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domingo, 17 de dezembro de 2023

sábado, 31 de dezembro de 2022

sábado, 10 de janeiro de 2015

Manchester City



Treinador: Manuel Pellegrini





Jogador-chave: Aguero



O Manchester City qualificou-se para os oitavos de final da Liga dos Campeões pela segunda época seguida.
Na época anterior, num grupo semelhante, tinha-se qualificado facilmente, com cinco vitórias e apenas uma derrota. Dois dos três adversários eram os mesmos, Bayern Munique e CSKA Moscovo. A novidade era o outro adversário, que na época anterior foi o Viktoria Plzen, e agora seria a Roma.
Começou com uma derrota na Alemanha, contra o Bayern Munique, por 0-1. Não era preocupante, já na época anterior tinha terminado atrás do Bayern Munique. Desde que conseguisse vencer os outros dois adversários seria suficiente para avançar novamente.
Só que no jogo seguinte, em casa contra a Roma, o Manchester City não conseguiu melhor que um empate 1-1, num jogo em que marcou primeiro de penalty, e além desse remate só fez mais um remate à baliza.
Este grupo começava a lembrar não a época anterior, que agora já era inalcançável, mas sim a época de estreia em 2011/2012, onde ao fim de duas jornadas o Manchester City tinha apenas um ponto após ter perdido na Alemanha contra o Bayern e empatado 1-1 em casa contra uma equipa italiana (o Nápoles em 2011). Nessa época o Manchester City terminou em terceiro.
Só que nessa época após esses dois jogos seguiram-se duas vitórias contra o Villarreal. O próximo adversário agora era o CSKA Moscovo, que o Manchester City tinha derrotado duas vezes na época anterior. Em teoria o Manchester City poderia aproveitar estes jogos para ultrapassar a Roma e colocar-se numa posição confortável no grupo.
Na prática as coisas não aconteceram assim…
Primeiro, na Rússia, o Manchester City esteve a ganhar por 2-0 ao intervalo, mas acabou por empatar 2-2. Só conseguiu aproximar-se um ponto da Roma, que perdeu contra o Bayern Munique, e manteve a distância de um ponto para o CSKA Moscovo.
Não era ainda preocupante, se duas semanas depois em casa o Manchester City vencesse, e a Roma perdesse novamente contra o Bayern Munique, o Manchester City subiria ao segundo lugar.
Só que duas semanas depois, em casa, o Manchester City perdeu por 1-2! Não só não aproveitou a oportunidade para ultrapassar a Roma, como foi ultrapassado pelo CSKA Moscovo, caindo para o último lugar do Grupo E!
Esta época agora era comparável não à anterior nem sequer à de estreia em 2011/2012, mas sim à de 2012/2013 onde ao fim de quatro jornadas o Manchester City também tinha apenas dois pontos, e acabou por terminar no último lugar do grupo sem vencer um único jogo.
Só que quando o caldo já parecia entornado, em casa contra o Bayern Munique o Manchester City aos 22 minutos estava a vencer por 1-0 e em superioridade numérica. Parecia que pelo menos iria finalmente vencer um jogo, mas mesmo em superioridade numérica conseguiu sofrer dois golos e ir para o intervalo em desvantagem.
O salvador foi Aguero, que já tinha sofrido a falta e marcado o golo de penalty na primeira parte (e conseguido também o cartão vermelho para Benatia), marcou mais dois golos no fim da segunda parte e deu a primeira vitória ao Manchester City.
O Manchester City ia assim para a última jornada ainda no último lugar do Grupo E, mas empatado com a Roma e o CSKA Moscovo, em vez de ir com uma desvantagem pontual.
Se o CSKA Moscovo perdesse na Alemanha contra o Bayern Munique, o Manchester City precisaria apenas de um empate com golos em Itália para ficar em segundo lugar.
Mesmo sem o salvador disponível para o último jogo, o Manchester City conseguiu vencer por 2-0, com golos de Nasri e Zabaleta, e subir ao segundo lugar do grupo.
Manuel Pellegrini manteve o seu título de nunca ter sido eliminado na fase de grupos da Liga dos Campeões.
Nos oitavos de final o Manchester City irá defrontar novamente o Barcelona. Na época passada perdeu os dois jogos, conseguirá fazer melhor desta vez? E será suficiente para atingir os quartos de final?

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Manchester City





Treinador: Manuel Pellegrini


Jogador-chave: Aguero



O Manchester City qualificou-se para os oitavos de final da Liga dos Campeões pela primeira vez na sua história.
Na primeira jornada derrotou o Viktoria Plzen na República Checa, por 3-0, e quebrou uma série de 6 jogos sem vencer que trazia da época anterior, onde não foi capaz de ganhar um único jogo. Seguiu-se uma derrota em casa contra o Bayern Munique, por 1-3. Apesar de não ter sido capaz de ultrapassar a fase de grupos nas duas épocas anteriores, também nunca tinha perdido em casa (2 vitórias e 4 empates), esta foi a primeira vez.
Depois seguiram-se dois jogos contra o CSKA Moscovo, primeiro na Rússia e depois em casa. Venceu ambos, por 2-1 e 5-2 respetivamente. Ao fim da quarta jornada tinha nove pontos, seis de avanço sobre o CSKA Moscovo e vantagem no confronto direto, e nove de avanço sobre o Viktoria Plzen, e estava qualificado para os oitavos de final.
Na quinta jornada derrotou novamente o Viktoria Plzen, desta vez em casa por 4-2. Na última jornada, para conquistar o primeiro lugar do grupo, teria de derrotar o Bayern Munique na Alemanha por três golos de diferença, ou apenas por dois se vencesse por 4-2 ou 5-3 ou qualquer outra vitória por dois golos que não 2-0 nem 3-1. Só conseguiu ganhar por 3-2, e portanto ficou em segundo lugar no Grupo D, com os mesmos pontos do líder Bayern Munique, mas desvantagem no confronto direto. Apesar disso conseguiu interromper a série de 10 vitórias seguidas do Bayern Munique, naquilo que pode ter sido um bom teste para o que se segue.
O que se segue é o Barcelona nos oitavos de final, uma equipa nas últimas seis épocas foi sempre pelo menos semifinalista na Liga dos Campeões. Conseguirá o Manchester City interromper também esta série? O Chelsea e o Liverpool conseguiram eliminar o Barcelona nos oitavos de final em 2005 e 2007 respetivamente, porque não o Manchester City em 2014?

sábado, 7 de setembro de 2013

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Grupo C: 3ª Jornada







Comparando com a segunda jornada, a Croácia teve uma estratégia mais defensiva, jogando com Vida e Pranjic em vez de Jelavic e Perisic, de modo a ter dois jogadores de características defensivas em cada uma das alas (Vida e Srna na direita, e Strinic e Pranjic na esquerda).
A Espanha jogou com a mesma equipa.










Comparando com a segunda jornada, a Itália passou a jogar com um quarteto defensivo, e alterou a defesa quase por completo: Abate foi o lateral direito em vez de Maggio, Barzagli fez dupla com Chiellini no centro da defesa relegando Bonucci para o banco de suplentes, e Balzaretti foi o lateral esquerdo em vez de Giaccherini. De Rossi regressou ao meio-campo, e no ataque jogou Di Natale em vez de Balotelli.
A Irlanda fez apenas uma alteração, Doyle em vez de Cox.


Aos 35’, após um pontapé de canto marcado por Pirlo, Cassano ganhou o duelo aéreo com Andrews e de cabeça marcou o primeiro golo da Itália.



Com este golo, Cassano tornou-se no melhor marcador de sempre da Itália em Campeonatos da Europa, com 3 golos.
Também se tornou no segundo jogador a marcar em Campeonatos da Europa diferentes pela Itália. O primeiro a fazê-lo foi Pirlo no jogo anterior.

Com esta vitória e o empate no outro jogo, a Itália passava para a liderança do Grupo C!
1. Itália 5 pontos
2. Espanha 5
3. Croácia 5
4. Irlanda 0

A Itália liderava porque no minicampeonato a 3, tinha 2 golos marcados e 2 sofridos, enquanto a Espanha e a Croácia tinham ambas apenas 1 golo marcado e 1 sofrido (com a Espanha à frente da Croácia por ter um saldo de golos geral superior, +4 contra +2).

Aos 66’, Slaven Bilic, precisando de um golo, alterou a equipa para o “modo ofensivo”, retirando Vida e Pranjic e colocando Perisic e Jelavic.
E aos 81’ ainda arriscou mais, tirando o médio defensivo Vukojevic e colocando outro avançado, Eduardo.

Mas foram as substituições espanholas que se revelaram mais proveitosas, Fabregas e Jesús Navas: Aos 88’, Fabregas levantou a bola sobre a defesa croata para Iniesta, este só teve de passar para o seu lado direito onde apareceu Jesús Navas a chutar para dentro da baliza deserta.




A Espanha voltava à liderança do Grupo C:
1. Espanha 7 pontos
2. Itália 5
3. Croácia 4
4. Irlanda 0

Um golo da Croácia seria suficiente para esta se qualificar. Passaria a ter 5 pontos, tal como a Espanha e a Itália, todas teriam 2-2 em golos no mini-campeonato, e a Espanha teria um saldo de golos de +4, a Croácia de +2 e a Itália de apenas +1.

Mas foi a Itália que ainda teve tempo de marcar mais um golo.
No último minuto, após pontapé de canto marcado por Diamanti, outro suplente, Balotelli, marcou o segundo golo da Itália.

Apesar deste golo italiano, um golo croata teria sido suficiente para a qualificação, mas a Croácia não conseguiu marcar e foi eliminada.


A Espanha terminou a fase de grupos com a melhor defesa e o melhor ataque do Euro 2012: 6 golos marcados e apenas 1 sofrido.
O empate da Itália contra a Espanha no primeiro jogo revelou-se crucial no seu apuramento para os quartos-de-final. A Croácia não foi capaz de fazer o mesmo na última jornada, e portanto foi eliminada.
A Irlanda teve uma participação decepcionante: as três derrotas eram esperadas, mas não foram uma equipa competitiva, sofrendo golos em situações onde supostamente seriam uma equipa forte, como por exemplo pontapés de canto.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sevilha vs. FC Porto


Sevilha
- Entraram Medel (DF) e Rakitic (MC)
- Saiu Konko (DF)
- Venceu a Taça UEFA em 2006/07 e 2005/06 eliminando nos dezasseis avos de final o Steaua Bucareste e o Lokomotiv Moscovo respectivamente
- 7º na liga espanhola, perdeu último jogo, Racing Santander 3-2 Sevilha

Jogador-chave: Luís Fabiano
Melhor marcador da Taça Libertadores (2004), ganhou a Copa América (2004), a Taça Intercontinental (2004), duas Taças UEFA (2006 e 2007) e uma Supertaça Europeia (2006) e ainda a Taça das Confederações (2009) onde também foi o melhor marcador.


FC Porto
- Venceu a Taça UEFA 2002/03 eliminando o Lens nos dezasseis avos de final
- 1º na liga portuguesa, ganhou último jogo, Braga 0-2 FC Porto

Braga 0-2 FC Porto por JDREIS

Jogador-chave: Falcao
É o melhor marcador da Liga Europa, com 7 golos. Na época passada foi o melhor marcador do FC Porto na Liga dos Campeões, com 4 golos, e também na Liga Portuguesa, com 25. Esta época tem 8 golos na Liga Portuguesa, onde o seu colega Hulk lidera com 19 golos.


Sevilha: 33%
FC Porto: 67%