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domingo, 7 de abril de 2024

Itália


 

COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo CJVEDGMGSPts
Inglaterra86
2
0
22
 4
20
Itália8
4
2
2
16
 9
14
Ucrânia8
4
2
2
11
 814
Macedónia8
2
2
4
10
20
 8
Malta8
0
0
8
 2
20
 0


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:

AnoResultado
1968Vencedor
19804º lugar
1988Meias Finais
1996Fase de Grupos
2000Finalista vencido
2004Fase de Grupos
2008Quartos de Final
2012Finalista vencido
2016Quartos de Final
2020Vencedor


Treinador: Luciano Spalletti


Plantel Estimado:


 

 

Plantel Final:


 

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Euro 2016 - Itália


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo H:
1. Itália 24 pontos
2. Croácia 20
3. Noruega 19
4. Bulgária 11
5. Azerbaijão 6
6. Malta 2


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1968 - Vencedor
1980 - 4º lugar
1988 - Meias Finais
1996 - Fase de Grupos
2000 - Finalista vencido
2004 - Fase de Grupos
2008 - Quartos de Final
2012 - Finalista vencido


TREINADOR: Antonio Conte


EQUIPA-TIPO:

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Torino vs. Athletic Bilbau




Resultado da primeira mão: Torino 2-2 Athletic Bilbau

Odds bwin antes da primeira mão:
Torino 2,40 (39%)
Athletic Bilbau 1,53 (61%)

Odds bwin após a primeira mão:
Torino 3,30 (28%)
Athletic Bilbau 1,30 (72%)




Ernesto Valverde arriscou ao não levar a Itália jogadores como Balenziaga, Susaeta e Aduriz. Correu-lhe bem, porque o substituto de Aduriz, Williams, marcou o primeiro golo do jogo.
Ainda antes do intervalo o Torino marcou por duas vezes, os dois golos foram marcados pelo reforço Maxi López. O Athletic Bilbau ainda tinha um importante golo fora, e o resultado era reversível na segunda mão, mas melhor ficou quando Gurpegi empatou o jogo.
Assim o Athletic Bilbau vai para a segunda mão em vantagem, em vez de ter de ganhar basta-lhe um empate 0-0 ou 1-1, e é o Torino quem tem de ganhar ou empatar pelo menos 3-3.


Resultado da segunda mão: Athletic Bilbau 2-3 Torino

O Athletic Bilbau jogou com Iraola em vez de Viguera (subindo De Marcos para o meio-campo), Gurpegi em vez de Aurtenetxe, e Aduriz a ponta-de-lança. O Torino jogou com Vives em vez de Benassi e Quagliarella em vez de Martínez.
Gurpegi, que fez com que o Athletic Bilbau voltasse de Itália em vantagem ao marcar o segundo golo, desta vez praticamente devolveu a vantagem ao Torino ao derrubar Vives na área aos 16 minutos. Na conversão do penalty Quagliarella marcou o primeiro golo do Torino.
O Athletic Bilbau recuperou a vantagem antes do intervalo, quando Beñat desmarcou Iraola e este chutou a bola sobe Padelli para dentro da baliza. Mas o Athletic Bilbau foi mesmo para o intervalo em desvantagem, porque a poucos segundos do fim o Torino marcou novamente, por Maxi López de cabeça.
Agora um golo do Athletic Bilbau empataria o jogo e a eliminatória, e foi isso que aconteceu aos 61 minutos, quando Muniain desmarcou De Marcos e este marcou o segundo golo.
Só que aos 68 minutos El Kaddouri cruzou da esquerda e Darmian finalizou na direita. A partir daqui um golo já não bastava ao Athletic Bilbau, que teria de marcar dois para não ser eliminado. Não marcou mais nenhum.
O Athletic Bilbau parecia ter feito o mais difícil ao empatar em Itália, mas desperdiçou a vantagem na segunda mão em casa. No início da época eliminou uma equipa italiana mais forte, o Nápoles, mas agora não foi capaz de eliminar uma equipa mais fraca.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Torino



Treinador: Giampiero Ventura





Jogador-chave: Darmian



O Torino qualificou-se para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Para atingir a fase de grupos teve de disputar duas pré-eliminatórias. Na primeira eliminou facilmente os suecos do Brommapojkarna, com uma vitória por 3-0 fora e outra por 4-0 em casa. A segunda foi bem mais difícil. Contra os croatas do Split, o Torino empatou primeiro 0-0 fora, e depois em casa venceu por 1-0, com um golo de penalty marcado por El Kaddouri.
Na fase de grupos começou com um empate 0-0 na Bélgica contra o Club Brugge. Seguiu-se nova vitória por 1-0 em casa, contra o FC Copenhaga, com o golo marcado de penalty nos últimos instantes por Quagliarella.
Na terceira jornada, em casa contra o HJK Helsínquia, o Torino voltou a vencer, desta vez por 2-0, sem golos de penalty. A meio da fase de grupos o Torino liderava o Grupo B com sete pontos, dois de avanço sobre o Club Brugge, três de avanço sobre o FC Copenhaga e sete de avanço sobre o último classificado HJK Helsínquia.
Parecia que o Torino se qualificaria com facilidade. No próximo jogo defrontava novamente o inofensivo HJK Helsínquia, e os dois perseguidores mais próximos jogavam entre eles.
Só que afinal o HJK Helsínquia não era assim tão fraco. O Torino perdeu na Finlândia por 1-2, e foi ultrapassado pelo Club Brugge.
Se ganhasse o jogo seguinte, em casa contra o Club Brugge, voltaria a subir ao primeiro lugar. Só que voltou a empatar 0-0, manteve-se no segundo lugar, e o HJK Helsínquia, que chegou a estar com seis pontos de atraso, estava agora apenas com dois pontos de atraso.
Na última jornada o Torino corria o risco de ser eliminado, se perdesse na Dinamarca contra o já eliminado FC Copenhaga e o HJK Helsínquia ganhasse ao Club Brugge.
O jogo até começou mal para o Torino, o FC Copenhaga marcou primeiro. Só que o Torino empatou rapidamente, e depois o FC Copenhaga teve dois jogadores expulsos ainda na primeira parte. O Torino aproveitou para vencer por 5-1 e qualificar-se para os dezasseis avos de final, o que teria acontecido mesmo com uma derrota, visto que o HJK Helsínquia perdeu na Bélgica contra o Club Brugge.
O jogador-chave foi o capitão Darmian, o único que jogou todos os minutos de todos os jogos. Martínez e El Kaddouri também jogaram todos os jogos mas foram suplentes por uma e três vezes respetivamente.
Nos dezasseis avos de final o Torino irá defrontar o Athletic Bilbau. A última vez que o Torino disputou os dezasseis avos de final foi há mais de 20 anos, na já extinta Taça das Taças em 1993/1994. Conseguiu eliminar o Lillestrom, e depois o Aberdeen nos oitavos de final, caindo nos quartos de final contra o Arsenal, que viria a ganhar a competição. Atingir novamente os oitavos de final será bem mais difícil desta vez.

domingo, 15 de junho de 2014

Inglaterra 1-2 Itália


A Inglaterra jogou com Henderson em vez de Lampard, e Sterling em vez de Milner.




A Itália jogou com Sirigu a guarda-redes, e numa tática parecida ao 5-4-1 da Costa Rica… mas chamemos-lhe antes 4-1-4-1 porque De Rossi não é nem um quinto defesa nem um quinto médio. Darmian foi o lateral direito, Paletta e Barzagli a dupla de defesas centrais, e Chiellini o defesa esquerdo. Pirlo e Verratti foram os dois médios centro à frente de De Rossi, com Candreva na direita e Marchisio na esquerda. Balotelli foi o ponta-de-lança.



Aos 35 minutos, Candreva marcou um pontapé de canto curto na direita, passou a bola a Verratti, este passou-a a Pirlo que a deixou passar para Marchisio, melhor colocado e sem marcação – um movimento semelhante ao do primeiro golo da Colômbia, mas fora da área – e Marchisio marcou golo, num remate de fora da área.



A Inglaterra empatou dois minutos depois – num ataque rápido Rooney cruzou da esquerda e Sturridge só teve de empurrar a bola para a baliza do desamparado Sirigu.



A Itália podia ter ido para o intervalo em vantagem, mas um remate de Candreva acertou no poste.

Candreva teve mais sorte como assistente que como goleador. Na segunda parte, aos 50 minutos, fintou Baines no flanco direito e cruzou com o pé esquerdo para Balotelli, que ao segundo poste nas costas de Cahill cabeceou para dentro da baliza.



No final da segunda parte a Itália voltou a ter uma excelente oportunidade para marcar, mas na conversão de um livre Pirlo acertou na trave.

O herói do jogo poderiam ser vários jogadores italianos – precisamente por serem tantos jogadores em destaque, é justo destacar o treinador Cesare Prandelli, que usou uma tática que ninguém ainda percebeu bem qual foi, e resultou. Também teve algumas escolhas de jogadores surpreendentes, e estes corresponderam.



No próximo jogo, contra a Costa Rica, irá Cesare Prandelli manter esta equipa, ou mudar novamente?