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sábado, 3 de janeiro de 2015

Juventus



Treinador: Massimiliano Allegri





Jogador-chave: Chiellini



A Juventus qualificou-se para os oitavos de final da Liga dos Campeões.
Começou com uma vitória em casa, contra o Malmo, por 2-0. Os dois golos foram marcados por Tévez, que não marcava um golo na Liga dos Campeões desde 2009, estava há 14 jogos sem marcar.
Seguiu-se uma derrota em Espanha contra o Atlético Madrid por 0-1, num jogo em que a Juventus não fez um único remate à baliza. Ao fim de duas jornadas as equipas estavam todas empatadas com três pontos.
Na terceira jornada, na Grécia contra o Olympiakos, a Juventus já rematou à baliza, até rematou mais que o Olympiakos, mas voltou a perder por 0-1. Estava agora no terceiro lugar do Grupo, com três pontos de atraso para o Olympiakos e o Atlético Madrid.
Tinha de vencer o jogo seguinte, em casa contra o Olympiakos, para recuperar a desvantagem de três pontos. A Juventus marcou primeiro, por Pirlo, de livre direto. Foi o seu oitavo golo na Liga dos Campeões, em 100 jogos. Só que o Olympiakos chegou rapidamente ao empate, e na segunda parte marcou novamente. Se a Juventus perdesse estava praticamente eliminada, ficaria com seis pontos de atraso e desvantagem no confronto direto.
Mas tal como o Olympiakos reagiu rapidamente ao golo da Juventus, também a Juventus reagiu rapidamente ao segundo golo do Olympiakos, e quatro minutos depois um remate ao poste de Llorente ressaltou no guarda-redes Roberto e entrou na baliza. E no minuto seguinte Pogba marcou outro golo, colocando a Juventus novamente na liderança.
A Juventus ainda tinha desvantagem no confronto direto, e no último minuto teve também a oportunidade de passar a ter vantagem, com um penalty que poderia tornar-se no quarto golo. Só que Roberto defendeu o remate de Vidal, e o Olympiakos manteve a vantagem no confronto direto.
A Juventus continuava assim no terceiro lugar do Grupo A, era importante vencer o jogo seguinte na Suécia, e esperar que o Olympiakos perdesse em Espanha. E depois bastaria à Juventus empatar o último jogo em casa contra o Atlético Madrid para se qualificar.
O historial da Juventus em jogos na Escandinávia não era animador, mas desta vez conseguiu vencer, novamente por 2-0, e subir ao segundo lugar. Agora teria de não perder contra o Atlético Madrid, ou poderia ser novamente ultrapassada pelo Olympiakos, que em princípio venceria o seu jogo em casa contra o Malmo.
A Juventus conseguiu o empate que precisava e qualificou-se para os oitavos de final.
O jogador-chave foi Chiellini, que não marcou golos, mas fez parte duma defesa que não sofreu golos em três jogos, incluindo no último onde não sofrer golos garantia a qualificação.
Nos oitavos de final a Juventus irá defrontar o Borussia Dortmund. A última vez que se defrontaram foi em 1997, na final da Liga dos Campeões, e o Borussia Dortmund venceu por 3-1. A Juventus terá de melhorar muito para atingir os quartos de final. Não foi capaz de marcar um único golo ao Atlético Madrid, e perdeu no confronto direto com o  Olympiakos, só escapou porque conseguiu vencer os dois jogos contra o Malmo.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Itália 0-1 Uruguai

Comparando com a segunda jornada, a Itália jogou em 5-3-2, com Bonucci como terceiro defesa central, Darmian a lateral direito e De Sciglio a lateral esquerdo, Verratti, Pirlo e Marchisio no trio do meio-campo, com Immobile e Balotelli no ataque.



O Uruguai jogou com a mesma equipa que derrotou a Inglaterra no jogo anterior.


Um dos momentos-chave do jogo aconteceu aos 59 minutos, quando Marchisio teve uma entrada violenta sobre Arévalo e foi expulso pelo árbitro Marco Rodríguez.


Ele já tinha perdoado uma expulsão a Balotelli ainda na primeira parte, aos 22 minutos, punindo uma joelhada na cabeça de Álvaro Pereira apenas com cartão amarelo.

O Uruguai também podia ter tido um jogador expulso, Suárez, que mordeu Chiellini! Suárez não foi punido no jogo, mas ainda poderá vir a ser punido posteriormente.


Se em 2010 a sua expulsão contra o Gana foi um sacrifício em prol da equipa, agora um eventual castigo será pura estupidez.

Mas o verdadeiro momento-chave do jogo aconteceu aos 81 minutos, quando na sequência de um pontapé de canto marcado na direita por Ramírez, Godín marcou com as costas o golo que qualificou o Uruguai para os oitavos de final.


O herói do jogo foi Godín. Pelo golo e também por ter comandado a defesa uruguaia com sucesso, ele que com a ausência de Lugano passa a ser o líder e o capitão de equipa. O golo foi marcado com as costas, de certeza não foi da maneira que ele quis fazer a jogada, mas o que interessa é que a bola entrou.


O vilão foi Marchisio, a sua expulsão retirou à Itália força para se defender dos ataques uruguaios e lançar contra-ataques. Começou o Mundial 2014 como herói, com um grande golo à Inglaterra, mas acabou como vilão.



O Uruguai qualificou-se para os oitavos de final, onde irá defrontar o vencedor do Grupo C (provavelmente a Colômbia).

A Itália foi eliminada na fase de grupos pela segunda vez consecutiva – pelo menos desta vez conseguiu vencer um jogo, fez melhor que em 2010, mas ainda assim não foi suficiente para ir mais além. A Itália parecia satisfeita com a curta derrota contra a Costa Rica, confiante que conseguiria o empate necessário contra o Uruguai, mas não conseguiu.

domingo, 15 de junho de 2014

Inglaterra 1-2 Itália


A Inglaterra jogou com Henderson em vez de Lampard, e Sterling em vez de Milner.




A Itália jogou com Sirigu a guarda-redes, e numa tática parecida ao 5-4-1 da Costa Rica… mas chamemos-lhe antes 4-1-4-1 porque De Rossi não é nem um quinto defesa nem um quinto médio. Darmian foi o lateral direito, Paletta e Barzagli a dupla de defesas centrais, e Chiellini o defesa esquerdo. Pirlo e Verratti foram os dois médios centro à frente de De Rossi, com Candreva na direita e Marchisio na esquerda. Balotelli foi o ponta-de-lança.



Aos 35 minutos, Candreva marcou um pontapé de canto curto na direita, passou a bola a Verratti, este passou-a a Pirlo que a deixou passar para Marchisio, melhor colocado e sem marcação – um movimento semelhante ao do primeiro golo da Colômbia, mas fora da área – e Marchisio marcou golo, num remate de fora da área.



A Inglaterra empatou dois minutos depois – num ataque rápido Rooney cruzou da esquerda e Sturridge só teve de empurrar a bola para a baliza do desamparado Sirigu.



A Itália podia ter ido para o intervalo em vantagem, mas um remate de Candreva acertou no poste.

Candreva teve mais sorte como assistente que como goleador. Na segunda parte, aos 50 minutos, fintou Baines no flanco direito e cruzou com o pé esquerdo para Balotelli, que ao segundo poste nas costas de Cahill cabeceou para dentro da baliza.



No final da segunda parte a Itália voltou a ter uma excelente oportunidade para marcar, mas na conversão de um livre Pirlo acertou na trave.

O herói do jogo poderiam ser vários jogadores italianos – precisamente por serem tantos jogadores em destaque, é justo destacar o treinador Cesare Prandelli, que usou uma tática que ninguém ainda percebeu bem qual foi, e resultou. Também teve algumas escolhas de jogadores surpreendentes, e estes corresponderam.



No próximo jogo, contra a Costa Rica, irá Cesare Prandelli manter esta equipa, ou mudar novamente?

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Itália


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo B:
1. Itália 22 pontos
2. Dinamarca 16
3. República Checa 15
4. Bulgária 13
5. Arménia 13
6. Malta 3


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Vencedor
1938 - Vencedor
1950 - Fase de Grupos
1954 - Fase de Grupos
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1970 - Finalista vencido
1974 - Fase de Grupos
1978 - 4º lugar
1982 - Vencedor
1986 - Oitavos de Final
1990 - 3º lugar
1994 - Finalista vencido
1998 - Quartos de Final
2002 - Oitavos de Final
2006 - Vencedor
2010 - Fase de Grupos


Treinador: Cesare Prandelli




Equipa-tipo: Buffon; Abate, Barzagli, Bonucci e Chiellini; Pirlo; Marchisio, Aquilani e De Rossi; Cassano e Balotelli





A Itália teve uma péssima participação no Mundial 2010 – não ganhou um único jogo, empatando os dois primeiros contra o Paraguai e a Nova Zelândia e perdendo o último contra a Eslováquia.

Se a Taça das Confederações um ano antes foi um prenúncio do que viria acontecer (a Itália também não passou da fase de grupos em 2009), então a Taça das Confederações de 2013 sugere que o Mundial 2014 será bem melhor para a Itália.

Conseguiram atingir as meias finais na Taça das Confederações, onde só perderam nos penalties contra a Espanha, e depois, no jogo do 3º e 4º lugar, novamente nos penalties, derrotaram o Uruguai, adversário que voltarão a defrontar no Mundial 2014.

Os 23 convocados são os guarda-redes Buffon, Sirigu e Perin, os defesas Abate, Barzagli, Bonucci, Chiellini, De Sciglio, Paletta e Darmian, os médios Pirlo, Marchisio, Aquilani, De Rossi, Thiago Motta, Verratti, Candreva, Parolo e Lorenzo Insigne, e os avançados Cassano, Balotelli, Immobile e Cerci.

Será o quinto Mundial para Buffon (o único jogador no Mundial 2014 que esteve nos últimos cinco), o terceiro para Pirlo e De Rossi, e o segundo para Barzagli (esteve no Mundial 2006 mas não em 2010), Bonucci (suplente não utilizado em 2010), Chiellini e Marchisio.

A Itália tem boas recordações recentes e de Campeonatos do Mundo anteriores contra a Inglaterra e o Uruguai. Eliminou a Inglaterra nos penalties nos quartos de final do Euro 2012, e também venceu por 2-1 no jogo do 3º e 4º lugar em 1990. Além de ter derrotado o Uruguai na Taça das Confederações em 2013, também empatou 0-0 no Mundial 1970 e venceu por 2-0 nos oitavos de final no Mundial 1990. Nunca jogou contra a Costa Rica, o outro adversário do Grupo D, em Campeonatos do Mundo anteriores.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Juventus





Treinador: Antonio Conte

Jogador-chave: Vidal



A Juventus foi eliminada na fase de grupos da Liga dos Campeões, pela 3ª vez em 14 participações.
Começou com um empate na Dinamarca contra o FC Copenhaga. Seguiu-se um empate em casa contra o Galatasaray. Ainda não havia motivos para preocupação, na época anterior também começou com três empates e depois ganhou os três últimos jogos e terminou em primeiro lugar no grupo.
No terceiro jogo perdeu em Espanha contra o Real Madrid, e caiu para o terceiro lugar. Duas semanas depois não conseguiu melhor que um empate em casa contra o Real Madrid, e caiu mesmo para o último lugar do Grupo B, com apenas 3 pontos, um de atraso para o Galatasaray e o FC Copenhaga, e sete de atraso para o Real Madrid. O primeiro lugar do grupo era agora impossível, mas o segundo lugar estava ao alcance, desde que ganhasse os dois últimos jogos.
Conseguiu ganhar ao FC Copenhaga em casa, e subir ao segundo lugar do grupo. Mas ainda tinha que não perder na Turquia contra o Galatasaray para manter o segundo lugar. Perdeu, e ficou em terceiro lugar no grupo. Só não ficou em último porque o FC Copenhaga perdeu contra o Real Madrid, se tivesse ganho a Juventus terminaria em último lugar.
Nos dezasseis avos de final da Liga Europa, a Juventus irá defrontar outra equipa turca, o Trabzonspor. A Juventus não tem grande historial na Liga Europa, da última vez que lá esteve, em 2010/2011, não conseguiu ganhar um único jogo (seis empates na fase de grupos). Na época anterior, quando também caiu da Liga dos Campeões para a Liga Europa, ainda ultrapassou o Ajax nos dezasseis avos de final mas depois foi eliminada pelo Fulham nos oitavos de final. Se desta vez voltar a ultrapassar os dezasseis avos de final, nos oitavos de final irá defrontar a Fiorentina ou o Esbjerg.
Talvez não seja prudente esperar grandes resultados duma equipa que na Liga Europa em 10 jogos só venceu dois.

sábado, 7 de setembro de 2013

domingo, 26 de agosto de 2012

Juventus



Entradas:
Rubinho
Lúcio
Isla
Asamoah
Pogba
Giovinco
Bendtner

Saídas:
Manninger
Motta
Grosso
Krasic
Elia
Estigarribia
Del Piero
Borriello


Plantel:
Guarda-redes:
1 - Buffon
30 - Storari
34 - Rubinho

Defesas:
2 - Lúcio
3 - Chiellini
4 - Martín Cáceres
11 - De Ceglie
15 - Barzagli
19 - Bonucci
26 - Lichtsteiner

Médios:
6 - Pogba
7 - Pepe
8 - Marchisio
20 - Padoin
21 - Pirlo
22 - Asamoah
23 - Vidal
24 - Giaccherini
33 - Isla
39 - Marrone

Avançados:
9 - Vucinic
12 - Giovinco
17 - Bendtner
27 - Quagliarella
32 - Matri

Treinador: Antonio Conte


Historial na Liga dos Campeões:


Historial na Liga Europa:



Últimas 10 épocas:

domingo, 8 de julho de 2012

Alemanha 1-2 Itália







Comparando com os quartos-de-final, a Alemanha jogou com Kroos em vez de Reus, Podolski em vez de Schurrle, e Gómez em vez de Klose.
A Itália jogou com Balzaretti a defesa direito e Chiellini a defesa esquerdo.

O primeiro golo foi marcado aos 20’ pela Itália: no lado esquerdo, Chiellini passou a bola a Cassano, este fintou Hummels e cruzou para a grande área, onde apareceu Balotelli a cabecear para dentro da baliza de Neuer.



Badstuber estava mal posicionado e nem saltou, e Hummels nem na área estava, foi tentar tirar a bola a Cassano mas falhou.

E aos 36’, na sequência de um pontapé de canto para a Alemanha, Buffon esmurrou a bola para fora da sua área e lançou um contra-ataque, com Montolivo, ainda no seu meio-campo, a fazer um passe em profundidade para Balotelli, que estava isolado mas em jogo (graças ao mau posicionamento de Lahm), e depois Balotelli rematou em força para dentro da baliza de Neuer.



Balotelli redimiu-se das várias oportunidades falhadas contra a Inglaterra no jogo anterior, e alcançou Dzagoev, Gómez, Mandzukic e Cristiano Ronaldo na lista dos melhores marcadores do torneio.

A Alemanha fez duas substituições ao intervalo, com as entradas de Reus e Klose para as saídas de Podolski e Gómez.
Estranho, com uma desvantagem de 2 golos e apenas 45 minutos para jogar, Joachim Low limitou-se a trocar os seus dois jogadores mais ofensivos, não arriscando (quase) nada.

A Itália também refrescou o ataque durante a segunda parte, com as entradas de Diamanti para o lugar de Cassano, de Thiago Motta para o lugar de Montolivo, e finalmente de Di Natale para o lugar de Balotelli.

A Alemanha só arriscou verdadeiramente aos 71’, quando Muller entrou para o lugar de Boateng.

Mas aí já era tarde demais. O melhor que conseguiu foi reduzir a desvantagem nos últimos minutos, por Ozil de penalty, na sequência de uma mão de Balzaretti dentro da grande área.


A Alemanha teve um início de torneio brilhante (foi a melhor equipa da fase de grupos), mas depois não conseguiu manter esse nível durante o resto do torneio. Tal como no Mundial 2006, voltou a ser eliminada nas meias-finais pela Itália.
A Itália surpreendentemente qualificou-se para a final!

domingo, 1 de julho de 2012

Inglaterra 0-0 (2-4) Itália







Comparando com o terceiro jogo, a Inglaterra jogou com a mesma equipa.
A Itália jogou com Bonucci em vez de Chiellini, Montolivo em vez de Thiago Motta, e Balotelli em vez de Cassano.

Este foi o jogo mais equilibrado dos quartos-de-final. Se é que se pode considerar equilibrado um jogo em que a Itália teve 64% de posse de bola, e o quíntuplo dos remates à baliza da Inglaterra (20-4).
Mas o objectivo do futebol é marcar mais golos que o adversário, não é ter mais posse de bola ou fazer mais remates.

As duas equipas já não perdem um jogo oficial desde o Mundial 2010. A Itália vinha de uma série de 13 jogos sem perder (a última derrota foi contra a Eslováquia), e a Inglaterra vinha de uma série de 11 jogos sem perder (a última derrota foi contra a Alemanha).

As melhores oportunidades de golo foram da Itália, que teve dois remates ao poste. Um por De Rossi logo aos 3’, e outro por Diamanti, já no prolongamento, aos 101’.

Mas como nenhuma equipa conseguiu marcar, ambas mantiveram a invencibilidade e a decisão de quem avançava para as meias-finais foi para os penalties.


Nos penalties, o primeiro a marcar foi Balotelli para a Itália. Ele que falhou tantas oportunidades durante os 120 minutos, desta vez não falhou e colocou a Itália na frente.

Seguiu-se o capitão Gerrard para a Inglaterra, e também ele marcou. Tal como Balotelli, ambos chutaram para o lado esquerdo, Hart e Buffon ainda adivinharam o lado mas não conseguiram alcançar as bolas.

Depois seguiu-se Montolivo, novo remate para a esquerda, mas falhou o alvo!

Rooney tinha agora a oportunidade de colocar a Inglaterra em vantagem. Tal como Balotelli, também falhou oportunidades durante o jogo (não tantas, até porque a Inglaterra teve poucas comparando com a Itália). E tal como Balotelli, também converteu o seu penalty, também num remate para a esquerda, sendo que desta vez Buffon saltou para o lado contrário.

Seguiu-se o momento do jogo, o ponto de viragem. Pirlo era o marcador do terceiro penalty da Itália. Direita ou esquerda? Centro! E à Panenka. Ou à Postiga. E agora também à Pirlo.



Este penalty motivou a Itália e desmotivou a Inglaterra.

O terceiro penalty da Inglaterra era para Young. Depois do que Pirlo fez, Young foi “obrigado” a rematar em força (os guarda-redes agora já esperariam por um remate à Pirlo). E mais força normalmente significa menos pontaria. Young acertou na trave e as equipas estavam novamente empatadas.



O quarto penalty da Itália foi para Nocerino, que agora motivado pelos dois penalties anteriores, fez o terceiro golo da Itália (também num remate para o lado esquerdo).

Seguiu-se Ashley Cole… Ele que tinha convertido com sucesso o seu penalty umas semanas antes, na final da Liga dos Campeões. Mas desta vez foi diferente. Foi o primeiro jogador a rematar para o lado direito, e foi também o primeiro a permitir a defesa do guarda-redes contrário.

E agora a Itália tinha um “match point”, se Diamanti convertesse o quinto penalty. Grande responsabilidade para um jogador que era desconhecido antes deste torneio. Novo remate para o lado esquerdo, golo da Itália, a Inglaterra estava eliminada!


Manteve-se a tradição de a Inglaterra raramente ganhar um desempate por penalties numa grande competição: ganhou à Espanha nos quartos de final do Euro 1996, mas depois perdeu na fase seguinte contra a Alemanha. Perdeu ainda no Euro 2004 contra Portugal, no Mundial 2006 também contra Portugal, no Mundial 1998 contra a Argentina, e a primeira vez contra a Itália no Mundial 1990. E agora perdeu novamente contra a Itália.

O que levanta a questão: Se são tão maus nos penalties, porque não tentaram evitá-los durante os 120 minutos?