Mostrar mensagens com a etiqueta Koscielny. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Koscielny. Mostrar todas as mensagens
sábado, 12 de novembro de 2016
Arsenal
Etiquetas:
Alexis,
Arsenal,
Arsène Wenger,
Bellerín,
Chamberlain,
Coquelin,
Gibbs,
Giroud,
Granit Xhaka,
Iwobi,
Jenkinson,
Koscielny,
Liga dos Campeões 2016/2017,
Monreal,
Mustafi,
Ospina,
Ozil,
Ramsey,
Santi Cazorla,
Walcott
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Euro 2016 - França
COMO SE QUALIFICARAM: País organizador
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1960 - 4º lugar
1984 - Vencedor
1992 - Fase de Grupos
1996 - Meias Finais
2000 - Vencedor
2004 - Quartos de Final
2008 - Fase de Grupos
2012 - Quartos de Final
TREINADOR: Didier Deschamps
EQUIPA-TIPO:
sábado, 26 de dezembro de 2015
Arsenal
Etiquetas:
Alexis,
Arsenal,
Arsène Wenger,
Bellerín,
Campbell,
Cech,
Chamberlain,
Coquelin,
Debuchy,
Gabriel,
Gibbs,
Giroud,
Koscielny,
Liga dos Campeões 2015/2016,
Mertesacker,
Monreal,
Ozil,
Ramsey,
Santi Cazorla,
Walcott
sábado, 6 de dezembro de 2014
Arsenal
Treinador: Arsène Wenger
Jogador-chave: Alexis
O Arsenal ultrapassou a fase de grupos da Liga dos Campeões
pela 15ª época seguida. Apenas o Real Madrid o faz há mais tempo, 18 épocas
seguidas.
O primeiro jogo foi contra um adversário habitual nas
últimas épocas, o Borussia Dortmund. É a terceira vez que estas equipas estão
no mesmo grupo nas últimas quatro épocas. Nos dois jogos fora anteriores o
Arsenal tinha conseguido um empate e uma vitória, mas desta vez perdeu por 0-2,
e foi inofensivo, fez apenas um remate à baliza.
No entanto, no jogo seguinte, em casa contra o Galatasaray,
o Arsenal mostrou o seu poder de fogo, e também a sua eficácia, ao vencer por
4-1, com apenas cinco remates à baliza, jogando os últimos 30 minutos em
inferioridade numérica por expulsão de Szczesny.
Se nos últimos 30 minutos do segundo jogo teve apenas de
manter uma confortável vantagem, nos últimos 20 minutos do terceiro jogo, na
Bélgica contra o Anderlecht, teve de recuperar de uma desvantagem, e conseguiu
fazê-lo, com dois golos perto do fim, vencendo por 2-1.
O Arsenal soube manter uma vantagem de três golos contra o
Galatasaray, mas não soube fazê-lo contra o Anderlecht na quarta jornada.
Esteve a vencer por 3-0, desta vez sem inferioridade numérica, mas sofreu três
golos nos últimos 30 minutos, e adiou a qualificação para os oitavos de final
para a jornada seguinte.
Só precisava de um empate contra o Borussia Dortmund para
garantir a qualificação, mas fez melhor que isso, venceu por 2-0, e deixou
ainda em aberto a possibilidade de subir ao primeiro lugar do Grupo D: precisa
de vencer o Galatasaray no último jogo e esperar que o Borussia Dortmund perca
em casa contra o Anderlecht, ou então que empate com o Anderlecht mas nesse
caso o Arsenal teria de vencer o Galatasaray por pelo menos seis golos de
diferença!
O jogador-chave foi Alexis, autor do único golo no playoff
contra o Besiktas que deu o acesso à fase de grupos, onde marcou mais três
golos em cinco jogos, tantos quantos os que marcou pelo Barcelona nas três
épocas anteriores em 20 jogos.
Etiquetas:
Alexis,
Arsenal,
Arsène Wenger,
Arteta,
Chamberlain,
Chambers,
Flamini,
Gibbs,
Koscielny,
Liga dos Campeões 2014/2015,
Martínez,
Mertesacker,
Monreal,
Ozil,
Ramsey,
Santi Cazorla,
Szczesny,
Welbeck,
Wilshere
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Equador 0-0 França
Comparando com a segunda jornada, o Equador jogou com Arroyo
em vez de Caicedo.
Nem uma simples vitória serviria ao Equador, porque a Suíça estava a vencer as Honduras por três golos de diferença. O Equador teria de vencer por dois golos de diferença para atingir os oitavos de final, mas nem um conseguiu marcar.
A França, comparando com a segunda jornada, jogou com Sagna
a lateral direito, Koscielny em vez de Varane, Digne a lateral esquerdo, Pogba
em vez do suspenso Cabaye, Schneiderlin em vez de Giroud, e Griezmann em vez de
Valbuena.
A França estava confortável para fazer várias alterações: só
uma derrota por pelo menos quatro golos de diferença poderia ameaçar a sua
qualificação para os oitavos de final.
A ameaça foi diminuindo à medida que o tempo passava e o 0-0
persistia, e aos 50 minutos até a ameaça de perder o jogo se tornou quase nula
quando Antonio Valencia foi expulso por falta sobre Digne.
Nem uma simples vitória serviria ao Equador, porque a Suíça estava a vencer as Honduras por três golos de diferença. O Equador teria de vencer por dois golos de diferença para atingir os oitavos de final, mas nem um conseguiu marcar.
No entanto, a França também não conseguiu marcar um único
golo. O herói do jogo foi Domínguez, que fez várias defesas.
O vilão foi Antonio Valencia – não fez nada pela sua equipa
nos três jogos, ia sair do Mundial 2014 incógnito, e com a expulsão finalmente
deu nas vistas, mas pelos piores motivos.
A França irá defrontar a Nigéria nos oitavos de final.
O Equador foi a única equipa sul-americana que não conseguiu
ultrapassar a fase de grupos. Nunca mais conseguiram recuperar daquele golo
sofrido contra a Suíça nos últimos minutos do primeiro jogo: apesar de terem
vencido o jogo seguinte e empatado contra a França em inferioridade numérica, não
foi suficiente para avançar.
Etiquetas:
Antonio Valencia,
Arroyo,
Didier Deschamps,
Digne,
Domínguez,
Enner Valencia,
Equador,
França,
Giroud,
Griezmann,
Grupo E,
Koscielny,
Mundial 2014,
Noumandiez Doué,
Pogba,
Reinaldo Rueda,
Sagna,
Sakho,
Schneiderlin
sábado, 26 de abril de 2014
França
COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo I:
1. Espanha 20 pontos
2. França 17
3. Finlândia 9
4. Geórgia 5
5. Bielorrússia 4
Playoff:
Ucrânia 2-0 França
França 3-0 Ucrânia
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1930 - Fase de Grupos
1934 - Oitavos de Final
1938 - Quartos de Final
1954 - Fase de Grupos
1958 - 3º lugar
1966 - Fase de Grupos
1978 - Fase de Grupos
1982 - 4º lugar
1986 - 3º lugar
1998 - Vencedor
2002 - Fase de Grupos
2006 - Finalista vencido
2010 - Fase de Grupos
Treinador: Didier Deschamps
Equipa-tipo: Lloris; Debuchy, Varane, Sakho e Evra; Pogba, Cabaye e Matuidi; Valbuena, Benzema e Griezmann
A França protagonizou uma recuperação espetacular para se qualificar
para o Mundial 2014. Ao terminar o Grupo I da zona Europeia na segunda posição
teve de disputar um playoff contra a Ucrânia, outro dos segundos classificados.
Na primeira mão, na Ucrânia, uma derrota por 0-2 deixou a
França quase eliminada, a ter de marcar três golos a uma equipa que, nos 11
jogos anteriores, apenas sofrera 4 golos. No entanto, na segunda mão, em casa,
a França conseguiu marcar os três golos de que necessitava, e não sofrer
nenhum, recuperando assim da desvantagem que parecia quase irreversível.
Os titulares desse jogo emocionante deverão ser também os
titulares da França no Mundial 2014: Lloris
a guarda-redes (totalista na qualificação), Debuchy a defesa direito, Varane
e Sakho a defesas centrais, Evra a defesa esquerdo, o trio do
meio-campo composto por Pogba, Cabaye e Matuidi, com Valbuena a
extremo direito, Benzema a
ponta-de-lança e Griezmann a extremo
esquerdo (o titular Ribéry lesionou-se e vai falhar o Mundial 2014).
Os restantes convocados são os guarda-redes Landreau e Ruffier, os defesas Sagna,
Koscielny, Mangala e Digne, os
médios Mavuba, Sissoko e Schneiderlin, e os
avançados Cabella, Giroud e Rémy.
Será o segundo Campeonato do Mundo para Lloris, Sagna, Evra
e Valbuena. Dos restantes, Debuchy, Koscielny,
Cabaye, Matuidi, Giroud e Benzema estiveram no Euro 2012, mas estreiam-se agora
num Mundial.
Quanto aos seus adversários no Grupo E, a França nunca
defrontou as Honduras nem o Equador em Campeonatos do Mundo anteriores, e empatou
0-0 contra a Suíça em 2006.
Parece um grupo acessível: o último Campeonato do Mundo foi
desastroso para a França, mas a Suíça e as Honduras também não passaram da fase
de grupos, e o Equador nem sequer se qualificou. Dificilmente a França fará
pior que em 2010.
sábado, 15 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Arsenal
Treinador: Arsène Wenger
Jogador-chave: Ramsey
O Arsenal ultrapassou a fase de grupos da Liga dos Campeões pela 14ª época consecutiva. Apenas o Real Madrid os supera, com 17 épocas consecutivas a ultrapassar a fase de grupos.
Desta vez foi mais difícil do que é habitual, Arsène Wenger
não pode usar tantos jogadores como em épocas anteriores, teve de jogar com a
sua melhor equipa até ao último minuto do último jogo.
Começou com uma vitória em França, contra o Marselha, por
2-1. Seguiu-se uma vitória em casa, contra o Nápoles, por 2-0. Os dois jogos
seguintes eram contra o Borussia Dortmund, primeiro em casa e depois fora. No
primeiro perdeu por 1-2. No segundo ganhou por 1-0 e compensou a derrota no
jogo anterior. Ainda assim ficou com desvantagem no confronto direto com o Borussia
Dortmund.
É curioso que nas últimas três vezes que defrontou equipas
alemãs, o Arsenal perdeu sempre o primeiro jogo em casa, e depois não perdeu o
jogo fora: Schalke 04, Bayern Munique e agora Borussia Dortmund.
Ao fim da quarta jornada, o Arsenal liderava o Grupo F com 9
pontos, empatado com o Nápoles, com três pontos de avanço sobre o Borussia
Dortmund e nove pontos de avanço sobre o Marselha.
No jogo seguinte derrotou o Marselha em casa, por 2-0, e
tinha agora três pontos de avanço sobre o Borussia Dortmund e o Nápoles. Ainda
assim não estava qualificado, se perdesse contra o Nápoles e o Borussia
Dortmund ganhasse ao Marselha, as três equipas ficariam empatadas com 12
pontos, e seriam os golos entre elas a decidir a ordenação. Desde que o Arsenal
não perdesse por pelo menos três golos de diferença com o Nápoles, nunca
ficaria em último num empate a três.
E no último jogo o Arsenal conseguiu não perder por três golos
de diferença, só perdeu 0-2, e portanto qualificou-se para os oitavos de final.
No entanto, perdeu o primeiro lugar do grupo para o Borussia Dortmund, e agora
nos oitavos de final irá defrontar o Bayern Munique, tal como na época passada.
Não é favorito, mas nos confrontos anteriores contra o Bayern Munique foi
sempre competitivo, nos dois primeiros perdeu por um golo de diferença, e no
último nem sequer por isso, apenas por ter menos golos marcados fora. Em
princípio o Arsenal será eliminado nos oitavos de final da Liga dos Campeões
pela 4ª época consecutiva.
Etiquetas:
Arsenal,
Arsène Wenger,
Arteta,
Bendtner,
Flamini,
Gibbs,
Giroud,
Jenkinson,
Koscielny,
Liga dos Campeões 2013/2014,
Mertesacker,
Monreal,
Ozil,
Ramsey,
Rosicky,
Sagna,
Santi Cazorla,
Szczesny,
Walcott,
Wilshere
domingo, 8 de setembro de 2013
sábado, 25 de agosto de 2012
Arsenal
Entradas:
Santi Cazorla
Arshavin
Podolski
Giroud
Saídas:
Alexandre Song
Benayoun
Miyaichi
Van Persie
Park Chu-Young
Plantel:
Guarda-redes:
1 - Szczesny
21 - Fabianski
24 - Mannone
Defesas:
3 - Sagna
4 - Mertesacker
5 - Vermaelen
6 - Koscielny
11 - André Santos
18 - Squillaci
20 - Djourou
25 - Jenkinson
28 - Gibbs
Médios:
2 - Diaby
7 - Rosicky
8 - Arteta
10 - Wilshere *
16 - Ramsey
19 - Santi Cazorla
22 - Coquelin *
23 - Arshavin
26 - Frimpong *
47 - Gnabry
Avançados:
9 - Podolski
12 - Giroud
14 - Walcott
15 - Oxlade-Chamberlain
27 - Gervinho
29 - Chamakh
Treinador: Arsène Wenger
* - Lista B
Historial na Liga dos Campeões:
Últimas 10 épocas:
Etiquetas:
Arsenal,
Arsène Wenger,
Arteta,
Diaby,
Gervinho,
Gibbs,
Giroud,
Koscielny,
Liga dos Campeões 2012/2013,
Mertesacker,
Podolski,
Ramsey,
Rosicky,
Sagna,
Santi Cazorla,
Szczesny,
Vermaelen,
Walcott
domingo, 1 de julho de 2012
Espanha 2-0 França


Comparando com o terceiro jogo, a Espanha jogou com Fabregas em vez de Fernando Torres.
A França fez várias alterações: no centro da defesa, Koscielny jogou em vez do suspenso Mexès, Debuchy passou para médio direito com Réveillère a entrar para defesa direito (saindo Ben Arfa da equipa), e Cabaye e Malouda jogaram no meio campo em vez de Alou Diarra e Nasri.
Portanto, a França tentou fazer no seu flanco direito aquilo que a Croácia fez nos dois flancos contra a Espanha no jogo anterior: reforçá-lo com dois laterais direitos, Réveillère e Debuchy.
Mas foi precisamente por esse flanco que a França sofreu o primeiro golo: Aos 29’, Iniesta meteu a bola em profundidade por entre Debuchy e Réveillère, Jordi Alba apareceu nas costas deles e cruzou a bola para o flanco contrário (teve pouca oposição, Debuchy até escorregou ao tentar persegui-lo), onde apareceu Xabi Alonso a cabeceá-la para dentro da baliza.
A reacção da França foi fraca. Aos 32’, na conversão de um pontapé livre, Cabaye fez aquele que seria o único remate à baliza da França no jogo inteiro.
Tal como a Croácia no jogo anterior, também a França tentou passar para o modo ofensivo na segunda parte, com substituições: saídas de Debuchy e Malouda para entradas de Menez e Nasri, e mais tarde, saída do médio defensivo M’Vila para entrada de mais um avançado, Giroud.
Mas foi a Espanha que conseguiu marcar mais um golo, já nos últimos minutos: Pedro fintou Rami e depois foi carregado pelas costas por Réveillère dentro da grande área. Na conversão do penalty, Xabi Alonso marcou o seu segundo golo no jogo e também no torneio.
Com esta vitória, a Espanha vingou a derrota nos oitavos de final do Mundial 2006, a última vez que a Espanha foi eliminada num Campeonato da Europa ou do Mundo (venceu em 2008 e 2010).
A França prometeu muito mas acabou por ser uma desilusão: no primeiro jogo teve 15 remates à baliza contra apenas 1 da Inglaterra, mas ainda assim apenas conseguiu empatá-lo; depois no segundo jogo conseguiu aquela que seria a sua única vitória no torneio; no terceiro perdeu contra a já eliminada Suécia, e assim ficou apenas em segundo lugar no Grupo D, tendo de enfrentar agora a Espanha em vez da Itália. E neste jogo, contra a Espanha, foi praticamente inofensiva, com apenas um remate à baliza.
Estas duas equipas voltar-se-ão a encontrar nas eliminatórias para o Mundial 2014, onde se espera que a Espanha vença o grupo e se apure directamente, e que a França termine em segundo lugar e vá jogar um playoff contra outro segundo classificado por uma vaga no Mundial.
Etiquetas:
Busquets,
Cabaye,
Casillas,
David Silva,
Debuchy,
Espanha,
Euro 2012,
Fabregas,
França,
Iniesta,
Jordi Alba,
Koscielny,
Malouda,
Pedro,
Quartos de Final,
Rami,
Réveillère,
Xabi Alonso,
Xavi
sábado, 17 de março de 2012
AC Milão vs. Arsenal


O AC Milão marcou o primeiro golo aos 15’, por Kevin-Prince Boateng, após passe de Nocerino.
Aos 38’ marcou o segundo, numa cabeçada de Robinho a um cruzamento de Ibrahimovic.
Na segunda parte, aos 49’, nova assistência de Ibrahimovic para golo de Robinho.
E aos 78’, Djourou fez falta sobre Ibrahimovic dentro da grande área. Penalty para o AC Milão, que o próprio Ibrahimovic marcou, fazendo o 4-0 final.
Foi a maior derrota do Arsenal na história da Liga dos Campeões: nas últimas 14 épocas e 135 jogos, nunca tinha perdido por mais de 3 golos de diferença.
Também foi a maior vitória do AC Milão na Liga dos Campeões desde 2005/2006, quando também ganhou 4-0 ao Fenerbahçe. Foi a sexta vitória do AC Milão por 4-0, a mais famosa foi a da final da Liga dos Campeões em 1994 contra o Barcelona.
O Arsenal sofreu uma derrota tão pesada que era praticamente impossível de reverter no segundo jogo.
No segundo jogo o AC Milão jogou com Mesbah a defesa esquerdo, Emanuelson em vez de Seedorf, e El Shaarawy em vez de Kevin-Prince Boateng.
O Arsenal jogou com uma táctica mais ofensiva, com Oxlade-Chamberlain e Gervinho em vez de Arteta e Ramsey.
Logo aos 7’ o Arsenal marcou o primeiro, numa cabeçada de Koscielny a um pontapé de canto marcado por Oxlade-Chamberlain.
Aos 26’ marcou o segundo: Walcott cruzou da direita, Thiago Silva não conseguiu resolver o problema, metendo a bola nos pés de Rosicky, que chutou para dentro da baliza de Abbiati.
O Arsenal já tinha recuperado 2 golos de desvantagem, e ainda havia muito tempo para jogar.
Aos 42’ Oxlade-Chamberlain tentou passar entre Nocerino e Mesbah, dentro da grande área, e foi derrubado. Penalty para o Arsenal, convertido por Van Persie.
O Arsenal estava agora com apenas um golo de desvantagem, e ainda com 45 minutos por jogar.
Mas na segunda parte o Arsenal não foi capaz de marcar mais golos, e portanto foi eliminado… Novamente nos oitavos de final, tal como na época anterior.
O AC Milão ultrapassou a barreira dos oitavos de final pela primeira vez desde 2006/2007, a última vez que foi campeão europeu.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
























