Comparando com a segunda jornada, a Austrália jogou com
Bozanic em vez de Bresciano, e Taggart a ponta-de-lança em vez do suspenso
Cahill.
A Espanha, comparando com a segunda jornada, jogou com Reina
a guarda-redes, Juanfran a lateral direito, Raúl Albiol a defesa central em vez
de Javi Martínez, Koke em vez de Busquets, Santi Cazorla a médio direito, David
Villa em vez de Pedro, e Fernando Torres a ponta-de-lança em vez de Diego
Costa.
Aos 36 minutos, Iniesta fez um passe em profundidade para
Juanfran na direita, este cruzou a bola e David Villa, de calcanhar, marcou o
primeiro golo. Foi o seu nono golo em doze jogos em Campeonatos do Mundo,
reforçando a sua posição como melhor marcador de sempre da Espanha.
Aos 69 minutos novo passe em profundidade de Iniesta, desta
vez para Fernando Torres na esquerda, que marcou com o pé direito o segundo
golo da Espanha.
Aos 82 minutos Iniesta passou a bola a Fabregas na esquerda,
este cruzou-a para direita onde Mata teve tempo para a dominar dentro da
pequena área, e chutá-la por entre as pernas de Ryan.
O herói do jogo foi Iniesta, com uma assistência e duas “pré-assistências”.
As duas equipas terminam assim a participação no Mundial
2010, a Austrália com os 0 pontos esperados (até superaram as expectativas, não
em termos pontuais mas não foram esmagados em nenhum jogo), e a Espanha com
apenas 3 pontos (muito abaixo das expectativas).
Grupo I:
1. Espanha 20 pontos
2. França 17
3. Finlândia 9
4. Geórgia 5
5. Bielorrússia 4
PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1934 - Quartos de Final
1950 - 4º lugar
1962 - Fase de Grupos
1966 - Fase de Grupos
1978 - Fase de Grupos
1982 - 2ª Fase de Grupos
1986 - Quartos de Final
1990 - Oitavos de Final
1994 - Quartos de Final
1998 - Fase de Grupos
2002 - Quartos de Final
2006 - Oitavos de Final
2010 - Vencedor
Treinador: Vicente Del Bosque
Equipa-tipo: Casillas; Juanfran, Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Busquets e Xabi Alonso; Pedro, Xavi e Iniesta; David Villa
A Espanha vai tentar fazer, no Mundial 2014, aquilo que só
foi feito por duas vezes na história dos Campeonatos do Mundo – manter o seu
título de campeã. Só a Itália em 1938 e o Brasil em 1962 o conseguiram fazer.
Pode ser um bom prenúncio que em 2012 a Espanha conseguiu
manter o seu título de campeã europeia. Ao contrário do Campeonato do Mundo, no
Campeonato da Europa nunca tinha acontecido anteriormente até a Espanha
conseguir fazê-lo em 2012.
Desta vez Vicente Del Bosque fez mais uma mudança na equipa,
comparando com o Euro 2012.
Do Mundial 2010 para o Euro 2012 saíram Marchena, Puyol, Capdevila
e David Villa, e entraram Juanfran, Jordi Alba, Santi Cazorla e Negredo.
Agora, comparando com o Euro 2012, saíram Víctor Valdés,
Arbeloa, Jesús Navas, Negredo e Llorente, e entraram De Gea, Azpilicueta, Koke, Diego Costa, e o regressado David
Villa.
Os restantes jogadores são os guarda-redes Casillas (4º Mundial) e Reina (3º Mundial, suplente não
utilizado nos anteriores), os defesas Sergio
Ramos (3º Mundial), Piqué (2º
Mundial) e Raúl Albiol (2º Mundial,
suplente não utilizado em 2010), os médios Busquets
(2º Mundial), Xabi Alonso (3º
Mundial), Pedro (2º Mundial), Xavi (4º Mundial), Iniesta (3º Mundial), Javi
Martínez (2º Mundial), Fabregas
(3º Mundial), Mata (2º Mundial) e David Silva (2º Mundial), e o avançado Fernando Torres (3º Mundial).
Juntando-lhes David Villa (3º Mundial, melhor marcador da
Espanha na história dos Campeonatos do Mundo, com 8 golos), são 16 campeões do
mundo que regressam para defender o título.
A Espanha começa o Mundial 2014
contra o último adversário de 2010, a Holanda, que derrotou por 1-0. Segue-se o
Chile, que também derrotou em 2010, na fase de grupos, por 2-1, e em 1950,
também na fase de grupos, por 2-0. O último adversário do Grupo B será a
Austrália, que nunca defrontou anteriormente em Campeonatos do Mundo.