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sábado, 27 de abril de 2024
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domingo, 20 de novembro de 2022
Mundial 2022 - Costa Rica
COMO SE QUALIFICARAM:
CONCACAF 3ª Ronda:1. Canadá 28 pontos
2. México 28
3. EUA 25
4. Costa Rica 25
5. Panamá 21
6. Jamaica 11
7. El Salvador 10
8. Honduras 4
CONCACAF vs OFC Playoff:
Costa Rica 1-0 Nova Zelândia
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1990 - Oitavos de Final
2002 - Fase de Grupos
2006 - Fase de Grupos
2014 - Quartos de Final
2018 - Fase de Grupos
Treinador: Luis Fernando Suárez
Plantel:
sábado, 30 de junho de 2018
Suíça 2-2 Costa Rica
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sexta-feira, 15 de junho de 2018
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sábado, 26 de dezembro de 2015
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terça-feira, 1 de julho de 2014
Costa Rica 1-1 Grécia (5-3 nos penalties)
Comparando com a terceira jornada, a Costa Rica jogou com
Umaña em vez de Miller e Bolaños em vez de Brenes.
Aos 52 minutos, Bolaños cruzou da esquerda e Ruiz, à entrada
da área, rematou com o pé esquerdo, devagar e rasteiro mas colocado, marcando o
primeiro golo do jogo.
Aos 66 minutos, Duarte fez uma falta sobre Holebas, viu o
segundo cartão amarelo no jogo e deixou a Costa Rica em inferioridade numérica.
A Grécia empatou no último minuto do jogo: Samaras fez um
lançamento longo para a área, Sokratis tocou de cabeça para Gekas, que rematou
para defesa de Navas, e na recarga Sokratis marcou o golo, levando o jogo para
prolongamento.
No prolongamento nenhuma das equipas conseguiu marcar, e o
jogo foi para penalties.
Ao contrário do Brasil vs. Chile no dia anterior, aqui
apenas um penalty foi falhado. Borges, Ruiz e González marcaram os três
primeiros para a Costa Rica, e Mitroglou, Lazaros e Holebas marcaram os três
primeiros para a Grécia.
Depois Campbell marcou o quarto para a Costa Rica, mas Navas
defendeu o remate de Gekas!
Umaña marcou o quinto penalty para a Costa Rica, que assim se qualificou para os quartos de final pela primeira vez.
Umaña marcou o quinto penalty para a Costa Rica, que assim se qualificou para os quartos de final pela primeira vez.
O herói do jogo foi Navas, não só por ter defendido um
penalty (aí foi tão importante como os cinco jogadores da Costa Rica que
marcaram os seus), mas também pelas várias defesas que fez durante o jogo que
permitiram que a Costa Rica chegasse aos penalties.
Nos quartos de final a Costa Rica irá defrontar a Holanda.
Não será favorita, mas também não era favorita contra o Uruguai, a Itália e a
Inglaterra, que já foram todas eliminadas enquanto a Costa Rica ainda está em
prova.
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sábado, 21 de junho de 2014
Itália 0-1 Costa Rica
Comparando com a primeira jornada, a Itália jogou com Buffon
a guarda-redes, Chiellini a defesa central em vez de Paletta, com Abate a lateral
direito e Darmian a lateral esquerdo, e Thiago Motta a médio centro em vez de
Verratti.
O único golo do jogo foi marcado aos 44 minutos: Júnior Díaz
cruzou da esquerda e Ruiz, com espaço entre Chiellini e Darmian, cabeceou para
dentro da baliza de Buffon. A bola bateu na trave, entrou na baliza, e depois
voltou a sair.
A derrota por apenas um golo de diferença permitia à Itália
manter o segundo lugar do Grupo D, e só precisa de um empate contra o Uruguai
para se qualificar para os oitavos de final. O Uruguai terá de vencer, por ter
pior diferença de golos.
Com este resultado, a Inglaterra já está eliminada,
juntando-se assim aos Camarões, Austrália e Espanha na lista de equipas
eliminadas.
A Costa Rica já está qualificada para os oitavos de final!
Precisa de pelo menos um empate contra a Inglaterra para garantir de certeza o
primeiro lugar, mas até poderá fazê-lo com uma derrota, se terminar com melhor
diferença de golos que o vencedor do Itália vs. Uruguai. De momento está com
+3, enquanto a Itália está com 0 e o Uruguai com -1.
O herói foi Jorge Luis Pinto, ao vencer dois jogos contra o
Uruguai e a Itália em que, supostamente, a Costa Rica seria, de longe, a equipa
mais fraca.
Os seus jogadores também são heróis: Navas, que só sofreu um
golo contra o Uruguai, de penalty, os defesas Duarte, González e Umaña, que
conseguiram parar jogadores como Forlán, Cavani e Balotelli, os laterais Gamboa
(assistência para o golo de Campbell contra o Uruguai) e Júnior Díaz
(assistência para o golo de Ruiz contra a Itália), os médios Borges e Tejeda
que venceram as batalhas de meio-campo contra Arévalo, Gargano, Pirlo, Thiago
Motta e De Rossi, os extremos Bolaños e Ruiz, que também venceram as batalhas
contra Stuani, Cristián Rodríguez, Candreva e Marchisio, e finalmente Campbell,
sozinho contra quatro defesas, que não foram suficientes para o travar.
Ruiz teve uma frase sensacional quando lhe perguntaram se
este era o “Grupo da Morte” - Os mortos foram os outros.
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domingo, 15 de junho de 2014
Uruguai 1-3 Costa Rica
O Uruguai jogou com Gargano em vez de Diego Pérez e Forlán
em vez de Suárez.
A Costa Rica jogou com Duarte em vez de Acosta.
Aos 23 minutos, Forlán marcou um livre no lado esquerdo e
Júnior Díaz agarrou Lugano dentro da área. Na conversão do penalty, Cavani
marcou o golo do Uruguai.
Na segunda parte, aos 54 minutos, Gamboa cruzou da direita, Borges
disputou a bola com Lugano, e esta sobrou para Campbell, que marcou o golo do
empate. Maxi Pereira ainda tentou intercetar o remate, já o guarda-redes
Muslera nem se mexeu.
Dois minutos depois, Bolaños marcou um livre à entrada da
área, Duarte ganhou a disputa com Stuani e cabeceou para dentro da baliza de
Muslera, que voltou a não se mexer.
Aos 84 minutos Ureña, entrado um minuto antes para o lugar
de Ruiz, recebeu um passe em profundidade de Campbell por entre os centrais do
Uruguai e desviou a bola de Muslera para dentro da baliza. Desta vez Muslera
mexeu-se, saiu da baliza, mas não chegou a tempo.
Nos últimos minutos, Maxi Pereira ainda foi expulso, por
pontapear Campbell. Foi a primeira expulsão do Mundial 2014.
Esta foi a maior vitória da Costa Rica na história dos Campeonatos do Mundo, pela mesma diferença de golos que o 2-0 contra a China em 2002, mas com mais golos marcados, e contra um adversário bem melhor. Foi também a vingança pela eliminação no playoff para o Mundial 2010.
O herói do jogo foi Campbell – um golo, uma assistência,
sozinho contra quatro defesas do Uruguai, que não foram suficientes para o
parar. Era suposto que acontecesse precisamente o contrário, que todos os
defesas não fossem suficientes para parar os avançados uruguaios.
O vilão pode ser Maxi Pereira, o primeiro jogador a ser
expulso. Mas pior ainda foi Muslera, que tem culpa nos três golos sofridos.
Esta foi a maior vitória da Costa Rica na história dos Campeonatos do Mundo, pela mesma diferença de golos que o 2-0 contra a China em 2002, mas com mais golos marcados, e contra um adversário bem melhor. Foi também a vingança pela eliminação no playoff para o Mundial 2010.
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sexta-feira, 25 de abril de 2014
Costa Rica
COMO SE QUALIFICARAM:
Hexagonal:
1. EUA 22 pontos
2. Costa Rica 18
3. Honduras 15
4. México 11
5. Panamá 8
6. Jamaica 5
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1990 - Oitavos de Final
2002 - Fase de Grupos
2006 - Fase de Grupos
Treinador: Jorge Luis Pinto
Equipa-tipo: Navas; Gamboa, Umaña, González, Acosta e Júnior Díaz; Bolaños, Tejada, Borges e Ruiz; Campbell
A Costa Rica qualificou-se para o seu quarto Campeonato do Mundo.
A melhor participação de sempre foi na estreia em 1990,
quando conseguiram vencer dois jogos e atingir os oitavos de final, onde foram
eliminados pela Checoslováquia.
Na segunda participação, em 2002, já não foram capazes de
ultrapassar a fase de grupos – estavam no grupo do futuro campeão Brasil, e da
Turquia, que ficou em terceiro lugar, e só ficaram atrás da Turquia por terem
pior diferença de golos (a Turquia perdeu por menos contra o Brasil e ganhou
por mais à China).
Quatro anos depois, em 2006, perderam todos os jogos, contra
a Alemanha, Equador e Polónia.
E não se qualificaram para 2010, sendo eliminados no playoff
pelo Uruguai, que agora voltam a defrontar, no primeiro jogo do Mundial 2014.
As outras equipas do Grupo D são a Inglaterra e a Itália, um grupo ao estilo do
de 2006 (dois adversários europeus e um sul-americano), mas mais difícil.
Os 23 convocados são os guarda-redes Navas, Pemberton e
Cambronero, os defesas Gamboa, Umaña, González, Acosta, Júnior Díaz, Mora,
Duarte, Miller e Francis, os médios Bolaños, Tejeda, Borges, Ruiz, Cubero,
Barrantes, Granados e Calvo, e os avançados Campbell, Brenes e Ureña.
Apenas Umaña e Bolaños estiveram no Mundial 2006.
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domingo, 26 de janeiro de 2014
Olympiakos
Treinador: Míchel
Jogador-chave: Manolas
O Olympiakos ultrapassou a fase de grupos da Liga dos
Campeões pela 4ª vez em 15 participações.
A Liga dos Campeões não podia ter começado pior para o
Olympiakos, com uma derrota em casa contra o Paris Saint-Germain, por 1-4.
Seguiam-se dois jogos fora, contra Anderlecht e Benfica, onde o Olympiakos habitualmente
é fraco. Em 45 jogos fora na Liga dos Campeões tinha apenas 4 vitórias, 8
empates, e 33 derrotas. No entanto, com uma excelente vitória na Bélgica por
3-0 (a maior de sempre fora), compensou a derrota da primeira jornada e subiu
ao segundo lugar do grupo, com os mesmos pontos do Benfica mas melhor diferença
de golos.
Continuou acima do Benfica com um empate 1-1 em Portugal, e
duas semanas depois, em casa, derrotou-os por 1-0, conquistando 3 pontos de
avanço, mais vantagem no confronto direto. Agora, para se qualificar para os
oitavos de final, precisava apenas de conquistar mais três pontos nos últimos
dois jogos. Como o último jogo seria em casa contra o inofensivo Anderlecht, não
parecia ser uma tarefa complicada.
Perdeu o jogo seguinte, em França contra o Paris
Saint-Germain, e o Benfica derrotou o Anderlecht na Bélgica, portanto as duas
equipas voltaram a ter o mesmo número de pontos, à entrada para a última
jornada, com o Olympiakos em vantagem no confronto direto.
Só precisava de derrotar o Anderlecht em casa, e
conseguiu-o, num jogo invulgar, onde falhou dois penalties, e o adversário teve
três jogadores expulsos.
Nos oitavos de final irá defrontar o Manchester United. Não
deverá ter grandes hipóteses: nos jogos anteriores contra o Manchester United
perdeu sempre, nunca foi capaz de sequer marcar um golo. E nos jogos anteriores
pós-fase de grupos também nunca conseguiu vencer, o melhor que conseguiu foi
empatar dois dos três jogos em casa.
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sábado, 7 de setembro de 2013
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