Mostrar mensagens com a etiqueta Seydou Keita. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Seydou Keita. Mostrar todas as mensagens
sábado, 26 de dezembro de 2015
Roma
Etiquetas:
De Rossi,
Digne,
Dzeko,
Florenzi,
Gervinho,
Iago Falqué,
Iturbe,
Liga dos Campeões 2015/2016,
Maicon,
Manolas,
Nainggolan,
Pjanic,
Roma,
Rudi Garcia,
Rudiger,
Salah,
Seydou Keita,
Szczesny,
Torosidis,
Vainqueur
domingo, 15 de março de 2015
Fiorentina vs. Roma
Resultado da primeira mão: Fiorentina 1-1 Roma
Odds bwin antes da primeira mão:
Fiorentina 2,25 (42%)
Roma 1,60 (58%)
Odds bwin após a primeira mão:
Fiorentina 3,30 (28%)
Roma 1,30 (72%)
A Fiorentina não era o favorito de acordo com as odds da bwin, possivelmente porque está atrás da Roma no campeonato italiano. E após empatar 1-1 em casa piorou a sua situação, de acordo com as odds da bwin. Mas será mesmo assim?
Aos 17 minutos Salah assistiu Ilicic e este marcou o primeiro golo do jogo. Até aqui tudo corria bem à Fiorentina.
Aos 60 minutos o árbitro marcou falta de Neto sobre Iturbe dentro da área, parecia que a sorte da Fiorentina tinha acabado. Mas primeiro Neto só viu o cartão amarelo (podia ter sido expulso), e depois, na conversão do penalty, Neto defendeu o remate de Ljajic!
Só que aos 77 minutos Florenzi marcou um pontapé de canto na direita e Seydou Keita, de cabeça, marcou o golo do empate.
Porque é que a Fiorentina tinha motivos para estar otimista?
Para começar, porque nos nove jogos fora disputados anteriormente na Liga Europa não perdeu nenhum (seis vitórias e três empates, dois deles 1-1 que a acontecerem novamente levariam o jogo para prolongamento, e apenas um 0-0 que a acontecer eliminaria a Fiorentina).
Depois porque a Fiorentina já tinha estado na situação em que a Roma está agora na época anterior, de empatar 1-1 fora contra uma equipa italiana nos oitavos de final em casa (Juventus), e depois perdeu em casa. Talvez tenha aprendido algo com isso.
Resultado da segunda mão: Roma 0-3 Fiorentina
No segundo jogo a Roma jogou com Pjanic em vez de Nainggolan e Gervinho em vez de Iturbe.
A Fiorentina jogou em 3-5-, com Savic em vez de Tomovic, Matías Fernández em vez de Pizarro e Babacar em vez de Ilicic.
Aos 10 minutos, Holebas rasteirou Matías Fernández dentro da área, penalty para a Fiorentina. Na conversão Gonzalo marcou para a Fiorentina... só que havia jogadores das duas equipas dentro da área quando Gonzalo chutou, e o penalty foi repetido. Na repetição Gonzalo chutou para o lado esquerdo (o primeiro tinha sido para o lado direito) e marcou novamente, e desta vez valeu. A Fiorentina esvava em vantagem!
Skorupski já perdia na comparação com Neto porque não defendeu o penalty, mas aos 18 minutos ficou mesmo associado à derrota da Roma, porque ao tentar impedir que um atraso de Torosidis desse um pontapé de canto para a Fiorentina, em vez disso deixou a bola de mão beijada para Marcos Alonso marcar o segundo golo.
E aos 21 minutos Matías Fernández marcou um pontapé de canto na direita e Basanta, de cabeça, marcou o terceiro golo da Fiorentina.
A "favorita" Roma agora precisava de marcar quatro golos para se qualificar. Não foi capaz de marcar nenhum! As melhores oportunidades foram da Fiorentina, com Salah a acertar nos postes por duas vezes na segunda parte.
No final Ljajic ainda foi expulso. O herói contra o Feyenoord na eliminatória anterior foi agora o vilão - falhou um penalty na primeira mão e foi expulso na segunda.
Vincenzo Montella é provavelmente o melhor treinador na Liga Europa. A facilidade com que ele muda de tática (jogou com quatro defesas nas primeiras mãos contra o Tottenham e Roma e mudou para três defesas nas segundas), e como fez das fraquezas forças é impressionante. A Fiorentina estava com problemas ofensivos, com vários avançados lesionados, e mesmo assim venceu categoricamente a Roma, com os três golos a serem marcados por defesas!
Etiquetas:
Basanta,
Fiorentina,
Florenzi,
Gonzalo,
Ilicic,
Iturbe,
Liga Europa 2014/2015,
Ljajic,
Marcos Alonso,
Matías Fernández,
Neto,
Oitavos de Final,
Roma,
Rudi Garcia,
Salah,
Seydou Keita,
Skorupski,
Vincenzo Montella
sábado, 10 de janeiro de 2015
Roma
Treinador: Rudi Garcia
Jogador-chave: Gervinho
A Roma terminou em terceiro lugar no Grupo E da Liga dos
Campeões, passando para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Até teve um arranque impressionante, com uma vitória em casa
contra o CSKA Moscovo por 5-1! Foi a maior vitória da Roma na história da Liga
dos Campeões, a segunda vez que venceu por quatro golos de diferença (a
primeira foi contra o Shakhtar Donetsk em 2006) mas desta vez marcou mais
golos.
No jogo seguinte empatou em Inglaterra contra o Manchester
City, 1-1. Tudo parecia bem encaminhado para a Roma, que ao fim de apenas duas
jornadas já tinha três pontos de vantagem sobre o Manchester City e quatro
sobre o CSKA Moscovo.
O jogo seguinte era em casa contra o Bayern Munique. Se
vencesse, a Roma subiria ao primeiro lugar do grupo. Mas desta vez, ao
contrário do primeiro jogo contra o CSKA Moscovo, tudo correu mal à Roma. Ao
intervalo já perdia por 0-5, e o resultado final de 1-7 é a maior derrota em
casa da Roma na história da Liga dos Campeões, e também a maior de sempre
juntamente com a derrota em Inglaterra contra o Manchester United por 1-7 em
2007.
Apenas cerca de um mês depois de conseguir o melhor
resultado de sempre, a Roma sofria agora o pior resultado de sempre.
Duas semanas depois, na Alemanha, nova derrota, desta vez apenas
por 0-2. Apesar de tudo a Roma mantinha o segundo lugar, porque o Manchester
City conseguiu apenas um ponto contra o CSKA Moscovo, que agora também tinha
quatro.
E já não teria de defrontar o Bayern Munique, ao contrário
das outras duas equipas do grupo. A Roma até poderia garantir logo a
qualificação para os oitavos de final no jogo seguinte na Rússia, se vencesse e
o Manchester City não fosse capaz de derrotar o Bayern Munique.
Este cenário esteve perto de acontecer! A Roma esteve a
vencer o CSKA Moscovo na Rússia até poucos instantes do fim, quando o CSKA
Moscovo conseguiu marcar o golo do empate. Caso a Roma tivesse vencido,
precisaria também que o Manchester City não vencesse o Bayern Munique, o que também
esteve perto de acontecer, mas o Manchester City acabou por vencer 3-2 com dois
golos nos últimos minutos.
Assim sendo, Roma, CSKA Moscovo e Manchester City foram
todos empatados para a última jornada com cinco pontos. Se a Roma vencesse o
Manchester City qualificar-se-ia para os oitavos de final, independentemente do
que o CSKA Moscovo fizesse na Alemanha. Um empate 0-0 também seria suficiente
se o CSKA Moscovo não ganhasse na Alemanha.
Durante uma hora o 0-0 qualificava a Roma, visto que o CSKA
Moscovo estava a perder na Alemanha. Só que um golo de Nasri obrigou a Roma a
marcar dois para recuperar o segundo lugar (um empate com golos qualificava o
Manchester City com o CSKA Moscovo a perder o outro jogo). A Roma não conseguiu
marcar, e sofreu ainda um segundo golo perto do fim.
A Roma foi uma de muitas equipas que começou com um
resultado impressionante, mas não teve sequência nos jogos seguintes, e acabou
por não ser suficiente. Outras como o Dínamo Zagreb, Steaua Bucareste ou PAOK
fizeram-no na Liga Europa, terminaram em terceiro nos respetivos grupos e a
época acabou para elas. No caso da Roma, terminar em terceiro na Liga dos
Campeões dá-lhes a oportunidade de continuar nos dezasseis avos de final da
Liga Europa, onde irá defrontar o Feyenoord.
A Roma tem boas hipóteses de atingir os oitavos de
final, apesar da eliminação nos dezasseis avos de final da Liga Europa na única
vez que os atingiu, contra o Panathinaikos em 2009/2010.
Etiquetas:
De Rossi,
De Sanctis,
Florenzi,
Gervinho,
Holebas,
Iturbe,
Liga dos Campeões 2014/2015,
Liga Europa 2014/2015,
Maicon,
Manolas,
Nainggolan,
Pjanic,
Roma,
Rudi Garcia,
Seydou Keita,
Torosidis,
Totti,
Yanga-Mbiwa
domingo, 10 de fevereiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
Mali
COMO SE QUALIFICARAM:
Mali 3-0 Botswana
Botswana 1-4 Mali
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1972 - Finalista vencido
1994 - 4º lugar
2002 - 4º lugar
2004 - 4º lugar
2008 - Fase de Grupos
2010 - Fase de Grupos
2012 - 3º lugar
TREINADOR: Patrice Carteron
EQUIPA-TIPO:
O Mali irá participar pela 8ª vez na Taça das Nações Africanas. Até 2008 eram uma equipa que não se qualificava muitas vezes, mas quando conseguia era sempre semifinalista. Em 2008 e 2010 não conseguiu ultrapassar a fase de grupos, mas em 2012 recuperou o hábito de ser semifinalista, e até venceu o jogo de 3º e 4º lugar contra o Gana que perdeu nas três vezes anteriores.
O Botswana foi eliminado facilmente, com duas vitórias, a primeira em casa por 3-0 e a segunda fora por 4-1.
O primeiro golo foi marcado aos 27 minutos por Diabaté, na conversão de um penalty conquistado pelo próprio. Aos 59 minutos, na sequência de um pontapé de canto e de um primeiro cabeceamento ao poste, na recarga N'Diaye marcou o segundo golo. Aos 77 minutos, na sequência de um cruzamento do lado direito de Diawara, Maiga cabeceou para o terceiro golo. O Mali tinha uma vantagem praticamente irreversível.
No segundo jogo Diabaté e Maiga marcaram novamente, aos 29 e 60 minutos respectivamente, e Samassa e Kalilou Traoré também o fizeram aos 77 e 85 minutos. O melhor que o Botswana conseguiu fazer foi marcar um golo aos 90 minutos.
A equipa tem algumas alterações comparando com 2012, como as ausências de Kanté, Berthé, Drissa Diakité, Abdou Traoré, Bakaye Traoré, Dembélé, Mustapha Yatabaré, e os regressos de Diawara (última vez em 2004), Adama Coulibaly (2008), Sissoko (2010), Samassa (2010), ou ainda a estreia de Kalilou Traoré.
domingo, 18 de março de 2012
Bayer Leverkusen vs. Barcelona


O Barcelona marcou aos 41’ por Alexis Sánchez, que foi lançado em profundidade por Messi e rematou a bola por entre as pernas do guarda-redes Leno.
Aos 52’ minutos o Bayer Leverkusen empatou, numa cabeçada do lateral esquerdo Kadlec a um cruzamento do lateral direito Corluka.
Mas apenas 3 minutos depois, novo lançamento em profundidade, desta vez de Fabregas, para Alexis Sánchez, que fintou Leno e rematou para dentro da baliza.
E aos 88’, novo lançamento em profundidade, de Messi para Daniel Alves, que devolveu a Messi com um cruzamento, para este marcar o seu sétimo golo nesta edição.
A táctica defensiva do Bayer Leverkusen ainda assim foi muito permeável, nos três golos deixaram muito espaço nas costas da defesa que o Barcelona soube explorar.
No segundo jogo, o Bayer Leverkusen jogou com Toprak em vez de Friedrich, Castro a lateral direito, e Derdiyok e Kiessling em vez de Corluka e Schurrle.
O Barcelona jogou com Piqué em vez de Puyol, Adriano a defesa esquerdo, Xavi em vez de Abidal, e Pedro em vez de Alexis Sánchez.
A defesa do Bayer Leverkusen voltou a ser deixar muito espaço nas costas, e aos 25’ Xavi fez um passe em profundidade para Messi, que fez um chapéu a Leno e marcou o seu primeiro golo no jogo.
Aos 42’ Messi marcou novamente, após passe de Iniesta.
Aos 49’, para variar, passe em profundidade de Fabregas para Messi, que voltou a fazer um chapéu a Leno.
E aos 55’ novo lançamento em profundidade de Fabregas, para o estreante Tello, que rematou cruzado e fez o quarto golo do Barcelona.
Aos 58’, Schwaab tentou travar uma combinação entre Messi e Pedro e chutou para trás, Leno não segurou a bola e no ressalto Messi marcou o seu quarto golo no jogo, e quinto do Barcelona.
Aos 62’, cruzamento de Daniel Alves para Tello, que voltou a rematar cruzado, marcando o sexto golo do Barcelona, e o seu segundo.
E aos 84’ Messi marcou o seu quinto golo, após passe de Seydou Keita.
Foi a primeira vez que um jogador marcou cinco golos num jogo da Liga dos Campeões.
Mas Messi é muito mais que um jogador que marcou cinco golos num jogo – é o melhor marcador da presente edição da Liga dos Campeões, com 12, e foi o melhor marcador em cada uma das últimas três edições.
Estranho como um jogador que marca tantos golos pelo clube não conseguiu marcar um único golo pela Argentina no Mundial 2010 nem na Copa América 2011.
O Bayer Leverkusen ainda conseguiu marcar um golo no último minuto, por Bellarabi, após combinação com Rolfes.
7-1 foi a maior vitória de sempre do Barcelona na história da Liga dos Campeões. Também foi a maior derrota de sempre do Bayer Leverkusen.
sábado, 11 de setembro de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)











