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domingo, 7 de dezembro de 2014

Galatasaray



Treinador. Cesare Prandelli





Jogador-chave: Burak Yilmaz



O Galatasaray foi eliminado no Grupo D da Liga dos Campeões.
Apesar de terem contratado um treinador famoso, Cesare Prandelli, que levou a Itália à final do Euro 2012 e antes disso teve bons resultados na Fiorentina (tinha uma média de pontos por jogo na Liga dos Campeões superior a Arsène Wenger e Jurgen Klopp antes desta época), os resultados foram muito piores do que nas duas épocas anteriores, onde o Galatasaray atingiu os oitavos de final.
Começaram logo por empatar em casa contra o inofensivo Anderlecht, num jogo em que até estiveram a perder e só conseguiram empatar já perto do fim. Seguiu-se uma derrota por 1-4 em Inglaterra contra o Arsenal, em que estiveram a perder por quatro golos, só conseguiram marcar de penalty e nem sequer conseguiram aproveitar os últimos 30 minutos em superioridade numérica para pelo menos reduzir a desvantagem.
No terceiro jogo sofreram novamente quatro golos, desta vez em casa contra o Borussia Dortmund, e perderam por 0-4. E no quarto jogo, duas semanas depois na Alemanha, mais quatro golos sofridos, numa derrota por 1-4.
Era evidente que o Galatasaray não tinha capacidade para derrotar o Borussia Dortmund nem o Arsenal, mas pelo menos podia terminar acima do Anderlecht e qualificar-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa. Para isso acontecer, não podia perder o jogo seguinte, na Bélgica contra o Anderlecht.
No entanto, perdeu por 0-2 e ficou sem hipóteses de não terminar no último lugar do Grupo D. Cesare Prandelli foi despedido, e o novo treinador Hamza Hamzaoglu terá de vencer o último jogo, em casa contra o Arsenal, para evitar que esta seja a pior época do Galatasaray na história da Liga dos Campeões.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Itália 0-1 Uruguai

Comparando com a segunda jornada, a Itália jogou em 5-3-2, com Bonucci como terceiro defesa central, Darmian a lateral direito e De Sciglio a lateral esquerdo, Verratti, Pirlo e Marchisio no trio do meio-campo, com Immobile e Balotelli no ataque.



O Uruguai jogou com a mesma equipa que derrotou a Inglaterra no jogo anterior.


Um dos momentos-chave do jogo aconteceu aos 59 minutos, quando Marchisio teve uma entrada violenta sobre Arévalo e foi expulso pelo árbitro Marco Rodríguez.


Ele já tinha perdoado uma expulsão a Balotelli ainda na primeira parte, aos 22 minutos, punindo uma joelhada na cabeça de Álvaro Pereira apenas com cartão amarelo.

O Uruguai também podia ter tido um jogador expulso, Suárez, que mordeu Chiellini! Suárez não foi punido no jogo, mas ainda poderá vir a ser punido posteriormente.


Se em 2010 a sua expulsão contra o Gana foi um sacrifício em prol da equipa, agora um eventual castigo será pura estupidez.

Mas o verdadeiro momento-chave do jogo aconteceu aos 81 minutos, quando na sequência de um pontapé de canto marcado na direita por Ramírez, Godín marcou com as costas o golo que qualificou o Uruguai para os oitavos de final.


O herói do jogo foi Godín. Pelo golo e também por ter comandado a defesa uruguaia com sucesso, ele que com a ausência de Lugano passa a ser o líder e o capitão de equipa. O golo foi marcado com as costas, de certeza não foi da maneira que ele quis fazer a jogada, mas o que interessa é que a bola entrou.


O vilão foi Marchisio, a sua expulsão retirou à Itália força para se defender dos ataques uruguaios e lançar contra-ataques. Começou o Mundial 2014 como herói, com um grande golo à Inglaterra, mas acabou como vilão.



O Uruguai qualificou-se para os oitavos de final, onde irá defrontar o vencedor do Grupo C (provavelmente a Colômbia).

A Itália foi eliminada na fase de grupos pela segunda vez consecutiva – pelo menos desta vez conseguiu vencer um jogo, fez melhor que em 2010, mas ainda assim não foi suficiente para ir mais além. A Itália parecia satisfeita com a curta derrota contra a Costa Rica, confiante que conseguiria o empate necessário contra o Uruguai, mas não conseguiu.

domingo, 15 de junho de 2014

Inglaterra 1-2 Itália


A Inglaterra jogou com Henderson em vez de Lampard, e Sterling em vez de Milner.




A Itália jogou com Sirigu a guarda-redes, e numa tática parecida ao 5-4-1 da Costa Rica… mas chamemos-lhe antes 4-1-4-1 porque De Rossi não é nem um quinto defesa nem um quinto médio. Darmian foi o lateral direito, Paletta e Barzagli a dupla de defesas centrais, e Chiellini o defesa esquerdo. Pirlo e Verratti foram os dois médios centro à frente de De Rossi, com Candreva na direita e Marchisio na esquerda. Balotelli foi o ponta-de-lança.



Aos 35 minutos, Candreva marcou um pontapé de canto curto na direita, passou a bola a Verratti, este passou-a a Pirlo que a deixou passar para Marchisio, melhor colocado e sem marcação – um movimento semelhante ao do primeiro golo da Colômbia, mas fora da área – e Marchisio marcou golo, num remate de fora da área.



A Inglaterra empatou dois minutos depois – num ataque rápido Rooney cruzou da esquerda e Sturridge só teve de empurrar a bola para a baliza do desamparado Sirigu.



A Itália podia ter ido para o intervalo em vantagem, mas um remate de Candreva acertou no poste.

Candreva teve mais sorte como assistente que como goleador. Na segunda parte, aos 50 minutos, fintou Baines no flanco direito e cruzou com o pé esquerdo para Balotelli, que ao segundo poste nas costas de Cahill cabeceou para dentro da baliza.



No final da segunda parte a Itália voltou a ter uma excelente oportunidade para marcar, mas na conversão de um livre Pirlo acertou na trave.

O herói do jogo poderiam ser vários jogadores italianos – precisamente por serem tantos jogadores em destaque, é justo destacar o treinador Cesare Prandelli, que usou uma tática que ninguém ainda percebeu bem qual foi, e resultou. Também teve algumas escolhas de jogadores surpreendentes, e estes corresponderam.



No próximo jogo, contra a Costa Rica, irá Cesare Prandelli manter esta equipa, ou mudar novamente?

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Itália


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo B:
1. Itália 22 pontos
2. Dinamarca 16
3. República Checa 15
4. Bulgária 13
5. Arménia 13
6. Malta 3


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Vencedor
1938 - Vencedor
1950 - Fase de Grupos
1954 - Fase de Grupos
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1970 - Finalista vencido
1974 - Fase de Grupos
1978 - 4º lugar
1982 - Vencedor
1986 - Oitavos de Final
1990 - 3º lugar
1994 - Finalista vencido
1998 - Quartos de Final
2002 - Oitavos de Final
2006 - Vencedor
2010 - Fase de Grupos


Treinador: Cesare Prandelli




Equipa-tipo: Buffon; Abate, Barzagli, Bonucci e Chiellini; Pirlo; Marchisio, Aquilani e De Rossi; Cassano e Balotelli





A Itália teve uma péssima participação no Mundial 2010 – não ganhou um único jogo, empatando os dois primeiros contra o Paraguai e a Nova Zelândia e perdendo o último contra a Eslováquia.

Se a Taça das Confederações um ano antes foi um prenúncio do que viria acontecer (a Itália também não passou da fase de grupos em 2009), então a Taça das Confederações de 2013 sugere que o Mundial 2014 será bem melhor para a Itália.

Conseguiram atingir as meias finais na Taça das Confederações, onde só perderam nos penalties contra a Espanha, e depois, no jogo do 3º e 4º lugar, novamente nos penalties, derrotaram o Uruguai, adversário que voltarão a defrontar no Mundial 2014.

Os 23 convocados são os guarda-redes Buffon, Sirigu e Perin, os defesas Abate, Barzagli, Bonucci, Chiellini, De Sciglio, Paletta e Darmian, os médios Pirlo, Marchisio, Aquilani, De Rossi, Thiago Motta, Verratti, Candreva, Parolo e Lorenzo Insigne, e os avançados Cassano, Balotelli, Immobile e Cerci.

Será o quinto Mundial para Buffon (o único jogador no Mundial 2014 que esteve nos últimos cinco), o terceiro para Pirlo e De Rossi, e o segundo para Barzagli (esteve no Mundial 2006 mas não em 2010), Bonucci (suplente não utilizado em 2010), Chiellini e Marchisio.

A Itália tem boas recordações recentes e de Campeonatos do Mundo anteriores contra a Inglaterra e o Uruguai. Eliminou a Inglaterra nos penalties nos quartos de final do Euro 2012, e também venceu por 2-1 no jogo do 3º e 4º lugar em 1990. Além de ter derrotado o Uruguai na Taça das Confederações em 2013, também empatou 0-0 no Mundial 1970 e venceu por 2-0 nos oitavos de final no Mundial 1990. Nunca jogou contra a Costa Rica, o outro adversário do Grupo D, em Campeonatos do Mundo anteriores.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Espanha 1-1 Itália







Um dos momentos do jogo foi aos 56’: Balotelli ganha uma bola a Sergio Ramos perto da linha lateral, fica em óptima posição para marcar golo, mas demora todo o tempo do mundo e permite que Sergio Ramos recupere e lhe consiga tirar a bola.
Após este falhanço inacreditável, Cesare Prandelli substituiu-o por Di Natale.



E apenas cinco minutos depois, Di Natale, lançado em profundidade por Pirlo, fez o primeiro golo do jogo.



A Espanha reagiu e empatou três minutos depois, por Fabregas, após passe de David Silva.
Aos 74’, Fabregas foi substituído por Fernando Torres, que ainda teve algumas oportunidades para marcar, mas desperdiçou-as. É um mau sinal que o ponta-de-lança improvisado Fabregas acabou por marcar um golo, enquanto o verdadeiro ponta-de-lança Fernando Torres não o conseguiu fazer. Assim Vicente Del Bosque poderá repetir a estratégia nos jogos seguintes, de jogar com um número excessivo de médios e sem ponta-de-lança clássico.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Itália



COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo C:
1. Itália 26 pontos
2. Estónia 16
3. Sérvia 15
4. Eslovénia 14
5. Irlanda do Norte 9
6. Ilhas Faroé 4

PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1968 - Vencedor
1980 - 4º lugar
1988 - Meias Finais
1996 - Fase de Grupos
2000 - Finalista vencido
2004 - Fase de Grupos
2008 - Quartos de Final

TREINADOR:
Cesare Prandelli

EQUIPA-TIPO:
Buffon; Maggio, Bonucci, Chiellini e Balzaretti; De Rossi, Pirlo e Marchisio; Montolivo; Di Natale e Cassano