbeck; Sturridge





A Inglaterra qualificou-se para o Mundial 2014 vencendo o Grupo H da zona Europeia, sem perder um único jogo (6 vitórias e 4 empates).

Também não perdeu nenhum jogo na fase de qualificação anterior, para o Euro 2012, nem na fase final, onde apenas foi eliminada nos quartos de final pela Itália nos penalties. Portanto, a última derrota da Inglaterra em jogos oficiais foi nos oitavos de final do Mundial 2010, 1-4 contra a Alemanha.

Apesar dos bons resultados nos últimos anos, Roy Hodgson decidiu renovar a equipa, excluindo jogadores que participaram em vários jogos da qualificação, e selecionando outros que não o fizeram.

Os convocados são os guarda-redes Hart, Foster e Forster, os defesas Johnson, Cahill, Jagielka, Baines, Smalling, Jones e Shaw, os médios Gerrard, Lampard, Wilshere, Henderson, Milner, Oxlade-Chamberlain, Barkley, Sterling e Lallana, e os avançados Rooney, Welbeck, Sturridge e Lambert.

Será o segundo Mundial para Hart (suplente não utilizado em 2010), Johnson e Milner, e o terceiro para Gerrard, Lampard e Rooney. Dos restantes, apenas Henderson (substituto do lesionado Lampard), Oxlade-Chamberlain, Welbeck, Jones, Jagielka e Baines estiveram no Euro 2012, sendo que os três últimos não jogaram um único minuto.

Conseguirá esta renovada Inglaterra manter-se invencível durante mais alguns jogos, e atingir novamente os oitavos de final?

O primeiro adversário do Grupo D será a Itália, a equipa que os eliminou no Euro 2012. Apenas se defrontaram uma vez em Campeonatos do Mundo anteriores, no jogo de 3º e 4º lugar em 1990, e a Inglaterra perdeu 1-2. Contra o Uruguai perdeu por 2-4 nos quartos de final em 1954, e empatou 0-0 em 1966. Nunca defrontou a Costa Rica.

 

domingo, 19 de janeiro de 2014

Manchester United





Treinador: David Moyes

Jogador-chave: Rooney



O Manchester United qualificou-se para os oitavos de final da Liga dos Campeões. Havia muitas dúvidas sobre como seriam os resultados após a retirada de Alex Ferguson, e por enquanto David Moyes tem conseguido bons resultados. Os 14 pontos conseguidos na fase de grupos desta época apenas foram superados em 4 das 18 participações anteriores (15 em 1997, 15 em 2002, 15 em 2003 e 16 em 2007).
Começou com uma vitória em casa contra o Bayer Leverkusen. Seguiu-se um empate 1-1 na Ucrânia contra o Shakhtar Donetsk, e uma vitória em casa contra a Real Sociedad.
Na quarta jornada empatou em Espanha contra a Real Sociedad, 0-0. Estava na liderança do Grupo A, com 8 pontos, um ponto de avanço sobre o Bayer Leverkusen, três pontos de avanço sobre o Shakhtar Donetsk, e sete pontos de avanço sobre a Real Sociedad. Se na jornada seguinte ganhasse ao Bayer Leverkusen garantiria o apuramento para os oitavos de final. O Manchester United não se limitou a ganhar o jogo, esmagou o Bayer Leverkusen, e conseguiu a sua maior vitória de sempre fora de casa na Liga dos Campeões, 5-0.
Na última jornada ainda podia perder o primeiro lugar do grupo se perdesse conta o Shakhtar Donetsk, mas voltou a vencer, e ainda deu uma ajuda ao Bayer Leverkusen, que com a derrota do Shakhtar Donetsk e a sua vitória em Espanha voltou a recuperar o segundo lugar que tinha perdido na jornada anterior.
Nos oitavos de final o Manchester United irá defrontar o Olympiakos, adversário que historicamente nunca causou problemas – foi sempre derrotado nos quatro jogos anteriores, com 12 golos marcados e apenas 2 golos sofridos.

domingo, 26 de agosto de 2012

Manchester United



Entradas:
Buttner
Powell
Kagawa
Macheda
Van Persie

Saídas:
Kuszczak
Amos
Fábio
Pogba
Park Ji-Sung
Owen
Berbatov

Plantel:
Guarda-redes:
1 - De Gea
34 - Lindegaard

Defesas:
2 - Rafael
3 - Evra
4 - Jones
5 - Ferdinand
6 - Evans
12 - Smalling
15 - Vidic
28 - Buttner

Médios:
7 - Valencia
8 - Anderson
11 - Giggs
16 - Carrick
17 - Nani
18 - Young
22 - Scholes
23 - Cleverley
24 - Fletcher
25 - Powell
26 - Kagawa

Avançados:
10 - Rooney
14 - Javier Hernández
19 - Welbeck
20 - Van Persie
27 - Macheda *

Treinador: Alex Ferguson

* - Lista B


Historial na Liga dos Campeões:


Historial na Liga Europa:



Últimas 10 épocas:

domingo, 1 de julho de 2012

Inglaterra 0-0 (2-4) Itália







Comparando com o terceiro jogo, a Inglaterra jogou com a mesma equipa.
A Itália jogou com Bonucci em vez de Chiellini, Montolivo em vez de Thiago Motta, e Balotelli em vez de Cassano.

Este foi o jogo mais equilibrado dos quartos-de-final. Se é que se pode considerar equilibrado um jogo em que a Itália teve 64% de posse de bola, e o quíntuplo dos remates à baliza da Inglaterra (20-4).
Mas o objectivo do futebol é marcar mais golos que o adversário, não é ter mais posse de bola ou fazer mais remates.

As duas equipas já não perdem um jogo oficial desde o Mundial 2010. A Itália vinha de uma série de 13 jogos sem perder (a última derrota foi contra a Eslováquia), e a Inglaterra vinha de uma série de 11 jogos sem perder (a última derrota foi contra a Alemanha).

As melhores oportunidades de golo foram da Itália, que teve dois remates ao poste. Um por De Rossi logo aos 3’, e outro por Diamanti, já no prolongamento, aos 101’.

Mas como nenhuma equipa conseguiu marcar, ambas mantiveram a invencibilidade e a decisão de quem avançava para as meias-finais foi para os penalties.


Nos penalties, o primeiro a marcar foi Balotelli para a Itália. Ele que falhou tantas oportunidades durante os 120 minutos, desta vez não falhou e colocou a Itália na frente.

Seguiu-se o capitão Gerrard para a Inglaterra, e também ele marcou. Tal como Balotelli, ambos chutaram para o lado esquerdo, Hart e Buffon ainda adivinharam o lado mas não conseguiram alcançar as bolas.

Depois seguiu-se Montolivo, novo remate para a esquerda, mas falhou o alvo!

Rooney tinha agora a oportunidade de colocar a Inglaterra em vantagem. Tal como Balotelli, também falhou oportunidades durante o jogo (não tantas, até porque a Inglaterra teve poucas comparando com a Itália). E tal como Balotelli, também converteu o seu penalty, também num remate para a esquerda, sendo que desta vez Buffon saltou para o lado contrário.

Seguiu-se o momento do jogo, o ponto de viragem. Pirlo era o marcador do terceiro penalty da Itália. Direita ou esquerda? Centro! E à Panenka. Ou à Postiga. E agora também à Pirlo.



Este penalty motivou a Itália e desmotivou a Inglaterra.

O terceiro penalty da Inglaterra era para Young. Depois do que Pirlo fez, Young foi “obrigado” a rematar em força (os guarda-redes agora já esperariam por um remate à Pirlo). E mais força normalmente significa menos pontaria. Young acertou na trave e as equipas estavam novamente empatadas.



O quarto penalty da Itália foi para Nocerino, que agora motivado pelos dois penalties anteriores, fez o terceiro golo da Itália (também num remate para o lado esquerdo).

Seguiu-se Ashley Cole… Ele que tinha convertido com sucesso o seu penalty umas semanas antes, na final da Liga dos Campeões. Mas desta vez foi diferente. Foi o primeiro jogador a rematar para o lado direito, e foi também o primeiro a permitir a defesa do guarda-redes contrário.

E agora a Itália tinha um “match point”, se Diamanti convertesse o quinto penalty. Grande responsabilidade para um jogador que era desconhecido antes deste torneio. Novo remate para o lado esquerdo, golo da Itália, a Inglaterra estava eliminada!


Manteve-se a tradição de a Inglaterra raramente ganhar um desempate por penalties numa grande competição: ganhou à Espanha nos quartos de final do Euro 1996, mas depois perdeu na fase seguinte contra a Alemanha. Perdeu ainda no Euro 2004 contra Portugal, no Mundial 2006 também contra Portugal, no Mundial 1998 contra a Argentina, e a primeira vez contra a Itália no Mundial 1990. E agora perdeu novamente contra a Itália.

O que levanta a questão: Se são tão maus nos penalties, porque não tentaram evitá-los durante os 120 minutos?