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domingo, 17 de dezembro de 2023

domingo, 12 de junho de 2016

Euro 2016 - Croácia



COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo H:
1. Itália 24 pontos
2. Croácia 20
3. Noruega 19
4. Bulgária 11
5. Azerbaijão 6
6. Malta 2


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1996 - Quartos de Final
2004 - Fase de Grupos
2008 - Quartos de Final
2012 - Fase de Grupos


TREINADOR: Ante Cacic


EQUIPA-TIPO:

terça-feira, 24 de junho de 2014

Croácia 1-3 México

Comparando com a segunda jornada, a Croácia jogou com Vrsaljko a defesa esquerdo e Pranjic no meio-campo em vez de Sammir.



O México jogou com a mesma equipa pelo terceiro jogo consecutivo.


Aos 72 minutos, Herrera marcou um pontapé de canto na esquerda e Márquez, de cabeça, marcou o primeiro golo.


Pode ser 8 cm mais baixo que Corluka, mas o que lhe falta em altura sobra em posicionamento, antecipação, impulsão, vontade…

Aos 75 minutos, num contra-ataque, Javier Hernández passou a bola a Peralta na direita, este cruzou rasteiro para a esquerda onde apareceu Guardado para marcar o segundo golo.

Aos 82 minutos Guardado marcou um pontapé de canto na direita, Márquez desviou de cabeça ao primeiro poste, e Javier Hernández apareceu no segundo poste para finalizar.


Desta vez quem disputou de cabeça com Márquez foi Srna, que tem a mesma altura.

Aos 87 minutos Perisic passou a Rakitic, este de calcanhar devolveu a Perisic na esquerda, que com um remate cruzado com o pé esquerdo marcou o golo da Croácia. Foi o primeiro golo sofrido por Ochoa e pelo México no Mundial 2014.

Com este golo o México perdia a esperança de terminar em primeiro lugar no Grupo A (o Brasil vencia os Camarões por três golos de diferença no outro jogo), mas tinha o mais importante garantido, a passagem aos oitavos de final pelo sexto Mundial consecutivo.

Rebic ainda foi expulso dois minutos depois por entrada perigosa sobre Peña.


O herói do jogo foi Márquez, com um golo e uma assistência.


O México irá defrontar a Holanda nos oitavos de final. Só de defrontaram uma vez anteriormente, no Mundial 1998, e o resultado foi 2-2.

A Croácia foi eliminada. Tal como em 2002 e 2006, não conseguiu ultrapassar a fase de grupos. A melhor participação de sempre continua a ser a estreia em 1998, quando ficou em 3º lugar.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Brasil 3-1 Croácia

O Brasil jogou com o onze da Taça das Confederações.


A Croácia jogou com Vrsaljko a lateral esquerdo em vez do lesionado Pranjic, e com Jelavic a ponta-de-lança em vez do suspenso Mandzukic.

A Croácia marcou primeiro, aos 11 minutos, num cruzamento da esquerda de Olic, desviado primeiro por Jelavic e depois por Marcelo para a própria baliza.

O Brasil empatou aos 29 minutos – Oscar ganhou uma disputa de bola no meio-campo contra três jogadores croatas e assistiu Neymar, que rematou colocado, fora do alcance de Pletikosa. A bola ainda bateu no poste.

Na segunda parte, aos 71 minutos, Fred caiu na área, após alegada falta de Lovren. Penalty para o Brasil, e na conversão Neymar marcou o seu segundo golo. Pletikosa ainda tocou na bola, mas não conseguiu pará-la.

Já no fim do jogo, Ramires tirou a bola a Rakitic, e Oscar arrancou pelo meio de Corluka e Lovren, e rematou colocado fazendo o 3-1 final.


O árbitro Yuichi Nishimura teve algumas decisões controversas, como não expulsar Neymar por falta sobre Modric mostrando apenas o cartão amarelo, ou o suposto penalty sobre Fred.

Mas o vilão foi Pletikosa, que podia ter feito bem melhor em qualquer dos golos do Brasil – no primeiro o remate de Neymar é fraco, no penalty ele consegue chegar à bola mas a defesa é mal feita, e no terceiro não estava a cobrir o poste mais próximo. Possivelmente não jogará no próximo jogo e Subasic tomará o seu lugar.

O herói foi Oscar. Ele foi fantástico. No primeiro golo do Brasil ganhou uma disputa de bola contra três jogadores croatas e assitiu Neymar, também é ele que cruza a bola para Fred no lance do penalty, e foi ele que marcou o terceiro golo. E fez muito mais que isso, fez o seu trabalho, o trabalho do Hulk, do Daniel Alves… a sua única “falha” foi não ter conseguido evitar o autogolo do Marcelo.



Contra equipas mais fortes, o Oscar precisará de ajuda – não pode cruzar a bola e ao mesmo tempo estar na área para a cabecear

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Croácia


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo A:
1. Bélgica 26 pontos
2. Croácia 17
3. Sérvia 14
4. Escócia 11
5. País de Gales 10
6. Macedónia 7

Playoff:
Islândia 0-0 Croácia
Croácia 2-0 Islândia


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1998 - 3º lugar
2002 - Fase de Grupos
2006 - Fase de Grupos


Treinador: Niko Kovac



Equipa-tipo: Pletikosa; Srna, Corluka, Lovren e Pranjic; Rakitic e Modric; Perisic, Mateo Kovacic e Olic; Mandzukic




A Croácia começou a qualificação para o Mundial 2014 de uma forma brilhante, com cinco vitórias e um empate nos primeiros seis jogos. Até o empate, fora contra a Bélgica, podia ser considerado um bom resultado, contra a equipa que viria a ganhar o Grupo A.

No entanto, não conseguiu ganhar nenhum dos quatro jogos seguintes (um empate e três derrotas), e como terminou em segundo lugar teve de disputar o playoff. Foi o segundo pior segundo classificado da zona europeia, apenas acima da Dinamarca, que como pior segundo classificado nem sequer teve a oportunidade de disputar o playoff.

Aconteceram muitas coisas no playoff contra a Islândia. O treinador Igor Stimac despediu-se após a fase de grupos e foi substituído por Niko Kovac.

Niko Kovac empatou 0-0 na Islândia e quatro dias depois conseguiu vencer por 2-0 em casa, apesar de Mandzukic ter sido expulso ainda durante a primeira parte. Devido a esta expulsão, estará suspenso para o primeiro jogo do Mundial 2014, contra o Brasil.

E, no final do jogo, Simunic celebrou usando cânticos racistas, foi suspenso por 10 jogos e irá falhar o Mundial 2014.

Os 23 convocados são os guarda-redes Pletikosa, Zelenika e Subasic, os defesas Srna, Corluka, Lovren, Pranjic, Vrsaljko, Vida e Schildenfeld, os médios Rakitic, Modric, Perisic, Kovacic, Olic, Vukojevic, Badelj, Sammir, Brozovic e Eduardo, e os avançados Mandzukic, Jelavic e Rebic.

Este será o terceiro Campeonato do Mundo para Pletikosa e Olic, e o segundo para Srna e Modric.

A Croácia perdeu por 0-1 contra o Brasil no Mundial 2006, e por 0-1 contra o México no Mundial 2002. Nunca defrontou os Camarões, o outro adversário do Grupo A, em Campeonatos do Mundo anteriores. Será a primeira vez que defronta uma equipa africana.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Croácia



COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo F:
1. Grécia 24 pontos
2. Croácia 22
3. Israel 16
4. Letónia 11
5. Geórgia 10
6. Malta 1

Playoff:
Turquia 0-3 Croácia
Croácia 0-0 Turquia

PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1996 - Quartos de Final
2004 - Fase de Grupos
2008 - Quartos de Final

TREINADOR:
Slaven Bilic

EQUIPA_TIPO:
Pletikosa; Corluka, Vida, Simunic e Strinic; Srna, Vukojevic, Modric e Rakitic; Mandzukic e Eduardo





domingo, 18 de março de 2012

Bayer Leverkusen vs. Barcelona







O Barcelona marcou aos 41’ por Alexis Sánchez, que foi lançado em profundidade por Messi e rematou a bola por entre as pernas do guarda-redes Leno.
Aos 52’ minutos o Bayer Leverkusen empatou, numa cabeçada do lateral esquerdo Kadlec a um cruzamento do lateral direito Corluka.
Mas apenas 3 minutos depois, novo lançamento em profundidade, desta vez de Fabregas, para Alexis Sánchez, que fintou Leno e rematou para dentro da baliza.
E aos 88’, novo lançamento em profundidade, de Messi para Daniel Alves, que devolveu a Messi com um cruzamento, para este marcar o seu sétimo golo nesta edição.

A táctica defensiva do Bayer Leverkusen ainda assim foi muito permeável, nos três golos deixaram muito espaço nas costas da defesa que o Barcelona soube explorar.

No segundo jogo, o Bayer Leverkusen jogou com Toprak em vez de Friedrich, Castro a lateral direito, e Derdiyok e Kiessling em vez de Corluka e Schurrle.
O Barcelona jogou com Piqué em vez de Puyol, Adriano a defesa esquerdo, Xavi em vez de Abidal, e Pedro em vez de Alexis Sánchez.

A defesa do Bayer Leverkusen voltou a ser deixar muito espaço nas costas, e aos 25’ Xavi fez um passe em profundidade para Messi, que fez um chapéu a Leno e marcou o seu primeiro golo no jogo.
Aos 42’ Messi marcou novamente, após passe de Iniesta.
Aos 49’, para variar, passe em profundidade de Fabregas para Messi, que voltou a fazer um chapéu a Leno.
E aos 55’ novo lançamento em profundidade de Fabregas, para o estreante Tello, que rematou cruzado e fez o quarto golo do Barcelona.
Aos 58’, Schwaab tentou travar uma combinação entre Messi e Pedro e chutou para trás, Leno não segurou a bola e no ressalto Messi marcou o seu quarto golo no jogo, e quinto do Barcelona.
Aos 62’, cruzamento de Daniel Alves para Tello, que voltou a rematar cruzado, marcando o sexto golo do Barcelona, e o seu segundo.
E aos 84’ Messi marcou o seu quinto golo, após passe de Seydou Keita.

Foi a primeira vez que um jogador marcou cinco golos num jogo da Liga dos Campeões.
Mas Messi é muito mais que um jogador que marcou cinco golos num jogo – é o melhor marcador da presente edição da Liga dos Campeões, com 12, e foi o melhor marcador em cada uma das últimas três edições.
Estranho como um jogador que marca tantos golos pelo clube não conseguiu marcar um único golo pela Argentina no Mundial 2010 nem na Copa América 2011.

O Bayer Leverkusen ainda conseguiu marcar um golo no último minuto, por Bellarabi, após combinação com Rolfes.

7-1 foi a maior vitória de sempre do Barcelona na história da Liga dos Campeões. Também foi a maior derrota de sempre do Bayer Leverkusen.

sábado, 12 de novembro de 2011

Tottenham




Historial na Liga dos Campeões:



Últimas 10 épocas:



Jogador em destaque: Livermore

O jogador em destaque é Livermore, não por ter feito algo de extraordinário, apenas por ter sido o único jogador que jogou todos os minutos de todos os jogos.
O Tottenham, que na época anterior atingiu os quartos de final da Liga dos Campeões, em condições normais seria uma das equipas mais fortes da Liga Europa.
No entanto, encarou a competição com displicência, e foi eliminado na fase de grupos.
Jogadores como Kaboul (107’), King (0’), Assou-Ekotto (109’), Parker (0’), Modric (107’), Bale (27’) ou Adebayor (0’) pouco ou nada jogaram; Van der Vaart nem sequer foi inscrito!