sexta-feira, 20 de julho de 2012

Grã Bretanha



COMO SE QUALIFICARAM:
País organizador


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES:
1908 - Ouro
1912 - Ouro
1920 - Oitavos de Final
1936 - Quartos de Final
1948 - 4º lugar
1952 - Dezasseis avos de Final
1956 - Quartos de Final
1960 - Fase de Grupos


EQUIPA:
1 GR Butland
2 DF Taylor
3 DF Bertrand
4 DF Rose
5 DF Caulker
6 DF Dawson
7 MC Cleverley
8 MC Allen
9 AV Sturridge
10 AV Bellamy (1979)
11 MC Giggs (1973)
12 DF Tomkins
13 MC Cork
14 DF Richards (1988)
15 MC Ramsey
16 MC Sinclair
17 AV Sordell
18 GR Steele

terça-feira, 17 de julho de 2012

EAU





COMO SE QUALIFICARAM:

Pré-eliminatória:
Coreia do Norte 0-1 EAU
EAU 1-1 Coreia do Norte

Grupo C:
1. EAU 14 pontos
2. Uzbequistão 8
3. Iraque 5
4. Austrália 4


PARTICIPAÇÕES ANTERIORES: Estreia


EQUIPA:
1 GR Ali Khaseif (1987)
2 DF Saad Surour
3 DF Abdulaziz Hussain
4 DF Mohammed Ahmed
5 MC Amer Abdulrahman
6 DF Alameri
7 MC Al Hammadi (1988)
8 DF Al Kamali
9 AV Ahmed Ali
10 MC Matar (1983)
11 AV Ahmed Khalil
12 MC Habib Fardan
13 MC Esmail
14 DF Sanqour
15 MC Omar Abdulrahman
16 MC Rashed Eisa
17 MC Mohamed Fawzi
18 GR Khalid Eisa





http://www.thenational.ae/sport/football

domingo, 15 de julho de 2012

domingo, 8 de julho de 2012

Alemanha 1-2 Itália







Comparando com os quartos-de-final, a Alemanha jogou com Kroos em vez de Reus, Podolski em vez de Schurrle, e Gómez em vez de Klose.
A Itália jogou com Balzaretti a defesa direito e Chiellini a defesa esquerdo.

O primeiro golo foi marcado aos 20’ pela Itália: no lado esquerdo, Chiellini passou a bola a Cassano, este fintou Hummels e cruzou para a grande área, onde apareceu Balotelli a cabecear para dentro da baliza de Neuer.



Badstuber estava mal posicionado e nem saltou, e Hummels nem na área estava, foi tentar tirar a bola a Cassano mas falhou.

E aos 36’, na sequência de um pontapé de canto para a Alemanha, Buffon esmurrou a bola para fora da sua área e lançou um contra-ataque, com Montolivo, ainda no seu meio-campo, a fazer um passe em profundidade para Balotelli, que estava isolado mas em jogo (graças ao mau posicionamento de Lahm), e depois Balotelli rematou em força para dentro da baliza de Neuer.



Balotelli redimiu-se das várias oportunidades falhadas contra a Inglaterra no jogo anterior, e alcançou Dzagoev, Gómez, Mandzukic e Cristiano Ronaldo na lista dos melhores marcadores do torneio.

A Alemanha fez duas substituições ao intervalo, com as entradas de Reus e Klose para as saídas de Podolski e Gómez.
Estranho, com uma desvantagem de 2 golos e apenas 45 minutos para jogar, Joachim Low limitou-se a trocar os seus dois jogadores mais ofensivos, não arriscando (quase) nada.

A Itália também refrescou o ataque durante a segunda parte, com as entradas de Diamanti para o lugar de Cassano, de Thiago Motta para o lugar de Montolivo, e finalmente de Di Natale para o lugar de Balotelli.

A Alemanha só arriscou verdadeiramente aos 71’, quando Muller entrou para o lugar de Boateng.

Mas aí já era tarde demais. O melhor que conseguiu foi reduzir a desvantagem nos últimos minutos, por Ozil de penalty, na sequência de uma mão de Balzaretti dentro da grande área.


A Alemanha teve um início de torneio brilhante (foi a melhor equipa da fase de grupos), mas depois não conseguiu manter esse nível durante o resto do torneio. Tal como no Mundial 2006, voltou a ser eliminada nas meias-finais pela Itália.
A Itália surpreendentemente qualificou-se para a final!

Portugal 0-0 (2-4) Espanha







Comparando com os quartos-de-final, Portugal jogou com Hugo Almeida em vez do lesionado Postiga, e a Espanha jogou com Negredo em vez de Fabregas.

O jogo teve poucas oportunidades de golo: Rui Patrício fez apenas 3 defesas em 120 minutos, e Casillas não fez nenhuma.

A Espanha refrescou o ataque durante a segunda parte, com as entradas de Fabregas para o lugar de Negredo, de Jesús Navas para o lugar de David Silva, e de Pedro para o lugar de Xavi.
Portugal fez apenas uma substituição durante a segunda parte, Nélson Oliveira para o lugar de Hugo Almeida, e guardou as outras duas para o prolongamento, onde Custódio e Varela entraram para os lugares de Miguel Veloso e Raul Meireles.

A decisão de quem avançava para a final foi para os penalties.

Nos penalties, o primeiro a marcar foi Xabi Alonso para a Espanha, ele que já tinha marcado um golo de penalty à França no jogo anterior. Mas desta vez não conseguiu fazê-lo novamente, Rui Patrício defendeu o remate.

Seguiu-se João Moutinho para Portugal, e tinha a oportunidade de colocar Portugal em vantagem. Mas também ele não foi capaz de marcar, Casillas defendeu o remate.

Depois, Iniesta marcou o primeiro golo para a Espanha.

E a seguir Pepe marcou o primeiro golo para Portugal. Casillas ainda adivinhou o lado mas não conseguiu alcançar a bola.

Seguiu-se Piqué, que também marcou – Rui Patrício também adivinhou o lado, mas não conseguiu defender o remate.

Depois veio Bruno Alves para marcar o terceiro penalty de Portugal… mas era a vez de Nani. E mais um golo.

E agora era a vez de Sergio Ramos… ele que, nas meias-finais da Liga dos Campeões, falhou um dos penalties do Real Madrid, e o Real Madrid foi eliminado. Mas desta vez, com muita classe, à Panenka, marcou o terceiro golo da Espanha.

O efeito deste penalty nas duas equipas foi semelhante ao efeito do penalty de Pirlo no jogo anterior.

O jogador seguinte era Bruno Alves, que depois disto era “obrigado” a chutar em força. E tal como Young no jogo anterior, também ele acertou na trave e não conseguiu marcar.



Fabregas tinha agora um “match point”. Ele já tinha estado numa situação similar no Euro 2008, marcando o quinto penalty que qualificou a Espanha e eliminou a Itália nos quartos de final. E desta fez, marcou novamente, qualificando a Espanha para a final e eliminando Portugal.



A bola ainda bateu no poste, mas entrou.


Portugal esteve muito perto de eliminar a Espanha. Uma bola que bate na barra e sai, e a seguir uma bola que bate no poste e entra.
Talvez com melhores marcadores de penalties a história tivesse sido outra (Postiga, Hugo Viana…).
Interessante como o falso herói quer livres a mais de 30 metros todos para ele, mas passa livres a 11 metros sem barreira para os outros. Supostamente seria ele a marcar o quinto de Portugal, mas não chegou a haver quinto.

domingo, 1 de julho de 2012

Inglaterra 0-0 (2-4) Itália







Comparando com o terceiro jogo, a Inglaterra jogou com a mesma equipa.
A Itália jogou com Bonucci em vez de Chiellini, Montolivo em vez de Thiago Motta, e Balotelli em vez de Cassano.

Este foi o jogo mais equilibrado dos quartos-de-final. Se é que se pode considerar equilibrado um jogo em que a Itália teve 64% de posse de bola, e o quíntuplo dos remates à baliza da Inglaterra (20-4).
Mas o objectivo do futebol é marcar mais golos que o adversário, não é ter mais posse de bola ou fazer mais remates.

As duas equipas já não perdem um jogo oficial desde o Mundial 2010. A Itália vinha de uma série de 13 jogos sem perder (a última derrota foi contra a Eslováquia), e a Inglaterra vinha de uma série de 11 jogos sem perder (a última derrota foi contra a Alemanha).

As melhores oportunidades de golo foram da Itália, que teve dois remates ao poste. Um por De Rossi logo aos 3’, e outro por Diamanti, já no prolongamento, aos 101’.

Mas como nenhuma equipa conseguiu marcar, ambas mantiveram a invencibilidade e a decisão de quem avançava para as meias-finais foi para os penalties.


Nos penalties, o primeiro a marcar foi Balotelli para a Itália. Ele que falhou tantas oportunidades durante os 120 minutos, desta vez não falhou e colocou a Itália na frente.

Seguiu-se o capitão Gerrard para a Inglaterra, e também ele marcou. Tal como Balotelli, ambos chutaram para o lado esquerdo, Hart e Buffon ainda adivinharam o lado mas não conseguiram alcançar as bolas.

Depois seguiu-se Montolivo, novo remate para a esquerda, mas falhou o alvo!

Rooney tinha agora a oportunidade de colocar a Inglaterra em vantagem. Tal como Balotelli, também falhou oportunidades durante o jogo (não tantas, até porque a Inglaterra teve poucas comparando com a Itália). E tal como Balotelli, também converteu o seu penalty, também num remate para a esquerda, sendo que desta vez Buffon saltou para o lado contrário.

Seguiu-se o momento do jogo, o ponto de viragem. Pirlo era o marcador do terceiro penalty da Itália. Direita ou esquerda? Centro! E à Panenka. Ou à Postiga. E agora também à Pirlo.



Este penalty motivou a Itália e desmotivou a Inglaterra.

O terceiro penalty da Inglaterra era para Young. Depois do que Pirlo fez, Young foi “obrigado” a rematar em força (os guarda-redes agora já esperariam por um remate à Pirlo). E mais força normalmente significa menos pontaria. Young acertou na trave e as equipas estavam novamente empatadas.



O quarto penalty da Itália foi para Nocerino, que agora motivado pelos dois penalties anteriores, fez o terceiro golo da Itália (também num remate para o lado esquerdo).

Seguiu-se Ashley Cole… Ele que tinha convertido com sucesso o seu penalty umas semanas antes, na final da Liga dos Campeões. Mas desta vez foi diferente. Foi o primeiro jogador a rematar para o lado direito, e foi também o primeiro a permitir a defesa do guarda-redes contrário.

E agora a Itália tinha um “match point”, se Diamanti convertesse o quinto penalty. Grande responsabilidade para um jogador que era desconhecido antes deste torneio. Novo remate para o lado esquerdo, golo da Itália, a Inglaterra estava eliminada!


Manteve-se a tradição de a Inglaterra raramente ganhar um desempate por penalties numa grande competição: ganhou à Espanha nos quartos de final do Euro 1996, mas depois perdeu na fase seguinte contra a Alemanha. Perdeu ainda no Euro 2004 contra Portugal, no Mundial 2006 também contra Portugal, no Mundial 1998 contra a Argentina, e a primeira vez contra a Itália no Mundial 1990. E agora perdeu novamente contra a Itália.

O que levanta a questão: Se são tão maus nos penalties, porque não tentaram evitá-los durante os 120 minutos?

Espanha 2-0 França







Comparando com o terceiro jogo, a Espanha jogou com Fabregas em vez de Fernando Torres.
A França fez várias alterações: no centro da defesa, Koscielny jogou em vez do suspenso Mexès, Debuchy passou para médio direito com Réveillère a entrar para defesa direito (saindo Ben Arfa da equipa), e Cabaye e Malouda jogaram no meio campo em vez de Alou Diarra e Nasri.

Portanto, a França tentou fazer no seu flanco direito aquilo que a Croácia fez nos dois flancos contra a Espanha no jogo anterior: reforçá-lo com dois laterais direitos, Réveillère e Debuchy.

Mas foi precisamente por esse flanco que a França sofreu o primeiro golo: Aos 29’, Iniesta meteu a bola em profundidade por entre Debuchy e Réveillère, Jordi Alba apareceu nas costas deles e cruzou a bola para o flanco contrário (teve pouca oposição, Debuchy até escorregou ao tentar persegui-lo), onde apareceu Xabi Alonso a cabeceá-la para dentro da baliza.




A reacção da França foi fraca. Aos 32’, na conversão de um pontapé livre, Cabaye fez aquele que seria o único remate à baliza da França no jogo inteiro.

Tal como a Croácia no jogo anterior, também a França tentou passar para o modo ofensivo na segunda parte, com substituições: saídas de Debuchy e Malouda para entradas de Menez e Nasri, e mais tarde, saída do médio defensivo M’Vila para entrada de mais um avançado, Giroud.

Mas foi a Espanha que conseguiu marcar mais um golo, já nos últimos minutos: Pedro fintou Rami e depois foi carregado pelas costas por Réveillère dentro da grande área. Na conversão do penalty, Xabi Alonso marcou o seu segundo golo no jogo e também no torneio.




Com esta vitória, a Espanha vingou a derrota nos oitavos de final do Mundial 2006, a última vez que a Espanha foi eliminada num Campeonato da Europa ou do Mundo (venceu em 2008 e 2010).
A França prometeu muito mas acabou por ser uma desilusão: no primeiro jogo teve 15 remates à baliza contra apenas 1 da Inglaterra, mas ainda assim apenas conseguiu empatá-lo; depois no segundo jogo conseguiu aquela que seria a sua única vitória no torneio; no terceiro perdeu contra a já eliminada Suécia, e assim ficou apenas em segundo lugar no Grupo D, tendo de enfrentar agora a Espanha em vez da Itália. E neste jogo, contra a Espanha, foi praticamente inofensiva, com apenas um remate à baliza.
Estas duas equipas voltar-se-ão a encontrar nas eliminatórias para o Mundial 2014, onde se espera que a Espanha vença o grupo e se apure directamente, e que a França termine em segundo lugar e vá jogar um playoff contra outro segundo classificado por uma vaga no Mundial.