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domingo, 4 de janeiro de 2015

Liverpool



Treinador: Brendan Rodgers





Jogador-chave: Gerrard



O Liverpool ficou em terceiro lugar no Grupo B da Liga dos Campeões, passando para os dezasseis avos de final da Liga Europa.
Outrora presença habitual na Liga dos Campeões, o Liverpool regressou em 2014/2015, após quatro épocas de ausência. Nas presenças anteriores já se notava uma decadência: finalista vencido em 2007, semifinalista em 2008, eliminado nos quartos de final em 2009, e na época seguinte, a última antes do regresso, nem sequer ultrapassou a fase de grupos.
Conseguiu vencer o primeiro jogo, em casa contra o Ludogorets, mas com dificuldade, apenas por 2-1, com o segundo golo a ser marcado de penalty nos últimos minutos.
Seguiu-se uma derrota na Suíça contra o Basileia, por 0-1. Os dois jogos seguintes eram contra o Real Madrid. O Liverpool tinha um bom historial contra o Real Madrid, em 2008/2009 encontraram-se nos oitavos de final e o Liverpool venceu os dois jogos, por 1-0 em Espanha e por 4-0 em casa.
Só que seis anos depois o Liverpool está mais fraco, e o Real Madrid está mais forte, portanto desta vez foi o Real Madrid que venceu confortavelmente: primeiro em Inglaterra por 3-0, e depois em Espanha por 1-0.
O Liverpool nunca antes tinha perdido um jogo na Liga dos Campeões por mais de dois golos de diferença, e nunca antes tinha perdido três jogos seguidos.
Apesar destas derrotas, o Liverpool ainda tinha tudo sob controlo, com três pontos de atraso para o segundo classificado Basileia, se vencesse os dois últimos jogos qualificar-se-ia para os oitavos de final. Se o Basileia fosse para o último jogo com três pontos de avanço nem todas as vitórias (2-1, por exemplo) serviriam ao Liverpool, mas dependiam apenas dos seus resultados para chegar ao segundo lugar.
Só que o Liverpool não conseguiu vencer na Bulgária, empatou 2-2. Poderia ter sido logo eliminado se o Basileia tivesse ganho ao Real Madrid, só que o Basileia perdeu, por isso apesar do empate o Liverpool até encurtou a distância para o Basileia para dois pontos, e agora qualquer vitória seria suficiente para garantir o segundo lugar.
Só que no jogo decisivo, o Basileia marcou primeiro, e quando o Liverpool tentava recuperar, Lazar Markovic foi expulso, dificultando ainda mais a tarefa. O melhor que o Liverpool conseguiu fazer foi empatar. Poderia até ter perdido o terceiro lugar para o Ludogorets, mas como este foi derrotado em Espanha, o Liverpool manteve o terceiro lugar.
O jogador-chave foi o veterano Gerrard, que ainda marcou dois golos, o da vitória contra o Ludogorets de penalty, e o do empate contra o Basileia. É o jogador com mais golos pelo Liverpool na história da Liga dos Campeões, 21, e o segundo com mais jogos, 73, apenas atrás dos 80 de Carragher.
Nos dezasseis avos de final da Liga Europa o Liverpool irá defrontar o Besiktas, uma equipa que o Liverpool derrotou por 8-0 na Liga dos Campeões em 2007. Mas este Liverpool já demonstrou ser muito pior que o de outros tempos, portanto desta vez o jogo será bem mais equilibrado.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Uruguai 2-1 Inglaterra

Comparando com a primeira jornada, o Uruguai jogou com Álvaro Pereira a lateral esquerdo, e Martín Cáceres a lateral direito em vez do suspenso Maxi Pereira, com Giménez em vez de Lugano, Álvaro González a médio direito, Lodeiro em vez de Gargano, e Suárez em vez de Forlán.



A Inglaterra jogou com a mesma equipa que perdeu o primeiro jogo contra a Itália.



Aos 39 minutos, Lodeiro passou a Cavani na esquerda, este viu Suárez a desmarcar-se nas costas de Jagielka e cruzou-lhe a bola, e Suárez cabeceou-a fora do alcance de Hart, marcando o primeiro golo.



A Inglaterra empatou aos 75 minutos: Johnson fintou Godín, cruzou a bola por entre as pernas de Álvaro González, e Rooney foi muito mais rápido a atacar a bola que Martín Cáceres, que praticamente ficou parado.



Rooney era gozado por nunca ter marcado um golo num Campeonato do Mundo, ao décimo jogo finalmente conseguiu marcar. Continua a ser um fraco registo, de apenas um golo em dez jogos, mas sempre é melhor que nenhum.

Suárez, ao contrário de Rooney, com o golo marcado neste jogo já tinha quatro golos em sete jogos em Campeonatos do Mundo, mas ainda conseguiu melhorar esta marca com mais um golo: aos 85 minutos, Gerrard cabeceou para trás uma bola vinda de Muslera, e Suárez foi muito mais rápido a alcançar a bola que o seu opositor mais próximo Cahill, dominou-a com o é direito e chutou-a para dentro da baliza de Hart.



O herói do jogo foi, obviamente, Suárez, com os dois golos que deram a vitória ao Uruguai.



A Inglaterra aguarda agora pelo Itália vs. Costa Rica, onde apenas uma vitória da Itália lhe permitirá continuar a ter hipóteses de se qualificar. E mesmo assim, na última jornada terá depois de vencer a Costa Rica, esperar que o Uruguai perca com a Itália, e ainda ter melhor diferença de golos que a Costa Rica e o Uruguai no empate a três que este cenário implicaria.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Inglaterra


COMO SE QUALIFICARAM:

Grupo H:
1. Inglaterra 22 pontos
2. Ucrânia 21
3. Montenegro 15
4. Polónia 13
5. Moldávia 11
6. São Marino 0


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1950 - Fase de Grupos
1954 - Quartos de Final
1958 - Fase de Grupos
1962 - Quartos de Final
1966 - Vencedor
1970 - Quartos de Final
1982 - 2ª Fase de Grupos
1986 - Quartos de Final
1990 - 4º lugar
1998 - Oitavos de Final
2002 - Quartos de Final
2006 - Quartos de Final
2010 - Oitavos de Final


Treinador: Roy Hodgson




Equipa-tipo: Hart; Johnson, Cahill, Jagielka e Baines; Gerrard e Lampard; Milner, Rooney e Welbeck; Sturridge





A Inglaterra qualificou-se para o Mundial 2014 vencendo o Grupo H da zona Europeia, sem perder um único jogo (6 vitórias e 4 empates).

Também não perdeu nenhum jogo na fase de qualificação anterior, para o Euro 2012, nem na fase final, onde apenas foi eliminada nos quartos de final pela Itália nos penalties. Portanto, a última derrota da Inglaterra em jogos oficiais foi nos oitavos de final do Mundial 2010, 1-4 contra a Alemanha.

Apesar dos bons resultados nos últimos anos, Roy Hodgson decidiu renovar a equipa, excluindo jogadores que participaram em vários jogos da qualificação, e selecionando outros que não o fizeram.

Os convocados são os guarda-redes Hart, Foster e Forster, os defesas Johnson, Cahill, Jagielka, Baines, Smalling, Jones e Shaw, os médios Gerrard, Lampard, Wilshere, Henderson, Milner, Oxlade-Chamberlain, Barkley, Sterling e Lallana, e os avançados Rooney, Welbeck, Sturridge e Lambert.

Será o segundo Mundial para Hart (suplente não utilizado em 2010), Johnson e Milner, e o terceiro para Gerrard, Lampard e Rooney. Dos restantes, apenas Henderson (substituto do lesionado Lampard), Oxlade-Chamberlain, Welbeck, Jones, Jagielka e Baines estiveram no Euro 2012, sendo que os três últimos não jogaram um único minuto.

Conseguirá esta renovada Inglaterra manter-se invencível durante mais alguns jogos, e atingir novamente os oitavos de final?

O primeiro adversário do Grupo D será a Itália, a equipa que os eliminou no Euro 2012. Apenas se defrontaram uma vez em Campeonatos do Mundo anteriores, no jogo de 3º e 4º lugar em 1990, e a Inglaterra perdeu 1-2. Contra o Uruguai perdeu por 2-4 nos quartos de final em 1954, e empatou 0-0 em 1966. Nunca defrontou a Costa Rica.

 

domingo, 1 de julho de 2012

Inglaterra 0-0 (2-4) Itália







Comparando com o terceiro jogo, a Inglaterra jogou com a mesma equipa.
A Itália jogou com Bonucci em vez de Chiellini, Montolivo em vez de Thiago Motta, e Balotelli em vez de Cassano.

Este foi o jogo mais equilibrado dos quartos-de-final. Se é que se pode considerar equilibrado um jogo em que a Itália teve 64% de posse de bola, e o quíntuplo dos remates à baliza da Inglaterra (20-4).
Mas o objectivo do futebol é marcar mais golos que o adversário, não é ter mais posse de bola ou fazer mais remates.

As duas equipas já não perdem um jogo oficial desde o Mundial 2010. A Itália vinha de uma série de 13 jogos sem perder (a última derrota foi contra a Eslováquia), e a Inglaterra vinha de uma série de 11 jogos sem perder (a última derrota foi contra a Alemanha).

As melhores oportunidades de golo foram da Itália, que teve dois remates ao poste. Um por De Rossi logo aos 3’, e outro por Diamanti, já no prolongamento, aos 101’.

Mas como nenhuma equipa conseguiu marcar, ambas mantiveram a invencibilidade e a decisão de quem avançava para as meias-finais foi para os penalties.


Nos penalties, o primeiro a marcar foi Balotelli para a Itália. Ele que falhou tantas oportunidades durante os 120 minutos, desta vez não falhou e colocou a Itália na frente.

Seguiu-se o capitão Gerrard para a Inglaterra, e também ele marcou. Tal como Balotelli, ambos chutaram para o lado esquerdo, Hart e Buffon ainda adivinharam o lado mas não conseguiram alcançar as bolas.

Depois seguiu-se Montolivo, novo remate para a esquerda, mas falhou o alvo!

Rooney tinha agora a oportunidade de colocar a Inglaterra em vantagem. Tal como Balotelli, também falhou oportunidades durante o jogo (não tantas, até porque a Inglaterra teve poucas comparando com a Itália). E tal como Balotelli, também converteu o seu penalty, também num remate para a esquerda, sendo que desta vez Buffon saltou para o lado contrário.

Seguiu-se o momento do jogo, o ponto de viragem. Pirlo era o marcador do terceiro penalty da Itália. Direita ou esquerda? Centro! E à Panenka. Ou à Postiga. E agora também à Pirlo.



Este penalty motivou a Itália e desmotivou a Inglaterra.

O terceiro penalty da Inglaterra era para Young. Depois do que Pirlo fez, Young foi “obrigado” a rematar em força (os guarda-redes agora já esperariam por um remate à Pirlo). E mais força normalmente significa menos pontaria. Young acertou na trave e as equipas estavam novamente empatadas.



O quarto penalty da Itália foi para Nocerino, que agora motivado pelos dois penalties anteriores, fez o terceiro golo da Itália (também num remate para o lado esquerdo).

Seguiu-se Ashley Cole… Ele que tinha convertido com sucesso o seu penalty umas semanas antes, na final da Liga dos Campeões. Mas desta vez foi diferente. Foi o primeiro jogador a rematar para o lado direito, e foi também o primeiro a permitir a defesa do guarda-redes contrário.

E agora a Itália tinha um “match point”, se Diamanti convertesse o quinto penalty. Grande responsabilidade para um jogador que era desconhecido antes deste torneio. Novo remate para o lado esquerdo, golo da Itália, a Inglaterra estava eliminada!


Manteve-se a tradição de a Inglaterra raramente ganhar um desempate por penalties numa grande competição: ganhou à Espanha nos quartos de final do Euro 1996, mas depois perdeu na fase seguinte contra a Alemanha. Perdeu ainda no Euro 2004 contra Portugal, no Mundial 2006 também contra Portugal, no Mundial 1998 contra a Argentina, e a primeira vez contra a Itália no Mundial 1990. E agora perdeu novamente contra a Itália.

O que levanta a questão: Se são tão maus nos penalties, porque não tentaram evitá-los durante os 120 minutos?

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Grupo D: 3ª Jornada







Comparando com o segundo jogo, a Suécia jogou com Bajrami em vez de Elm, e Toivonen em vez de Elmander.
A França jogou com com M’Vila em vez de Cabaye e Ben Arfa em vez de Menez.









Comparando com o segundo jogo, a Inglaterra jogou com Rooney em vez de Carroll.
A Ucrânia jogou com Rakitskiy em vez de Mikhalik, Garmash em vez de Nazarenko, Devic em vez de Voronin e Milevskiy em vez de Shevchenko.



Ao intervalo estava tudo na mesma, com os dois jogos 0-0.
No início da segunda parte, aos 48’, Gerrard cruzou da direita, a bola passa pelos defesas ucranianos e também por Pyatov, e aparece Rooney ao segundo poste a cabecear para dentro da baliza.

A Inglaterra passava para o primeiro lugar do Grupo D:
1. Inglaterra 7 pontos
2. França 5
3. Ucrânia 3
4. Suécia 1

E aos 54’ a situação da Inglaterra ficou ainda melhor, com um golo da Suécia no outro jogo. Sebastian Larsson cruzou da direita e Ibrahimovic rematou para dentro da baliza de Lloris.



1. Inglaterra 7 pontos
2. França 4
3. Ucrânia 3
4. Suécia 3

Aos 62’, aconteceu o momento do jogo no Inglaterra – Ucrânia. Milevskiy recebeu um passe longo, passou a bola a Devic e este rematou-a, Hart ainda lhe tocou mas esta dirigia-se para a baliza da Inglaterra, quando Terry a chutou para longe. Terry já chutou a bola para lá da linha final.



O árbitro de baliza não viu a bola para lá da linha e não validaram o golo… Tal como os árbitros assistentes não viram nenhum fora de jogo durante este jogo! Esta jogada é precedida de fora de jogo, Milevskiy estava em fora de jogo quando lhe foi passada a bola.


A Suécia ainda marcou um segundo golo contra a França, no último minuto, por Sebastian Larsson, na recarga a um remate à barra de Holmen.


A Inglaterra ganhou o Grupo D, e vai agora defrontar a Itália nos quartos-de-final.
A França qualificou-se apesar da derrota no último jogo. Mas ficou apenas em segundo lugar e agora irá defrontar a campeã Espanha.
A Ucrânia foi eliminada. Mesmo um empate contra a Inglaterra teria sido insuficiente para se qualificarem, precisavam de ganhar o jogo.
A Suécia teve um péssimo primeiro jogo, o que lhe foi fatal. Caso não tivesse perdido o primeiro jogo contra a Ucrânia, a vitória que obteve contra a França teria sido suficiente para se qualificar para os quartos-de-final.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Suécia 2-3 Inglaterra







Em relação ao primeiro jogo, a Inglaterra jogou com Carroll em vez de Oxlade-Chamberlain, e a Suécia jogou com Jonas Olsson em vez de Lustig, Svensson em vez de Toivonen, e Elmander em vez de Rosenberg.

O primeiro golo foi marcado pela Inglaterra aos 23’, numa cabeçada de Carroll a um cruzamento da direita de Gerrard.

A Suécia precisava de reagir, pois seria eliminada com uma derrota, e na segunda parte, aos 49’, um pontapé livre marcado por Ibrahimovic bate na barreira, na recarga Ibrahimovic chuta novamente e a bola acaba nos pés de Mellberg, que remata para defesa incompleta de Hart, com a bola a bater em Johnson e a entrar na baliza inglesa.



E aos 59’ a Suécia marcou novamente. Novo pontapé livre, desta vez marcado por Larsson, e Mellberg, de cabeça, fez o segundo golo da Suécia.

Roy Hodgson reagiu trocando Milner por Walcott.

E foi Walcott que, quatro minutos depois, após um pontapé de canto e alívio de cabeça de Elmander, recolheu a bola e rematou de fora da área empatando o jogo.

Mas o melhor ainda estava para vir: Aos 78’, Walcott cruza da direita e Welbeck, de calcanhar, marca o terceiro golo da Inglaterra e volta a colocar a Inglaterra em vantagem.



Este foi possivelmente o melhor jogo do Euro 2012. A Inglaterra esteve a ganhar 1-0, depois a Suécia esteve a ganhar 2-1, e a Inglaterra acabou por ganhar 3-2.
Uma substituição de Roy Hodgson, a entrada de Walcott, revelou-se crucial para a recuperação final.
A Suécia foi a segunda equipa a ser eliminada no Euro 2012, após a Irlanda no dia anterior.
A Inglaterra agora precisará apenas de um empate contra a Ucrânia para se qualificar para os quartos-de-final.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

França 1-1 Inglaterra







A primeira jogada perigosa da primeira parte foi da Inglaterra: Milner aparece isolado frente a Lloris, finta-o, mas depois com a baliza aberta falha o remate.

Falhanço Milner

Lloris tinha sofrido um golo assim no Mundial 2010, contra o México, onde foi fintado por Javier Hernández. Desta vez Milner não foi capaz de fazer o mesmo.

E aos 30’ a Inglaterra marcou mesmo: pontapé livre no lado direito marcado por Gerrard, Lescott ganhou o duelo aéreo com Alou Diarra e cabeceou para dentro da baliza.



A França reagiu, e aos 39’, Nasri empatou, num remate de fora da área que Hart não conseguiu defender.

Os jogadores do Manchester City estiveram em destaque: primeiro Milner com o falhanço, depois Lescott marcando o golo inglês, e depois Nasri marcou o golo francês ao guarda-redes Hart.

A Inglaterra marcou no único remate que fez à baliza.

A França fez vários remates mas não conseguiu marcar uma segunda vez, portanto o resultado final foi um empate 1-1. Ainda não foi desta que a França voltou a ganhar um jogo numa grande competição. A última vez foi nas meias-finais do Mundial 2006, 1-0 contra Portugal.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Inglaterra



COMO SE QUALIFICARAM:
Grupo G:
1. Inglaterra 18 pontos
2. Montenegro 12
3. Suíça 11
4. País de Gales 9
5. Bulgária 5

PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1968 - 3º lugar
1980 - Fase de Grupos
1988 - Fase de Grupos
1992 - Fase de Grupos
1996 - Meias Finais
2000 - Fase de Grupos
2004 - Quartos de Final

TREINADOR:
Roy Hodgson

EQUIPA-TIPO:
Hart; Johnson, Terry, Lescott e Ashley Cole; Parker e Milner; Walcott, Gerrard e Young; Welbeck





domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sparta Praga vs. Liverpool


Sparta Praga
- Entraram Biholong (MC), Keric (MC) e Pekhart (AV)
- Sairam Hoheneder (DF), Kucka (MC) e Bony (AV)
- Nunca foi mais longe que os dezasseis avos de final
- 2º na liga checa

Jogador-chave: Sionko
É o segundo jogador com mais jogos pelo Sparta Praga na Liga dos Campeões, 33, atrás de Jiri Novotny, com 36, e é, juntamente com Jarosik e Labant, o melhor marcador do clube na competição, com 5 golos.


Liverpool
- Saiu treinador Roy Hodgson e entrou Kenny Dalglish
- Entrou Carroll (AV)
- Sairam Konchesky (DF), Babel (AV) e Fernando Torres (AV)
- Atingiu as meias finais em 2009/10 eliminando o Unirea Urziceni nos dezasseis avos de final
- 6º na liga inglesa, empatou último jogo, Liverpool 1-1 Wigan

Jogador-chave: Gerrard
Jogou apenas 45 minutos na Liga Europa esta época, que foram suficientes para ser o melhor marcador do Liverpool, com 3 golos.
É um jogador lendário, vencedor da Taça UEFA 2000/01 e da Liga dos Campeões 2004/05.


Sparta Praga: 10%
Liverpool: 90%

domingo, 25 de julho de 2010

Oitavos de Final: Alemanha - Inglaterra

A Alemanha venceu a Inglaterra, por 4-1.

Comparando com a terceira jornada:
A Alemanha jogou com Klose (em vez de Cacau).
A Inglaterra jogou com a mesma equipa.

O primeiro golo foi marcado pela Alemanha aos 20 minutos, por Klose, após passe longo do guarda-redes Neuer.
Aos 32 minutos a Alemanha marcou o segundo golo, por Podolski, após passe de Muller.
Aos 37 minutos a Inglaterra marcou o seu golo, num cabeceamento de Upson a um cruzamento de Gerrard.
Aos 67 minutos a Alemanha marcou o terceiro golo, por Muller, após passe de Schweinsteiger.
Finalmente, aos 70 minutos a Alemanha marcou o quarto golo, novamente por Muller, após passe de Ozil.

A Alemanha qualificou-se pela 16ª vez para os quartos de final de um Campeonato do Mundo!
A Inglaterra foi eliminada, e teve uma participação modesta: venceu apenas 1 jogo, e terminou com uma diferença de golos negativa. É preciso recuar até 1962 para encontrar uma participação ainda mais fraca.

domingo, 4 de julho de 2010

Jogos 37-38; Resumo Grupo C

A Inglaterra venceu a Eslovénia, por 1-0.

Comparando com a segunda jornada:
A Eslovénia jogou com a mesma equipa.
A Inglaterra jogou com Upson (em vez do suspenso Carragher), Milner (em vez de Lennon), e Defoe (em vez de Heskey).

O único golo do jogo foi marcado aos 23 minutos por Defoe, na sequência de um cruzamento de Milner.
Defoe foi titular pela primeira vez neste Campeonato do Mundo, e marcou o golo da vitória (e da qualificação) inglesa.
A Inglaterra teve uma excelente oportunidade para aumentar a vantagem, mas Rooney rematou ao poste.

Com este resultado, a Inglaterra qualificou-se para os oitavos de final, e a Eslovénia foi eliminada.


Os EUA venceram a Argélia, por 1-0.

Comparando com a segunda jornada:
Os EUA jogaram com Bornstein (em vez de Onyewu), Edu (em vez de Torres), e Gomez (em vez do suspenso Findley).
A Argélia jogou com Djebbour (em vez de Boudebouz).

Aos 6 minutos, a Argélia teve uma excelente oportunidade para marcar o seu primeiro golo neste Campeonato do Mundo, mas Djebbour rematou à barra.
Na segunda parte, os EUA também tiveram um remate ao poste, por Dempsey.
O único golo do jogo foi marcado aos 90 minutos, por Donovan, que iniciou um contra-ataque, passou a bola para Altidore, que a cruzou para Dempsey, e este rematou para a defesa de M’Bolhi, e na recarga Donovan rematou para dentro da baliza.

Com este resultado, os EUA qualificaram-se para os oitavos de final, e a Argélia foi eliminada.


Resumo:
Tal como esperado, os EUA e a Inglaterra qualificaram-se para os oitavos de final, e a Eslovénia e a Argélia foram eliminadas.
A Eslovénia excedeu as expectativas de que perderia todos os jogos, conseguiu 4 pontos, e esteve muito perto de se qualificar para os oitavos de final.
A Argélia teve uma participação decepcionante, não conseguiu marcar um único golo. A expulsão de Ghezzal no primeiro jogo, contra a Eslovénia, condicionou a participação da Argélia.